Categoria: Economia

Caixa Econômica Federal libera crédito pessoal de até R$ 30 mil com prazo de 48 meses; Solicitação pode ser feita pelo Internet Banking.

Equipe Rede Brasil

A Caixa Econômica Federal possui uma linha de crédito pré-aprovado que dispensa avalistas e pode ser solicitado via aplicativo do banco, terminais de autoatendimento ou Internet Banking. Além disso, o valor contratado é disponibilizado direto na conta do solicitante, sem burocracia.

Chamado de CDC Automático, o serviço é voltado para pessoas que buscam dinheiro rápido para realizar a viagem dos sonhos, investir em cursos e qualificação profissional, equilibrar as finanças e o orçamento familiar/pessoas para quitar outras dívidas ou mesmo montar uma reserva de emergência.

Quais as vantagens do empréstimo?

As vantagens da linha de crédito que mais se destacam são:                                             

O limite é pré-aprovado e as parcelas são debitadas diretamente na conta do cliente. Ele pode, inclusive, escolher a melhor data de pagamento das parcelas.
Crédito de R$ 150 a R$ 30 mil, liberado com uma das melhores taxas de juros do mercado. O prazo para pagar é de até 48 meses.
Contratação no Internet Banking Caixa, terminais de autoatendimento, app Caixa ou telefones 3004 1105, para capitais e regiões metropolitanas, e 0800 726 0505, para as demais localidades.

Como contratar?

Confira a seguir passos simples para solicitar o CDC Automático da Caixa:

Acesse um dos canais de atendimento da Caixa, como Internet Banking, agências, caixas eletrônicos ou ligue para o número 0800 726 0505.

Durante a contratação do crédito, será feita uma análise da documentação para aprovar ou definir o limite. É possível também autorizar a liberação do empréstimo durante a abertura de conta, com liberação imediata de limite pré-aprovado.

Após a liberação do empréstimo, basta utilizar o crédito a qualquer momento, sem necessidade de comprar os motivos para o uso do dinheiro.

Lembrando que para solicitar, a pessoa deve ser maior de 18 anos, possuir conta na Caixa e não ter restrições em órgãos de proteção ao crédito (SPC e Serasa). Caso não possua limite pré-aprovado, o cidadão deve procurar a sua agência da Caixa para a liberação.

Acatace solicita apoio da Câmara na doação de terreno para construção da nova Ceasa

CMVCNa manhã desta quinta-feira, 09, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista recebeu representantes da Associação dos Comerciantes Atacadistas de Hortifrutigranjeiros da Ceasa de Vitória da Conquista (Acatace). A associação solicitou o apoio do legislativo para a permanência da Ceasa na Juracy Magalhães e também pedir o apoio dos vereadores para garantir a conclusão do processo de doação do terreno, iniciado em 2008, para construção da nova Central de Abastecimento do município, que abriga comerciantes, pequenos e médios produtores da agricultura familiar da região.

Segundo o presidente da Acatece, Ronaldo Carvalho de Oliveira, os comerciantes sonham há 13 anos com a nova Central de Abastecimento, prevista para ser construída na BR-116, perímetro urbano de Vitória da Conquista. “Nosso sonho é sair do espaço atual, onde a gente paga um aluguel de R$ 50 mil mensais, para uma nova Ceasa que nos dê condições de locar todos os comerciantes e produtores e que tenha retorno financeiro para sobrevivermos naquilo que escolhemos para trabalhar, que é trazendo produtos para atender a sociedade conquistense e região”, disse, acrescentando que existe na cidade um Centro de Distribuição querendo mostrar para a cidade que é a Central de Abastecimento, “mas não é, não existe da nossa parte comprometimento com esse grupo em particular”.

A Acatace tem 156 associados, porém atuam na Ceasa quase 300 pessoas entre comerciantes e produtores rurais.

O presidente da Câmara, Luís Carlos Dudé (MDB), o líder da Oposição, Valdemir Dias (PT), e o líder do Governo, Chico Estrella (PTC), participaram da reunião com os representantes da Acatace. “Ouvimos as demandas dos comerciantes e estamos aqui para dar todo o apoio da Casa no que for necessário, porque entendemos a importância desses comerciantes e trabalhadores para o município e pra toda Região Sudoeste”, disse Dudé.

Economia baiana registrou alta de 6,7% na comparação com 2º trimestre de 2020

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

De acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (2), pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), o nível de atividade econômica – Produto Interno Bruto (PIB)– cresceu 6,7% no segundo trimestre de 2021 em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Considerando-se a série com ajuste sazonal (2º trimestre de 2021 em comparação com o 1º trimestre de 2021), o resultado foi praticamente estável (-0,3%). No primeiro semestre de 2021 (acumulado no ano) a atividade econômica baiana teve crescimento de 3,2%. No 2º trimestre de 2021, o PIB totalizou R$ 96 bilhões, sendo R$ 86 bilhões referentes ao Valor Adicionado (VA) e R$ 10 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

No que diz respeito aos grandes setores, a Agropecuária apresentou Valor Adicionado de R$ 21,5 bilhões, a Indústria R$ 16,6 bilhões e os Serviços R$ 47,9 bilhões. Nos seis primeiros meses de 2021, o PIB totalizou R$ 183,1 bilhões, sendo R$ 162,1 bilhões referentes ao Valor Adicionado (VA) a preços básicos e R$ 20,9 bilhões aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.

No que diz respeito aos grandes setores, a Agropecuária apresentou Valor Adicionado de R$ 29,2 bilhões, a Indústria R$ 34,6 bilhões e os Serviços R$ 98,3 bilhões.

Saldo da balança comercial bate recorde para o mês de agosto

Abalança comercial teve um resultado positivo em agosto de U$ 7,7 bilhões. Isso significa que o país exportou mais que importou no período. O saldo comercial é recorde para meses de agosto, superando o ano passado em 25,7%.

As exportações brasileiras no mês passado bateram o recorde para agosto e chegaram a US$ 27,2 bilhões. Um crescimento de 49,2% quando comparado a igual mês do ano anterior.

“Essa é uma exportação recorde para meses de agosto superando o recorde anterior que foi em agosto de 2011 no valor de U$ 26,1 bilhões”, disse o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Herlon Brandão. “O crescimento das exportações ocorreu tanto na quantidade quanto nos preços, mas principalmente nos preços”, afirmou.

Já as importações, no último mês, atingiram US$ 19,5 bilhões.

Banco do Brasil lança emissão de boletos por WhatsApp

Os clientes do Banco do Brasil (BB) agora podem emitir, consultar e alterar boletos bancários pelo WhatsApp. Pioneiro no Brasil, o sistema de cobrança bancária por chat foi lançado nesta semana e, segundo a instituição financeira, beneficiará principalmente pequenos empreendedores.

Para usar a ferramenta, o cliente deve acessar o WhatsApp do BB e iniciar uma conversa com o especialista PJ, o assistente virtual do banco no aplicativo, digitando “#PJ”. Em seguida, basta escrever “Preciso registrar um boleto” para aparecerem instruções na tela de conversas.

O aplicativo pedirá as informações do pagante (CPF, nome, endereço, complemento) e os detalhes de pagamento (valor, vencimento). O boleto é gerado assim que as informações forem confirmadas, com o cliente podendo encaminhá-lo ao destinatário.

O recurso também permite a realização de consultas, quando o usuário digita “Preciso consultar um boleto. Os documentos podem ser alterados com o comando “Preciso alterar um boleto”. As duas opções permitem a geração de um PDF para compartilhamento.

No ano passado, o BB foi o primeiro banco a oferecer um assistente especializado em pessoa jurídica no WhatsApp. Além das transações da cobrança, o assistente faz atendimentos sobre crédito, capital de giro, desconto de títulos, desconto de cheques, folha de pagamentos, conta corrente, cartão de crédito e suporte técnico. A ferramenta também permite consultas de saldo, de extrato e de limite do cartão.

Valorização de commodities puxa a balança do agronegócio para valor recorde de US$ 11 bilhões em julho

As exportações do agronegócio em julho deste ano chegaram ao valor recorde de US$ 11,29 bilhões, 15,8% superior ao exportado no mesmo mês do ano passado (US$ 9,75 bilhões).

De acordo com a análise da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o crescimento das exportações está ligado à elevação do índice de preços dos produtos do agronegócio exportados pelo Brasil, que foi de 28,5% na comparação entre julho de 2020 e julho de 2021.

Por outro lado, o índice de quantum das exportações apresentou queda de 9,9%. Mesmo com a queda do volume exportado, o forte incremento dos preços internacionais dos produtos exportados fez com que o valor atingisse um montante histórico, ressalta os analistas da SCRI.

A soja em grãos apresentou uma a queda na quantidade exportada, passando de aproximadamente 10 milhões de toneladas (julho/2020) para 8,7 milhões de toneladas (julho/2021). No entanto, a elevação do preço médio de exportação da oleaginosa brasileira em 32,5% fez com que o valor exportado alcançasse cerca de US$ 4 bilhões.

As carnes (bovina, suína e de frango) também atingiram valor recorde de exportações, com US$ 2,03 bilhões em vendas externas em julho passado (+34,9%). Em nenhum mês da série histórica iniciada em janeiro de 1997, as exportações do setor haviam ultrapassado o valor de US$ 2 bilhões em um único mês. A cifra foi obtida em função da expansão dos preços médios de exportação (+24%) e, também, do volume exportado (+8,8%).

As importações do agronegócio tiveram aumento de 25,8%, chegando a US$ 1,2 bilhão. O saldo da balança comercial do agronegócio atingiu US$ 10 bilhões. O agronegócio contribuiu com 44,2% na participação das exportações totais brasileiras.

Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

 

Em sessão especial, prefeita convida governos e entidades a projetar futuro do café no planalto da Conquista

Secom/PMVC Na manhã de sexta-feira (6), a prefeita de Vitória da Conquista, Sheila Lemos, e o secretário Municipal de Agricultura e Desenvolvimento Rural, Murilo Mármore, participaram da Sessão Especial em homenagem aos 50 anos do polo cafeeiro no Planalto de Vitória da Conquista, no plenário Carmen Lúcia da Câmara Municipal (CMVC). Durante o evento foi destacada a importância da cafeicultura, a partir do início da década de 70, para o crescimento e desenvolvimento da nossa cidade.

A prefeita começou indagando o que seria de Vitória da Conquista, se lá na década de 70, não tivesse o café para desenvolver esta cidade. “Como foi importante a implantação da cultura do café”, disse a Chefe do Executivo Municipal, que destacou no início da cafeicultura, o incentivo do governo federal, Banco do Brasil (BB), e daqueles moradores que acreditaram no potencial do café para a região. Ela também reforçou a necessidade de se pensar na produção para o futuro e do uso da tecnologia.

“Hoje estamos comemorando cinquenta anos do café, mas o que será do café daqui a 50 anos, se não começarmos a pensar agora? Precisamos pensar juntos, Cooperativa, Sebrae, governos municipal, estadual e federal. Trazer a tecnologia e o estudo. Mostrar ao mundo que o café do planalto conquistense é o melhor do mundo”. Sheila finalizou dizendo que está buscando junto ao Banco do Nordeste (BNB) e à Caixa investimentos e linhas de crédito para o setor agrícola. Continue lendo

Correios: entenda como fica a privatização após a aprovação do texto na Câmara

Privatização da estatal era uma das prioridades do Ministério da Economia. Leilão deverá ser realizado no primeiro semestre do ano que vem para concretizar a venda da empresa.
Por G1Câmara dos Deputados aprova texto-base que abre caminho para a privatização dos Correios — Foto: Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (5) o texto que abre caminho para a privatização dos Correios. O projeto seguirá para análise dos senadores.

A privatização dos Correios é uma das prioridades do Ministério da Economia. A estatal acumulou prejuízo de R$ 3,943 bilhões entre 2013 e 2016, mas desde 2017 vem registrando resultados positivos nos balanços anuais.

Em fevereiro, o presidente Jair Bolsonaro foi pessoalmente ao Congresso entregar o projeto de privatização dos Correios.

Câmara aprova texto-base para privatização dos Correios

Veja o que já se sabe sobre a privatização dos Correios:
O que determina o projeto?
O texto aprovado na Câmara dos Deputados autoriza que a iniciativa privada possa explorar serviços postais, inclusive os oferecidos pelo Correios. Dessa forma, o texto abre caminho para a venda da estatal.

Qual é a situação do projeto?
A Câmara dos Deputados já aprovou o texto. Agora, o projeto segue para a análise dos senadores.

Como será o modelo de privatização?
O modelo escolhido pelo governo para a privatização dos Correios e previsto no projeto foi a venda de 100% da estatal. Um leilão deverá ser realizado no primeiro semestre do ano que vem para concretizar a venda da empresa.

A prestação dos serviços postais será concedida à empresa que comprar os Correios.

O edital com todas as informações para o leilão ainda será divulgado pelo governo.

Qual será a exclusividade de quem comprar os Correios?
A empresa que comprar os Correios terá exclusividade mínima de cinco anos sobre os serviços postais, ou seja, carta, cartão postal, telegrama e demais correspondências.

O contrato de concessão do serviço, a ser assinado após a privatização, poderá estipular um prazo superior a cinco anos.

Como vai ficar a entrega de encomendas?
A entrega de encomendas, outra atividade desenvolvida pelos Correios, funcionará em regime privado. Com isso, a empresa que adquirir terá liberdade para definir preço e demais condições para o serviço de entrega de encomendas.

Outras atividades que vierem a ser desempenhadas pelos Correios privatizados e que não tenham relação com o serviço postal também funcionarão sob o regime privado.

Quem vai regular o setor postal?
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) será transformada em Agência Nacional de Telecomunicações e Serviços Postais e vai ser responsável por regular e fiscalizar o setor postal (cartas, telegramas e demais correspondências).

As agências dos Correios poderão ser fechadas?
O texto-base aprovado veda o fechamento das agências que garantam a prestação do serviço postal universal em áreas remotas do país. Ou seja, a empresa que adquirir os Correios terá de manter as agências em cidades que possam ter baixa atratividade econômica.

A Constituição prevê a universalização dos serviços postais, ou seja, a obrigação de entregar cartas a todo o país, dever que foi mantido para os Correios privatizado.

As tarifas serão reajustadas?
O texto-base aprovado determina que o reajuste das tarifas do serviço postal terá periodicidade e índice de reajuste previstos no contrato de concessão.

O texto também incluiu a previsão de uma “tarifa social” para atendimento dos usuários que não tenham condições econômicas de pagar pelo serviço de cartas e telegramas.

Como vai ficar a situação dos funcionários?
Um dispositivo do projeto que prevê a estabilidade por 18 meses para funcionários da estatal após privatização da empresa. Eles só poderão ser demitidos neste período por justa causa.

A empresa que vier a comprar os Correios terá, ainda, que disponibilizar aos funcionários um Plano de Demissão Voluntária (PDV), com período de adesão de 180 dias a contar da privatização.

O que ganha quem optar por aderir ao PDV?
Os funcionários que vierem a aderir ao PDV terão direito a indenização equivalente a 12 vezes a remuneração, manutenção do plano de saúde por 12 meses e plano de requalificação profissional.

Governo volta a ter déficit no ano com rombo de R$ 53,6 bi no semestre

As contas do governo central (que incluem Tesouro Nacional, Previdência e Banco Central) registraram um déficit primário de R$ 53,6 bilhões no primeiro semestre, voltando a ficar no vermelho após um período de superávit no acumulado até maio.

Esse é o terceiro maior déficit para o primeiro semestre na série histórica (iniciada em 1997), já considerando dados atualizados pela inflação.

Apesar disso, o rombo no semestre é 65% menor (em termos reais) do que no mesmo período do ano passado. A diminuição decorre da desaceleração das despesas ligadas à pandemia e da expansão das receitas federais na comparação com o ano passado.

O resultado, divulgado pelo Tesouro Nacional nesta quinta-feira (29), mostra que a receita líquida subiu 57% (para R$ 731,9 milhões) no semestre na comparação com o mesmo período de um ano atrás. Enquanto isso, as despesas caíram 34% (para R$ 785,6 milhões).

No ano passado, o país enfrentava o primeiro ano da pandemia e o governo executava medidas com impacto fiscal mais forte –como o auxílio emergencial maior e adiamentos de impostos mais amplos.

Somente em junho, o resultado primário do governo central foi um déficit de R$ 73,5 bilhões, queda real de 65% frente a em junho de 2020.

O Tesouro lembrou em nota que o Brasil é um dos países emergentes com maior endividamento público e apresenta resultado fiscal deficitário desde 2014.

Por isso, afirma que, “apesar dos avanços recentes no desempenho da arrecadação, o país ainda dispõe de um caminho a ser percorrido para alcançar níveis prudentes de endividamento”.

“É fundamental a manutenção do processo de consolidação fiscal para que seja possível convergir o endividamento público brasileiro para níveis prudenciais e garantir os fundamentos para o crescimento econômico sustentável”, afirma o Tesouro.

Fonte: Bahia Notícias

Sebrae promove capacitações em desenvolvimento e empreendedorismo em cidades do sudoeste baiano

Elaborar um plano de desenvolvimento na área do empreendedorismo para os municípios da região sudoeste do estado. Esse tem sido o principal objetivo do projeto Cidades Empreendedoras, desenvolvido pelo Sebrae. O projeto oferece consultoria aos municípios para incentivar o crescimento no mercado empreendedor, contribuindo para avanço na economia dessas cidades.

Visando capacitar os agentes de desenvolvimento atendidos pelo projeto – sejam eles secretários municipais ou qualquer funcionário do município que esteja ligado aos temas abordados – o Sebrae está oferecendo um curso online, gratuito, para colaborar com o segmento empreendedor.

As capacitações estão sendo oferecidas em cinco temáticas: Políticas Públicas, com o objetivo de capacitar os agentes de desenvolvimento a fornecer iniciativas municipais que colaborem com o setor; Sala + Empreendedora, que aborda como esses municípios podem explorar melhor as atividades da Sala do Empreendedor; Compras de A a Z, que visa ensinar como estruturar licitações e viabilizar compras dentro do próprio município; Campo e Empreendedor, temática que busca fazer uma ligação das ações do campo a realidade empreendedora; e ainda Territórios Criativos, que deve ensinar aos agentes como as cidades podem se tornar mais independentes na busca de oportunidades para seu autodesenvolvimento.

Participam do curso 13 municípios da região sudoeste que estão construindo o plano de desenvolvimento em parceria com o Sebrae. As aulas estão sendo oferecidas por representantes do Sebrae Bahia, 100% online, com dois encontros semanais para abordar cada tema. O curso segue até o dia 12 de agosto.