“Os Professores são as pessoas mais necessárias e úteis da terra”

 Por Clara Dawn

Clara Dawn, psicopedagoga

Os professores são as criaturas mais necessárias e úteis da Terra. Deviam ser tratados com muito respeito e deferência. O professor sabe que sua missão é ensinar, compartilhar conhecimento, propagar informação, fazer o outro crescer, mostrar caminhos, dar as mãos, conduzir ao desejo e ao encantamento pelo saber, pelo pensar, criar vínculos, se aproximar e compreender o outro. Para que isto funcione bem, faz-se necessário estabelecer, além da didática, uma pedagogia do amor muito mais complexa que não exige apenas seu desenvolvimento cognitivo, mas também suas habilidades socioemocionais oriundas de boa saúde mental.

Uma pesquisa realizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com mais de 100 mil professores e diretores de escolas do segundo ciclo de ensino fundamental, revela que o Brasil é o país que tem o maior índice de violência contra professores; péssimas condições de trabalho; carga horária excessiva; baixa remuneração; sem investimentos na formação continuada e total descaso com a saúde mental.

A enquete foi feita com 34 países e constatou que 12,5% dos professores brasileiros já foram vítimas de agressões verbais ou intimidação de alunos pelo menos uma vez na semana. Por que precisamos urgentemente nos preocupar com a saúde mental dos professores e lutarmos por políticas públicas que priorizam a educação? Continue Reading

Bandeira tarifária segue verde em março e conta não terá cobrança extra

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (28) que manterá no mês de março a bandeira tarifária na cor verde, sem cobrança extra na conta do consumidor. A bandeira foi a mesma aplicada em fevereiro. De acordo com a agência, a decisão de manter a bandeira na cor verde se deve a recuperação nos níveis dos reservatórios em virtude do volume razoável de chuvas no mês de fevereiro.

Segundo a agência, o volume de chuvas refletiu-se na redução do preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) e dos custos relacionados ao risco hidrológico (GSF). O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada. Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica.

O funcionamento das bandeiras tarifárias tem três cores: verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2), que indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

O acréscimo cobrado na conta pelo acionamento da bandeira amarela passou é de R$ 1,34 a cada 100 kWh consumidos. Já a bandeira vermelha patamar 1, o valor a mais cobrado é de R$ 4,16 a cada 100 kWh e no patamar 2 da bandeira o valor é de R$ 6,24 por 100 kWh consumidos. A bandeira verde não tem cobrança extra.

Número de mortes nas estradas federais triplica durante carnaval 2020, aponta PRF

O número de mortes decorrentes de acidentes nas rodovias federais que cortam a Bahia triplicou durante o carnaval deste ano, em comparação ao mesmo período de 2019. Os dados da Operação Carnaval, iniciada na sexta-feira (21) e encerrada na noite de quarta-feira (26), foram divulgados na quinta (27), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Conforme detalhou a PRF, no período da ação, foram registradas nove mortes, enquanto no período da folia no ano passado foram três óbitos.

Outro dado que aumentou foi o de número de acidentes nas rodovias baiana. Durante o carnaval deste ano, a PRF registrou 61 acidentes. No ano passado foram 52. Desse total, 26 ocorrências foram graves e 89 pessoas ficaram feridas.

Nos seis dias de operação, a PRF autuou 2.296 condutores cometendo ultrapassagens proibidas, infração que lidera o ranking do órgão.

Foram fiscalizados 11.704 veículos e 13.974 pessoas no período da operação. Também foram realizados 10.330 testes do bafômetro, com 328 casos de pessoas que dirigiram sob efeito de bebida alcoólica.

Comparado ao carnaval de 2019, houve aumento de 10% dos casos de alcoolemia, tendo em vista que no ano anterior foram 294 autuados. A infração é gravíssima e a multa é de R$ 2.934,70.

Durante as fiscalizações, a PRF também emitiu 73 autos de infração para motociclistas sem capacete e 7 motoristas foram flagrados manuseando aparelho celular. Quando o alvo das fiscalizações foi o condutor ou passageiro sem cinto de segurança, 539 autos foram emitidos, contra 405 em 2019.

A PRF informou que focou a fiscalização, principalmente, no combate a condutas como: excesso de velocidade, embriaguez ao volante e as ultrapassagens proibidas.

Enfrentamento à criminalidade

Durante os seis dias da operação, a PRF na Bahia recuperou 27 veículos e 72 pessoas foram detidas por diversos crimes. Houve também a apreensão de 09 armas de fogo e mais 75 munições.

De acordo com a PRF, as abordagens resultaram ainda na apreensão de 4 mil comprimidos de ecstasy. A ação aconteceu no dia 21 de fevereiro, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, quando os policiais abordaram um ônibus que seguia para Fortaleza (Fonte G1/BA).

Já a Polícia Rodoviária Estadual apontou para queda no número de óbitos.

Feriadão de carnaval: segundo a PRE foram registrados 33 acidentes e quatro mortos

Ano bissexto

O ano bissexto acontece a cada quatro anos e tem duração de 366 dias, diferentemente dos demais que têm 365 dias. A inclusão de um dia foi feita para aproximar o calendário ao movimento de translação da Terra, tempo que o planeta leva para dar a volta no Sol, que é de 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 56 segundos. Essas horas que ultrapassam os 365 dias são compensadas a cada quatro anos, no dia 29 de fevereiro.

O ano bissexto foi adotado na ditadura de Júlio César, cerca de 50 anos a.C., na Roma Antiga, para ajustar o ano civil ao ano solar. No entanto, a escolha do dia 29 de fevereiro para ser acrescido a cada quatro anos só passou a vigorar em 1582, com o calendário gregoriano.

Como surgiu o ano bissexto?
Uma lenda dizia que o primeiro calendário romano tinha sido criado por Rômulo, o fundador de Roma, contando com 304 dias divididos em 10 meses. Posteriormente, o sucessor de Rômulo, Numa Pompílio, criou um novo calendário em que o ano era composto por 355 dias, acrescentando-se dois meses à contagem.

O calendário romano passou a ser luni-solar e teve a adoção de um mês extra, chamado de mensis intercalaris, a cada dois anos para que houvesse o alinhamento com o ano solar. No modelo instituído por Numa Pompílio, o ano começava em março e terminava em fevereiro. Continue Reading