MULHERES DO ALEGRE …para Dona Diná e suas filhas Jú e Jô

Dona Diná

Visitei uma fazenda
Nas ribanceiras de Condeúba
Onde abunda mulher brava
Que se não gostar esmurra

Nunca esmorecem
Não tem rojão que espante
Tiram carro do atoleiro
Com riso frouxo brincante

O oitão das suas terras
Demarcaram na bala
E com a ponta da peixeira
É que raspam marmelada.

Autor: Luiz Carlos Prestes Filho
Condeúba, 13.09.2026.

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