Estudantes de Vitória da Conquista conquistam vaga para mundial de F1 In Schools na Austrália

A equipe Swordfish, da Escola SESI Anísio Teixeira, Vitória da Conquista, vai representar o Brasil na competição F1 in Schools que acontecerá na Austrália em 2022. A equipe conquistou a vaga ao se classificar em 2º lugar na F1 In School, nas finais nacionais, com o segundo carro mais veloz, durante o Festival SESI de Robótica, realizado pelo SESI Nacional, na disputa com 31 grupos de todo o Brasil, um total de 161 competidores nesta modalidade.

A equipe de Vitória da Conquista também levou o Prêmio Escrutínio. A Bahia participou do Festival com uma delegação de 43 alunos e nove técnicos, em todas as categorias de robótica.

Este é o segundo ano que a equipe participa da competição, saindo do quinto lugar, no ano passado, para o segundo lugar na classificação geral. A Swordfish é formada pelos estudantes Gabriela Lemos de Oliveira, Gabriel de Paula Meira e Ian Kaled Silva Novais, alunos do ensino médio. Eles foram orientados pelo professor Miguel Levy Correia, técnico da equipe.

O campeonato, que faz parte de um projeto internacional realizado pela própria Fórmula 1, reproduz desafios profissionais envolvidos em uma corrida de carros do início ao fim, desde a criação da escuderia até o enfrentamento nas pistas. Em 2019, o SESI Bahia representou o Brasil na competição internacional realizada em Abu Dhabi. Este ano, outras duas equipes do SESI Bahia, além a Swordfish, tentaram uma vaga para a seletiva internacional.

A competição, que consiste em projetar, modelar e testar um protótipo de um carro de F1, faz parte das atividades de robótica educacional da Rede SESI Bahia. O desafio do F1 In School também busca desenvolver o empreendedorismo nos estudantes, que precisam criar uma escuderia, desenvolver habilidades de marketing e gestão para viabilizar o projeto.

Nessa preparação para o mundo profissional, os jovens competidores precisam pensar em patrocínio, plano de negócios e estratégias em mídias sociais. Além disso, as equipes desenvolvem um projeto social, que pode ser usado como critério de desempate no resultado final.

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