ENERGIA SOLAR NO DIA A DIA DO PRODUTOR RURAL

Thiago Braga

Hoje energia solar deixou de ser “coisa nova” na zona rural. O homem do campo consegue, por vontade própria, “clarear as ideias”, através do uso da placa de energia suspensa no telhado de casa. Não exige grande esforço para colocá – la em ponto de captação de raios do sol. Basta inclinar o quadrado para recebimento do calor. Simples, fácil e de baixo custo. Objeto de suma importância para os moradores da roça, (como se costuma dizer no interior). Abrange terreno, cerca de tapume, celeiro, pasto, estufa, moinho, engenho, horto, etc.

O usuário se mostra bastante satisfeito (a) com o consumo deste bem. Nenhuma dificuldade para move – la, carecendo, apenas, de arrumar um lugar seguro para adaptar o equipamento, sem que os passarinhos venham pousar ali e, estragarem o prazer, sejam sozinhos e/ou vindos na revoada de aves famintas no céu. Isto durante a noite. Antes do entardecer, a fôrma permanece quente, “feito brasa”. Por outro lado, a eletricidade, “chegou para ficar”, na maioria dos lares que dispõem de utensílios domésticos: televisor, rádio (aparelho), geladeira, batedeira, freezer, etc.

O tempo do velho candieiro não volta tão cedo. E o vidro de querosene? Talvez ainda exista no fundo da prateleira de algum empório. Lembrança guardada na memória daqueles que puderam degustar a realidade da época. Por que? As pessoas, de modo geral, buscam novos meios de vida. A energia solar, por sua vez, é algo precioso nas mãos do agricultor. Trouxe, a curto prazo, o efeito benéfico da luz. “Uma andorinha sozinha não faz verão”. Merece registro.

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