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Bancos só abrirão ao público a partir do dia 2 de Janeiro de 2019

O último dia útil do ano para atendimento ao público nas agências bancárias, com expediente normal para realização de todas as operações, foi ontem sexta-feira (28). De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), na próxima segunda-feira (31), as instituições financeiras não abrem para atendimento. Os carnês e contas de consumo vencidos no feriado poderão ser pagos sem acréscimo no dia útil seguinte, ou seja, 2 de janeiro de 2019.

Datafolha: 65% esperam avanço na economia

Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (23) pelo jornal “Folha de S.Paulo” indica que o brasileiro está otimista com a economia às vésperas da posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro. Segundo o levantamento, 65% dos entrevistados acham que a situação da economia vai melhorar nos próximos meses. Em agosto, eram 23%.

O índice é o mais alto da série histórica iniciada em 1997, quando o presidente era Fernando Henrique Cardoso. Para 9%, a economia brasileira vai piorar (eram 31% em agosto), e 24% acham que a situação vai ficar como está (em agosto, eram 41%). O Datafolha ouviu 2.077 pessoas em 130 municípios nos dias 18 e 19 de dezembro.

IPVA ficará mais barato para os Baianos em 2019

Foi anunciado nesta segunda-feira (17), pelo governador da Bahia, na rede social ( Twitter), que o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) ficará, em média, 3,65% mais barato para os contribuintes baianos em 2019.

Os valores constam em tabela a ser divulgada pela Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA), nesta terça (18), juntamente com o calendário de pagamento do imposto.

Com uma queda de 4,86%, os caminhões terão o maior alívio no valor do imposto. Já para os automóveis, a redução será de 3,2%, e para as motos, de 3,23%. Ônibus e micro-ônibus terão IPVA 3,66% menor. Para os veículos utilitários, o imposto cairá 3,28%. Os novos valores baseiam-se em pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), a partir dos preços praticados no Estado em outubro de 2018. As informações estarão disponíveis no site da Sefaz-BA

207 municípios baianos terão participação maior no ICMS de 2019, diz TCE

 

Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A crise na economia nacional não impediu que 207 municípios baianos conseguissem superar os problemas e terão, em 2019, um aumento de participação na arrecadação proveniente do rateio de 25% do ICMS (Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação).

Enquanto 210 irão sofrer redução em suas cotas de participação na arrecadação no imposto, em relação a 2018. Com variação positiva destacam-se os municípios de Nordestina (Região Nordeste), com 61,27%, e Maracás (Região Centro-Sul), que registrou crescimento de 51,34% – as maiores variações negativas ficaram com Maragogipe (Mesorregião Metropolitana de Salvador), com menos 52,74% em relação a 2018, e Paulo Afonso (Mesorregião Vale Sanfranciscana), com uma queda de 40,80%.

Os números foram conhecidos a partir da aprovação, pelos conselheiros do Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA), da resolução que fixa os percentuais do Índice de Participação dos Municípios (IPM) para aplicação em 2019.

Confira os novos valores das aposentadorias para 2019

Clayton Castelani
do Agora

Aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS terão, em 2019, mais um ano de aperto nas contas.

Após terem recebido, em 2018, o menor reajuste desde 1995, a previsão para o ano que vem é que a correção volte a ficar entre as menores já aplicadas.

De acordo com a projeção do Ministério do Planejamento, segurados com renda mensal acima de um salário mínimo terão reajuste de 4,2%.

No ano passado, a correção foi de 2,07%.

Com isso, existe a expectativa de que o teto dos benefícios previdenciários passe dos atuais R$ 5.645,80 para R$ 5.882,93 em 2019.

Número de inadimplentes no Brasil sobe para 63,1 milhões

Foto: Istock/Veja

O número de consumidores inadimplentes do Brasil subiu 6,03%, chegando a 63,1 milhões em novembro com restrições no CPF, segundo o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). De acordo com o levantamento, divulgado nesta segunda-feira, 10, esse é o maior aumento da inadimplência para o mês de novembro em sete anos.

Em novembro de 2011, a alta havia sido de 8,10%. Apesar do aumento, o número está abaixo do recorde de 63,6 milhões de consumidores com o nome sujo registrado em junho deste ano. Segundo o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, apesar de a recessão ter chegado ao seu fim, a inadimplência se deve ao ritmo lento da recuperação econômica, já que ainda não houve reflexos significativos no nível de renda e queda do desemprego.

“Os dois pilares fundamentais, que são emprego e renda, ainda enfrentam percalços. Por isso que o fim da recessão não foi o suficiente para melhorar as finanças do brasileiro. O ambiente econômico vem esboçando uma retomada gradual e bastante lenta e frustrou as expectativas de que o ano de 2018 seria o da consolidação dessa recuperação”, explicou.

Municípios baianos recebem repasse extra de R$ 377 milhões da União

Valor é referente a uma fatia extra do Fundo de Participação dos Municípios (FPM)
Redação

Os municípios baianos vão iniciar a próxima semana com mais recursos para fechar as contas do ano, depois do repasse de cerca de R$ 377,9 milhões às 417 cidades do estado, nesta sexta-feira (7). O levantamento é da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

O valor é referente a uma fatia extra do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Em todo o País, a União encaminhou R$ 4,1 bilhões aos mais. A informação é do Correio.

Na Bahia, os valores destinados a cada cidade varia de acordo com o tamanho da localidade. O recurso extra é oriundo da arrecadação do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI) e do Imposto de Renda (IR), contabilizada entre o início de dezembro do ano passado até o final de novembro de 2018.

Receita libera na segunda a consulta ao último lote de restituição do IR 2018

A Receita Federal vai liberar a partir das 9h de segunda-feira (10) a consulta ao sétimo e último lote de restituições do Imposto de Renda 2018. Também estão no lote restituições de 2008 a 2017 que haviam caído na malha fina e foram regularizadas.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar o site da Receita ou ligar para o Receitafone, no número 146

INDÚSTRIA DE CERÂMICA VERMELHA

Por Thiago Braga

Cadê as olarias? Essas pequenas firmas, deixaram de existir, em virtude do “novo tempo”. Atendia a demanda, prendendo – se ao jeito caseiro de fabricar o produto, inspirado na tradição passada de pai para filho. Serviço manual, que exigia “força no braço”, para desempenho da função de oleiro. Caiu em desuso. Agora, técnicas mais rápidas, fazem a massa ganhar corpo e forma. Enormes galpões, alguns na zona rural, abrigavam máquinas, pilha de tijolos e telhas avulsas. O freguês retirava na hora, ou por encomenda, valendo – se da necessidade individual.

Hoje, fábricas desse tipo, é “meia dúzia de gatos pingados”, uma vez substituídas por trabalho moderno. Tinha – se tijolo baiano, telha francesa e/ou “paulistinha” e bloquetes. O barro pré – cozido, colocado em comportas de madeira, eram levados à fornalha. Dali, saiam moldados, prontos para o comércio. Essa mesma atividade se estendeu durante anos, empregando pessoas e rendendo trabalho de estoque, partilha e aproveitamento de material. O labor, constante, durava entre 8 à 10 hs. Uma experiência satisfatória para o “dono do negócio” e seus ajudantes.

Tal ação se perdeu no tempo. Faz parte do ontem, como um ofício que trouxe bons resultados para o trabalhador autônomo. É sabido, pois, que a cerâmica vermelha, de modo geral, identifica um pilar básico da economia brasileira. A área da construção civil, em especial, carece da produção tanto de bloco quanto de cimento, cal, argamassa, pedra lavada, areia, azulejo, granito, etc. Bem divisível. Matéria prima extraída da natureza. Dito isso, a indústria não para de crescer, seguindo um ritmo oscilante de queda e/ou aumento de preços. Além de tudo, a mão de obra boa e barata condiz com o mercado em alta. Lei de oferta e procura.