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Mais de 31 milhões de brasileiros sofrem com enxaqueca

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Muita gente provavelmente já sentiu uma dor de cabeça e em seguida tomou um analgésico. Portanto, essa medida não adianta muito, para mais de 31 milhões de brasileiros que convivem atualmente com enxaqueca crônica. Segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 15% da população brasileira, a maioria entre 25 e 45 anos convive com a doença. Ainda de acordo com a OMS, a enxaqueca é a sexta doença mais incapacitante do mundo.

No Brasil, é estimado que apenas 56% dos pacientes com enxaqueca procuram atendimento e, destes, apenas 16% se consultam com especialistas em cefaléias, popularmente conhecida como “dor de cabeça”. Um estudo feito em duas Unidades Básicas de Saúde (SUS) encontrou prevalência de 45% de enxaqueca nos pacientes com queixa de cefaléia.

De acordo com a OMS, quando se trata de crianças, a doença atinge entre 3% a 10% desse público, afetando igualmente ambos os sexos antes da puberdade. Após essa fase, o predomínio é no sexo feminino. Entre as mulheres, o problema chega atingir 25%, mais que o dobro da prevalência entre os homens, segundo o Ministério da Saúde.

A enxaqueca é facilmente confundida com uma dor comum. Mas, de acordo com a Academia Americana de Neurologia, não é necessário passar por exames de imagem para o diagnóstico. Basta preencher os critérios que identificam a enxaqueca para que o tratamento possa ser iniciado.

OMS alerta para crescimento de casos de câncer

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que os casos de câncer aumentarão cerca de 81% nos países em desenvolvimento até 2040. A principal causa é a falta de recursos destinados à prevenção. Em um comunicado divulgado na segunda-feira, a ONU alerta que se as tendências atuais se mantiverem, o mundo registrará um aumento global de 60% dos casos de câncer nas próximas décadas.

Em 2018, a OMS contabilizou 18,1 milhões de novos casos da doença, e a organização estima que esse número chegue a algo entre 29 e 37 milhões até 2040. Nos países em desenvolvimento, que possuem as maiores taxas de mortalidade, deverão registrar o maior aumento: 81%, segundo as projeções.

De acordo com a OMS, essa situação é explicada porque esses países tem destinado recursos limitados à saúde pública, principalmente na prevenção de doenças infecciosas e na melhora da saúde da mãe e do bebê, além de que os serviços sanitários não estão equipados devidamente para prevenir, diagnosticar e tratar os cânceres.

A OMS apresenta uma lista de medidas que permitem prevenir novos casos de câncer, como a luta contra o tabagismo, a vacinação contra Hepatite B para prevenir o câncer de fígado e a vacinação contra o papilomavírus humano (HPV), responsável pelo câncer de colo de útero.

O documento aponta que as medidas têm feito com que haja remissão no número de mortes por câncer, mas essa queda é registrada principalmente nos países ricos.

Locutor Asa Branca morre aos 57 anos

Morreu famoso locutor de Rodeio Asa Branca aos 57 anos

O locutor Asa Branca morreu nesta terça-feira (4), aos 57 anos de idade, após sua batalha contra o câncer na mandíbula. Ele estava internado no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, em São Paulo, desde o sábado (25), com saturação de oxigênio muito baixa e fortes dores na região dos tumores. Desde domingo (2), Asa não se alimentava mais nem por sonda. Ele também não reconhecia mais familiares e amigos.

ASA BRANCA
A morte de Asa Branca foi confirmada por sua família por meio de um comunicado enviado à imprensa. “É com muito pesar que informo a todos o falecimento do nosso querido Waldemar Ruy Asa Branca dos Santos. Em breve, mais informações”. Além disso, o comunicado incluiu uma frase do locutor: “Nunca abandone um amigo, independente de sua situação”. Continue lendo

INSS começa a pagar benefícios acima de 1 salário mínimo com correção de 4,48%

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a pagar nesta segunda-feira (3) aposentadorias, pensões e outros benefícios referentes a janeiro com valores superiores ao salário mínimo, com correção de 4,48%. Os benefícios com valor equivalente a um salário mínimo já começaram a ser pagos na semana passada.

Os beneficiários que recebem um salário mínimo tiveram reajuste nos valores referentes a janeiro, de R$ 998 para R$ 1.039 – e terão nova correção nos benefícios de fevereiro, que serão pagos entre os dias 19 do mesmo mês e 3 de março. Isso porque o salário mínimo sofreu novo reajuste, para R$ 1.045, válido desde o último sábado (1º).

O objetivo do novo reajuste é evitar perdas inflacionárias. Ao fixar o valor do salário mínimo em R$ 1.039, o governo se baseou na projeção do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor do ano passado. O INPC serve de base para o cálculo do salário mínimo.

Número de estados com mais aposentados que servidores na ativa dobra em dois anos

São pelo menos dez, incluindo o Rio. Aprovar reformas nas previdências estaduais é crucial para reequilibrar as contas.

Por Silvia Amorim

SÃO PAULO – A deterioração das contas previdenciárias estaduais avançou em ritmo acelerado nos últimos dois anos. Entre 2017 e 2019, dobrou o número de estados com mais aposentados e pensionistas do que servidores da ativa em seus regimes próprios de Previdência. Pelo menos dez chegaram ao fim do ano passado nessa situação. Em 2017, eram apenas cinco, conforme pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre/FGV).

O Rio Grande do Sul é o caso mais extremo: há 2,9 aposentados e pensionistas para cada servidor da ativa. Há dois anos, Rio, Minas Gerais, Santa Catarina e Espírito Santo também já tinham mais inativos que servidores trabalhando, segundo o Ibre.

Entenda: Por que o INSS tem uma fila de quase 2 milhões de pedidos de aposentadoria à espera de concessão.

De 2018 para cá, ingressaram no grupo Goiás, Ceará, São Paulo, Pernambuco e Sergipe, de acordo com dados obtidos pelo GLOBO junto a governos estaduais. O cenário pode ser ainda pior porque a consulta limitou-se aos estados que estavam próximos a inverter a relação entre inativos e ativos em 2017. Continue lendo

48% dos brasileiros não controlam o próprio orçamento

Tags:Notícias Da CDL
Mesmo entre os que controlam finanças, apenas um terço planeja o mês com antecedência. Consumidor tende a anotar gastos fixos, mas deixa gastos extras em segundo plano; 39% passaram a controlar mais as finanças após ‘nome sujo’

Capacidade de planejamento, autocontrole e disciplina são palavras essenciais quando o assunto é manter a situação financeira em equilíbrio. O problema é que são poucos os brasileiros que admitem ter disposição para organizar suas finanças com regularidade. Um levantamento feito em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que quase metade (48%) dos consumidores brasileiros não controla o seu orçamento, seja porque confiam apenas na memória para anotar despesas (25%), não fazem nenhum registro dos ganhos e gastos (20%) ou delegam a função para terceiros (2%). Continue lendo

Novo valor do salário mínimo começa a vigorar

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Começou a vigorar no último sábado (1) o novo valor do salário mínimo. A medida provisória que fixa em R$ 1.045 o salário mínimo foi publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira (31). De acordo com a MP, o valor diário do salário mínimo ficará em R$ 34,83; e o valor por hora, em R$ 4,75.

Estimativas divulgadas pelo governo apontam que cada R$ 1 a mais no salário mínimo resulta em um aumento de R$ 355,5 milhões nas despesas públicas. Ao todo, o reajuste do salário mínimo de R$ 1.039 para R$ 1.045 terá impacto de R$ 2,13 bilhões para o governo neste ano. Isso porque o mínimo está atrelado a 80% dos benefícios da Previdência Social, além de corrigir o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o abono salarial e o seguro-desemprego, entre outros.

Além disso, há um impacto de R$ 1,5 bilhão decorrente da elevação do valor do salário mínimo em relação ao valor original enviado no Orçamento de 2020, de R$ 1.031. Até o ano passado, a política de reajuste do salário mínimo, aprovada em lei, previa uma correção pela inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país).

Esse modelo vigorou entre 2011 e 2019. Porém, nem sempre houve aumento real nesse período porque o PIB do país, em 2015 e 2016, registrou retração, com queda de 7% nos acumulados desses dois anos.

Renda do trabalhador só deve começar a crescer em 2021

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O aperto financeiro sentindo no bolso do trabalhador durante todo o ano de 2019 foi confirmado pelos números divulgados nesta sexta-feira, 31, pelo IBGE. O rendimento médio real, descontada a inflação, ficou em 2.340 reais no último trimestre de 2019, praticamente estável, com pequena alta de 0,4%, em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).

A retomada ainda tímida da economia brasileira, a pressão da inflação no final do ano e a volta ao mercado de trabalho das pessoas que tinham desistido de procurar emprego (os chamados desalentados) impediram um ganho do rendimento. “A aceleração da inflação nos últimos meses do ano, pressionada pelo aumento dos preços das carnes, acabou corroendo o poder de compra dos salários”, afirma Daniel Duque, economista e pesquisador do FGV Ibre. Além disso, quando os desalentados voltam ao mercado, eles entram com salários mais baixos.

A retomada dos salários ainda deve demorar para acontecer. “Quando a atividade econômica começar a ficar mais aquecida e o ritmo de contratações pelas empresas acelerar, aí sim, a renda poderá ensaiar uma recuperação”, afirma Camila Abdelmalack, economista-chefe da Veedha Investimentos.

Mesmo que as contratações comecem nos primeiros meses do ano, elas serão ainda com salários menores. “Esse resultado de aumento do rendimento só é esperado para começar a aparecer a partir do final de 2020 e mais forte em 2021”, diz Duque.

Golpe no WhatsApp atinge 1 milhão no Brasil e promete cupom de R$ 350 no Bolsa Família

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Um novo golpe que circula no WhatsApp atrai vítimas usando como pretexto um falso cupom de material escolar supostamente ligado ao Bolsa Família. Segundo o laboratório de segurança digital dfndr lab, da PSafe, os links que acompanham a mensagem já foram acessados por mais de 1 milhão de pessoas desde o dia 15 de janeiro, quando foram detectados pela primeira vez.

O número equivale a uma média de 70 mil novos usuários afetados por dia. Em comunicado, a Secretaria Especial de Desenvolvimento Social informou que a informação é falsa. O ataque é direcionado a beneficiários do programa social e se aproveita do período de volta às aulas de 2020 para prometer um vale de R$ 350. “BOLSA ESCOLA 2020:

Quem tem Bolsa Família o Governo Federal está dando um bônus de até R$350,00 para comprar material escolar 2020. Confira se você tem direito ao benefício”, diz a mensagem que circula pelas redes. A Secretaria Especial de Desenvolvimento Social emitiu comunicado alertando que a informação é falsa.

Há um Projeto de Lei que prevê um benefício semelhante, mas que se encontra em tramitação — ou seja, ainda não foi aprovado. A nota oficial disse também que “na página do Ministério da Cidadania há informações atualizadas sobre o Programa Bolsa Família e sobre outros programas sociais do Governo Federal”.

De acordo com o Tech Tudo, o golpe segue o padrão de outras fraudes semelhantes que costumam se alastrar pelo WhatsApp. O usuário recebe uma mensagem que busca pescar a atenção do usuário oferecendo o suposto voucher de R$ 350 para compra de materiais e traz um link. Ao clicar, a pessoa é levada para uma página externa em que o ataque é, de fato, realizado.

As vítimas são levadas a responder um questionário de três perguntas, com as questões “Você já tem o Bolsa Família?”, “Você está com seu cadastro em dia?” e “Possui cartão cidadão para realizar o saque do benefício?”. Independentemente das respostas dadas, a página diz confirmar a existência do suposto benefício, mas, para liberá-lo, exige que a pessoa compartilhe o link com seus contatos. Esse tipo de estratégia é sempre realizado com o objetivo de proliferar o ataque rapidamente.