A vida é uma interpretação daquilo que nós atribuímos como verdade

Por Edtattoo

A vida é uma interpretação daquilo que nós atribuímos como verdade. Qual é a sua verdade na vida? Nós precisamos nos desprendermos das pessoas que nos causam dor e sofrimento, compreender que tudo passa, até mesmo as dores. O nosso interior precisa de renovo, encontrar em seu interior aquilo que te completa.

Deus é presente e esse instinto de conservação da vida direciona quem pensa. Sejamos felizes em nossa caminhada. Logo encontraremos algo que nos preencha e nos faça feliz. Façamos nosso trabalho com cuidado e carinho, deixando o exemplo e história, sejamos livre para que possamos voar.

Sejamos desbravadores, procuremos as boas amizades e sejamos felizes e, deixemos nossa história de vida, alegria e guerra. Ninguém sai de nossa vida sem um motivo e, ninguém entra sem uma razão.

AINDA ONTEM. . .

Professor, Poeta e Escritor Antônio da Cruz Santana

Não chorei de saudade,
Nem perdi a sua amizade.
Tranquilizei – me de felicidade,
Abri a porta com necessidade.

Amei – te com vontade,
Se te magoei foi sem maldade.
Pedi perdão como se pede caridade,
O meu sonho foi uma verdade.

Dormindo mergulhei
na sua intimidade,
Viajei na sua integridade.
No ônibus da eternidade,
Para encontrar – me com a sua sensibilidade.

Antônio Santana,
Escritor e poeta.

NIETZSCHE DISSE: Temos a arte para não morrer ou enlouquecer perante a verdade

Por Leandro Flores

Fundador do Movimento Café com Poemas – Poeta, Escritor, Jornalista Leandro Flores é condeubense radicado em Salvador/BA.

Nietzsche, filósofo e poeta prussiano já dizia que: “Temos a arte para não morrer ou enlouquecer perante a verdade. Somente a arte pode transfigurar a desordem do mundo em beleza e fazer aceitável tudo aquilo que há de problemático e terrível na vida” (2008).

Nunca uma frase como essa, do grande e incomparável pensador do século XIX, fez tanto sentido como agora, nestes tempos de afogamento de esperança, de sonhos, em que o país e o mundo passam por diversas transformações que muitas vezes nos deixam fora de eixo, sem chão, sem saída e desesperançosos em relação ao futuro.

A arte vem como refúgio, como fuga nesse processo de endurecimento de alma. Acaba sendo uma das poucas ferramentas – ainda – capazes de trazer um sorriso, uma paixão, uma vontade de deixar as coisas mais leves, de trazer algum sentido para o mundo, traduzindo aquilo que ainda conseguimos observar e sentir como BELO, como SIGNIFICATIVO e aproveitoso para alguém e para o universo como todo.

O mundo está em cacos, se diluindo em ideologias cada vez mais extremistas, cada vez mais conflitantes e, a arte, mesmo sendo também uma ferramenta de perseguição dessa escalada da estupidez, acaba sobrevivendo (para o nosso bem) e, assim, quem sabe, algum dia possamos lembrar novamente Nietzsche, só que desta vez como chave de memória, não como lamentação de um estado fático, podendo dizer também que a arte venceu finalmente. “E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.”

Hoje o tempo passa tão lento quanto a realidade que criamos

Por Editattoo

Hoje o tempo passa tão lento quanto a realidade que criamos. O que pode ter além da vida fisiológica? Qual tão grande podemos ser em relação ao tempo que percorre? Perdemos tempo a procura de tudo, e procuramos a fórmula para a felicidade. Para que, e para onde corremos tanto se todos nós percebemos que seguimos para o mesmo fim. Será que a vida é uma ilusão?

Se tudo é composto de átomo, “e átomo é composto de 99,9% de espaço vazio”. Qual a realidade em verdade nisso? Chegamos a conclusão que tudo já existe, e tudo é finito. Muitos correm através do tempo para obter respostas, outros param para observar com isso o tempo percorre a velocidade e nós passamos a ser observador, e por mais que não aceitemos, nós vivemos em um tempo limites, nos limitando através dele.

Pois a Verdade é a base da conquista que requer a interpretação no seu significado, às vezes são visíveis aos olhos de quem vê, mas pode ser distorcida pelo coração de quem sente. Palavras machucam quando não se sabe falar. Com sabedoria interpretamos o transe e sobre as vestes decoradas nos embriagamos. Requer sem temer observar a palavra de quem fala, e ver nela a verdade que precisa. E as vezes, só as vezes requer fazer a pergunta certa ou teremos sempre a resposta errada.

A maior alegria na vida é fazer o que sua alma pede

Por Edtattoo

A maior alegria na vida é fazer o que sua alma pede. O tempo passa rápido , seguir sem alegria é morrer sem conhecer a vida. Precisamos reviver a loucura de um transe em desejo e a descoberta nesse trem desgovernado. Talvez sejamos a descoberta do novo que pede. Ou apenas a fantasia de tudo aquilo que nossa alma precisa. A palavra liberta, direciona.

Os dias parecem desludos e perante a culpa que revela a dor nós seguimos. Lá, onde nossos  pensamentos conseguem ver estará a descoberta que nos faz competos. A culpa já se finda e a saída para descobrir quem é encontra se nas metáforas do dia; a certeza que a vida é o paraíso, nós por ingenuidade deleitamos no oásis de ilusão.

Certamente o plano que nos deixa em deslumbro é apenas a ótica equivocada da nossa consciência, nossa mente limitada não percebe a verdade nos fatos. Preferimos acreditar nas máscaras impostas pelo dia a dia, do que na verdade contida nele.

Sigamos aquilo que nosso coração deseja, logo menos perceberemos que o caminho que escolhemos faz parte da transição em detalhes, que nos levará para casa, a vida só é um instante quando observamos apenas a superfície dela.

Condeúba: Concluída a Ladainha da Companhia de Reis do Olho d’Água e Baixa da Furquilha

 

 

Momento em que os reiseiros estavam cantando o Reis da Lapinha diante do Presépio

Foi realizada nesta noite de sábado dia 18 de janeiro de 2020, a culminância da Frota de Reis do Olho d’Água e Baixa da Furquilha que é liderada pelo popular “Tony de Beca”. Ontem foi concluído a última etapa oficial da frota com a reza da Ladainha, na residencia do Sr. Valdeci na região do Quilombo.

A Bandeira foi retirada da casa vizinha do Sr. Manoel de Lucas e levado para a casa ao lado do Sr. Valdeci. Esse ato nos reis é chamado de Langa. Os reiseiros entram na casa e cantam solicitando a entrega da Bandeira. Vão jogando versos sobre a família e depois pedem novamente a Bandeira.

A dona da casa entra nos cômodos de dentro e pega a Bandeira e entrega a uma pessoa indicada pelos reiseiros, que dá uma volta na sala e sai pela janela, indo em direção a outra casa, os foliões vão cantando e tocando seus instrumentos com velas acesas em procissão pelos populares.

Chegando na casa do Sr. Valdeci, foi cantado o Reis da Lapinha diante de um presépio montado. Em seguida a Frota fez algumas contra-danças, logo depois foi rezado Ladainha em agradecimento aos Santos Reis. Finalizando assim e cumprindo a promessa de sair as seis noites cantando Reis nas residencias todos os anos. Continue Reading

Condeúba: Foi realizado o primeiro encontro do Movimento Café com Poemas neste ano de 2020

Café com Poemas, primeiro encontro do ano de 2020

Olá poetas e poetisas deste maravilhoso Movimento Café com Poemas! Ontem à noite sexta-feira dia 17 de janeiro de 2020, demos início a nova temporada das atividades literárias e culturais do nosso movimento.

Quero agradecer imensamente a todos os membros que espontaneamente compareceram para abrilhantar esse momento sublime da poesia. Queremos agradecer em especial a César e Regina, que com muita alegria abriram as portas da vossa casa para nos acolher e acolher a literatura condeubense, baiana e brasileira.

Mariana e eu, agradecemos mais uma vez pela presença de todos ao mesmo tempo, deixamos o convite para os próximos encontros. Um abraço a todos e que Deus nos abençoe!

                         Antônio Santana e Mariana Penides
Coordenadores do movimento Café com Poemas em Condeúba Continue Reading

Pós a utilidade

Por Edtattoo

Após a utilidade, deve se continuar o significado, esse plano não é nosso, estamos aqui apenas para evoluir o espírito, pois um dia retornaremos para casa. Essa indumentária terrestre nos aprisiona de tal forma que não conseguimos ver além.

Precisamos ir lá no fundo de nós para que possamos encontrar as respostas para continuar a sorrir. Certo que as vezes o choro fere a alma e as lembranças alfineta o coração. Compreendi que: quem morre ainda vive e precisamos compreender isso.

Qual o sentido da vida? Será que temos que viver sofrendo, ou o sofrimento é apenas uma visão distorcida de nossa realidade? Esse intróito nos remete aos primórdios, onde no pitecaptos o medo era predominante.

Mas, surgiu uma emoção nova, “O amor”, esse por sua vez, revelou que a vida precisa ser vivida de maneira simples e intensa. Logo menos tudo se muda e quase tudo se perde. Restando apenas as lembranças verdadeiras do que se tornou eterno.

Filme ‘A Lavanderia’, traz uma história que nos mostra uma realidade que não percebemos (ou não nos deixam perceber)

Por: Leandro Flores

Disponível na Netflix, o filme – A Lavanderia, de Steven Soderbergh, um dos cineastas mais aclamados e prolíficos de sua geração, merece destaque (especialmente, a título de reflexão e discussões acadêmicas) pela excêntrica e, ao mesmo tempo, pomposa abordagem com que é retratado.

Apesar do grande elenco, Gary Oldman e Meryl Streep, vencedores do Oscar, e Antonio Banderas (provável indicado por “Dor e Glória” em 2020), e do já (mencionado neste artigo) Steven Soderbergh, o filme sofreu algumas críticas. De acordo com a análise do site Cena Pop, o roteirista Scott Z. Burns, por exemplo “dá algumas derrapadas aqui e ali com excesso de explicação, desconfiando da inteligência do espectador, mas nada que comprometa o resultado do filme”.

Foto: Divulgação

Um dos pontos da história (há outros que, ás vezes, se cruzam, mas com uma teatrologia diferente), é a questão ficcional do caso Panama Papers, sob a ótica dos advogados Jürgen Mossack (interpretado por Oldman) e Ramón Fonseca (Banderas). Continue Reading