Categoria: Condeúba

O que diz o decreto golpista: veja ponto a ponto do documento

Documento encontrado na casa do ex-ministro Anderson Torres serviria para ajudar Bolsonaro a fraudar resultado das eleições.

Anderson Torres e Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto no dia 27 de junho de 2022 (Foto: Andressa Anholete/Getty Images)
Anderson Torres e Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto no dia 27 de junho de 2022 (Foto: Andressa Anholete/Getty Images)
A minuta do decreto golpista encontrado pela Polícia Federal na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres nesta quinta (12) estabelecia a criação de uma comissão aliada ao governo de Jair Bolsonaro (PL) para “apurar a conformidade e legalidade do processo eleitoral” realizado em outubro, quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito presidente do Brasil.

Em operação na casa de Torres, paralela ao pedido de prisão feito por Alexandre de Moraes, a Polícia Federal encontrou um documento de três páginas feito em um computador. Impresso, ele estava em um armário do ex-ministro.

O que o decreto previa?

  • A criação da Comissão de Regularidade Eleitoral, controlada pelo governo Bolsonaro para “apurar a conformidade e legalidade do processo eleitoral”;
  • As quebras dos “sigilos de correspondência e de comunicação telemática e telefônica” dos membros do TSE (Tribunal Superior Eleitoral);
  • O decreto de estado de defesa na sede do TSE.

O que seria a Comissão de Regularidade Eleitoral?

  • A comissão seria o órgão responsável por elaborar um relatório final e apontar supostas irregularidades nas eleições;
  • O colegiado seria composto por oito integrantes do Ministério da Defesa (que indicaria a presidência), dois membros do Ministério Público Federal, dois peritos criminais federais, dois representantes do Congresso Nacional (um da Câmara e outro do Senado), um membro do Tribunal de Contas da União e um da Controladoria-Geral da União;

O que é ‘estado de defesa’, proposto em documento?

Proposto em um documento golpista encontrado na casa do ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, o estado de defesa é um instrumento previsto na Constituição que pode ser acionado pelo presidente da República para “preservar ou reestabelecer a ordem pública”.

Conforme o artigo 136 da Carta Magna brasileira, a necessidade de tomar a medida só se dá quando a ordem é “ameaçada por grave e iminente instabilidade institucional ou atingida por calamidades de grandes proporções na natureza”.

O decreto que institui o estado de defesa tem que detalhar o tempo de sua duração – não podendo ultrapassar 1 mês, mais a prorrogação por igual período, se necessário -, as áreas a serem abrangidas e as medidas coercitivas que vigorarão, podendo ser restrições aos direitos de:

  • reunião, ainda que exercida no seio das associações;
  • sigilo de correspondência;
  • sigilo de comunicação telegráfica e telefônica.

Após decretar o estado de defesa, o presidente deve submeter o ato, no prazo de 24 horas, ao Congresso Nacional – Câmara dos Deputados e Senado Federal -, que tem 10 dias para apreciar o texto.

Caso rejeitado, cessa imediatamente o estado de defesa.

Documento previa uso golpista do decreto

Conforme apurado pela Folha de S. Paulo, a minuta – projeto, esboço – encontrada na casa de Torres tinha como objetivo decretar estado de defesa na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Essa seria uma forma de golpe de Estado que mudaria o resultado da eleição que deu a vitória a Lula.

O material dá indicação de ter sido feito após a realização das eleições e teria objetivo de apurar abuso de poder, suspeição e medidas ilegais adotadas pela presidência antes, durante e depois do processo.

A defesa de Torres

Após a revelação do documento, o advogado Rodrigo Roca, que atua na defesa de Torres, informou ao UOL que o manuscrito encontrado no armário do ex-ministro não foi escrito por ele.

“Não é de autoria do ex-ministro. Todos os dias tinha alguém que procurava propondo golpe, estado de sítio. Isso nunca foi levado ao presidente (Jair Bolsonaro). A maior prova é que isso foi encontrado na casa dele”, afirmou.

O advogado ainda disse que também recebeu documentos similares, mas não informou quem eram as pessoas que os entregavam.

Posteriormente, Torres se defendeu no Twitter, afirmando que a minuta teria sido vazada “fora de contexto” e que ajudaria a alimentar narrativas “falaciosas”.

“No cargo de ministro da Justiça, nos deparamos com audiências, sugestões e propostas dos mais diversos tipos. Cabe a quem ocupa tal posição o discernimento de entender o que efetivamente contribui para o Brasil. Havia em minha casa uma pilha de documentos para descarte, onde muito provavelmente o material descrito na reportagem foi encontrado. Tudo seria levado para ser triturado oportunamente no MJSP [Ministério de Justiça e Segurança Pública]”, escreveu Torres no Twitter.

“O citado documento foi apanhado quando eu não estava lá e vazado fora de contexto, ajudando a alimentar narrativas falaciosas contra mim. Fomos o primeiro ministério a entregar os relatórios de gestão para a transição. Respeito a democracia brasileira. Tenho minha consciência tranquila quanto à minha atuação como ministro”, afirmou.

PF prende Ana Priscila Azevedo, uma das líderes do terrorismo bolsonarista

A apoiadora de Jair Bolsonaro fez críticas à maneira como os detidos por envolvimento nos atos terroristas estão sendo tratados na Academia da Polícia Federal, em Brasília

www.brasil247.com - Ana Priscila
Ana Priscila (Foto: Reprodução/Twitter)

247 – A Polícia Federal (PF) prendeu a bolsonarista Ana Priscila Azevedo, que participou da invasão à Praça dos Três Poderes. Mais de mil pessoas foram presas por envolvimento nos atos terroristas do último domingo (8) em Brasília (DF), onde manifestantes invadiram o Congresso, o Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF). As declarações de Priscila foram publicadas nesta terça-feira (10) pelo jornal Metrópoles. 

A apoiadora de Jair Bolsonaro fez críticas à maneira como os detidos por envolvimento nos atos estão sendo tratados na Academia da Polícia Federal, em Brasília. “A gente não sabe, pois quem está indo para as triagens não está voltando e não nos dão respostas. Não sabemos se essas pessoas estão indo para casa ou indo para as cadeias”, complementou a apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em nota, a PF disse que “os detidos estão sendo submetidos aos procedimentos de Polícia Judiciária”. “Após os trâmites realizados pela Polícia Federal, os presos estão sendo apresentados à Polícia Civil do DF, responsável pelo encaminhamento dos detidos ao Instituto Médico Legal e, posteriormente, ao sistema prisional”.

Por questões humanitárias, foram liberados 599 poessoas que haviam sido presas, sendo a maioria idosos, pessoas com problemas de saúde, em situação de rua e mães acompanhadas de crianças.

Governo aponta primeiros suspeitos de financiar atos terroristas e pede bloqueio de R$ 6,5 milhões de bens; veja lista

Jussara Soares e Daniel Gullino
Cinco dias após os atos terroristas que deixaram um rastro de destruição nas sedes dos Poderes, em Brasília, a Advocacia-Geral da União (AGU) identificou 52 pessoas e 7 empresas responsáveis por ter financiado o transporte dos manifestantes golpistas à capital federal. Em um pedido apresentado à Justiça Federal, obtido com exclusividade pelo GLOBO, o braço jurídico do governo de Luiz Inácio Lula da Silva pede para bloquear bens desse grupo que somam R$ 6.539.100. Segundo o pedido da AGU, devem ser usados para reparos danos materiais causados pelos radicais extremistas no Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF).

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No pedido, a AGU também solicitou que sejam apreendidas armas de fogo em nome dos envolvidos, a restrição para venda de veículos, além da decretação de indisponibilidade de imóveis rurais e urbanos e de embarcações e aeronaves.

De acordo com o pedido, ao pagar pelo deslocamento de manifestantes que cometeram o vandalismo, eles “no mínimo assumiram o risco pela prática dos atos ocorridos e pelos danos que deles derivaram, cometendo atos ilícitos”. Em outro trecho do documento, o órgão argumenta que essas pessoas “tiveram papel decisivo” nos acontecimentos de domingo e que por isso “devem responder pelos danos causados ao patrimônio público”.

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Para chegar aos financiadores, a AGU se baseou inicialmente em uma lista de ônibus que foram fretados para deslocamento para o Distrito Federal no último fim de semana, fornecida pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

A partir desse levantamento inicial, foi feito um cruzamento com os veículos que foram apreendidos após a realização da manifestação. Com isso, a AGU considera que há um “juízo de segurança quanto ao envolvimento dessas pessoas no financiamento/transporte de manifestantes para Brasília”.

“E nesse sentido é importante apontar que, nada obstante a ANTT tenha informado a existência de uma extensa relação de ônibus que foram fretados para deslocamento para o Distrito Federal e entorno no fim de semana de 08 de janeiro de 2023, são arroladas no polo passivo desta ação apenas aquelas pessoas físicas ou jurídicas que fretaram algum daqueles ônibus apreendidos por força da decisão do Ministro Alexandre de Moraes, do STF, nos autos do Inquérito nº 4.879 – DF, os quais estão devidamente identificados/destacados na documentação fornecida pela ANTT”, diz o documento da AGU.

“Tem-se, pois, que os réus que fretaram algum desses ônibus, de vontade livre e consciente, financiaram/participaram ou colaboram decisivamente para ocorrência desses atos que, por assim dizer, se convolaram em atos ilícitos dos quais, mais que os danos materiais ao patrimônio público federal objeto desta ação, resultaram danos à própria ordem democrática brasileira”, completa.

Já o prejuízo de R$ 6,5 milhões foi calculado a partir das estimas iniciais de danos causados ao Senado (R$ 3,5 milhões) e na Câmara (R$ 3 milhões). O órgão ressalta que ainda não foram levantadas as perdas no Palácio do Planalto e no Supremo Tribunal Federal (STF), e que por isso o valor da ação pode ser alterado no futuro.

As empresas e pessoas físicas apontadas como financiadoras pela AGU estão sendo procuradas procuradas pela reportagem e seus posicionamentos serão incluídos no texto assim que responderem.

Veja a lista de empresas e pessoas físicas alvo de pedidos de bloqueio de bens:

Pessoas físicas

1. ADAILTON GOMES VIDAL

2. ADEMIR LUIS GRAEFF

3. ADOILTO FERNANDES CORONEL

4. ADRIANE DE CASIA SCHMATZ HAGEMANN

5. ADRIANO LUIS CANSI

6. ALETHEA VERUSKA

7. AMIR ROBERTO EL DINE

8. APARECIDA SOLANGE ZANINI

9. BRUNO MARCOS DE SOUZA CAMPOS

10. CARLOS EDUARDO OLIVEIRA

11. CESAR PAGATINI

12. CLAUDIA REIS DE ANDRADE

13. DANIELA BERNARDO BUSSOLOTTI

14. DYEGO PRIMOLAN ROCHA

15. FERNANDO JOSE RIBEIRO CASACA

16. FRANCIELY SULAMITA DE FARIA

17. GENIVAL JOSE DA SILVA

18. HILMA SCHUMACHER

19. JASSON FERREIRA LIMA

20. JEAN FRANCO DE SOUZA

21. JOAO CARLOS BALDAN

22. JORGE RODRIGUES CUNHA

23. JOSE DE OLIVEIRA

24. JOSE ROBERTO BACARIN

25. JOSIANY DUQUE GOMES SIMAS

26. LEOMAR SCHINEMANN

27. MARCELO PANHO

28. MARCIA REGINA RODRIGUES

29. MARCIO VINICIUS CARVALHO COELHO

30. MARCO ANTONIO DE SOUZA

31. MARCOS OLIVEIRA QUEIROZ

32. MARLON DIEGO DE OLIVEIRA

33. MICHELY PAIVA ALVES

34. MONICA REGINA ANTONIAZI

35. NELMA BARROS BRAGA PEROVANI

36. NELSON EUFROSINO

37. PABLO HENRIQUE DA SILVA SANTOS

38. PATRICIA DOS SANTOS ALBERTO LIMA

39. PEDRO LUIS KURUNCZI

40. RAFAEL DA SILVA

41. RIENY MUNHOZ MARCULA

42. ROSANGELA DE MACEDO SOUZA

43. RUTI MACHADO DA SILVA

44. SANDRA NUNES DE AQUINO

45. SHEILA MANTOVANNI

46. STEFANUS ALEXSSANDRO FRANCA NOGUEIRA,

47. SULANI DA LUZ ANTUNES SANTOS

48. TEREZINHA DE FATIMA ISSA DA SILVA

49. VANDERSON ALVES NUNES

50. WILLIAM BONFIM NORTE

51. YRES GUIMARAES

52. ZILDA APARECIDA DIAS

Empresas

53. ALVES TRANSPORTES LTDA

54. ASSOCIAÇÃO DIREITA CORNÉLIO PROCOPIO

55. GRAN BRASIL VIAGENS E TURISMO LTDA

56. PRIMAVERA TUR TRANSPORTE EIRELI

57. RV DA SILVA SERVIÇOS FLORESTAIS LTDA

58. SINDICATO RURAL DE CASTRO

59. SQUAD VIAGENS E TURISMO LTDA

PF acha documento para Bolsonaro fraudar resultado da eleição na casa de Torres

O decreto seria uma forma de golpe de Estado para mudar o resultado da eleição

O decreto encontrado na casa de Torres seria, na prática, um meio de Bolsonaro fraudar o resultado da eleição que deu a vitória a Lula. (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
O decreto encontrado na casa de Torres seria, na prática, um meio de Bolsonaro fraudar o resultado da eleição que deu a vitória a Lula. (Foto: EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
A PF (Polícia Federal) encontrou na residência de Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, um documento que permitiria que o então presidente Jair Bolsonaro (PL) decretasse estado de defesa na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). As informações são do jornal Folha de São Paulo.

Mas o que significa o documento encontrado? O decreto inconstitucional seria uma forma de golpe de Estado e mudaria o resultado da eleição que deu a vitória a Lula (PT).

A minuta — um projeto, um esboço — do decreto presidencial foi encontrado no armário do ex-ministro durante busca e apreensão realizada na última terça-feira (10).

O material dá indicação de ter sido feito após a realização das eleições e teria objetivo de apurar abuso de poder, suspeição e medidas ilegais adotadas pela presidência antes, durante e depois do processo.

O ex-ministro teve sua prisão ordenada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e afirmou que vai retornar ao Brasil e se apresentar à Justiça.

“Hoje (10/01), recebi notícia de que o ministro Alexandre de Moraes do STF determinou minha prisão e autorizou busca em minha residência. Tomei a decisão de interromper minhas férias e retornar ao Brasil. Irei me apresentar à justiça e cuidar da minha defesa”, escreveu Torres nas redes sociais. “Sempre pautei minhas ações pela ética e pela legalidade. Acredito na Justiça brasileira e na força das instituições. Estou certo de que a verdade prevalecerá”.

Torres está em Orlando, nos Estados Unidos, mesma cidade onde está o ex-presidente Jair Bolsonaro, de quem ele foi ministro da Justiça.

PF na casa do ex-ministro. Em paralelo ao pedido de prisão feito por Alexandre de Moraes, a Polícia Federal iniciou uma operação na casa de Torres. Leia mais aqui.

Ele é agora ex-secretário de Segurança do DF. Reassumiu o comando da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal no dia 2 de janeiro e viajou de férias para os EUA cinco dias depois.

Mais cedo, bens bloqueados. O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas de União (MPTCU) pediu o bloqueio de bens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em virtude dos atos de terrorismo que aconteceram em Brasília no último domingo (8). Torres também teve o nome incluso no pedido.

Além de Bolsonaro, também é solicitado o bloqueio de bens:

  • Do governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) – afastado por 90 dias a mando do Supremo Tribunal Federal (STF);
  • Do ex-secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres;
  • De “outros responsáveis, sobretudo de financiadores de mencionados atos ilegais”.

O que motivou a decisão? A decisão foi dada em resposta a pedido do advogado-geral da União, Jorge Messias, que solicitou a detenção em flagrante de Torres e de demais agentes públicos que tiveram participação ou se omitiram para facilitar a invasão dos prédios dos Três Poderes.

Como se organizaram os atos terroristas em Brasília?

A linha do tempo interativa abaixo te mostra, clique e explore:

Obras de arte foram destruídas, itens roubados e o prejuízo ainda é calculado pelas autoridades. Veja a lista completa de obras destruídas nos ataques. Ao menos 1.500 envolvidos no episódio já foram presos.

A invasão golpista foi assim:

Condeúba/Fazenda Baixão: Morreu a Sra. Clemência Silveira de Souza Pereira aos 85 anos de idade

 

Sra. Clemência Silveira de Souza Pereira, recebendo a Bandeira de Santo Reis em janeiro de 2022. 

Morreu na tarde desta quarta-feira dia 11 de janeiro de 2023 às 13:00 horas a Sra. Clemência Silveira de Souza Pereira aos 85 anos de idade. Segundo informações de familiares, a causa da morte foi natural, tende em vista que ela já vinha sofrendo há algum tempo com  “Mal de Alzheimer”. Clemência era viúva do Sr. Deoclide Alves Pereira e deixou 7 filhos: Maria, Joaquim, José, Jesuíno, Ana, Diomero (In memorian) e Cleusa além de 11 netos. O corpo está sendo trasladado de São Paulo para Condeúba. Assim que chegar vai ser velado na residência do seu filho Joaquim Alves, o sepultamento será amanhã cedo dia (13), às 10:00 horas no Cemitério Municipal São Vicente de Paulo localizado na Ripa. A família agradece a todos que comparecer a esse ato de fé e solidariedade Cristã.

Atendimento: FUNERÁRIA SÃO MATHEUS

Nós do Jornal Folha de Condeúba, neste momento de muita dor e luto, prestamos nossos mais sinceros sentimentos de solidariedade e amor à família da Sra. Clemência, na esperança de que Deus nosso Pai, dê todo o conforto e consolo necessário aos parentes e amigos. Que permaneçam as boas lembranças, carinho e afeto para com a memória dela, descanse em paz, nas graças de Deus querida prima Clemência.

PF identifica fazendeiros como financiadores e grupo contrata advogados a peso de ouro

A maioria é de Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, e um renomado advogado criminalista de Belo Horizonte foi contratada a peso de ouro pelo grupo para suas defesas. Além do risco de prisão, alguns deles temem perder o visto norte-americano permanentemente, e serem obrigados a vender imóveis na Flórida.

Outra preocupação latente desse grupo é a curto prazo: perder os financiamentos de bancos estatais como BB e outros estaduais, a depender do teor da futura sentença judicial depois que forem indiciados pela PF e processados no inquérito comandado no STF pelo ministro Alexandre de Moraes.

Datafolha: 93% condenam ataques golpistas e maioria defende prisões

Os ataques de bolsonaristas radicais às sedes dos Três Poderes em Brasília, no domingo, em busca de um golpe contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva são condenados por 93% da população, e a maioria dos brasileiros defende a prisão de envolvidos, de acordo com pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira.

O levantamento, divulgado no site da Folha de S. Paulo, mostrou que apenas 3% são favoráveis aos atos antidemocráticos contra o Palácio do Planalto, o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto 2% disseram ser indiferentes e 1% não soube. A Folha disse que o total não soma 100% porque há arredondamentos.

A pesquisa, que ouviu 1.214 pessoas por telefone na terça e nesta quarta, tem margem de erro de 3 pontos percentuais.

Segundo o Datafolha, 46% defendem que todos os envolvidos nos ataquem sejam presas, enquanto 26% disseram que apenas alguns deveriam ser presos e 15% defenderam que a maioria seja presa. Para 9% ninguém deveria ser preso, e 4% não souberam responder.

Nesta quarta, a Polícia Federal informou que encaminhou 1.159 pessoas para a prisão por envolvimento nos ataques, de um total de 1.843 detidas inicialmente, encerrando as atividades judiciárias de identificação e coleta de depoimentos dos manifestantes que participaram dos atos de depredação.

A imensa maioria dos entrevistados disse que os financiadores dos atos de vandalismo deveriam ser presos, com 77% declarando essa opinião, ante 18% que acham que eles não deveriam ser presos. Não souberam responder 5%.

A pesquisa também apontou que 63% dos brasileiros acreditam que as forças de segurança do Distrito Federal fizeram menos do que podiam para conter as invasões e destruições na capital federal, ante 24% que disseram que as forças do DF fizeram o que deveriam. Para 6%, elas fizeram mais do que deveriam, e 7% não souberam responder.

Questionadas sobre o papel do governo Lula, 39% disseram considerar que a administração federal fez o que deveria, 37% que fez menos do que deveria, e 15% que fez mais do que deveria. Não souberam responder 9%.

(Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

Homem tem ataque de fúria e destrói equipamentos do Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus

Foto: Divulgação/Sesab

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito foi ouvido e liberado. A Polícia não detalhou o motivo da discussão. Já a assessoria do hospital detalhou ao G1 que o homem ameaçou colaboradores da unidade, sob alegação de demora no atendimento da paciente que ele acompanhava.

Ainda segundo a assessoria, não houve demora e a pessoa foi atendida após 20 minutos da chegada. Diante da confusão, o suspeito foi contido pela equipe policial de plantão na unidade de saúde.

O caso foi direcionado para a delegacia de Santo Antônio de Jesus. O suspeito foi liberado após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Não há informações se o homem terá que pagar os prejuízos causados à unidade de saúde.

De passagem por Brumado, família de franceses está dando a volta ao mundo de bicicleta

Pierre, disse que saiu da França em 2015 e está há mais de 7 anos viajando – Foto: Lay Amorim

De passagem pelo município de Brumado, uma família de franceses dá à volta ao mundo de bicicleta. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, o patriarca da família, Pierre, disse que saiu da França em 2015 e está há mais de 7 anos viajando.

“Fomos de bicicleta até o Japão e, depois, até o México de avião. Do México pra cá novamente de bicicleta”, contou. O objetivo da viagem, segundo Pierre, é conhecer outras culturas e pessoas.

No meio do caminho, ao longo de todo esse período, nasceram os três filhos do casal. Eles são transportados em uma barraca móvel acoplada na bike do pai.

“A primeira nasceu perto da Índia, no Nepal, a segunda no Peru e, o mais novo, nasceu no Brasil, é goiano”, acrescentou.

Para ajudar nas despesas da viagem, eles vendem artesanato e também fazem pequenos trabalhos nos locais em que passam. Do Brasil, eles pretendem voltar para Europa.

Expulsão de Ibaneis do MDB ganha força após atos terroristas em Brasília

Senador Renan Calheiros (MDB-AL) encabeça o movimento pela expulsão de Ibaneis, governador do DF afastado após invasão pró-Bolsonaro em Brasília - Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino
Senador Renan Calheiros (MDB-AL) encabeça o movimento pela expulsão de Ibaneis, governador do DF afastado após invasão pró-Bolsonaro em Brasília – Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino
  • Apoio de Ibaneis Rocha ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é mau visto por nomes de peso do MDB;

  • O senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou que vai buscar expulsão do governador afastado ‘pelos males que ele praticou’ em benefício de Bolsonaro;
  • Segundo Calheiros, o estatudo da sigla permite expulsar filiados com conduta incompatível com o mandato e função pública.

Membros do MDB estão articulando um movimento para expulsar Ibaneis Rocha, governador do Distrito Federal, do partido após ele ter sido afastado do cargo. O ministro Alexandre de Morais, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou afastamento do gestor após falhas de segurança no DF durante os ataques antidemocráticos promovidos por bolsonaristas na capital federal no último domingo (8).

O apoio de Ibaneis ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) dificultou o trânsito dele na legenda. No segundo turno das eleições de 2022, o governador reeleito manteve-se ao lado do então candidato à reeleição, mesmo quando a ex-presidenciável pela sigla, Simone Tebet, declarou apoio a Lula (PT).

O gestor não participou de nenhuma das posses de ministros de governo que integram o MDB. Além disso, quando Baleia Rossi, presidente da agremiação, buscou a liderança da Câmara, Ibaneis decidiu apoiar Arthur Lira (PP-AL).

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) encabeça o movimento pela expulsão de Ibaneis. Em entrevista ao portal UOL, o parlamentar disse que iria defender a saída do governador do DF ‘pelos males que ele praticou’ em benefício de Bolsonaro.

“Sou do mesmo partido, mas vou defender que ele seja expulso do MDB pelos males que praticou, não apenas neste final de semana. Ele vem praticando em benefício do Bolsonaro e desses terroristas há bastante tempo”, disse Renan.

Calheiros ainda lembrou ao portal Metrópoles que o estatuto da sigla permite expulsar filiados com conduta incompatível com o mandato e função pública.