Categoria: Corrupção

Polícia Federal deflagra a 4ª fase da Operação Compliance Zero

Policiais cumprem mandados judiciais em São Paulo e no DF
Agência Brasil03/02/2026 - PF deflagra a 2ª fase da Operação Barco de Papel, para investigar crimes contra o sistema financeiro envolvendo a gestão de recursos de instituição previdenciária. Foram cumpridos 3 mandados de prisão temporária e 9 mandados de busca e apreensão no Rio de janeiro e em Santa Catarina. Foto: Polícia Federal/Divulgação© Polícia Federal/divulgação

A Polícia Federal (PF) está nas ruas cumprindo mandados judiciais dentro da 4ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga esquema de lavagem de dinheiro para o pagamento de vantagens indevidas que teriam sido destinadas a agentes públicos.

Desde as primeiras horas da manhã desta quinta-feira (16) os policiais federais cumprem dois mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados no Distrito Federal e em São Paulo.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal. De acordo com a PF, “estão sendo investigados crimes financeiros, além de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa”.

Compliance Zero

Na terceira fase da Operação Compliance Zero, em março, a PF cumpriu o mandado de prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. 

>>Mendonça prorroga inquérito que apura fraudes no Banco Master

O STF determinou também afastamento de cargos públicos de alguns investigados, além de sequestro e bloqueio de bens, no montante de até R$ 22 bilhões.

Itagibá: Operação Carta Marcada tem como alvo corrupção em contratos com a prefeitura

Divulgação SSP-BA
Polícia Civil realiza 15 buscas em Itagibá, Dário Meira, Jequié e Ipiaú para desmantelar esquema de irregularidades

A Polícia Civil deflagrou na manhã desta terça-feira (27) a Operação Carta Marcada, que apura um esquema organizado de corrupção em contratos de serviços celebrados entre a Prefeitura de Itagibá e companhias privadas.

As investigações revelam evidências de favorecimento em licitações e contratações repetidas por dispensa de processo licitatório, o que pode ferir as normas legais em vigor.

Ao todo, foram executados 15 mandados de busca e apreensão nas cidades de Itagibá (sete ordens), Dário Meira (quatro), Ipiaú (três) e Jequié (uma).

As decisões judiciais ainda ordenaram a suspensão de dois funcionários da prefeitura, incluindo um secretário e uma servidora da Controladoria Municipal, além do congelamento de cerca de R$ 2 milhões em patrimônio e saldos bancários de cada suspeito.

Os trabalhos policiais apontam para uma colaboração entre servidores públicos e executivos de duas firmas de consultoria ligadas aos contratos sob suspeita.

De acordo com as diligências, o esquema contava com papéis bem definidos, estrutura duradoura e artifícios para esconder e desviar verbas públicas de convênios aparentemente inflados em valores.

A ação mobilizou 60 agentes da Polícia Civil e foi liderada pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (DRACO), via Delegacia de Combate à Corrupção (DECCOR).

Nas revistas, os policiais recolheram aparelhos celulares, papéis, aproximadamente R$ 70 mil em dinheiro vivo e equipamentos de informática, que passarão por análise técnica para impulsionar as apurações.

O inquérito continua em curso, com o objetivo de rastrear mais desvios de recursos e possíveis novos membros da quadrilha, visando punir todos os implicados.

Ipiaú Online 

PF, CGU e Receita Federal deflagram nova fase da Operação Overclean

PF, CGU e Receita Federal deflagram nova fase da Operação Overclean
Foto – Divulgação / PF
A Polícia Federal, com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil (RFB), deflagrou, nesta terça-feira (13/01), a nona fase da Operação Overclean, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro.

Ao todo, estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na Bahia e no Distrito Federal.

O STF determinou o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, com o objetivo de interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicas.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.

Itapetinga: Operação Ômega desarticula esquema milionário de desvios e lavagem de dinheiro

Operação Ômega desarticula esquema milionário de desvios e lavagem de dinheiro em Itapetinga
Foto – Divulgação / Polícia Civil
Uma investigação que apura um esquema criminoso responsável por prejuízo superior a R$ 1 milhão a uma distribuidora de bebidas resultou na deflagração da Operação Ômega, na manhã desta terça-feira (13), no município de Itapetinga. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão nos bairros de Vitória Régia, Vale do Ipê, Clodoaldo Costa e Vila Érica. Também foram realizadas ordens judiciais de sequestro de bens, no inquérito que apura crimes de furto, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

As apurações indicam que o esquema atuou ao longo de 2024 e era composto, em sua maioria, por ex-funcionários que ocupavam cargos estratégicos e de confiança na empresa vítima, como funções ligadas à supervisão comercial e ao faturamento. As investigações também identificaram movimentações financeiras suspeitas que somam cerca de R$ 5 milhões.

Com base nos elementos reunidos, o Poder Judiciário determinou o bloqueio de valores em contas bancárias dos investigados até o limite de R$ 6 milhões. Durante o cumprimento das medidas judiciais, foram apreendidos seis veículos, sendo dois de luxo avaliados em aproximadamente R$ 700 mil, além de duas motocicletas estimadas em R$ 50 mil, cerca de R$ 45 mil em espécie, uma arma de fogo, aparelhos celulares, notebooks, cadernos de anotações, rádios comunicadores e outros objetos de interesse para a investigação.

Também foi determinado o sequestro judicial de cinco imóveis pertencentes aos investigados, incluindo o prédio onde funciona uma empresa apontada como receptadora dos produtos desviados, além de dois cavalos de raça. A Justiça autorizou ainda a alienação antecipada dos bens apreendidos, com o objetivo de garantir o ressarcimento do prejuízo causado à vítima.

Durante a operação, um homem, de 52 anos, foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido, após a localização de um revólver calibre .38 e munições em sua residência. Ele foi liberado após o pagamento de fiança, porém vai cumprir um inquérito policial em liberdade.

A operação foi coordenada pela Delegacia Territorial de Itapetinga, com apoio do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/DEPIN – Pedra Branca). Todo o material apreendido foi apresentado na unidade policial. As investigações seguem em andamento para aprofundar a identificação de outros envolvidos e esclarecer todos os desdobramentos do esquema criminoso.

Quem é Humberto Silva Baccin, ‘empresário’ preso pela PF em operação contra desvios na saúde que comandava o hospital de Caridade de Jaguari (RS)

O empresário Humberto Silva Baccin

O empresário Humberto Silva Baccin, CEO do Centro de Reabilitação Psicossocial (Creap), foi preso pela Polícia Federal em um hotel de alto padrão, durante a Operação Paralelo Cinco, que apura um esquema de desvio milionário de recursos da saúde em municípios do Rio Grande do Sul e de São Paulo.

Baccin é apontado como um dos principais alvos da investigação e, além de sua atuação no setor de saúde mental, mantém sociedade com Diógenes Fagundes, esposo da deputada estadual Janaina Riva e filho do senador Wellington Fagundes. Essa ligação amplia o alcance político e empresarial do caso, que já mobiliza autoridades em diferentes estados.

Durante a ação, a PF apreendeu um veículo Land Rover, celular e documentos pessoais do empresário. Segundo os investigadores, Baccin teria participado de um esquema que movimentou mais de R$ 340 milhões entre 2022 e 2025, por meio de contratos com hospitais de Jaguari (RS) e Embu das Artes (SP).

À frente do Creap, Baccin se apresentava como gestor de serviços voltados à saúde mental, com previsão de oferecer leitos para internação e estabilização de pacientes infantojuvenis. Em outubro de 2025, a Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso chegou a homologar uma dispensa de licitação de R$ 12,3 milhões para contratação da empresa, mas informou posteriormente que não houve assinatura de contrato.

O inquérito, instaurado em janeiro de 2024, aponta que empresários de Porto Alegre assumiram a gestão de hospitais públicos e desviaram recursos por meio de empresas de fachada, notas fiscais falsas e repasses pulverizados para contas de pessoas sem vínculo com os serviços de saúde. Parte do dinheiro teria sido usada para despesas pessoais, como viagens de luxo, imóveis de alto padrão e contratos fictícios.

A Justiça determinou ainda o sequestro de 14 imóveis, a apreensão de 53 veículos e o bloqueio de mais de R$ 22,5 milhões em contas bancárias ligadas ao grupo. Os investigados podem responder por organização criminosa, peculato e lavagem de dinheiro.

Quem não deve não teme:

A prisão do empresário gaúcho Humberto Silva Baccin, CEO do Instituto Irdesi, mexeu com a cidade de Jaguari. A Organização Social Irdesi comandava o Hospital de Caridade de Jaguari. O “empresário” era idolatrado e respeitado pelos jaguarienses e pelos políticos locais.

O IRDESI – GAFANHOTOS DO SUS

INSTITUTO RIOGRANDENSE DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL INTEGRADO – IRDESI, é uma Associação Privada sem fins lucrativos, detentora do título de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS), na área da saúde, conforme Portaria Ministério da Saúde nº 1.017, de 27 de agosto de 2019.

O objetivo principal do IRDESI, é prestar serviços assistenciais na área de saúde pública (SUS) e privada (Não SUS), mediante atendimento básico e hospitalar, desenvolvendo as seguintes atividades: Atendimento hospitalar; Serviços móveis de atendimento a urgências e de remoção de pacientes; Atividades de atenção ambulatorial executada por médicos e odontólogos; Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares.

Se aprofundarem com mais precisão investigações vão encontrar outras coisas (do Baccin) aqui no Rio Grande do Sul, viu?

A prisão foi realizada por volta das 5h20 (do dia 27 de Novembro) no Hotel D’Lucca, localizado na avenida Historiador Rubens de Mendonça, nº 104, bairro Araés, Cuiabá/MT, onde o empresário estava hospedado. Segundo relatório da Polícia Federal, Baccin estava dormindo quando os agentes chegaram ao quarto 502 do estabelecimento.

Durante a busca e apreensão, os policiais localizaram um iPhone 16 Pro Max, cor branca, ao lado da cama do investigado. Ao ser solicitado que fornecesse a senha para perícia no aparelho, Baccin se negou a colaborar — uma decisão que, segundo especialistas, pode tanto ser estratégia de defesa quanto indício de que o dispositivo contém informações comprometedoras.

Operação USG revela corrupção milonária na Saúde Pública no Oeste da Bahia

Operação USG revela corrupção milonária na Saúde Pública no Oeste da Bahia
Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil da Bahia, por meio do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco-LD) e da Delegacia Estadual de Combate à Corrupção (DECCOR), deflagrou, na manhã desta terça-feira (18), a segunda etapa da “Operação USG”. Mandados judiciais estão sendo cumpridos em cidades da Bahia e do Piauí, avançando nas investigações que apuram o desvio de recursos públicos.

As diligências ocorrem em residências de médicos, ex-secretários municipais de saúde, agentes políticos e clínicas que mantinham contratos com o município, todos suspeitos de envolvimento no esquema criminoso já identificado pela investigação, que desviou mais de R$ 12 milhões dos cofres públicos. Os trabalhos desta etapa incluem também o bloqueio de contas bancárias e o sequestro de bens pertencentes aos investigados e a três clínicas utilizadas na estrutura operacional do grupo.

Operação USG revela corrupção milonária na Saúde Pública no Oeste da Bahia
Divulgação/Polícia Civil

De acordo com as apurações conduzidas pelo Departamento, o grupo criminoso utilizava clínicas de fachada e contratos superfaturados para justificar pagamentos por serviços médicos que nunca foram realizados. Entre as principais irregularidades estão lançamentos de exames incompatíveis com a realidade do município, plantões fictícios, listas de pacientes com dados inconsistentes e emissão de notas fiscais destinadas a mascarar atendimentos inexistentes.

A deflagração desta nova fase ocorre após a análise de documentos e mídias apreendidos na primeira etapa da Operação USG, realizada em dezembro de 2024, que revelou elementos suficientes para aprofundar as apurações e identificar a participação de novos envolvidos.

Cerca de 80 policiais participam da operação por meio do Draco-LD, da DECCOR, da 11ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Barreiras) e das equipes da Polícia Civil do Piauí.

Ex-prefeito de Bom Jesus da Serra perde os direitos políticos por 8 anos

Ex-prefeito de Bom Jesus da Serra perde os direitos políticos por 8 anos
O ex-prefeito de Bom Jesus da Serra, Jornando Vilasboas Alves, o Jornandinho

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) ajuizou Ação Civil Pública por improbidade administrativa em face do ex-prefeito de Bom Jesus da Serra, Jornando Vilasboas Alves, o Jornandinho, e de Emanuel Vitorino Vilasboas Alves, Maria de Lourdes Carvalho de Andrade, Iésio Mendes de Souza e Wanderley Dantas da Silva, todos qualificados nos autos.

O MP-BA alega que os réus teriam praticado atos de improbidade administrativa em razão da contratação da empresa Maria de Lourdes Carvalho de Andrade, com nome fantasia de Terral Terraplanagem e Mecanização do Solo, pelo Executivo Municipal, na gestão de 1997/2000.

Foram firmados dois contratos: o primeiro, assinado em 01/10/1999, para construção de “aguadas”, no valor de R$ 24 mil; e o segundo contrato, datado de 01/12/1999, também para construção de aguadas, no valor total de R$ 45 mil.

De acordo com o apurado, os referidos serviços eram realizados pelos tratores e funcionários do Município de Bom Jesus da Serra e não pela empresa contratada, já que está sequer de fato existiu, tendo em vista que a sede da empresa se tratava de “um terreno baldio, sem construção alguma”. Tratava-se de esquema “entre amigos” para desviar dinheiro público.

Em decisão publicada no último dia 18 e obtida pelo site Achei Sudoeste nesta segunda-feira (29), o juiz Ricardo Frederico Campos julgou parcialmente procedentes os pedidos formulados pelo Ministério Público, condenando o ex-prefeito Jornando Vilasboas pela prática de ato de improbidade administrativa.

Jornando também foi condenado ao ressarcimento integral dos valores pagos em decorrência dos citados contratos, no valor de R$ 69 mil, e ao pagamento, de forma solidária, de multa civil equivalente ao valor do dano, a ser apurado em liquidação de sentença, com atualização monetária nos moldes acima explicitados. Ele teve ainda os direitos políticos cassados pelo período de 8 anos.

Polícia Civil apreende R$ 3 milhões em espécie com agiotas em Jequié

Polícia Civil apreende R$ 3 milhões em espécie com agiotas em Jequié
 Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil da Bahia cumpriu, nesta sexta-feira (26), seis mandados de busca e apreensão em Jequié, durante a Operação Gypsy, que resultou na prisão em flagrante de três homens, pai e dois filhos, de 55, 36 e 27 anos. Eles são investigados por extorsão, posse ilegal de arma de fogo, lavagem de dinheiro e delitos contra a ordem tributária e econômica.

No cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos mais de R$ 3 milhões em espécie, joias avaliadas em cerca de R$ 500 mil, sete armas de fogo, entre pistolas, revólveres e carabinas, além de 30 veículos encontrados em um sítio usado pelo grupo. As investigações apontam que os presos exigiam de um médico e sua esposa, moradores de Vitória da Conquista, a entrega de veículos e imóveis avaliados em aproximadamente R$ 3 milhões, mediante ameaças.

]Três imóveis em fase de transferência tiveram as matrículas bloqueadas pela Justiça, após requerimento da autoridade policial, diante da suspeita de falsificação documental para obtenção de empréstimos fraudulentos em instituições financeiras. Ainda conforme as apurações, em apenas cinco anos o grupo movimentou cerca de R$ 90 milhões em contas bancárias pessoais.

A ação contou com a participação de 40 policiais e foi realizada pelo Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Vitória da Conquista (DRFR), com apoio da DRFR de Jequié, da Diretoria Regional de Polícia do Interior (Dirpin/Sudoeste), da 9ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Jequié) e da 10ª Coorpin/Vitória da Conquista.

Caminhão que saiu de Guanambi com carga de carvão vegetal foi apreendido em Brumado

Caminhão que saiu de Guanambi com carga de carvão vegetal é apreendido em Brumado

Por volta de 21h20 desta terça-feira (16), a Polícia Rodoviária realizava ações de policiamento ostensivo e fiscalização de trânsito na BA-262, em Brumado, quando avistou um caminhão, que carregava um semirreboque com carga de carvão vegetal. O veículo havia saído da zona rural de Guanambi.

Segundo informou a 2ª Companhia Independente de Polícia Rodoviária (CIPRv), na abordagem, o motorista não apresentou o documento de origem florestal e a nota fiscal divergia quanto à origem do material.

O Inema e a Secretaria da Fazenda foram informadas para tomada das medidas cabíveis. Os 110 m³ de carvão vegetal foram apreendidos.

Operação da Polícia Civil contra estelionato prende mulher e apreende veículo de luxo em Barra da Estiva

Operação da Polícia Civil contra estelionato prende mulher e apreende veículo de luxo em Barra da Estiva
Foto – Divulgação / Polícia Civil
Equipes da Delegacia Territorial de Barra da Estiva, na região sudeste da Bahia, realizaram, nesta terça-feira (16), uma operação que resultou na prisão de uma mulher e na apreensão de um veículo de luxo, além do bloqueio de até R$ 500 mil em contas bancárias e da quebra de sigilo bancário e telefônico dos envolvidos. A ação faz parte de uma investigação contra um grupo criminoso especializado em estelionato e lavagem de dinheiro.

A mulher, de 48 anos, foi presa em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pelo Poder Judiciário. Durante a operação, os agentes apreenderam um veículo avaliado em R$ 300 mil, que teria sido adquirido com recursos provenientes do crime, além de relógios de luxo, celulares e computadores.

Operação da Polícia Civil contra estelionato prende mulher e apreende veículo de luxo em Barra da Estiva
Foto – Divulgação / Polícia Civil
A investigação teve início em dezembro de 2021, após um homem ter um prejuízo de R$ 500 mil. A vítima trocou dois cheques de R$ 250 mil, que foram posteriormente sustados sob a alegação de extravio.

De acordo com os apuramentos, a mulher presa é a líder do esquema. Ela era responsável por controlar as movimentações financeiras ilícitas e a ocultação do dinheiro. Além disso, após ser interrogada, tentou coagir uma testemunha a mentir para a polícia, o que motivou a necessidade de sua prisão para garantir o andamento da investigação.

As equipes da Delegacia Territorial de Barra da Estiva continuam com oitivas e diligências para localizar um homem, cunhado da suspeita, que também é investigado pelo crime.