Arquivo da tag: Artigo

Jacaraci/BA.: MELHORIAS NA SEDE

Por Thiago BragaConhecemos, ontem, Centro de Apoio ao Estudante e Casa do Idoso que funcionam anexo. Um prédio bem construído, seguindo normas de segurança, higiene e responsabilidade patronal. Espaço de mais ou menos 100 m2 que abriga salas, escadas, pilares, banheiros, caixas de luz, (dentro) e vão livre, quintal murado, (fora), além de guarita para controle de acesso de pessoas e veículos no local.

Dispõe de “mini – biblioteca”, com kit de livros, mesário, estantes, monitores (LED), porta – lápis, entre outros. A parte de acolhimento dos idosos, mantêm serviço de qualidade, unindo o “útil ao agradável”, na arte de ajudar o próximo. Este ponto, fica na mesma calçada da AABB, no alto da Vila Recreio.

CONDEÚBA – 158 ANOS: Professor Agnério Evangelista de Sousa

Prof. Agnério Evangelista

Prof. Agnério mostrando a capa do seu livro, Condeúba sua História seu povo

A cidade completa 158 anos de emancipação política. Como era Santo Antônio da Barra em 1961? A Irmandade do Santíssimo Sacramento completou 174 anos de existência. Como era o Povoado em 1861. A Igreja Matriz foi abençoada pelo Padre José Nunes em 10 de julho de 1783. Lá se vão 236 anos. Claro que ainda não era o imponente templo de hoje. E aqueles fósseis de escravos sepultados no fundo da igreja? Será que já fomos uma aldeia indígena? Estudiosos afirmam que não, porém temos vários reminiscentes indígenas em nosso meio; assim como os quilombolas provam a existência da vida escrava em nosso município.

Cidade pequena de município grande. Já foi a 10ª mais importante no ranking estadual, no século XIX. Possuía enorme território e grande população. Quanta beleza natural ainda tem o município! Quanta grandeza em seus monumentos arquitetônicos! A Igreja Matriz, o Paço Municipal, o Casarão… Era aqui a sede com poucas residências até 1967, porque aqui estava centralizado o principal empório comercial, a sede da Comarca com Juiz de Direito e Promotor Publico. Havia os cartórios com seus escrivães. A força pública com delegado, soldados e cadeia. O pároco para toda a freguesia morava aqui.

Depois veio a enchente de 1968. Parte da cidade foi destruída. Começa a reconstrução, ruas novas se abrem, surge o bairro do Divino, do São Vicente, do São Francisco. Aumentam o número de escolas, de casas comerciais. No entanto, desaparece o Clube Social, a Filarmônica Santa Cecília. O DNOCS constrói o Açude Champrão que é a redenção do povo condeubense e de seus vizinhos.

Ninguém se esquece de Políbio Carvalho, Antonio Andrade, Antônio Terêncio. Das noites de lua cheia e das belas serenatas com radiola carregada pelas ruas do centro por Lindauro. Do bar de Tuzinho, do jogo de bola nas disputas Condeúba X Jacaraci. Condeúba hoje vive na esperança de melhores dias para a sua juventude, porque temos de confiar no amanhã. Que nossos jovens estejam longe das drogas, da deseducação e da falta de perspectiva.

A terceira idade vive bem com sua pequena aposentadoria, mas dançando, cantando e se alegrando todas as segundas-feiras. Isto é muito bom, porque quem já muito trabalhou, esforçou-se para educar os filhos e dar conta da família, merece a recompensa ainda nesta vida. Parabéns, minha terra!

Espinhaço de gato

Por Nando da Costa Lima


Não era de hoje que Climério procurava Vitalino, já tinha rodado meio mundo atrás de um curador retado como aquele. Climério era um homem rico e místico, tinha herdado aquilo do pai. O dinheiro ele jogou todo fora fazendo feitiço pra enricar mais ainda, só ficou um alqueire de terra, a sede e uma meia dúzia de guias espirituais que ele ainda conseguia sustentar. Não dava um passo sem consultar estes guias foram eles que indicaram o curandeiro Vitalino como a única solução para aquele problema… era ele que ia ajudar Climério abrir o cofre da prefeitura e recuperar as escrituras dos terrenos que lhe foram tomados. Aquilo nem podia ser considerado roubo, mas para isso era preciso a orientação de um curandeiro de respeito. Vitalino era uma peça rara, além de saber todo tipo de “livusia” ainda “invurtava”, morava socado no meio duma mata onde só ia quem queria algum compromisso com o “tinhoso” e olha que muita gente voltou no meio do caminho. Mas os que lá chegaram acabaram firmando compromisso, teve até conquistense que se deu bem com as garrafadas de Vitalino. Continue lendo Espinhaço de gato

ELEIÇÕES MUNICIPAIS-2020: A DURA REALIDADE DOS PEQUENOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS

Por Antônio Santana

Professor e Poeta Antônio Santana

No próximo ano a história parece se repetir, será um ano de eleições municipais para eleger vereadores (as) e prefeitos ( as) nos 5.570 municípios do Brasil.

É um momento eleitoral diferente das eleições presidenciais, gerais e convencionais que ocorreram em nosso País. A população brasileira de modo geral, em cada um dos municípios em participar, precisa fazer uma breve reflexão acerca das escolhas democráticas pela opção de candidatos ( as) que de fato reúnam habilidades e competências para assumirem as respectivas funções as quais pretendem concorrer em 2020.

Entretanto, a responsabilidade do e com o município não é somente dos políticos, mais também de nós que somos cidadãs e cidadãos da sociedade. Por isso, é de grande importância para o eleitor ( a) não eleger pessoas que não apresentam nenhum preparo intelectual, moral, ético e espiritual para exercer os cargos públicos de tamanha grandeza para o seu município ou a sua cidade.

Infelizmente, as nossas cidades têm sofrido muito nos últimos anos pelas nossas péssimas escolhas para o Poder Legislativo Municipal. Votamos em vereadores ( as) que não tem a menor condição de nos representar no parlamento. São vereadores ( as) semianalfabetos ( as) que não representam nem a eles ( as) mesmos ( as) quanto mais os seus munícipes, e assim temos um retrato das nossas cidades desestruturas por cair nas mãos de pessoas despreparadas para tais funções.

Nós, somos co-responsáveis pelo sucesso ou pelo insucesso dos nossos municípios, desde que votamos de forma responsável ou irresponsável em candidatos (as) sem compromisso com o bem comum. E para isso, não precisamos mergulhar na história da política do Brasil, que os exemplos de maus políticos estão em evidência.

PENSEM NISSO!

Antônio Santana,
Professor, escritor e poeta.
Condeuba – Bahia.

OLIMPÍADA DE LÍNGUA PORTUGUESA

Por Thiago Braga

Foi anunciada, a pouco, a esperada Olimpíada de Língua Portuguesa, sem dúvida, oportunidade para alunos e professores da rede pública colocarem suas ideias no papel. Este ano a frase é “escrevendo o futuro”. Inscrições abertas no período de 21/02 à 30/04 no site. Há informativo explicando passo a passo sobre o que “deve ou não ser feito” na elaboração dos trabalhos. Une capricho, gestão de tempo e objetividade.

Cada escola, por certo, prima pela excelência no ensino. Alunos e professores podem se preparar juntos para “tirar de letra” no dia do teste. Esta iniciativa, adotada pelo MEC, visa incentivar o gosto pela leitura sob três olhares: pensamento livre, responsabilidade e cidadania. Quer apresentar o chamado “rendimento escolar”, cuja impressão, boa ou ruim, deve apontar, em tempo real, a “educação de agora”. Mostra aquilo que é oferecido nos livros didáticos e, é claro, as experiências vividas em sala de aula.

A 6ª edição da olimpíada deseja traçar o perfil do estudante brasileiro. Com isso, a proposta fica ainda mais interessante, quando o assunto é produção de texto, desenvolvido de acordo a criatividade do (a) participante. Em linhas gerais, incentiva o uso da escrita e a partilha do estudo do idioma. Lembrando ser esta, a tônica da presente atividade: “ler por prazer”. Dito isso, é possível enxergarmos a realidade de perto: “a escola que temos e/ou queremos ter”.

A blasfêmia de Jair Bolsonaro: que “Deus” acima de todos?

Por Leonardo Boff

A blasfêmia de Jair Bolsonaro: que “Deus” acima de todos?
Que Deus é esse que o leva a tirar direitos dos pobres, a privilegiar as classes abastadas, a humilhar os idosos, a rebaixar as mulheres e a menosprezar os camponeses, sem perspectiva de uma aposentadoria ainda em vida?

Foto: Agência Brasil/Alan Santos

Não queria ter escrito este artigo. Mas a aguda crise política atual e o abuso que se faz do nome de Deus provocam a função pública da teologia. Como qualquer outro saber, ela possui também a sua responsabilidade social. Há momentos em que o teólogo deve descer de sua cátedra e dizer uma palavra no campo do político. Isso implica denunciar abusos e anunciar os bons usos, por mais que esta atitude possa ser incompreendida por alguns grupos ou tida como partidista, o que não é.

Sinto-me, humildemente, na tradição daqueles bispos proféticos como Dom Helder Câmara, dos Cardeais Dom Paulo Evaristo Arns (lembremos o livro que ajudou a derrocar a ditadura “Brasil Nunca Mais”) e de Dom Aloysio Lorscheider, do bispo Dom Waldir Calheiros e de outros que, nos tempos sombrios da ditadura militar de 1964, tiveram a coragem de erguer a sua voz em defesa dos direitos humanos, contra os desaparecimentos e as torturas feitas pelos agentes do Estado.

Vivemos atualmente num país dilacerado por ódios viscerais, por acusações de uns contra os outros, com palavras de baixíssimo calão e por notícias falsas (fake news), produzidas até pela autoridade máxima do país, o atual presidente. Com isso ele mostra a falta de compostura em seu alto cargo e das consequências desastrosas de suas intervenções, além dos despropósitos que profere aqui e no exterior.

Seu lema de campanha era e continua sendo “Deus acima de todos e o Brasil acima de tudo”. Precisamos denunciar a utilização que faz do nome de Deus. O segundo mandamento divino é claro de “não usar o santo nome de Deus em vão”. Só que aqui o uso do nome de Deus não é apenas um abuso mas representa uma verdadeira blasfêmia. Por que? Continue lendo A blasfêmia de Jair Bolsonaro: que “Deus” acima de todos?

O voto é dado para um mandato e não por um momento

Por Oclides da Silveira

Oclides Ribeiro da Silveira é jornalista da Folha de Condeúba

A organização da sociedade passa por três importantes e necessários pilares que são: Executivo, Legislativo e Judiciário, os quais estão instalados nas três esferas, Municipal, Estadual e Federal. Tudo que a sociedade faz, está intrinsecamente subornado a esses três Poderes.

Vamos as funções de cada Poder, iniciamos pelo Executivo, esse tem o direito e o dever de executar, fazer tudo aquilo que a sociedade precisa de forma coletiva. Porém, para tais execuções, é preciso que o Poder Legislativo faça as Leis e que autorize a execução das reivindicações do povo. Para que isso aconteça, o Poder Legislativo depende do Poder Judiciário, para dar legalidade nas aprovações dos Projetos de Leis que as Câmaras e Assembleias vão aprovar e autorizar o Poder Executivo executar.

Portanto, ai está a importância de cada pilares desses Poderes que desenvolvem um papel fundamental para organizar as sociedades. Eles tem a predisposição de funcionar independentes, porém, de forma harmônica, ou seja, um Poder respeitando as margens do outro.

Mas vamos nos a ter neste artigo, unicamente sobre o Poder Legislativo e sua fundamental importância, especialmente nos pequenos municípios como Condeúba, onde a Câmara Municipal além de exercitar o Poder Legislativo, desenvolve também um verdadeiro papel social, por isso, a chamamos de “Casa do povo”.

Nossa Câmara é composta de 11 vereadores que são eleitos de forma democrática há cada 4 anos. Entre eles, é eleita uma mesa diretora a cada dois anos, que é composta de Presidente, vice-Presidente, 1º Secretário e 2º Secretário, os quais administram o Legislativo. O Poder Legislativo está amparado por Leis maiores como a Constituição Federal e a Estadual entre outras Leis, além da Lei Orgânica do Município e do Regimento Interno da própria Câmara. Ali está instalado o Parlamento, onde recebe e apoia o povo em todas as suas circunstâncias.

Às vezes nos deparamos com transeuntes fazendo críticas degenerativas e generalizadas aos parlamentares. Não sabendo eles que aquele parlamento representa a verdadeira cara da sociedade condeubense. Num entanto a maioria das pessoas que fazem essas críticas, não fazem a verdadeira reflexão sobre o seu voto, de que forma foi dado a determinado vereador e com que objetivo. Via de regra, os votos são dados a determinado vereador ou outros cargos eletivos qualquer que seja, visando exclusivamente interesse pessoal ou de pequenos grupos.

Assim sendo, é que temos visto e acompanhado em todas as legislaturas, bons e não tão bons parlamentares. Haja vista, o alto percentual de mudanças dos vereadores nas últimas eleições. Isso só vai mudar a partir do momento em que as pessoas passarem a votar no candidato por conta da capacidade do mesmo e acompanhar o seu mandato, participando ativamente de suas ações, pois, o voto não termina na urna, ele começa na urna. O povo tem que aprender a não votar por interesse individual, mas sim, votar em candidatos que tenham projetos visando o interesse coletivo, tenho dito.

O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosos das repartições publicas.

O Ministério Público Federal de São Paulo ajuizou ação pedindo a retirada dos símbolos religiosos das repartições publicas.

Pois bem, veja o que diz o Frade Demetrius dos Santos Silva: ” Sou Padre católico e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo, por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas…

Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião. A Cruz deve ser retirada!

Aliás, nunca gostei de ver a Cruz em Tribunais, onde os pobres têm menos direitos que os ricos e onde sentenças são barganhadas, vendidas e compradas.

Não quero mais ver a Cruz nas Câmaras legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.

Não quero ver, também, a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são constrangidos e torturados.

Não quero ver, muito menos, a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas pobres morrem sem atendimento.

É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa a sórdida política brasileira, causa das desgraças, das misérias e sofrimentos dos pequenos, dos pobres e dos menos favorecidos “.

Frade Demetrius dos Santos Silva.
* São Paulo/SP

ÍNDIO PASSA A TER OS MESMOS DIREITOS DO CIDADÃO COMUM

Por Thiago BragaFaz longo tempo que o índio, considerado “ser da natureza”, tem direito assegurado por lei, de cultivar a terra onde nasceu, se criou e vive. Ele (a) trabalha no arado da forma que bem entende, “sem prestar contas a ninguém” sendo, apenas, assistido pela FUNAI. O “pele vermelha” tem liberdade de escolha, no tocante à assuntos de ordem pessoal, familiar e social. “Dono da terra” para sempre? Segundo texto legal, homem/mulher indígena dispõe dessa prerrogativa, pois aquilo que é “solo sagrado” se torna zona de proteção por parte do órgão fiscal. Num primeiro momento, inserido na sociedade moderna. Lembrando, é claro, de sua presença na história épica.

Mas, agora, a conversa é outra. Para o novo governo (Bolsonaro 2019), índio merece o mesmo tratamento do homem branco. Precisa, porém, “andar sem guia”, face à sua capacidade de pensar, agir e treinar as próprias habilidades: mão de obra, técnicas de uso de recursos, prática de esportes, (opcional). Onde e como? Recebendo o devido apoio do ente público. Acesso a saúde (serviço bucal, exames, retirada de remédios na farmácia popular), educação, transporte, moradia, dentre outros. Nada de privilégio no sentido de mandar e desmandar em grandes terrenos, muita das vezes, sem serventia, sendo que o mesmo não adquiriu por compra ou permuta, carecendo, sobretudo, desta atividade meio (comércio). “Cai em si”, entendendo o que é contrato, alqueire, braça de terra, sistema de irrigação, imposto de renda, além de outros. É possível sanar dúvidas e buscar soluções para casos desta natureza. O que vale é a informação levada a sério.

Em outras palavras, índio não deve viver isolado, em aldeias ou reservas ambientais mas, “ser visto como gente”, educado e pronto para servir seu país. Deve aprender cantar o hino, conhecer a Constituição Federal, frequentar a cidade, votar no dia do pleito, possuir caderneta de vacinação, etc. Caçar e pescar? Existem outros desafios que requer força física, aptidão e auto – conhecimento. Tal pensando em nada desvaloriza a figura do índio, uma vez respeitado, dentro do território pátrio. “Ir e vir”, com plena certeza de chegar em casa, fazer compras (dinheiro em espécie), dirigir automóvel, “pôr carta” no correio… No entanto, sua cultura precisa manter – se de pé, como arte, costumes, linguagem, culinária e outros. “Um pouco de cidadania não faz mau a ninguém”.

JACARACI NO RUMO CERTO

Por Thiago Braga

Thiago Braga – Colunista da Folha de Condeúba

Quem conheceu Jacaraci, anos atrás, sequer imagina o crescimento da cidade, antes “encolhida” no meio dos altos e baixos do vale. Agora se mostra com outra cara, a começar pela antena de telefonia móvel vista desde o “pé da serra”. O bairro Bom Jesus tomou parte do grande terreno que, dividido em lotes, deu lugar à residências, ruas e travessas. Veio de lá para cá, fazendo “zig zag”, ocupando espaço e querendo ir mais longe, sem se perder no verde da floresta.

Por conta da mão de obra e, é claro, o desejo natural dos cidadãos em adquirir sua “casa própria”, quadras e mais quadras foram abertas no chamado desenvolvimento urbano. Modelo de organização que segue a risca o Código de Posturas do Município.

O centro velho, formado por belas construções dos anos 40 e 50, oferece – nos um panorama do “tempo que passou”. Passou, deixando gratas lembranças como a primeira pensão, a antiga boate, (hoje drogaria), o correio (telégrafo reformado), a morada do padre, dentre outros. O “cheiro de mato” vindo do capão florido no fundo da Escola Anísio Teixeira, além das árvores de sombra cercando o Banheiro Público. O calçamento de pedra bruta, trabalho feito por homens de braço forte e picareta nos ombros, rende elogios do visitante. Cada praça parece um livro aberto onde as cores salta – nos aos olhos, cheia de boas energias. A natureza sorrir, pedindo para ser protegida, pois não nega nada ao admirador (a) do meio ambiente. Água cristalina para encher a mão e lavar o rosto, na famosa “bica”, ou passeio pela “virada do cigano”.

O silêncio de dias comuns, nada mais é, que a melhor oferta para o descanso e tranquilidade, diante da paisagem agrícola. Parece novela? Não, pura realidade. O município contempla riquezas como a Areia Branca, o Rio da Passagem, Morro do Chapéu, etc. Do calor excessivo ao plantio de palma e a produção de queijo artesanal. Safra: arroz, milho, feijão catador, banana da prata, cajú, melancia, mamona, além de outros. Em vista disso, traz o retrato vivo daquela agro – vila, ainda “apagada” no mapa, hoje ponto de turismo para gente vinda de outros estados. O traço moderno da nova Jacaraci depreende novidades, no qual citamos algumas: lojas, restaurantes, papelarias, academia popular, centro de convivência de idosos, quiosques e parada de ônibus.