Tag: Pandemia

Destaque Urgente: Toque de Recolher passará a valer a partir das 18h

Governador da Bahia Rui Costa (PT)

Governador Rui Costa disse agora há pouco durante entrevista a um pool de emissoras de rádio em Feira de Santana que a Bahia terá novas restrições com a prorrogação das mesmas até o dia 28, com ampliação do toque de recolher a partir de 18hs.

As compras em supermercados será apenas itens de alimentação e limpeza, pois o que se tem visto são supermercados cheios com pessoas comprando itens fora da alimentação e limpeza, por isso, será feita a limitação de comercialização a itens básicos.

Governo federal já gastou mais de R$ 470 bilhões com pandemia; restam R$ 100 bilhões

A pandemia do novo coronavírus já gerou ao governo federal um custo de R$ 471,5 bilhões. De acordo com o painel de Monitoramento dos Gastos da União com Combate à Covid-19, o valor representa 82% do orçamento liberado através de medidas provisórias (MP) – R$ 577,6 bilhões.

Segundo o portal R7, o painel é atualizado diariamente no Portal Tesouro Transparente, da Secretaria do Tesouro Nacional, ligada ao Ministério da Economia.

A principal fonte de gastos é o auxílio emergencial para trabalhadores informais e famílias de baixa renda. A publicação aponta que R$ 261,49 bilhões já foram pagos. O valor previsto para as cinco parcelas de R$ 600,00 e as quatro de R$ 300,00 é de R$ 322 bi.

Entram na conta ainda o auxílio a estados e municípios, que já rendeu R$ 78,24 bilhões de gastos, e as cotas de fundos garantidores de operações e crédito, que tiveram R$ 47,90 bilhões concluídos.

O Ministério da Saúde, pasta designada para atuar no combate à pandemia, já destinou R$ 39,92 bilhões à produção de medicamentos, estruturação e operacionalização de centrais para diagnóstico da doença, além de compra de kits para o teste da Covid-19.

Por fim, mais R$ 29,59 bilhões foram gastos com o Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Ao todo, R$ 55,51 bilhões estão designados para isso. O recurso serviu para que empresas suspendessem contratos e reduzissem salários e jornadas de trabalho.

“É necessário considerar que no processo orçamentário há um delay natural entre a autorização da despesa e o efetivo pagamento. Esse último respeita o cronograma de desembolso da política”, afirmou o Ministério da Economia, em nota. A pasta acredita que o gasto com a pandemia tem sido feito com responsabilidade.

Essa é a mesma opinião da deputada federal Soraya Manato (PSL-ES). Ela participa da comissão de ações contra o novo coronavírus na Câmara. “Não há o que temer se temos pouco ou muito recurso em caixa, a população tem que ser salva e isso tem que ser a prioridade. O ministro Paulo Guedes já sinalizou que o orçamento ainda está dentro da normalidade da previsão de gastos feita pelo Ministério da Economia”, afirmou a deputada.

Até agora, 25 MPs de crédito extraordinário foram editadas pelo governo Bolsonaro para enfrentar a pandemia do novo coronavírus.

Fonte: Bahia Notícias

OMS prevê que pandemia do coronavírus será ‘muito longa’

Foto: Tai’s capture/Unsplash

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou, neste sábado (1), que a pandemia do novo coronavírus será provavelmente “muito longa”. Seis meses depois de declarar a emergência internacional, o comitê de emergência da OMS destacou que “continua avaliando como muito elevado o nível de perigo global [provocado] pela Covid-19”. O comunicado foi anunciado na sexta-feira (31) após a quarta reunião do comitê de emergência da OMS.

A nota da entidade também reforçou “o perigo de que a resposta diminua em um contexto de pressões socioeconômicas”. Está previsto que o comitê volte a se reunir em três meses.

De acordo com o G1, a pandemia provocou a morte de pelo menos 680 mil pessoas no mundo e infectou mais de 17,6 milhões, segundo contagem feita pela AFP com base no levantamento da Universidade Johns Hopkins, dos EUA. Em todo o mundo, três países já superaram a marca de 1 milhão de diagnósticos: Estados Unidos (4,5 milhões), Brasil (2,6 milhões) e Índia (1,6 milhão).

Paramirim: Sete pessoas de uma mesma família testam positivo para o novo coronavírus

Foto: Kauê Souza

O município de Paramirim, localizado na região sudoeste da Bahia confirmou, na noite da última sexta-feira (31), sete novos casos positivos da Covid-19, o novo coronavírus. De acordo com a secretaria municipal de saúde, todos os casos são de pessoas de uma mesma família.

Todos estão em isolamento domiciliar. Ainda segundo a pasta, até o momento, a cidade registrou 17 casos confirmados da doença e 10 pacientes já foram curados. Uma pessoa já morreu por conta do vírus e nenhum paciente está hospitalizado.

Cordeiros: Publicou seu último boletim Epidemiológico dia 7/5, sem testar caso positivo

Está de parabéns a cidade de Cordeiros pelo responsável trabalho de enfrentamento à pandemia do coronavírus que tem desenvolvido até aqui, fazendo o devido isolamento social e mantendo as barreiras de acesso a cidade. Até o último boletim publicado no dia 7/5, não havia nenhum teste positivo do coronavírus e COVID-19, graças a Deus.

Covid-19: Teich alerta ser possível chegar a 1.000 mortes por dia no Brasil

Ministro da Saúde Nelson Teich

O ministro da Saúde, Nelson Teich, avisou nesta quinta-feira (30) que ainda não é o momento para começar a liberar o isolamento social, já que a curva de mortes provocadas pelo está em “franca ascendência”. Ele adiantou que tem diretrizes para orientar como governadores e prefeitos devem decidir sobre a manutenção do distanciamento social.

O ministro está analisando como será a divulgação dessas diretrizes, já que há o temor de que elas sejam utilizadas para afrouxar de forma prematura as medidas de distanciamento social. “A gente tem uma diretriz, a gente tem um ponto de partida. Mas algumas coisas são básicas, não dá para você começar uma liberação quando você tem uma curva em franca ascendência. (…) Tem cidades que nem estão com a curva caindo e já tem flexibilização”, explicou Teich.

Segundo ele, o Ministério não está pensando em relaxamento ou em flexibilizar as medidas no momento. “Se uma diretriz puder soar como recomendação de relaxamento, isso seria muito ruim. Não é o caso”, acrescentou.

Teich acredita que as quase seis mil mortes causadas pelo coronavírus no Brasil não influenciam as políticas já planejadas. “Não é porque teve alteração no número de mortes que a política vai mudar. Neste momento, o distanciamento permanece como orientação. E vamos avaliar cada lugar, cada região, quanto de recurso para atender pessoas”, afirmou.

Sobre uma estimativa de mortes diárias, o Brasil está perto de 500 óbitos por dia. “O número de 1.000 [mortes por dia], se estivermos num movimento, num crescimento significativo da pandemia, é um número que é possível acontecer. Não quer dizer que vai acontecer. A gente tem que acompanhar a cada dia para ver o que está acontecendo para tomar as decisões”, confessou.