Companhia de Reis da Cerquinha encerrou com êxito a caminhada de 2026
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Na noite deste sábado, dia 10 de janeiro de 2026, a Companhia de Reis da comunidade Cerquinha concluiu sua caminhada anual. Foram cinco noites de uma verdadeira peregrinação, em torno de 80 visitas realizadas às residências de diversas comunidades e às suas respectivas capelas. Apenas uma noite deixou de ser cumprida em razão das chuvas — fato que, ainda assim, foi recebido com gratidão ao bom Deus.
Neste ano, a Companhia de Reis da Cerquinha apresentou um número maior de participantes, além de uma organização estrutural mais eficiente, marcada por rigor, disciplina e responsabilidade. Os integrantes se sentiram mais protegidos, assim como as famílias e capelas visitadas. Não houve registro de reclamações por parte da população, nem tampouco desavenças entre os membros do grupo.
Houve, sim, algumas manifestações de moradores que lamentaram não terem sido visitados, em razão do tempo limitado daquela noite. Ainda assim, o período foi marcado por muita alegria e por transformações significativas entre os moradores. Isso porque algumas poucas famílias, que antes resistiam em receber os Reis — por receio de possíveis constrangimentos, como sujar paredes, manusear pertences ou deixar porteiras abertas —, puderam perceber que essa realidade já não existe mais.
Atualmente, as Companhias de Reis são devidamente treinadas e fiscalizadas por seus organizadores, garantindo respeito, ordem e zelo por onde passam. Sobre essas e outras questões, perde apenas quem deixa de receber os Reis em sua casa.
O único e verdadeiro objetivo da Companhia de Reis é levar a história do Menino Jesus, contada com riqueza de detalhes, devoção e fé, espalhando alegria por onde passa. Os reizeiros são pessoas talentosas, cada uma exercendo seu papel com dedicação e responsabilidade, transmitindo emoção, alegria e profunda devoção às comunidades visitadas.
O coordenador da Frota de Reis da Cerquinha, Sr. Nilson agradeceu a todos pela presença, participação e colaboração, em especial as rezadeiras da Ladainha que vieram do Olho d’Água.
Fotos: Oclides/JFC



















