Categoria: Emprego

Bahia é líder na geração de empregos por micro e pequenas empresas no Nordeste no primeiro quadrimestre

Bahia é líder na geração de empregos por micro e pequenas empresas no Nordeste no primeiro quadrimestre

Nos primeiros quatro meses de 2026, a Bahia registrou 22.913 postos criados por micro e pequenas empresas, o que leva o estado à primeira colocação no Nordeste. Somente em abril, foram gerados 6.031 novos postos. Os números constam no mais recente levantamento divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O setor de serviços foi o que registrou o saldo de empregos mais alto, nesse período, com 12.701 novas vagas criadas por micro e pequenas empresas. Na sequência, aparece o setor da construção, com 8.706. A indústria registrou saldo de 3.101, enquanto o comércio apresentou queda de 1.942 no quantitativo de postos de trabalho gerados por pequenos negócios.

Na Bahia, as atividades econômicas que mais se destacaram na geração de empregos foram: construção de edifícios (3.346), transmissão de energia elétrica (1.530), incorporação de serviços imobiliários (1.212), atividades de atendimento hospitalar (1.206) e obras para geração e distribuição de energia elétrica e para telecomunicações (920).

Na avaliação do secretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Augusto Vasconcelos, a Bahia vive um bom momento no mercado de trabalho, resultado da política de atração de investimentos, da ampliação de ações voltadas à qualificação profissional e do Programa de Microcrédito Produtivo Orientado, que tem proporcionado o aumento da atuação das micro e pequenas empresas. “As micro e pequenas empresas são as principais empregadoras no Brasil e, em nosso estado, não é diferente. Apoiar os pequenos negócios é ajudar no desenvolvimento, impulsionando a economia e construindo oportunidades para a população”, afirmou o secretário. “A orientação do governador Jerônimo Rodrigues é arregaçar as mangas e acelerar as políticas de geração de emprego e renda”, explicou.

Bahia gerou 14 mil empregos com carteira em março

Bahia gerou 14 mil empregos com carteira em março
Foto – Divulgação / Secom-PR

A Bahia gerou 14.008 empregos formais em março de 2026, segundo dados do Novo Caged divulgados nesta quarta-feira (29/4) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Quatro dos cinco grandes grupos de atividades econômicas pesquisadas registraram saldo positivo no estado baiano no terceiro mês do ano. O setor de Serviços foi o que mais gerou empregos formais, tendo aberto 8.872 vagas. Em seguida aparecem a Construção (2.831 postos), Indústria (2.183) e Agropecuária (156). O desempenho negativo foi registrado no setor de Comércio (-33).

MUNICÍPIOS – A capital Salvador foi o município baiano com maior saldo de empregos formais em março, tendo gerado 5.616 novos empregos com carteiras assinadas. Em seguida aparecem as cidades de Feira de Santana (1.691), Camaçari (774) e Luís Eduardo Magalhães (511).

GÊNERO – No recorte por gênero, a maior parte dos empregos com carteira assinada gerados na Bahia em março foi ocupada por mulheres: 7.712. No período, os homens foram responsáveis por ocupar 6.296 novos empregos.

FAIXA ETÁRIA E INSTRUÇÃO – No que diz respeito à faixa etária, a maior parte dos postos gerados na Bahia no período foi ocupada por jovens de 18 a 24 anos, que preencheram 7.298 novos postos formais. Na análise sobre grau de instrução, a maioria dos vínculos no estado em março foi ocupada por pessoas com ensino médio completo, que preencheram 11.383 vagas.

Brasil cria mais de 147 mil empregos com carteira assinada em agosto

Número representa queda com relação ao mesmo mês de 2024
Agência Brasil

Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS)
© Marcello Casal JrAgência Brasil

O Brasil fechou o mês de agosto com saldo positivo de 147.358 empregos com carteira assinada. O balanço é do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgado nesta segunda-feira (29) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O MTE informou que o resultado de agosto decorreu de 2.239.895 admissões e 2.092.537 desligamentos no período.

O saldo de empregos formais em agosto superou o registrado em julho, que ficou em 134.251. Apesar do resultado, a criação de empregos voltou a cair em razão da alta de juros e da desaceleração da economia na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando foram gerados 239.069. 

Quatro dos cinco grandes agrupamentos apresentaram resultado positivo. O setor de Serviços fechou o mês com 81.002 novos empregos; Comércio com 32.612; a Indústria 19.098; Construção Civil ficou com 17.328. A agropecuária registrou saldo negativo de 2.665 vagas.

No mês passado foi registrado saldo positivo em 25 dos 27 estados. Em números absolutos, o destaque ficou com São Paulo, com 45.450 novas vagas preenchidas; o Rio de Janeiro, com 16.128 e Pernambuco, com 12.692.

Proporcionalmente, o destaque ficou para Paraíba que cresceu 1,61%, o Rio Grande do Norte, com 0,98% e Pernambuco, com crescimento de 0,82%. Dos total de postos gerados no mês, 75,1% foram considerados típicos e 24,9% não típicos, com com destaque para trabalhadores com jornada de até 30 horas por semana (40.544, principalmente na área de educação) e aprendizes (20.252).

Nos últimos 12 meses (de julho de 2024 a agosto de 2025), o saldo positivo é de 1.438.243 novas vagas formais. O resultado é menor do que o registrado no período de junho de 2024 a julho de 2025, quando a geração de empregos fechou com 1.804.122 postos de trabalho.

O salário médio real de admissão em agosto de 2025 atingiu R$ 2.295,01, apresentando alta de R$ 12,70 (+0,56%) em relação a julho, quando estava em R$ 2.282,31.

Emprego no comércio Brasil-China cresce mais que nas demais parcerias

Expansão chegou a 62% em 14 anos, mostra estudo
Agência Brasil

Brasília (DF), 13/11/2019 - Encontro com o Presidente da República Popular da China. Foto: Alan Santos/PR
© Alan Santos/PR

parceria comercial entre o Brasil e a China tem rendido à economia brasileira um crescimento no número de empregos formais maior que as expansões proporcionadas por demais parceiros.

De 2008 a 2022, o número de empregos ligados a exportações para a China cresceu 62%, superando as expansões identificadas nas parcerias com Estados Unidos (32,3%), Mercosul (25,1%), União Europeia (22,8%) e demais países da América do Sul (17,4%).

No mesmo período, os postos formais de trabalho ligados a atividades de importação proveniente da China cresceram 55,4%, acima das expansões registradas no comércio importador com a América do Sul (21,7%), União Europeia (21%), Estados Unidos (8,7%) e Mercosul (0,3%).

A constatação está no estudo Análise Socioeconômica do Comércio Brasil-China, divulgado esta semana pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).

O CEBC é uma instituição sem fins lucrativos que promove o diálogo entre empresas dos dois países. O levantamento considerou parceiros no Mercosul a Argentina, Paraguai e Uruguai.

Mais emprego na importação

De acordo com o estudo, nas atividades ligadas a importações, a parceria Brasil-China é a maior empregadora, com mais de 5,567 milhões de postos de trabalho, 145 a mais que a União Europeia (UE). O ano de 2022 foi o primeiro da série histórica (iniciada em 2008) em que o comércio sino-brasileiro atingiu o topo do ranking de empregos.

Já as atividades ligadas ao setor exportador empregavam mais de 2 milhões de pessoas no comércio sino-brasileiro.

Apesar de ter sido o maior aumento ante 2008 (+62%), o comércio exportador para a China fica atrás dos demais parceiros em número absoluto de emprego, perdendo para Mercosul (3,8 milhões), União Europeia (3,6 milhões), América do Sul (3,5 milhões) e os Estados Unidos (3,4 milhões).

A analista do CEBC, Camila Amigo, explica que o comércio sino-brasileiro é o que tem menos empregos na exportação por causa do perfil da pauta exportadora para a China, dominada por produtos agropecuários e minerais.

“Esses setores, embora altamente competitivos e estratégicos, geram proporcionalmente menos postos de trabalho devido ao seu alto nível de mecanização em comparação a segmentos industriais mais diversificados, como aqueles que têm maior peso nas exportações brasileiras para Estados Unidos, União Europeia e Mercosul”, diz à Agência Brasil.

Os dados sobre vagas ocupadas foram colhidos pelos pesquisadores por meio da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), um relatório que empresas fornecem ao Ministério do Trabalho e Emprego. Dessa forma, os dados da pesquisa se referem a empregos formais.

O CEBP separa o número de empregos entre importadoras e exportadoras, pois algumas empresas atuam nas duas pontas, o que causaria duplicidade se os dois contingentes fossem somados.

Metade do superávit brasileiro

A China é o principal parceiro econômico do Brasil, seja nas exportações ou importações. Em 2024 existiam no Brasil cerca de 3 milhões de empresas que exportaram para a China e 40 mil com atividade de importação.

Em 2024, segundo o estudo, o país asiático foi destino de 28% das vendas externas brasileiras e origem de 24% de nossas compras externas.

A parceria tem resultado em superávit no lado brasileiro, isto é, vendemos mais do que compramos. Em dez anos, o Brasil acumulou saldo positivo de US$ 276 bilhões. Esse montante representa metade (51%) do nosso superávit com o mundo como um todo nesse período.

Para os autores do estudo, a relação comercial com a China é estratégica não apenas no comércio exterior, sendo também um pilar da estabilidade macroeconômica.

“A manutenção do superávit comercial do Brasil com a China por tantos anos contribuiu para reduzir a vulnerabilidade externa e elevar as reservas internacionais do país”, assinala trecho.

“Esse cenário favoreceu o equilíbrio do balanço de pagamentos com a entrada líquida de dólares, o que ajudou a suavizar a volatilidade cambial, proteger a economia de choques internacionais e ancorar expectativas em períodos de instabilidade global”, completa o texto.

Futuro da relação

A analista Camila Amigo avalia que no cenário em que o Brasil enfrenta o tarifaço imposto pelo governo dos Estados Unidos, que aplica taxas de até 50% parte dos produtos brasileiros vendidos aos americanos, o comércio sino-brasileiro apresenta bases sólidas e estruturais e se sustenta na complementaridade entre os dois países.

“A China depende do Brasil como fornecedor estável de alimentos, energia e minerais, enquanto o Brasil garante acesso ao maior mercado consumidor do mundo e importa produtos importantes para a produção nacional”, avalia.

“O futuro da relação comercial sino-brasileira deve estar baseado em confiança, buscar por diversificação das exportações, sustentabilidade e inclusão socioeconômica, aproveitando não apenas a demanda por commodities, mas também o espaço para novos produtos e novas empresas nesse comércio”, conclui.

Bahia abre mais de 9,4 mil novos postos formais de trabalho em julho

Bahia abre mais de 9,4 mil novos postos formais de trabalho em julho

Bahia registrou a abertura de 9.436 empregos com carteira assinada em julho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados nesta quarta-feira, 27 de agosto, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

No acumulado do ano, entre janeiro e julho de 2025, a Bahia acumula 77.331 novos empregos formais. Em julho, o estado apresentou desempenho positivo em todos os cinco grandes grupamentos de atividades econômicas avaliados.

O destaque foi o setor de Serviços, que gerou 3.314 novos postos. Na sequência aparecem Indústria (2.533), Construção (2.309), Comércio (651) e Agropecuária (629). MUNICÍPIOS – A capital, Salvador, foi o município baiano com melhor saldo em julho, com 1.718 novos postos.

A cidade tem hoje um estoque de 690,3 mil empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos no estado aparecem Luís Eduardo Magalhães (1.002), Lauro de Freitas (737)Feira de Santana (615).

Com mais 12.858 postos em maio, a Bahia contabiliza 59.319 novas vagas no ano

Com mais 12.858 postos em maio, a Bahia contabiliza 59.319 novas vagas no ano
Em maio, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, a Bahia gerou 12.858 postos com carteira assinada (diferença entre 90.611 admissões e 77.753 desligamentos). Trata-se do quinto mês seguido com saldo positivo. Os dados foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).
O saldo de maio se revelou inferior ao de abril (+14.227 postos) e se mostrou o terceiro maior do ano no estado. No comparativo anual, porém, o resultado foi maior do que o de maio do ano passado (+9.417 postos). A Bahia, assim, passou a contar com 2.197.203 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,59% sobre o quantitativo do mês anterior.
Na Bahia, em maio, todas as cinco grandes atividades registraram saldo positivo. O segmento de Serviços (+5.670 vagas) foi o que mais gerou postos. Em seguida, vieram Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+2.558 empregos), Indústria geral (+2.061 vínculos), Construção (+1.593 vagas) e Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (+976 postos).
No mês, o Brasil computou um saldo de 148.992 novas vagas, enquanto o Nordeste registrou uma geração líquida de 45.888 postos – variações de 0,31% e 0,57% sobre o estoque do mês anterior, respectivamente. A Bahia (+0,59%), portanto, exibiu um aumento relativo maior do que os da região nordestina e do país. Das 27 unidades federativas, houve crescimento do emprego celetista em 26 delas em maio.
A Bahia exibiu o quarto maior saldo do país. Em termos relativos, a unidade baiana situou-se na sexta posição. No Nordeste, todos os estados também experimentaram alta do emprego formal. Em termos absolutos, a Bahia ocupou a primeira colocação entre as unidades nordestinas. Em termos relativos, por outro lado, o estado baiano situou-se na quarta posição.