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Anvisa autoriza uso emergencial de coquetel contra Covid-19

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Foi aprovado nesta terça-feira (20), pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o uso emergencial de um medicamento contra a Covid-19. Segundo o G1, o coquetel é uma combinação de casirivimabe e imdevimabe (Regn-CoV2), dois remédios experimentais desenvolvidos pela farmacêutica Roche. Após o remdesivir, este é o primeiro remédio a ser aprovado pela agência.

A aplicação do medicamento é feita de forma intravenosa, e o seu uso é restrito a hospitais. A função dos dois anticorpos é bloquear a entrada do coronavírus na célula. Tanto adultos como pré-adolescentes (com 12 anos ou mais e que pesem no mínimo 40kg) podem fazer uso, desde que não precisem de suplementação de pacientes. O coquetel não é recomendado para pacientes graves e nem para prevenir a Covid-19. Ele já foi aprovado para uso emergencial na Suíça, Canadá e Estados Unidos. O comércio é proibido.

O pedido de uso emergencial foi feito no dia 1º de abril. Os anticorpos monoclonais utilizados nesta combinação reduziram a hospitalização “relacionada a Covid-19 ou as visitas ao pronto-socorro em pacientes com alto risco de progressão da doença em 28 dias após o tratamento, quando comparados ao placebo”, disse o FDA, órgão regulatório dos EUA.

Brasil precisa criar protocolos para tratamento da síndrome pós-coronavírus

Nem sempre a alta hospitalar é o fim dos problemas causados pela Covid-19. No mundo todo, profissionais de saúde observam uma série de complicações decorrentes da doença, que vão de manifestações dermatológicas a distúrbios cardíacos e podem surgir meses após resolvido o quadro agudo da infecção pelo SARS-CoV-2.

Para que a carga da pandemia não se torne ainda maior para o sistema de saúde do país, pesquisadores recomendam a criação de protocolos clínicos e unidades para tratamento de pacientes com a chamada síndrome pós-Covid.

O assunto foi debatido em seminário on-line promovido no dia 08 de abril pela Academia Nacional de Medicina (ANM).

“Temos observado que o doente se cura da Covid-19, sai da UTI [Unidade de Terapia Intensiva], mas permanece no hospital, pois não consegue voltar para casa. Ele precisa de reabilitação. Por isso, temos de pensar num modelo que passei a chamar de unidade pós-Covid, onde teríamos atendimento ambulatorial, hospital-dia e algumas áreas para internação daqueles pacientes que não têm condição [de ter alta]”, disse Fábio Jatene, diretor-geral do Instituto do Coração (InCor) e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP).

Jatene falou sobre a ocorrência de problemas cardiovasculares decorrentes da doença, que não necessariamente ocorrem apenas em pacientes com histórico prévio de doença cardíaca.

“A literatura tem várias observações a respeito de pessoas absolutamente sem doença cardiovascular e que acabaram desenvolvendo no pós-Covid. Inclusive atletas universitários, pessoas sem risco cardiovascular. Estudos revelaram que 55% dos pacientes no pós-Covid apresentaram alterações no bombeamento cardíaco. Num estudo realizado na Alemanha, 78% dos pacientes diagnosticados com COVID-19 mostraram evidência de alguma lesão cardíaca, causada até semanas depois da recuperação da doença propriamente dita”, explicou o pesquisador, que é apoiado pela Fapesp.

Para o presidente da ANM, Rubens Belfort Jr., a síndrome pós-pandemia é uma amostra do papel das doenças infecciosas no desenvolvimento de outras moléstias. Segundo o médico, a pandemia está trazendo novos conhecimentos sobre essa relação. Um exemplo anterior é a zika que, embora não cause problemas graves em adultos, pode levar à microcefalia nos fetos em desenvolvimento. Outro é a toxoplasmose, recentemente relacionada à ocorrência de esquizofrenia.

“O problema vai muito além da Covid-19. Quem poderia imaginar que tantas alterações aparentemente não relacionadas a doenças infecciosas decorrem delas? Com toda certeza, muitas outras doenças virais podem causar manifestações tardias, mas a medicina ainda as desconhece”, disse Belfort, que é professor da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM-Unifesp).

Segundo Carlos Alberto Barros Franco, membro da ANM e professor da Escola Médica de Pós-Graduação da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), o Brasil ainda está na fase da pandemia em que a preocupação mais urgente é conter a transmissão do vírus, mas os problemas decorrentes da COVID-19 vão persistir por muito tempo.

“Essa é uma preocupação de países europeus e norte-americanos, que vêm se preparando para essa segunda fase, a da síndrome pós-Cpvod ou Covid longa. Isso terá consequências da maior gravidade no Brasil. Haverá pessoas que não vão poder voltar a trabalhar normalmente. Então é fundamental que o Brasil se prepare”, disse o acadêmico.

Câncer e Covid-19

Os palestrantes relataram casos e apresentaram estudos realizados no Brasil e no exterior das mais variadas manifestações ocorridas após a resolução da fase aguda da Covid-19. Alterações gastrointestinais, pulmonares, do fígado e das vias biliares; diferentes manifestações dermatológicas, renais e otorrinolaringológicas; problemas psicológicos e até da retina já foram relatados na literatura médica.

Como um dos efeitos colaterais da pandemia, não necessariamente ligados à doença em si, pesquisadores apontaram uma redução significativa no número de diagnósticos e tratamentos de câncer.

Segundo Paulo Hoff, diretor-geral do Instituto do Câncer (Icesp) e professor da FM-USP apoiado pela FAPESP, a pandemia trouxe queda significativa nos exames preventivos e, consequentemente, no diagnóstico precoce de tumores.

Uma vez que quanto mais cedo ocorre o diagnóstico, maiores são as chances de cura, a pandemia deverá trazer um número maior de ocorrência de câncer e de mortes no futuro. Estudo realizado na Inglaterra estimou quase 18 mil mortes a mais por câncer naquele país por conta da interrupção dos tratamentos ou pela falta de diagnóstico.

“São dados que se repetem ao redor do mundo. Tivemos redução na ordem de 70% a 90% nos exames de rastreamento de tumores importantes como de mama, próstata e colorretais. [Houve ainda] redução significativa nas cirurgias relacionadas ao diagnóstico de câncer e, talvez mais importante, dados originados nos laboratórios de anatomopatologia mostram até 30% de redução nas biópsias de câncer nesse período. Lembrando que esses casos continuam acontecendo, só não estão sendo diagnosticados no seu estágio mais precoce, o que seria desejável”, contou o pesquisador.

O médico afirmou que a incidência da doença é similar entre pessoas com e sem câncer, mas que a mortalidade é maior no primeiro grupo, como deve mostrar um estudo realizado por sua equipe, ainda não publicado. Os pacientes especialmente afetados pela Covid-19 são os imunodeprimidos por conta da doença ou do tratamento, os que têm comprometimento pulmonar prévio ou portadores de neoplasias hematológicas.

O médico oncologista afirmou ser essencial que os pacientes diagnosticados mantenham o tratamento, ainda que seguindo protocolos de segurança contra a doença. Além disso, pessoas saudáveis não devem deixar de fazer exames de rotina que possam detectar tumores. Pacientes em tratamento contra o câncer que tenham sido diagnosticados com Covid-19 devem retomar as terapias para os tumores entre 14 e 21 dias depois da resolução dos sintomas da infecção pelo SARS-CoV-2, alertou.

Covid-19: governadores pedem ajuda à ONU para obter vacinas

O Fórum de Governadores se reuniu último dia (16) com representantes da secretária-geral adjunta da Organização das Nações Unidas (ONU), Amina Mohamed, e com representantes da Organização Mundial de Saúde (OMS) para solicitar auxílio na viabilização de mais doses de vacinas.

Os governantes estaduais defenderam um tratamento especial ao Brasil como uma “ajuda humanitária” diante do reconhecimento dos órgãos internacionais de que o país é o novo centro da pandemia.

Os governadores solicitaram apoio das instituições internacionais para destravar o repasse de doses previstas no acordo do mecanismo Covax Facility, consórcio coordenado pela OMS. Segundo o coordenador do Fórum, o governador do Piauí, Wellington Dias, o Brasil teria direito a 9,1 milhões de doses oriundas do mecanismo, mas só recebeu até o momento 1 milhão.

“Haverá esforço para que uma entrega que estava prevista para maio possa ser antecipada para até o fim de abril, de 4 milhões de doses. Vamos tratar com Coreia, Índia e China, que estão neste esforço de produção [dos imunizantes]. Até o mês de maio completa essa entrega e maio-junho tem perspectiva de regularização”, declarou Dias em entrevista coletiva após a reunião.

A jovem escritora Letícia Bartulihe apresenta seu livro “Me Apaixonei Pelo Meu Sequestrador”

A Escritora Letícia Bartulihe

A escritora que não gostava de ler
Dizem que escritores são amantes da leitura, mas Letícia Bartulihe não era fã de livros antes de começar a escrever os seus. Letícia Bartulihe aos 19 anos está lançando seu primeiro livro físico “Me Apaixonei Pelo Meu Sequestrador”, mas sua carreira de escritora começou aos 15 anos quando decidiu postar as suas histórias no aplicativo de leitura Wattpad depois de ler três livros durante as férias e ficar encantada com o mundo da literatura.

Em apenas 10 dias, seu primeiro livro “Me Apaixonei Pelo Meu Sequestrador” começou a fazer sucesso alcançando mil leituras e em quase três meses o livro alcançou cem mil leituras, mas não pense que a história alcançou todo esse sucesso sem um intenso trabalho por trás.

Letícia estava no ensino médio quando começou a escrever e por isso precisava dividir seu tempo entre cursos, tarefas de casa e tarefas do Colégio, por isso muitas vezes teve que acordar ás 04 da manhã para escrever antes de ir à escola, divulgar seu livro enquanto fazia caminhada e responder os comentários enquanto tomava café da manhã, pois esse era o único tempo disponível em meio tantas coisas.

Foi assim durante um pouco mais de três meses quando ela finalmente finalizou o seu primeiro livro. Hoje, ele está com mais de 960 mil leituras no Wattpad e transformando isso em pessoas são milhares de adolescentes apaixonadas espalhadas por diversos países como, por exemplo, Portugal, Moçambique e Angola.

Letícia Bartulihe já tem quatro livros escritos e incentiva meninas adolescentes a escreverem, pois sempre diz que todas podem ser escritoras, afinal até ela que nunca tinha imaginado escrever algo e que via a leitura como uma obrigação, se tornou um incentivo para tantas outras adolescentes.

“Você vive mil vidas quando lê, mas pode viver milhares quando escreve”, incentiva Letícia.
Algumas pessoas dizem não ter tempo, outras dizem não ter talento, mas Letícia mostra que nada disso é necessário, pois se perguntasse a ela com 15 anos se ela tinha tempo, ela diria que não, mas tinha tomado uma decisão e sabia que seu sucesso dependia apenas do quão focada ela estivesse.

Letícia Bartulihe começou a escrever aos 15 anos, sempre foi apaixonada por artes, por isso desde 2014 participa do Projeto “Canarinhos do Itapety” em Mogi das Cruzes/SP, faz aula de violoncelo no projeto “Orquestra Sinfônica de Mogi das Cruzes” desde 2015 e atualmente cursa Jornalismo na Universidade Paulista. e se dedica as redes sociais ensinando meninas adolescentes a serem mais felizes, melhores e mais realizadas. E claro, continua levando alegria através da arte. Ela tem um canal no Youtube onde fala sobre autoestima, amor próprio, sonhos e livros. Seu primeiro livro conta com mais de 900 mil leituras no aplicativo Wattpad.

Tema do livro: Uma adolescente mais rica da elite de São Paulo
Carina Jórdan tem uma vida que muitas adolescentes gostariam de ter, cheia de festas, de luxos, de viagens, mas ela precisa encontrar quem ela realmente é.

Quem nunca quis saber como é a vida das adolescentes mais ricas de São Paulo? Onde elas estudam? Sobre o que elas falam? Tudo isso pode ser um mistério, mas para trazer um pouco de emoção aos corações Letícia Bartulihe escreveu o livro totalmente ficcional, mas ainda assim com muitas realidades adolescentes “Me Apaixonei Pelo Meu Sequestrador” que de um modo muitas vezes engraçado vai narrar a história de Carina Jórdan, a adolescente mimada que é sequestrada e lá em sua aventura conhece Leonardo Cardoso.

Ela é acostumada a ditar as regras, ele é acostumado a quebrar as regras, onde esses dois vão chegar? Na verdade, não muito longe, porque Carina é amada em seu mundo e boa em ser “Carina Jórdan”. Pensar em ser uma pessoa diferente não está em seus planos, mas depois de tudo que viveu a adolescente, já não é mais a mesma. E quando finalmente volta para o seu mundo percebe que as pessoas podem sim criticá-la por ter se apaixonado por alguém errado diante a sociedade.

Além de todo romance principal, o livro mostra a realidade de muitos adolescentes: pais ausentes, necessidade de serem aceitos, problemas de autoestima, álcool e drogas sendo apresentados precocemente, gravidez indesejada por ser descuidada e mesmo que a realidade esteja ruim, as aparências importam e valem mais do que um verdadeiro sorriso.
Letícia Bartulihe mostra em “Me Apaixonei Pelo Meu Sequestrador” todos os lados de se estar crescendo, de estar se tornando aos poucos adulta e para Carina Jórdan é ainda mais difícil porque todos esperam que ela tenha a alma de empresário de seu pai e a determinação de sua mãe, mas ela não é nenhum dos dois e nesse enredo todo, ela terá que se encontrar e fazer suas escolhas para enxergar o que realmente importa.

Contato: Email: leticabartulihe@gmail.com / Instagram: Letícia Bartulihe

Luz solar pode inativar o coronavírus muito mais rápido do que se pensava

POR Nathan Vieira

Em meio a uma situação de pandemia cada vez mais preocupante, cada detalhe que possa representar um aliado na luta contra a COVID-19 tem a sua devida importância e, recentemente, uma análise concluiu que a luz solar pode inativar o coronavírus oito vezes mais rápido em comparação com o que apontavam estudos anteriores.

Quem descobriu isso foi uma equipe da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara (EUA), liderada por Paolo Luzzatto-Fegiz. A equipe levantou olhares para a necessidade de mais pesquisas sobre como a luz solar inativa o SARS-CoV-2, porque, após perceber que uma grande diferença entre os resultados de seus experimentos e as teorias mais recentes sobre o assunto, concluiu que há muito mais potencial na luz solar do que se pensava.

“A teoria assume que a inativação funciona fazendo com que as ondas UVB atinjam o RNA do vírus, danificando-o”, explica Luzzatto-Fegiz. Mas essa diferença sugere que há algo mais acontecendo, e descobrir isso pode fazer a diferença na luta contra o vírus.

Luz solar pode inativar o coronavírus muito mais rápido do que se pensava, segundo uma nova análise norte-americana (Imagem: ktsimage/Envato).

Em julho de 2020, um estudo conseguiu inativar o SARS-CoV-2 com exposição à luz solar simulada por dez a 20 minutos. No entanto, Luzzatto-Feigiz e sua equipe compararam esses resultados e notaram as diferenças. “A inativação observada experimentalmente na saliva simulada é oito vezes mais rápida do que seria de se esperar pela teoria, então os cientistas ainda não sabem o que está acontecendo”, Luzzatto-Fegiz anunciou ao The Journal of Infectious Diseases.

Os pesquisadores suspeitam que o UVA de onda longa pode ser responsável pela aceleração da inativação do vírus. “Nossa análise aponta para a necessidade de experimentos adicionais para testar separadamente os efeitos de comprimentos de onda de luz específicos”, conclui o pesquisador.

‘Esta doença não é gripe’, alerta OMS após explosão de casos da Covid-19

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adahnon, expressou, nesta segunda-feira (12), preocupação com o aumento exponencial de casos e mortes da Covid-19 no mundo e advertiu que a doença não é uma simples gripe. “Esta doença não é gripe.

Pessoas jovens e saudáveis morreram e ainda não entendemos totalmente as consequências de longo prazo da infecção para aqueles que sobrevivem”, afirmou Tedros. Sem citar nomes e exemplos de países, o diretor-geral afirmou nesta segunda que, apesar do aumento nos casos, alguns países continuam permitindo festas e aglomerações.

“Também queremos a reabertura das sociedades e economias e a retomada das viagens e do comércio. Mas, neste momento, as unidades de terapia intensiva em muitos países estão transbordando e as pessoas estão morrendo, e isso é totalmente evitável. Em alguns países, apesar da transmissão contínua, os restaurantes e casas noturnas estão lotados, os mercados estão abertos e lotados, com poucas pessoas tomando precauções”, disse.

Após 28 anos, mulher decide cortar as maiores unhas do mundo

Foto: Guinness World Records

A americana que foi reconhecida, em 2017, como a mulher com as maiores unhas do mundo, decidiu cortar os 73,355 centímetros de queratina. Agora, a recordista vai poder fazer tarefas domésticas simples, como lavar louça ou trocar a roupa de cama. Ayanna Williams não cortava as unhas desde a década de 1990 e, para retirá-las, foi necessário usar uma ferramenta giratória elétrica, já que a lixa e um alicate não deu certo.

“Eu tenho deixado as minhas unhas crescerem por décadas. Agora, estou pronta para uma nova vida. Eu sei que eu vou sentir falta delas, mas chegou a hora – a hora delas irem embora”, disse ao site do Guinness World Records.

Quando entrou para o livro dos recordes, ela tinha 57,64 centímetros nas unhas. Agora, sem ‘uma parte do corpo’, a moradora de Houston fica feliz que suas unhas serão exibidas em um museu em Orlando, Flórida.

“Vai ser incrível. Vai ser como uma cera de mim mesma, embora sejam apenas minhas unhas. Mal posso esperar para ver isso, de verdade. Vou estar sorrindo de orelha a orelha. Pensa realmente sobre isso, é incrível”, comentou empolgada.

Amácio Mazzaropi o Jeca Tatu é o homenagado do Google Doodle

Hoje 09 de Abril Amácio Mazzaropi ator, roteirista, produtor e diretor brasileiro, considerado o maior cômico do cinema brasileiro faria 109 anos.

Google Doodle de hoje, ilustrado pelo artista convidado brasileiro Arthur Vergani, comemora o ator, roteirista, produtor e diretor brasileiro Amácio Mazzaropi em seu aniversário de 109 anos.

Considerado o maior cômico do cinema brasileiro, é o único artista que ficou milionário fazendo filmes no país. Suas produções foram fenômeno de público por mais de três décadas.

Por meio de seu papel marcante como o querido personagem “Jeca Tatu”, Mazzaropi usou o humor para abordar assuntos sérios e se tornou uma figura do cinema brasileiro.

Nascido neste dia em São Paulo em 1912, Mazzaropi passou a infância visitando a casa de campo de seu avô, o que influenciou a persona na tela que posteriormente desenvolveu.

Na adolescência, o futuro ícone da comédia brasileira saiu de casa para trabalhar no Circo La Paz, um circo itinerante.

Foi aí que teve a ideia de atuar como caipira, materializado na futura atuação de Marazzaropi como o personagem de Monteiro Lobato, Jeca Tatu.

Foto de Amácio Mazzaropi, ator, roteirista, produtor e diretor brasileiro. Imagem: Wikipedia
Amácio Mazzaropi, ator, roteirista, produtor e diretor brasileiro Imagem Wikipedia
Mazzaropi produziu conteúdo para rádio e televisão por muitos anos antes de estrear em seu primeiro filme, “Sai da Frente” (“Get Out of the Way”, 1952).

Com a carreira cinematográfica em alta, e após vários outros papéis, Mazzaropi comprou Fazenda Santa, uma fazenda que virou estúdio e que também serviu de locação para muitos de seus filmes.

Foi aqui que Mazzaropi abriu sua própria produtora em 1958. Mazzaropi teceu comentários sociais em linguagem simples e cobriu assuntos importantes com grande efeito, o que levou o público a afluir para suas produções por mais de 20 anos.

Curiosamente, enquanto Mazzaropi se tornou um dos atores cômicos mais aclamados do Brasil, ele também foi um grande fornecedor de leite para Leites Paulista.

Hoje, a Fazenda Santa é o Hotel Fazenda Mazzaropi, que abriga o Museu Mazzaropi, que possui um acervo de mais de 20.000 itens.

Feliz aniversário, nosso eterno e querido Jeca Tatu, Amácio Mazzaropi!

Brasileiro de 21 anos é aprovado pra advogar no EUA

No dia 15 de abril, a Corte Suprema de Nova York vai receber o juramento de um dos advogados mais jovens já credenciados no Estado. Ele é o brasiliense Mateus de Lima Costa Ribeiro, de 21 anos, aprovado em exame do New York State Bar Association — equivalente à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A dedicação de Mateus começou cedo. Com o incentivo dos pais — dois advogados — ele passou no vestibular da Universidade de Brasília (UnB), para o curso de Direito, aos 14 anos. Com 18 anos, ele se formou, e ficou conhecido como o mais jovem a ser aprovado para a OAB e também a fazer sustentação perante o Supremo Tribunal Federal (STF).

Brasil deve cair para 13° em ranking das maiores economias, aponta FMI

O Brasil deverá cair mais uma posição na lista das maiores economias do mundo em 2021. Levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating, a partir das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia global, mostra que o país deverá ser ultrapassado pela Austrália e deverá encerrar o ano que vem como a 13ª maior potência econômica do mundo.

Os dados do novo relatório do FMI confirmaram que economia brasileira caiu 3 posições em 2020, para a 12ª colocação, após o tombo histórico de 4,1% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano passado, como já apontado em ranking divulgado em março pela Austin Rating.

No ano passado, a economia brasileira foi superada por Canadá, Coreia e Rússia, considerando o PIB dos países em valores correntes, em dólares. Entre 2010 e 2014, o Brasil se manteve na 7ª posição. No pior momento, em 2003, ficou na 14ª posição. O ranking da Austin Rating faz o comparativo das maiores economias do mundo desde 1994.