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Obras do Gás Sudoeste que chegará a Brumado seguem de vento em popa

Iniciadas em agosto do ano passado, as obras do Gás Sudoeste – Duto de Distribuição do Sudoeste do estado da Bahia, seguem em ritmo acelerado. Com mais de 57 km de tubos já enterrados e mais 2,2 km prestes a serem colocados, entre as cidades de Itagibá e Jequié, a construção já passou de 50% de avanço físico. “Para a Bahiagás, é uma satisfação ver o desenvolvimento chegando a todo vapor a essa importante região do estado.

O nosso objetivo é que, em breve, as empresas, o comércio, as residências e toda a população local possam usufruir dos benefícios do gás natural”, ressaltou o diretor-presidente da Bahiagás, Luiz Gavazza. A construção do Gás Sudoeste faz parte da diretriz estratégica da Bahiagás de interiorização do gás natural na Bahia.

Ele será o maior duto de distribuição do Nordeste e o segundo maior do país, com extensão prevista de 306 km, interligando os municípios de Itagibá e Brumado, passando por cidades como Jequié e Maracás, entre outras.

Na prática, o duto passará por 12 municípios, mas vai gerar impacto direto em 15 cidades do Sudoeste do estado. A chegada do gás natural levará muitos benefícios para a região. O energético atenderá indústrias, postos de combustíveis, estabelecimentos comerciais, grandes mineradoras, hotéis e residências.

Com estimativa de tempo de execução total de quatro anos (projeto e obra), o empreendimento está estimado em cerca de R$ 400 milhões, contabilizando as três etapas da obra (Itagibá – Jequié, Jequié – Maracás, Maracás – Brumado).

Semana do MEI promove capacitações gratuitas em cidades do sudoeste baiano

A Semana do MEI acontece em todo o país de 20 a 24 de maio e traz capacitações e cursos gratuitos para microempreendedores individuais. Na região Sudoeste, serão realizados 27 eventos presenciais, com um total de 940 vagas, nas cidades de Brumado, Guanambi, Jequié, Poções, Itapetinga, Jaguaquara, Licínio de Almeida, Candiba, Vitória da Conquista, Caculé, Cordeiros, Urandi, Tanhaçu, Caetité, Ibicuí, Presidente Jânio Quadros.

Outras informações sobre o evento podem ser obtidas na agência do Sebrae em Vitória da Conquista, na Rua Coronel Gugé, 221, Centro, ou pelo telefone (77) 3424 1600. Ao todo, na Bahia, serão aproximadamente 15 mil vagas em 98 municípios.

Este ano, além das capacitações presenciais, serão oferecidos cursos, aulas e conteúdos a distância. As inscrições podem ser feitas pelo site do evento: www.semanadomei.com.br.

As capacitações serão realizadas pelo Youtube e Whatsapp e os inscritos receberão o link para acessar os eventos online. Serão disponibilizadas também aulas no canal do SebraeTalks no Youtube para onde os inscritos serão direcionados com exclusividade.

Os temas abordados são voltados para a área de finanças, com apresentação de cases de sucesso. Os vídeos têm entre 30 e 50 minutos e ficarão disponíveis durante dois dias.

Condeúba: Associação de Pequenos Produtores da Fazenda Baixão, recebeu mais de 500 mil em maquinários

Por oclides da Silveira

O Presidente Helio Carlos no centro, exibindo o documento da entrega dos bens móveis

Segundo afirmou o Presidente Associação Helio Carlos. “Ocorreu no último dia 20 de maio de 2019,  na Associação dos pequenos Produtores da Fazenda Baixão de Paulo a entrega dos seguintes KITs: Provenientes do Convênio Projeto de mandiocultura, que envolve desde manivelador, irrigação da área de uma hectare e um trator agrícola, no valor de mais de 500 mil reais, que foi conquistado pela nossa Associação através do programa Bahia Produtiva, CAR, BNDES e outros parceiros. Parabenizo todos os membros pelo esforço e dedicação, visando sempre a melhoria da nossa Comunidade e região”, concluiu o Presidente da Associação local Helio Carlos.

 

Fotos: Helio

Projeções já indicam PIB deste ano menor que o de 2018

Foto: Reinaldo Canato/Veja

Economistas já preveem que a economia brasileira deve crescer neste ano menos do que no ano passado, quando o avanço foi de apenas 1,1%.

Após a euforia causada pelo início do governo de Jair Bolsonaro (PSL), quando o otimismo pela mudança levou analistas a preverem um PIB (Produto Interno Bruto, índice que serve para medir a atividade econômica, calculando a soma de todas as riquezas produzidas por um país, dentro de um determinado período) em torno de 3% para 2019, agora a expectativa é de um crescimento de apenas 1%. Há tempos a economia brasileira não apresenta um avanço significativo.

Tanto em 2018 como em 2017, o PIB foi de 1,1%. Em 2016 e em 2015, a economia teve retração, de 3,3% e 3,5%, respectivamente. Devido a sinais de desaceleração da atividade econômica no primeiro trimestre deste ano, bancos e consultorias passaram a cortar as projeções. O Itaú divulgou nesta segunda-feira, 13, redução da expectativa de 1,3% para 1,0% para o PIB de 2019.

Na sexta-feira, 10, diante do ritmo de crescimento no começo deste ano aquém do esperado, o Bradesco revisou a projeção de alta do PIB de 1,9% para 1,1%. Entre outras estimativas, o banco Santander espera avanço de 1,3%, a XP Asset Management, de 1,1% e a LCA Consultores, de 1,5% (“com tendência de redução”).

Os cortes das projeções levam uma conta, principalmente, uma perspectiva de aprovação da reforma da Previdência mais tardia no Congresso Nacional, o que posterga a volta da confiança, dos empresários e dos consumidores e, consequentemente, das decisões de investimentos.

Indústria recua em março e fecha trimestre com queda de 2,2%

Foto: Divulgação

Com o recuo de 1,3% em março, a produção industrial brasileira acumulou queda de 2,2% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período anterior, apontou a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta sexta-feira, 3, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A queda no indicador industrial de março é a maior em seis meses. Em setembro, a produção havia caído 2,1% em comparação com agosto. De acordo com a Veja, o resultado de março, na comparação com fevereiro, eliminou o aumento de 0,6% no mês anterior, com grande disseminação e intensidade nos recuos.

A produção automobilística, por exemplo, que havia crescido 6,4% em fevereiro, registrou -3,2% em março. Também a indústria de alimentos, com -4,9%, eliminou parte do crescimento de 13,8% no mês anterior.

“Havíamos registrado uma antecipação da produção em diferentes setores da indústria, se preparando para a chegada do Carnaval”, explica o gerente da pesquisa, André Macedo: “esses mesmos setores apresentaram recuo em março, por causa do efeito calendário, com menos dois dias úteis em comparação a março de 2018”.

Entre as grandes categorias econômicas, os bens intermediários (-1,5%) entraram no terceiro mês seguido de queda. Já os bens duráveis (-1,3%) e os semi e não duráveis (-1,1%) interromperam dois meses de crescimento. Apenas os bens de capital tiveram variação positiva de fevereiro para março (0,4%), entrando no segundo mês seguido de taxas positivas.

Petrobras aumenta em 3,4% o gás de cozinha em todo o país

Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A Petrobras elevará em 3,4%, em média, os preços do gás liquefeito de petróleo de uso residencial, o gás de cozinha – uma média nacional de 26,20 reais o botijão de 13 quilos a partir de domingo, informou a companhia nesta sexta-feira (03).

O último reajuste anunciado pela estatal para o gás de cozinha havia sido feito em 5 de fevereiro, exatamente há três meses, quando os preços dos botijões subiram cerca de 1%, sendo comercializados em média a R$ 25,33 para as distribuidoras.

A companhia informou que os ajustes no preço do GLP-P13 acontecem trimestralmente para suavizar impactos da volatilidade no mercado externo sobre os valores domésticos.

Segundo a Petrobras, o mecanismo de reajuste concilia, de um lado, a necessidade de praticar preços para o GLP referenciados no mercado internacional e, de outro, a resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que reconhece “como de interesse para a política energética nacional” a comercialização do produto.

CADA BARRACA DE CAMELÔ, NOVO PONTO DE VENDA

Por Thiago Braga

Thiago Braga é colunista autônomo do Jornal Folha de Condeúba

Não é de hoje que vemos o suado esforço dos camelôs, vendendo produtos (dos mais variados tipos e marcas), nas ruas das grandes cidades. Alguns, migram para o interior, armando tendas, no geral, locais de movimento de gente como porta de escola, praças, parques, ponto de ônibus, feiras, dentre outros. O “dono da barraca” trabalha em busca do seu “ganha pão”. Conquista a simpatia do freguês, tendo a voz (gritos), como meio de publicidade. Podemos dizer que é “gente da gente”, no santo dever de colocar comida na mesa.

Precisa – se do aval da prefeitura para ocupar certos espaços públicos. Deste modo, torna – se comerciante no exato sentido da palavra. Sem tirar, nem pôr. Faz parte do chamado “mercado informal”. Tido como profissional autônomo, o camelô exerce atividade remunerada, embora o ganho, muitas das vezes, não atinge o valor do piso salarial. Quem são eles? Baleiros, entregadores de roupa, sapatos, CDs, aparelhos portáteis, artigos para o lar, etc. E o popular “mande in china”? Há quem diga que o “barato sai caro”. Existe lei municipal que regulamenta a ocupação do solo por vendedores ambulantes, feirantes e mascates.

Produção baiana de tomates deverá ter crescimento de 20%, aponta IBGE

Uma boa noticia para os consumidores baianos, o tomate deverá ficar mais barato nós próximos meses. A produção de tomates na Bahia deve crescer 20% em 2019, conforme as informações do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com os dados, a produção de tomates que foi de 230.800 toneladas em 2018, deve passar para 275.800 em 2019. O crescimento é de 45 mil toneladas. O aumento da produção baiana diminui a necessidade de trazer tomates de outros estados, o que deve reduzir o preço do produto para o consumidor.

Com o crescimento da produção, a Bahia deve ganhar uma posição no ranking de produtores de tomate no país e ocupar a quarta posição, ficando atrás apenas de Goiás (-13,5), São Paulo (9,2) e Minas Gerais (40,6%). Goiás apresentou redução, mas ainda é o maior produtor de tomates do país, com 1.157.604 de toneladas.

Microempreendedor que descumprir obrigações pode ter benefícios suspensos e CNPJ cancelado

No Brasil, todo microempreendedor individual possui uma série de vantagens e deveres a cumprir. Apesar do pagamento de tributos ser bem simplificado, o MEI não está isento de algumas burocracias fiscais, sob risco de perder os benefícios. Se as obrigações do MEI não forem realizadas de forma adequada, o profissional poderá sofrer multas ou perder o CNPJ.

Com o CNPJ cancelado, o MEI não poderá mais reativar o mesmo cadastro. Além disso, se continuar exercendo a atividade econômica, será tratado como informal, perdendo as vantagens de ser MEI. Isso inclui a perda de benefícios previdenciários, da facilidade no pedido de empréstimos e da emissão de notas fiscais.

Para voltar a ser MEI, será preciso se formalizar novamente para receber um novo número de CNPJ. Fora isso, os débitos não somem: eles são atrelados ao CPF do empresário. Assim, é essencial conhecer as principais obrigações para o MEI e cumpri-las adequadamente. Confira!

Previsão para o PIB cai pela nona vez seguida

Foto: iStock/Getty Images

Analistas financeiros consultados pelo Banco Central (BC) preveem um crescimento de 1,70% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, índice que mede o crescimento da economia, em 2019. Com a nova revisão no PIB, foi a nona semana seguida com revisões para baixo na expectativa de crescimento do índice.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 29, segundo projeções compiladas pelo Boletim Focus. Na última semana, a previsão era de 1,71%. Neste ano, os economistas ouvidos pelo BC já chegaram a prever o PIB em 2,57%, na segunda semana do governo Jair Bolsonaro.

No fim do ano passado, a expectativa para o crescimento da economia em 2019 era de 2,55%. A previsão para o PIB de 2020, que caiu por cinco semanas seguidas, agora está estável, em 2,50%. O PIB soma todos os produtos e serviços produzidos no Brasil em um ano para medir o valor da economia.