CIRCO ESCOLA

Por Thiago Braga

Desde cedo aprendemos a regra “brincar de brincar”. Como? Observando tudo à nossa volta, criando gosto pelo ambiente sadio, limpo e agradável. Coisa de criança? Não, de pessoa civilizada e bem educada. Lembrando ser a infância o período que se pode construir “castelos de areia”. A escolha da boneca, do ursinho de pelúcia, da bola, do carrinho de plástico. Uma larga influência que, por certo, há de refletir na futura personalidade.

A título de ilustração, podemos citar as companhias de circo, “sempre” a serviço do humor. Trabalho artístico que faz a junção entre o sonho e a realidade num único lugar. Opera, de forma positiva, no imaginário popular. Espécie de “fio condutor” que nos liga ao universo da fantasia. Transmite o “recado” por onde passa, nunca deixando o público fadado ao esquecimento. Inova, ajusta, mantém viva a tradição circense. Qualidade esta, que não tem preço.

Por esse motivo, o circo implementa a educação de crianças, jovens e adultos. Possui presença robusta no cenário nacional. Embora tenha enfraquecido um pouco, em virtude do progresso, vemos a “arte que nunca sai de moda”. Razão que o torna condignamente aceito no dia a dia dos (a) brasileiros (a). A tenda multicor cercada de brilho e alegria. Acessível ao cidadão de baixa renda. Presente “caro” para a sociedade exigente. Saibamos, pois, valorizá – lo!

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Redação

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