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O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosos das repartições publicas.

O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosos das repartições publicas.

Pois bem, veja o que diz o Frade Demetrius dos Santos Silva: ” Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…

Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A Cruz deve ser retirada!

Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.

Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.

Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são constrangidos e torturados.

Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.

É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças, das misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos favorecidos “.

Frade Demetrius dos Santos Silva.
* São Paulo/SP

ÍNDIO PASSA A TER OS MESMOS DIREITOS DO CIDADÃO COMUM

Por Thiago BragaFaz longo tempo que o índio, considerado “ser da natureza”, tem direito assegurado por lei, de cultivar a terra onde nasceu, se criou e vive. Ele (a) trabalha no arado da forma que bem entende, “sem prestar contas a ninguém” sendo, apenas, assistido pela FUNAI. O “pele vermelha” tem liberdade de escolha, no tocante à assuntos de ordem pessoal, familiar e social. “Dono da terra” para sempre? Segundo texto legal, homem/mulher indígena dispõe dessa prerrogativa, pois aquilo que é “solo sagrado” se torna zona de proteção por parte do órgão fiscal. Num primeiro momento, inserido na sociedade moderna. Lembrando, é claro, de sua presença na história épica.

Mas, agora, a conversa é outra. Para o novo governo (Bolsonaro 2019), índio merece o mesmo tratamento do homem branco. Precisa, porém, “andar sem guia”, face à sua capacidade de pensar, agir e treinar as próprias habilidades: mão de obra, técnicas de uso de recursos, prática de esportes, (opcional). Onde e como? Recebendo o devido apoio do ente público. Acesso a saúde (serviço bucal, exames, retirada de remédios na farmácia popular), educação, transporte, moradia, dentre outros. Nada de privilégio no sentido de mandar e desmandar em grandes terrenos, muita das vezes, sem serventia, sendo que o mesmo não adquiriu por compra ou permuta, carecendo, sobretudo, desta atividade meio (comércio). “Cai em si”, entendendo o que é contrato, alqueire, braça de terra, sistema de irrigação, imposto de renda, além de outros. É possível sanar dúvidas e buscar soluções para casos desta natureza. O que vale é a informação levada a sério.

Em outras palavras, índio não deve viver isolado, em aldeias ou reservas ambientais mas, “ser visto como gente”, educado e pronto para servir seu país. Deve aprender cantar o hino, conhecer a Constituição Federal, frequentar a cidade, votar no dia do pleito, possuir caderneta de vacinação, etc. Caçar e pescar? Existem outros desafios que requer força física, aptidão e auto – conhecimento. Tal pensando em nada desvaloriza a figura do índio, uma vez respeitado, dentro do território pátrio. “Ir e vir”, com plena certeza de chegar em casa, fazer compras (dinheiro em espécie), dirigir automóvel, “pôr carta” no correio… No entanto, sua cultura precisa manter – se de pé, como arte, costumes, linguagem, culinária e outros. “Um pouco de cidadania não faz mau a ninguém”.

Dia do Bibliotecário: um profissional em transformação

Dia do Bibliotecário: um profissional em transformação. Gerenciar informações é a especialidade de quem precisou se adaptar às mudanças tecnológicas do século 21.

Foto: Image by Free-Photos on Pixabay

Um profissional que antes era muito ligado aos livros físicos, fichas e manuais, a partir do século 21 precisou se reinventar e passou a trabalhar com o gerenciamento de informações do sistema e o manuseio de publicações passou a ser apenas mais uma entre várias funções que desempenha. A profissão de bibliotecário vem sendo ainda mais valorizada, uma vez que, mais abrangente atuante, cria novas áreas para si, como é o caso da biblioteconomia social.

No Colégio Marista Goiânia, a bibliotecária Tainá de Sousa já vai além de suas atividades na biblioteca. Ela também tornou-se indispensável na realização de eventos que recebem personalidades e reúnem estudantes no espaço da instituição. “Desenvolvemos atividades voltadas aos alunos do Ensino Médio, que visam criar espaços de comunicação e de convivência, para tratar do presente e do futuro de cada um deles. Sou grata ao apoio da Tainá para viabilizar esses eventos”, relata a professora Sara de Castro Cândido, responsável pelo Circuito Projeto de Vida, iniciativa que ajuda os alunos a construírem seus projetos pessoais e profissionais.

Neste 12 de março, Dia do Bibliotecário, Tainá fala dos desafios e sobre o que comemorar nesta data. “Nosso foco é a organização e catalogação de informações, nos transformamos em gestores da cultura, porque o livro nada mais é que um instrumento cultural que também vem ganhando outras versões, como a digital, por exemplo, que já caiu no gosto da população.”

E os desafios se tornam ainda maiores para o profissional em um País onde as estatísticas de leitura são cada vez menores. O brasileiro lê em média 2,43 livros por ano, segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, desenvolvida em março de 2016 pelo Instituto Pró-Livro. O estudo revelou ainda que 30% da população nunca comprou um livro.

“O Brasil enfrenta muitos problemas, especialmente no campo cultural. Acredito que parte das soluções desses problemas virá do trabalho das bibliotecas, fontes inesgotáveis de conteúdo, informação, e daquelas pessoas que dão vida e sentido a esses espaços transformadores”, salienta Tainá.

A Folha de Condeúba, através de alguns autores homenageia as mulheres pela passagem do seu dia

Por Antônio Santana

O QUE É SER MULHER?

Ser mulher é muito mais do que uma missão
É uma busca constante da condição
É o encontro entre a maturidade espiritual e a razão
É a delicadeza da mulher que passeia pela emoção.

Ser mulher é ter sensibilização
É construir um poço de perdão
É querer abrir sempre a porta do coração
É ter também um pouco de ilusão.

Ser mulher é muito mais do que servir
É construir o caminho para ser feliz
Ser mulher é gerar muitas vidas
É se tornar uma pessoa muito querida.

É ser forte, confiante e atrevida
É ser guerreira, lutadora e dedicada
Ser mulher é doar a sua própria vida
É ser sempre bem reconhecida.

Ser mulher é dedicar-se todo tempo de sua vida
É amar e às vezes pelo parceiro é agredida
É labutar o dia todo sem descansar
É a responsabilidade da sua família cuidar.

Ser mulher é saber também esperar
É saber se amar para depois nos amar
É deixar o tempo se aproximar
Para esperar o futuro chegar.

UM ABRAÇO A TODAS AS MULHERES! Continue lendo A Folha de Condeúba, através de alguns autores homenageia as mulheres pela passagem do seu dia

Mangueira é vencedora do Carnaval do Rio de Janeiro em 2019

Foto: Rodrigo Gorosito/G1

A Mangueira é a grande campeã do carnaval 2019 do Rio de Janeiro. A Imperatriz Leopoldinense e a Império Serrano foram rebaixadas. Para conquistar o seu 20º título, a Mangueira deu uma aula de história na Sapucaí.

Mas foi uma história alternativa, com destaque para heróis da resistência negros e índios em vez dos personagens tradicionais das páginas de livros escolares.

O enredo “História pra ninar gente grande” foi assinado pelo carnavalesco Leandro Vieira e contado em 24 alas e cinco alegorias.

Em busca do título, a Mangueira exibiu uma bandeira do Brasil com as cores da escola no final do desfile.

Condeúba: Carnaval de Mascaras e Fantasias – 2019

Por Oclides da Silveira

Carnaval das máscaras e fantasias

Encerrou-se nesta terça-feira o Carnaval de Mascaras e Fantasias 2019 na cidade de Condeúba. Uma promoção da Prefeitura através da Secretaria Municipal de Cultura, Desporto e Lazer que organizou essa último noite carnavalesca, colocando dois sons de boa percussão na Praça Santo Antônio no Centro. Os carros de sons estiveram instalados a disposição dos carnavalescos das 16:00 às 22:00 horas.

Foi fechado o trânsito para veículos com a presença da Guarda Municipal que esteve na orientação do Trânsito local. O Diretor mais os funcionários da Secretaria de Cultura estiveram presente distribuindo gratuitamente máscaras ao público que brincaram um carnaval sadio sem ocorrência de maiores incidentes, um som controlado, assim como as músicas de boa aceitação, sem nenhuma apelação ou que viesse denegrir a imagem das mulheres, as chamadas musicas de baixaria.

O público compareceu e se divertiu barbaridade, seus pais aproveitaram a organização para levar seus filhinhos de todas as idades, foi uma noite de calor e um período de diversão para aqueles que curtem essa festa. Continue lendo Condeúba: Carnaval de Mascaras e Fantasias – 2019

JACARACI NO RUMO CERTO

Por Thiago Braga

Thiago Braga – Colunista da Folha de Condeúba

Quem conheceu Jacaraci, anos atrás, sequer imagina o crescimento da cidade, antes “encolhida” no meio dos altos e baixos do vale. Agora se mostra com outra cara, a começar pela antena de telefonia móvel vista desde o “pé da serra”. O bairro Bom Jesus tomou parte do grande terreno que, dividido em lotes, deu lugar à residências, ruas e travessas. Veio de lá para cá, fazendo “zig zag”, ocupando espaço e querendo ir mais longe, sem se perder no verde da floresta.

Por conta da mão de obra e, é claro, o desejo natural dos cidadãos em adquirir sua “casa própria”, quadras e mais quadras foram abertas no chamado desenvolvimento urbano. Modelo de organização que segue a risca o Código de Posturas do Município.

O centro velho, formado por belas construções dos anos 40 e 50, oferece – nos um panorama do “tempo que passou”. Passou, deixando gratas lembranças como a primeira pensão, a antiga boate, (hoje drogaria), o correio (telégrafo reformado), a morada do padre, dentre outros. O “cheiro de mato” vindo do capão florido no fundo da Escola Anísio Teixeira, além das árvores de sombra cercando o Banheiro Público. O calçamento de pedra bruta, trabalho feito por homens de braço forte e picareta nos ombros, rende elogios do visitante. Cada praça parece um livro aberto onde as cores salta – nos aos olhos, cheia de boas energias. A natureza sorrir, pedindo para ser protegida, pois não nega nada ao admirador (a) do meio ambiente. Água cristalina para encher a mão e lavar o rosto, na famosa “bica”, ou passeio pela “virada do cigano”.

O silêncio de dias comuns, nada mais é, que a melhor oferta para o descanso e tranquilidade, diante da paisagem agrícola. Parece novela? Não, pura realidade. O município contempla riquezas como a Areia Branca, o Rio da Passagem, Morro do Chapéu, etc. Do calor excessivo ao plantio de palma e a produção de queijo artesanal. Safra: arroz, milho, feijão catador, banana da prata, cajú, melancia, mamona, além de outros. Em vista disso, traz o retrato vivo daquela agro – vila, ainda “apagada” no mapa, hoje ponto de turismo para gente vinda de outros estados. O traço moderno da nova Jacaraci depreende novidades, no qual citamos algumas: lojas, restaurantes, papelarias, academia popular, centro de convivência de idosos, quiosques e parada de ônibus.

NOITE DE ARTE E POESIA EM CORDEIROS

Por Antônio Santana

Em Cordeiros – Movimento Café com Poemas

O Movimento Café com Poemas de Cordeiros em parceria com Condeúba , realizam a sua primeira certificação a colaboradores que se dedicam a promoção da arte, da cultura, da educação e da filosofia como base sustentável ao Manifesto “Cultivismo Sociocultural” do Movimento. A cerimônia de entrega de títulos aconteceu na noite de sábado, 02 de março de 2019, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Vereadores de Cordeiros, Bahia.

O evento teve a apresentação e condução da Coordenadora Ângela Dias, com muita competência e maestria. Que contou com a participação e a colaboração do Coordenador e Poeta Antônio Santana, juntamente com a sua vice-coordenadora Mariana Penides, bem como demais membros do Movimento Café com Poemas de Condeúba, Bahia.

Tivemos a participação do ilustre Poeta Edson da Silveira, como também a presença de diversos artistas, cantores, pintores, declamadores, recitais de poesias e de jovens talentos da música cordeirense.

Ao final, foi oferecido a todos os participantes do evento, um delicioso coquetel ao som da boa música clássica proferida pela nossa amiga Ângela Dias e outros artistas da terra.

Quero oportunamente, em nome do nosso grande incentivador o escritor e poeta Leandro Flores, agradecer a todas as pessoas que têm aderido ao Movimento Café com Poemas, nos ajudando a descobrir e revelar novos talentos. Que Deus os abençoe e os proteja por toda eternidade terrena. Continue lendo NOITE DE ARTE E POESIA EM CORDEIROS