Categoria: Eleições – 2026

Eleições 2026: Jerônimo Rodrigues venceu em 376 dos 417 municípios baianos

Eleições 2026: Jerônimo Rodrigues venceu em 376 dos 417 municípios baianos
O governador Jerônimo Rodrigues (PT)

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) consolidou a sua reeleição na Bahia ainda no primeiro turno ao alcançar 55,80% dos votos válidos, superando o seu principal adversário, ACM Neto (União), que registrou 43,72% do eleitorado. De acordo com o Bahia Notícias, parceiro do Achei Sudoeste, em uma votação marcada pelo amplo domínio no interior do estado, o petista liderou em 376 dos 417 municípios baianos, abrindo uma vantagem total de 12,08 pontos percentuais sobre o opositor.

A vitória do campo governista foi impulsionada pela forte presença na base municipalista. Dos 346 municípios cujos prefeitos apoiavam abertamente a candidatura de Jerônimo, o governador foi superado em apenas 19. Entre as exceções estão cidades como Itapetinga, Prado, Camamu e Canavieiras, além de polos regionais com grande eleitorado, a exemplo de Camaçari, Eunápolis, Itabuna e Teixeira de Freitas, onde ACM Neto garantiu a preferência nas urnas. O ex-prefeito de Salvador obteve seus desempenhos mais expressivos em Luís Eduardo Magalhães (72,17%), Itabela (63,27%) e Itamaraju (61,58%).

Por outro lado, Jerônimo obteve votações maciças em redutos do interior, registrando marcas como 85,88% em Ribeira do Amparo, 84,54% em Caetanos e 82,43% em Itaju da Colônia. Além disso, o petista mostrou avanço significativo na capital baiana: enquanto no segundo turno de 2022 ACM Neto havia obtido 64,51% dos votos em Salvador contra 35,49% do governador, o cenário atual mostrou um crescimento de quase 30% na performance de Jerônimo na cidade, que alcançou 44,51% ante 54,32% do ex-prefeito.

O resultado também revelou fragilidades na transferência de votos da oposição no interior. Dos 53 prefeitos que declararam apoio a ACM Neto, apenas 20 conseguiram converter a liderança local em vitória para o candidato do União Brasil. Cidades governadas pela oposição, como Morro do Chapéu, Senhor do Bonfim, Xique-Xique e Santo Estêvão, acabaram dando maioria a Jerônimo, que também venceu em grandes colégios eleitorais como Candeias, Simões Filho, Dias d’Ávila, Cruz das Almas e Mata de São João.

Representação de parlamentares negros segue baixa, diz pesquisadora

Número de pretos e pardos na Câmara cai de 139 para 135

Agência BrasilPlenário da Câmara dos Deputados durante sessão conjunta do Congresso Nacional destinada à deliberação de vetosFoto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A redução no número de parlamentares pardos e pretos de 139 para 135 na Câmara dos Deputados tem um significado que vai além dos números, para a cientista política Evelyn Apolinária.

Segundo a pesquisadora e professora do Centro Universitário de Brasília (Ceub), o dado mais relevante não é a perda de quatro cadeiras, mas sim a sub-representação persistente. 

“Os negros são cerca de metade das candidaturas à Câmara e pouco mais da metade da população, mas ocupam pouco mais de 25% das cadeiras”, lamentou Evelyn.

Dos 135 pretos e pardos eleitos neste domingo (4), 77 foram reeleitos. Ela considera que os recursos de campanha, o acesso ao financiamento e as estruturas partidárias seguem desiguais.

“As regras de incentivo, como a distribuição proporcional dos fundos, não bastaram para reduzir essa distância”, aponta. 

Racismo

A agremiação partidária que mais elegeu parlamentares negros foi a federação formada pelos partidos União Brasil e Progressistas, com 32 cadeiras ou 23,7% do total.

Doutoranda na Universidade de Brasília (UnB), Evelyn Apolinária pontua que a representação de raça não garante unicidade na agenda legislativa no que diz respeito ao racismo.

 “O número de parlamentares negros não diz, por si só, nada sobre a orientação ideológica de cada um. Apenas a representação por raça e cor não garante uma agenda una e coesa nessa questão.” 

A pesquisadora contextualiza que, na literatura acadêmica sobre representação, a presença de um grupo não garante a defesa dos seus interesses, que podem ser, inclusive, variados.

“A atuação antirracista no Legislativo costuma se concentrar em partidos de esquerda e centro-esquerda”. 

Congresso à direita

Na avaliação dela, o Congresso mais deslocado à direita tende a reduzir a agenda de novos projetos de combate ao racismo ou de ampliação de políticas afirmativas e orçamento para a pasta da igualdade racial. 

Haveria fatores, segundo ela, que contribuiriam com a incerteza do que deve ser a produção desses parlamentares em relação ao tema da igualdade racial. Isso inclui, por exemplo, o resultado do segundo turno presidencial, que deve definir a relação do Executivo com o Legislativo. 

Outro fator que importaria nesse cenário seria o papel da bancada negra e da presença no colégio de líderes, que pode ajudar a manter esses temas na agenda mesmo com uma maioria não tão favorável.

“Eu falaria em risco de menor prioridade e de maior conflito, não em ausência garantida de pautas”, diz a pesquisadora.

MPE dá parecer favorável à desistência de recurso de Garotinho no TSE

Decisão pode levar Douglas Ruas a ser eleito no primeiro turno

Agência Brasil O ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, é liberado do presídio de Benfica onde foi preso, durante a Operação Secretum Domus Anthony Garotinho – Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O Ministério Público Eleitoral (MPE) enviou nesta terça-feira (6) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) parecer favorável ao pedido do candidato ao governo do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos) para desistir do recurso  contra a decisão que barrou sua candidatura. 

Se a desistência for homologada, os votos recebidos por Garotinho serão anulados definitivamente, o que poderá levar à eleição de Douglas Ruas (PL) para o governo do estado no primeiro turno.

Após receber o parecer, o ministro Floriano de Azevedo Marques, relator do caso, vai decidir se a desistência será homologada ou se o caso será levado para deliberação no plenário do TSE.

Votos

Na sexta-feira (2), antes da votação, o ministro entendeu que os votos de Garotinho não poderiam ser considerados válidos e deveriam constar como anulados sub judice.

Conforme decisão da Justiça Eleitoral do Rio, Garotinho está inelegível por ter sido condenado por ato doloso de improbidade administrativa em 2018.

Na segunda-feira (5), a defesa de Garotinho desistiu do recurso protocolado contra a decisão do ministro.  

Com isso, uma nova totalização dos votos será determinada, e o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) poderá proclamar que Douglas Ruas foi eleito no primeiro turno.

Com a nova contagem, Ruas passará a obter mais de 50% dos votos válidos, excluídos brancos e nulos, regra principal para que um candidato seja declarado vitorioso.

Ruas obteve 4.271.199 votos, equivalentes a 49,27% dos votos válidos, e Eduardo Paes (PSD) conseguiu 3.706.984 votos válidos (42,76%).

Garotinho recebeu 274.411 votos (3,17%). O nome dele continuou na urna porque a decisão do TRE-RJ que barrou o candidato foi tomada após o fechamento do sistema da urna eletrônica. 

Eleições 2026: Abstenção cresce para 21,6% e soma 33 milhões de brasileiros

Eleições 2026: Abstenção cresce para 21,6% e soma 33 milhões de brasileiros
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

A abstenção no 1º turno das eleições 2026 bateu recorde com 33,4 milhões de pessoas que não compareceram às urnas, representando 21,08% do total de eleitores. Em 2022, a abstenção foi 20,9%, o que representou 32,7 milhões de pessoas. Os dados são do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A abstenção desse domingo (4) foi semelhante à das eleições municipais de 2024, que costumam registrar uma ausência maior que as eleições nacionais. Há dois anos, 33,7 milhões de pessoas não foram votar no 1º turno para prefeito e vereador, chegando a 21,68% do eleitorado total.

O 1º turno da eleição de 2026 contava com 158,7 milhões de eleitores aptos a votar. Desses, 125,2 milhões compareceram aos colégios eleitorais. De cada dez eleitores, dois não foram às urnas.

Considerando o primeiro turno das eleições gerais, a abstenção desse domingo só foi menor que a de 1998, quando 21,49% do eleitorado não compareceu aos colégios eleitorais.

Dos que compareceram às zonas eleitorais, 2,3 milhões votaram em branco para presidente, o que representou 1,84% do eleitorado, e 3,6 milhões anularam o voto presidencial, o que representou 2,93% do total de votos válidos.

Os eleitores que não votaram no 1º turno, ainda podem votar no 2º turno, desde que estejam com o título regularizado.

Forças Estaduais garantem segurança para população baiana no 1° turno das Eleições 2026

Forças Estaduais garantem segurança para população baiana no 1° turno das Eleições 2026
Foto – Divulgação

As Forças Policiais e de Bombeiros garantiram a segurança para a população da Bahia durante o 1° turno das Eleições 2026. A operação que garantiu o direito ao voto e a manutenção da democracia foi encerrada na madrugada desta segunda-feira (5).

Setenta e cinco ocorrências de crimes eleitorais foram registradas no estado. Treze pessoas foram autuadas por boca de urna, propaganda irregular, desacato, entre outros delitos.

“Importante reconhecer a dedicação e lisura dos policiais, peritos e bombeiros na primeira parte da Operação Eleições 2026. Com muito profissionalismo foi garantido o direito ao voto”, destacou o secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner.

Acrescentou ainda que alguns ajustes serão promovidos para aperfeiçoar as ações preventivas e de inteligência no 2° turno. “Atuaremos novamente com força máxima e integrados com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Bahia”, frisou Werner.

Garotinho desiste de recurso e eleição do RJ pode acabar em 1º turno

Sem os votos do candidato, Douglas Ruas alcança mais de 50%

Agência Brasil O ex-governador do Rio, Anthony Garotinho, é liberado do presídio de Benfica onde foi preso, durante a Operação Secretum DomusFoto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O candidato ao governo do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (Republicanos) anunciou, nesta segunda-feira (5), que desistiu do recurso que mantinha no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para se manter na disputa.

A decisão foi anunciada pelo próprio candidato, o terceiro mais votado na eleição de domingo (4). Com o movimento, Garotinho abre caminho para que Douglas Ruas (PL) alcance a marca de mais de 50% dos votos válidos, o que resultaria em vitória já no primeiro turno. O segundo colocado foi o ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD).

Garotinho obteve 274.411 votos, o que representa 3,17% da preferência dos eleitores. Ruas teve 49,27% e Paes, 42,76%.

Durante toda apuração, os votos para Garotinho constaram no sistema do TSE como sub judice. 

Sem os mais de 274 mil votos de Garotinho na contagem, os 4,27 milhões de Douglas Ruas passam a representar 50,88% do eleitorado, isto é, maioria absoluta, o que dispensaria a realização do segundo turno em 25 de outubro.

Formalização

A equipe de campanha de Garotinho divulgou o Termo de Desistência do Recurso Ordinário Eleitoral, dirigido ao ministro do TSE Floriano de Azevedo Marques, relator do processo.

Em nota à imprensa, o candidato criticou os adversários e se disse “perseguido”.

“Em função do resultado manifestado nas urnas, não me resta outra decisão jurídica, a não ser desistir, de forma livre, expressa, consciente e irretratável, do recurso ordinário eleitoral interposto nos autos do referido processo que tramita no TSE, deixando para o povo do nosso estado arcar com a consequência das suas escolhas”, escreveu.

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) informou que a decisão de declarar a nulidade dos votos cabe ao TSE, onde foi protocolado o recurso do candidato do Republicanos.

O TSE informou que o processo ainda está em tramitação e que “não se manifesta sobre temas ou casos que possam vir a ser ou são objetos de análise na Justiça Eleitoral”. 

Entenda

Na antevéspera da eleição (2), o ministro do TSE Floriano de Azevedo Marques decidiu que os votos que fossem dados a Anthony Garotinho deveriam ser anulados.

O nome de Garotinho apareceu na urna eletrônica porque decisão anterior do TRE-RJ que indeferiu o registro de candidatura do político tinha sido tomada após o fechamento do sistema do equipamento.

Em setembro, o TRE-RJ entendeu que Garotinho estava inelegível por ter sido condenado por ato doloso de improbidade administrativa em 2018.

Anthony Garotinho já foi governador do Rio de Janeiro de 1999 a 2002. Ele foi sucedido pela mulher dele, Rosinha Garotinho (2003-2007).

A condenação de 2018 foi no âmbito do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), pelo desvio de R$ 234,4 milhões da Secretaria Estadual de Saúde entre 2005 e 2006, período em que Rosinha era governadora.

Ao negar o direito de concorrer em 2026, o TRE-RJ também apontou a incidência da Lei da Ficha Limpa, que estabelece hipóteses de inelegibilidade por oito anos para pessoas condenadas por órgão judicial colegiado por ato doloso de improbidade administrativa que resulte, simultaneamente, em lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito.

A Justiça Eleitoral esclarece que os tribunais regionais são responsáveis pelo julgamento dos registros de candidaturas a governador, enquanto cabe ao TSE analisar recursos contra essas decisões.

Filho eleito

No mesmo dia em que Garotinho foi o terceiro candidato mais votado para o governo do estado, o filho dele, Wladimir Garotinho, garantiu vaga na Câmara dos Deputados, sendo o 29º mais votado entre os candidatos a deputado federal. Ele recebeu 81.797 votos.

Wladimir já havia ocupado vaga na Câmara de 2019 a 2020, de onde saiu para ser prefeito de Campos dos Goytacazes (2021-2026), no Norte Fluminense, berço político da família Garotinho. Além do filho e do pai, Rosinha também já foi prefeita da cidade. 

Conheça governadores e senadores eleitos e os deputados mais votados

Mais de 125 milhões de eleitores foram às urnas nesse domingo

Agência BrasilBrasília (DF), 04/10/2026 - Eleitores comparecem às seções eleitorais na manhã deste domingo para participar do primeiro turno das Eleições 2026. As imagens mostram o momento da votação nas salas onde estão instaladas as urnas eletrônicas.Foto: Joédson Alves/Agência BrasilFoto: Joédson Alves/Agência Brasil

Pouco mais de 125,2 milhões de eleitores foram às urnas nesse domingo (4) escolher candidatos aos cargos de deputado estadual, deputado federal, dois senadores, governador e presidente da República. 

Para consultar todos os dados referentes ao resultado do primeiro turno, acesse a Agência Brasil.

Confira a relação completa de eleitos para os governos estaduais, Senado e a lista dos três deputados federais mais votados em cada unidade da Federação:

Acre

Governo: Mailza Assis (PP) e Alan Rick (Republicanos) disputam o segundo turno.

Senadores eleitos

  • Marcio Bittar (PL)
  • Mara Rocha (Republicanos)

Deputados federais mais votados

  • Socorro Neri (PP)
  • Dr. Fábio Rueda (União Brasil)
  • Coronel Ulysses (União Brasil)

Alagoas

Governador eleito: JHC (PSDB)

Senadores eleitos

  • Arthur Lira (PP)
  • Marina JHC (PSDB)

Deputados federais mais votados:

  • Alvinho Lira (PP)
  • Delegado Fabio Costa (PP)
  • Luciano Amaral (PSD)

Amapá

Governador eleito: Dr. Furlan (PSD)

Senadores eleitos

  • Rayssa Furlan (Podemos)
  • Lucas Barreto (PSD)

Deputados federais mais votados

  • Felipe Show (União Brasil)
  • Josenildo (PDT)
  • Aline Gurgel (União Brasil)

Amazonas

Governo: Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL) disputam o segundo turno.

Senadores eleitos

  • Eduardo Braga (MDB)
  • Plínio Valério (PSDB)

Deputados federais mais votados

  • Sargento Salazar (PL)
  • Sidney Leite (PSD)
  • Adail Filho (MDB)

Bahia

Governador eleito: Jerônimo Rodrigues (PT)

Senadores eleitos

  • Rui Costa (PT)
  • Jaques Wagner (PT)

Deputados federais mais votados

  • Pastor Sargento Isidório (Avante)
  • Antonio Brito (PSD)
  • Neto Carletto (Avante)

Ceará

Governador eleito: Elmano de Freitas (PT)

Senadores eleitos

  • Cid Gomes (PSB)
  • Luizianne Lins (Rede)

Deputados federais mais votados

  • André Fernandes (PL)
  • Tainah Marinho (PSB)
  • Yury do Paredão (MDB)

Distrito Federal

Governo: Celina Leão (PP) e Leandro Grass (PT) disputam o segundo turno.

Senadoras eleitas

  • Michele Bolsonaro (PL)
  • Bia Kicis (PL)

Deputados federais mais votados

  • Fábio Felix (PSOL)
  • Rafael Prudente (MDB)
  • Alberto Fraga (PL)

Espírito Santo

Governo: Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB) disputam o segundo turno.

Senadores eleitos

  • Renato Casagrande (PSB)
  • Evair de Melo (Republicanos)

Deputados federais mais votados

  • Lucas Polese (PL)
  • Jack Rocha (PT)
  • Dr. Bruno Resende (União Brasil)

Goiás

Governador eleito: Daniel Vilela (MDB)

Senadores eleitos

  • Gustavo Gayer (PL)
  • Gracinha Caiado (União Brasil)

Deputados federais mais votados

  • Bruno Peixoto (União Brasil)
  • Delegada Adriana Accorsi (PT)
  • Fred Rodrigues (PL)

Maranhão

Governador eleito: Eduardo Braide (PSD)

Senadores eleitos

  • André Fufuca (PP)
  • Lahesio Bonfim (Novo)

Deputados federais mais votados

  • Pedro Lucas Fernandes (União Brasil)
  • Iracema Vale (MDB)
  • Vinicius Ferro (MDB)

Mato Grosso

Governador eleito: Otaviano Pivetta (Republicanos)

Senadores eleitos

  • Mauro Mendes (União Brasil)
  • Zé Medeiros (PL)

Deputados federais mais votados

  • Coronel Fernanda (PL)
  • Professora Rosa Neide (PT)
  • Fábio Garcia (União Brasil)

Mato Grosso do Sul

Governador eleito: Eduardo Riedel (PP)

Senadores eleitos

  • Reinaldo Azambuja (PL)
  • Capitão Contar (PL)

Deputados federais mais votados

  • Camila Jara (PT),
  • Marcos Pollon (PL)
  • Rose Modesto (União Brasil)

Minas Gerais

Governador eleito: Cleitinho Azevedo (Republicanos)

Senadores eleitos

  • Domingos Sávio (PL)
  • Marília Campos (PT)

Deputados federais mais votados

  • Nikolas Ferreira (PL)
  • Ana Elisa (PT)
  • Duda Salabert (PSOL)

Pará

Governador eleito: Dr. Daniel (Podemos)

Senadores eleitos

  • Helder Barbalho (MDB)
  • Chicão (União Brasil)

Deputados federais mais votados

  • Delegado Caveira (PL)
  • Jader Filho (MDB)
  • Dra. Alessandra Haber (Podemos)

Paraíba

Governador eleito: Lucas Ribeiro (PP)

Senadores eleitos

  • João Azevêdo (PSB)
  • Veneziano (MDB)

Deputados federais mais votados

  • Cabo Gilberto (PL)
  • Aguinaldo Ribeiro (PP)
  • Ricardo Coutinho (PT)

Paraná

Governador eleito: Sergio Moro (PL)

Senadores eleitos

  • Filipe Barros (PL)
  • Deltan Dallagnol (Novo)

Deputados federais mais votados

  • Jeffrey Chiquini (Novo)
  • Guilherme Kilter (Novo)
  • Sargento Fahur (PL)

Pernambuco

Governadora eleita: Raquel Lyra (PSD)

Senadores eleitos 

  • Humberto Costa (PT)
  • Marília Arraes (PDT)

Deputados federais mais votados

  • Pedro Campos (PSB)
  • Jones Manoel (PSOL)
  • Anderson Ferreira (PL)

Piauí

Governador eleito: Rafael Fonteles (PT)

Senadores eleitos

  • Marcelo Castro (MDB)
  • Júlio César O Julim do Lula (PSD)

Deputados federais mais votados

  • Georgiano (PSD)
  • Delegado Charles (PV)
  • Castro Neto (MDB)

Rio de Janeiro

Governo: Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) disputam o segundo turno

Senadores eleitos

  • Carlos Portinho (PL)
  • Carlos Jordy (PL)

Deputados federais mais votados

  • Dr. Luizinho (PP)
  • Rick Azevedo (PSOL)
  • Lindbergh (PT)

Rio Grande do Norte

Governo: Allyson (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) disputam o segundo turno

Senadores eleitos

  • Styvenson Valentim (Podemos)
  • Samanda de Lula (PT)

Deputados federais mais votados

  • Natália Bonavides (PT)
  • Nina (PL)
  • Benes Leocádio (União Brasil)

Rio Grande do Sul

Governador eleito: Luciano Zucco (PL)

Senadores eleitos

  • Ubiratan Sanderson (PL)
  • Marcel van Hattem (Novo)

Deputados federais mais votados

  • Maurício Marcon (PL)
  • Fernanda Melchionna (PSOL)
  • Giovani Cherini (PL)

Rondônia

Governador eleito: Marcos Rogério (PL)

Senadores eleitos
Fernando Máximo (PL)
Bruno Scheid (PL)

Deputados federais mais votados
Lucio Mosquini (PL)
Coronel Chrisóstomo (PL)
Thiago Flores (União Brasil)

Roraima

Governador eleito: Arthur Henrique (PL)

Senadores eleitos

  • Nicoletti (PL)
  • Teresa Surita (MDB)

Deputados federais mais votados

  • Marcos Jorge (Republicanos)
  • Ítalo Otávio (Republicanos)
  • Rodrigo Mesquita (Podemos)

Santa Catarina

Governador eleito: Jorginho Mello (PL)

Senadores eleitos

  • Carol De Toni (PL)
  • Carlos Bolsonaro (PL)

Deputados federais mais votados

  • Julia Zanatta (PL)
  • Ana Paula Lima (PT)
  • Professor Pedro Uczai (PT)

São Paulo

Governador eleito: Tarcísio de Freitas (Republicanos)

Senadores eleitos

  • Guilherme Derrite (PP)
  • André do Prado (PL)

Deputados federais mais votados

  • Lucas Pavanato (PL)
  • Erika Hilton (PSOL)
  • Sâmia Bomfim (PSOL)

Sergipe

Governador eleito: Fábio Mitidieri (PSD)

Senadores eleitos

  • Rogério Carvalho (PT)
  • Delegado Alessandro (MDB)

Deputados federais mais votados

  • Yandra Moura (União Brasil)
  • Claudio Mitidieri (PSB)
  • João Daniel (PT)

Tocantins

Governo: Professora Dorinha (União Brasil) e Vicentinho Júnior (PSDB) disputam o segundo turno

Senadores eleitos

  • Eduardo Gomes (PL)
  • Alexandre Guimarães (MDB)

Deputados federais mais votados

  • Professora Janad Valcari (PP)
  • Jair Farias (União Brasil)
  • Lucas Campelo (Republicanos).

Renovação da Câmara federal chegou a 35%; veja nova composição da Casa

Bancada feminina bate recorde, mas vagas de negros e indígenas caem

Agência BrasilBrasília – DF – 04/10/2026 - Votação do primeiro turno. Eleitores na fila de votação no Colégio Leonardo da Vici. FOTO: Lula Marques/Agência Brasil.Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Com base nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Câmara dos Deputados confirmou que entre os 513 deputados federais eleitos neste domingo (4), 183 vão exercer seu primeiro mandato. Esse número representa uma taxa de renovação de 35,67% dos integrantes da Casa. Os parlamentares representarão os estados e o Distrito Federal na 58ª legislatura, de 1º de fevereiro de 2027 a 31 de janeiro de 2031.

Enquanto isso,  301 deputados federais foram reeleitos, o que representa 58,6% do total de parlamentares eleitos titulares nas eleições de outubro de 2022 ou os suplentes que foram efetivados como titulares do cargo, ao longo desta 57ª legislatura.

Há ainda 29 ex-deputados federais em legislaturas anteriores à atual que voltarão à Câmara.

De acordo com a Câmara dos Deputados, o índice de novos deputados (35,6%) mantém a média de oxigenação da Casa, em relação à eleição anterior, de 2022 (39,3%).

Pretos e pardos eleitos

Os eleitos autodeclarados pretos e pardos conquistaram 135 cadeiras da Câmara dos Deputados, o que corresponde a 26,3% do total de 513 deputados federais da próxima legislatura. O número representa o encolhimento de 2,9% da bancada negra, em relação aos parlamentares federais pretos e pardos eleitos em 2022, que somou 139.

No recorte de raça e cor, a base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou, ao todo, 10.206 candidaturas de pessoas negras para todos os cargos eletivos do pleito de 2026, que correspondem a 49,64% do total.

Indígenas

Entre os eleitos autodeclarados indígenas, apenas três candidatos garantiram mandato de quatro anos na Câmara dos Deputados para seguir em defesa dos povos originários e de seus territórios. São eles: o deputado reeleito Paulo Guedes (PT-MG), com 126.891 votos; a deputada Juliana Cardoso (PT-SP), reeleita com 111.904 votos; e a primeira ministra dos Povos Indígenas, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Sônia Guajajara (PSol-SP), deputada federal foi reeleita com 54.207 votos (por quociente eleitoral).

Com este número, a bancada indígena minguou para aproximadamente 0,58% dos 513 deputados, na comparação com a eleição de 2022, quando cinco indígenas tinham sido eleitos para a Câmara. Antes deles, apenas Mário Juruna (PDT-RJ) tinha exercido o cargo, entre 1982 e 1986; e em 2018, Joenia Wapichana (Rede-RR), conseguiu uma vaga na Câmara, tornando-se a primeira mulher indígena a ser eleita para esta função.

Ao todo, a Justiça Eleitoral registrou 73 candidaturas de pessoas indígenas a deputado federal.

Gênero

Neste domingo (4), 108 mulheres foram eleitas para a próxima legislatura da Câmara dos Deputados, o que torna esta a maior bancada feminina da Casa de todos os tempos.

O número representa aumento de 18,68% em comparação com 2022, ou seja, 17 mulheres a mais do que as 91 eleitas no pleito anterior.

A advogada e professora doutora de Direito Constitucional Damares Medina comemora o número histórico de mulheres, mesmo que estas tenham posicionamentos políticos distintos em relação a pautas prioritárias.

“Porque não importa, cada uma a seu modo e à sua forma, traz a mensagem de que lugar de mulher é onde é ela quiser. Não vou submeter uma representante popular eleita a um escrutínio hermenêutico que o homem não é submetido.”

Partido

O Partido Liberal (PL) elegeu a maior bancada da Câmara dos Deputados e ampliou a bancada para 121 deputados na próxima legislatura. São 24 a mais que na eleição anterior, considerando projeção feita com base em 99,9% dos votos apurados, quando não há mais possibilidade de alteração do resultado.

A profissional do Direito explica o peso de ter a maior bancada da Casa. “É importante porque cada cadeira é poder. Cada uma delas significa influência, o jogo e vetores do que vai definir como a autoridade no Congresso Nacional é distribuída”, disse Damares.

A segunda colocada entre as bancadas foi a Federação Brasil da Esperança, formada pelas seguintes siglas: Partido dos Trabalhadores, Partido Comunista do Brasil e Partido Verde (PT-PCdoB-PV), com 88 deputados – seis a mais que na última eleição.

Confira a distribuição das bancadas partidárias na Câmara dos Deputados eleita:

  • PL: 121 deputados;
  • Federação Brasil da Esperança (PT / PCdoB / PV): 88;
  • Federação União Progressista (União / PP): 87;
  • PSD: 43;
  • Republicanos: 41;
  • MDB: 36;
  • Pode (Podemos): 27;
  • PSB: 15;
  • Federação PSol / Rede Sustentabilidade: 15;
  • PSDB / Cidadania: 11;
  • Novo: 10.
  • PRD / Solidariedade: 7
  • PDT: 6
  • Avante: 5
  • Missão: 1

A advogada ouvida pela Rádio Nacional explica que a formação de grandes blocos partidários garante prioridades. “Uma vez formados, esses blocos têm imenso poder na distribuição de orçamento, na distribuição de emendas parlamentares.”

Damares Medina também interpreta o recado dado pelos eleitores, neste domingo, ao eleger mais parlamentares do espectro conservador no Congresso, em um deslocamento radical entre os campos de poder opostos. Ela identifica que este não é um movimento recente.

“Se analisarmos a série histórica, desde 1988, na Constituição [Federal], podemos identificar que, pouco a pouco, o espectro político esquerdo foi perdendo a disputa ideológica, o debate intelectual”, avaliou advogada constitucionalista.

Mais votados

A eleição também produziu novos recordes de votação. O deputado reeleito Nikolas Ferreira (PL-MG), de 30 anos, superou 3,11 milhões de votos e se tornou o deputado mais votado da história do país. Nikolas superar os próprios números da eleição passada (2022), quando foi o deputado mais votado do país, com 1,47 milhão de votos.

Em segundo lugar entre os mais votados para a Câmara, com 3.038.438 de votos, chegou Lucas Pavanato (PL), de 28 anos que, atualmente, é vereador do município de São Paulo e youtuber. A marca é quase o dobro da segunda colocada, a deputada Erika Hilton (PSol-SP), reeleita com 1.596.472 votos. A parlamentar que, atualmente, preside a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara, foi a recordista de votos da bancada feminina.

Prefeito de Condeúba Micael Silveira analisa como positiva no todo as eleições deste domingo(4)

Prefeito de Condeúba Micael Silveira

O prefeito de Condeúba Micael Silveira, fazendo uma análise das eleições realizadas no dia de ontém (4). Nosso grupo, mais uma vez que foi passado pelo implacável teste das urnas, saiu fortalecido e muito maior do que entrou. Em percentual de resultado, crescemos de 2024 para 2026. E a oposição, comparado com a última eleição em que fora testados nas urnas com a eleição de 26, encolheu em quase 50%.

Nossos deputados Federais, Estaduais, nosso governador, mostraram força nas nossas urnas e mostrou grandeza do nosso grupo. Tudo isso é fruto de uma coalização de forças, apoio e um trabalho árduo e sério de cada um dos que se comprometeram com essa caminhada: Secretários, vereadores, ex prefeitos, vice prefeito, presidentes de partidos e todas as lideranças que compõem a nossa base.

Foi uma as eleições mais organizadas de Condeúba e a Justiça Eleitoral merece todas as deferências por tamanha organização e pela forma como conduziu o processo, com seriedade, respeito e acima de tudo, com a máxima segurança jurídica. A primeira vez na história que tivemos uma eleição com ruas limpas, sem derramamento de Santinhos.

Jerônimo foi reeleito governador no primeiro turno na Bahia

Candidato do PT obteve 55,41% dos votos válidos, segundo dados do TSE

Agência BrasilJerônimo Rodrigues. Foto: Gov BA/DivulgaçãoJerônimo Rodrigues – Foto: Gov BA/Divulgação

Jerônimo Rodrigues foi reeleito governador da Bahia neste domingo (4), no primeiro turno das eleições de 2026. O candidato do PT obteve 55,41% dos votos válidos, o equivalente a 4.440.938 votos, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Até as 21h23, 96,73% das urnas haviam sido totalizadas no estado. Com o resultado, ele está matematicamente eleito.

Jerônimo ficou à frente de ACM Neto (União), que recebeu 44,11% dos votos (3.535.498).

Na sequência, aparecem os seguintes candidatos:

  • Ronaldo Mansur (PSOL), 0,34%;
  • Aroldo Felix (UP), 0,06%;
  • Maria Bona (PCO), 0,05%;
  • Ariel Capistrano (DC), 0,03.

A eleição para governador é definida em primeiro turno quando uma candidatura obtém mais da metade dos votos válidos. Com o resultado, não haverá segundo turno para o governo da Bahia.

Atual governador, Jerônimo Rodrigues é engenheiro agrônomo e professor universitário. Foi secretário estadual de Desenvolvimento Rural e de Educação e secretário nacional do Desenvolvimento Territorial. Buscava a reeleição.

Nas redes sociais, Jerônimo celebrou a reeleição e escreveu que trabalhará para eleger o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno.

“A Bahia vai seguir avançando! Chegamos até aqui porque cada baiano e cada baiana acreditou no nosso projeto. Agora, vamos arregaçar as mangas e seguir para o segundo turno das eleições, ao lado do presidente Lula, para garantirmos a vitória da democracia. Vamos à luta! Obrigado”, postou o governador reeleito,

A votação para governador ocorreu simultaneamente à eleição para presidente, senador e deputados federal, estadual ou distrital (no caso do Distrito Federal).

Veja a lista dos deputados estaduais eleitos na Bahia em 2026

Veja a lista dos deputados estaduais eleitos na Bahia em 2026

A Bahia definiu os 63 deputados estaduais que vão ocupar as cadeiras da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) a partir de 2027. A lista dos eleitos foi definida com o encerramento da apuração das urnas.

Ivana Bastos (PSD) ficou na primeira colocação entre os candidatos a deputado estadual. Na sequência aparecem Diego Castro (PL) e Rowenna (PT).

Também estão entre os primeiros colocados Dr. Thiago Gilleno (Republicanos) e Rosemberg (PT), que completam os cinco primeiros nomes da lista.

A composição da nova legislatura reúne parlamentares de diferentes partidos e terá início em 2027. A relação abaixo está organizada em ordem de votação, conforme os resultados eleitorais.

Senadores Eleitos

  • Rui Costa (PT): 30,07% dos votos válidos.

  • Jaques Wagner (PT): 27,65% dos votos válidos.

Lista dos deputados federais eleitos

A Bahia já definiu os 39 representantes que irão ocupar as cadeiras do estado na Câmara dos Deputados, em Brasília, a partir da próxima legislatura.

Confira lista: 

Federação União Progressista (PP/União Brasil)

  • Sandro Filho (PP)
  • Claudio Cajado (PP)
  • Elmar Nascimento (União Brasil)
  • Dal Barreto (União Brasil)
  • Leur Lomanto Junior (União Brasil)
  • Ditinho Avivip (União Brasil)
  • Paulo Azi (União Brasil)
  • Manuel Rocha (União Brasil)

PSD

  • Antonio Brito
  • Daniel Alencar
  • Gabriel Nunes
  • Sergio Brito
  • Raimundo da Costa 
  • Charles Fernandes

MDB

  • Ricardo Maia

Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV)

  • Lucas Reis (PT)
  • Ivoneide Caetano (PT)
  • Jorge Solla (PT)
  • Valmir Assunção (PT)
  • Afonso Florence (PT)
  • Maria Marighella (PT)
  • Joseildo (PT)
  • Daniel (PCdoB)
  • Olivia Santana (PCdoB)
  • Alice Portugal (PCdoB)

PSDB

  • Carlos Muniz
  • Adolfo Viana

Avante

  • Pastor Sargento Isidório
  • Neto Carletto
  • Elmo Vaz

PSB

  • Mario Negromonte Jr

Republicanos

  • Diego Coronel
  • Léo Prates
  • Márcio Marinho

PDT 

  • Felix Mendona Jr.

PL

  • Doutora Raissa Soares
  • Roberta Roma
  • Capitão Alden
  • João Bacelar

Lista dos deputados estaduais eleitos

  1. Ivana Bastos (PSD)
  2. Diego Castro (PL)
  3. Rowenna (PT)
  4. Dr. Thiago Gilleno (Republicanos)
  5. Rosemberg (PT)
  6. Elinaldo (União)
  7. Denise Menezes (PSD)
  8. Alex da Piatã (PSD)
  9. Pedro Tavares (União)
  10. Sandro Regis (União)
  11. Rogério Andrade (MDB)
  12. Cinthya Marabá (PL)
  13. Andrea Castro (PSD)
  14. Osni (PT)
  15. Samuel Júnior (PL)
  16. Angelo Almeida (PT)
  17. Luciano Pinheiro (PDT)
  18. Vilma Reis (PT)
  19. Tancredo Isidório (Avante)
  20. Igor (PL)
  21. Jânio Natal Júnior (PL)
  22. Niltinho (PSD)
  23. Marcinho Oliveira (PDT)
  24. Júlio Pinheiro (PT)
  25. Léo de Neco (Avante)
  26. Hassan de Zé Cocá (PP)
  27. Juvenilson Passos (PT)
  28. Zé Raimundo (PT)
  29. Ricardo Rodrigues (PSD)
  30. Junior Muniz (PT)
  31. Cláudia Oliveira (PSD)
  32. Eduardo Alencar (PSD)
  33. Carlinhos Sobral (MDB)
  34. Junior Nascimento (União)
  35. Kleber Rosa (PSOL)
  36. Bobô (PCdoB)
  37. Vitor Azevedo (Avante)
  38. Angelo Coronel Filho (Republicanos)
  39. Silva Neto (Avante)
  40. Paulo Câmara (PL)
  41. Ludmilla Fiscina (PSD)
  42. Dr. Pitágoras (PP)
  43. Penalva (PP)
  44. Tagner (PT)
  45. Fabrício (PCdoB)
  46. Tiago Correia (PSDB)
  47. Roberto Carlos (PV)
  48. Eduardo Salles (PV)
  49. Jurailton Santos (Republicanos)
  50. Robinson (PT)
  51. Fátima Nunes (PT)
  52. Luciano Simões Filho (União)
  53. Marquinho Viana (PV)
  54. João de Furão (Avante)
  55. Zó do Sertão (PCdoB)
  56. Neusa Cadore (PT)
  57. Euclides Fernandes (PT)
  58. Neto Coelho (PDT)
  59. Soldado Prisco (PL)
  60. José de Arimateia (Republicanos)
  61. Cacau da Mata (PDT)
  62. Josafá Marinho (PDT)
  63. Jordavio Ramos (PSDB)