Um ano sem justiça: Assassinato de Arlindo Firmo de Brito segue impune na Bahia

Há um ano, a comunidade quilombola de Tamboril, no município de Condeúba, no sudoeste da Bahia, vive um luto que não cessa. O líder quilombola e agente de saúde Arlindo Firmo de Brito, de 60 anos, foi brutalmente assassinado a tiros na porta de sua casa, na tarde do dia 8 de outubro de 2024. Desde então, a família e os moradores da comunidade seguem cobrando respostas das autoridades.
Ele era uma figura respeitada e querida por todos. Atuava há décadas na área da saúde e na defesa dos direitos da população quilombola. Seu trabalho era reconhecido por promover o cuidado coletivo e lutar pela melhoria das condições de vida da comunidade Tamboril.
O principal suspeito do crime, Wilson Pereira Pardinho, foi identificado pela Polícia Civil, mas segue foragido. Um ano após o assassinato, nenhuma prisão foi realizada e o inquérito não teve desdobramentos públicos. O silêncio e a lentidão das investigações têm gerado indignação e sentimento de abandono entre os familiares e amigos.
Fonte: Conaq


