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Cantora conquistense Maggie Graziani lança livro sobre superação nesta quinta

Na próxima quinta-feira (7), às 18h, no espaço para exposição de livros de escritores conquistenses da Biblioteca Municipal José de Sá Nunes, a cantora e escritora Maggie Graziani lança o seu livro “Meu Recomeços – De cantora a surda”. Trata-se de uma obra motivacional, com uma história real.

Margarete Graziani ou Maggie (pronuncia-se Meg) como é conhecida, nasceu na cidade de São Paulo e mudou-se para a Bahia ainda menina, onde começou sua carreira musical. Aos 12 anos, já atuava em igrejas cantando solo e em corais. Aos 15, entrou para o coral do Centro Integrado de Educação Navarro de Brito.

Já adulta, Maggie tornou-se professora e, paralelamente, cantava em barzinhos de Vitória da Conquista e em eventos de sucesso como o projeto Quinta Seis e Meia”, da TV Sudoeste. Com o tempo, ela passou a se dedicar exclusivamente à música, trabalhando como backing vocal e solista, ao lado de artistas como Nagib, Ito Moreno, Edgar Mão Branca e a Banda Mixta, ou em estúdios e festivais com o maestro Clériston Cavalcante (Keké).

Ela também teve seu próprio grupo musical de forró e atuou no carnaval de Salvador, em blocos como os Mascarados, onde cantou ao lado de nomes famosos da axé music.

O livro que ela lançará em Vitória da Conquista foi publicado este ano e tem tom motivacional, inspirado na própria história de Maggie, porém em forma de romance e com nomes fictícios, em que ela conta como conseguiu vencer as diversas situações inusitadas por que passou e o desafio de continuar firme, mesmo depois de perder a audição, com otimismo, persistência e fé.

A Biblioteca Municipal está localizada na Avenida Jonas Hortélio, s/n, no bairro Recreio.

Conheça Júlia Ribeiro, finalista do Brasília Independente 2021, (condeubense indireta)

Cantora tem história de vida entrelaçada com a música, mas nunca imaginou que hobby se tornaria oportunidade profissional. ‘Sempre usei música como artifício pra me conectar com pessoas’, diz.
Por Brenda Ortiz, G1 DFCantora e compositora Júlia Ribeiro em vídeoclipe, no DF

A jovem Júlia Ribeiro tem sua história entrelaçada com a música desde o berço. Filha de músico, a finalista do concurso Brasília Independente 2021 cresceu entre instrumentos e canções. Mas, como ela mesma diz, não imaginava que a brincadeira de dentro de casa, se tornaria uma oportunidade profissional.

Júlia conta que durante toda a vida usou a música para se aproximar das pessoas e fazer amizades.

“Eu me mudei muito de cidade. Nasci em Salvador, mas meu pai trabalha em banco, e a gente foi pingando e pingando em cidade, até parar aqui em Brasília. Então eu sempre usei a música como um artifício para me conectar com as pessoas”, conta a cantora.

Foi ouvindo os elogios dos amigos, que Júlia tomou coragem para fazer do hobby um projeto. “Depois de ouvir muita gente falando que eu cantava bem, eu acabei começando a pensar sobre isso. Juntei umas canções que eu tinha, e umas canções que eu gostava de cantar, e gravei”. Continue lendo

A grande cantora Elizeth Cardoso estaria completando hoje se fosse viva (16/7/2021), 101 anos de idade

Elizeth Cardoso
Nome completo Elizeth Moreira Cardoso
Também conhecido(a) como A Divina
Elisete Cardoso
Nascimento 16 de julho de 1920
Local de nascimento Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Morte 7 de maio de 1990 (69 anos)
Local de morte Rio de Janeiro, RJ, Brasil

 

 

Gênero(s)
Choro
samba-canção
bossa nova
Instrumento(s) Vocal
Extensão vocal Contralto
Período em atividade 1936–1990
Elizeth Moreira Cardoso (Rio de Janeiro, 16 de julho de 1920 — Rio de Janeiro, 7 de maio de 1990) foi uma cantora brasileira.

Conhecida como A Divina, Elizeth é considerada uma das maiores intérpretes da música brasileira, além de uma das mais talentosas cantoras de todos os tempos, reverenciada pelo público e pela crítica nacional e internacional.[1]

Biografia
Elizeth Moreira Cardoso nasceu na rua Ceará nº 5, no subúrbio de São Francisco Xavier, próximo ao Morro da Mangueira, em 1920. Vinda de família pobre, tinha o sonho de ser artista, e era levada pelo pai para cantar pelos bairros da Zona Norte carioca, cobrando ingresso (10 tostões) das outras crianças para ouvi-la cantar os sucessos de Vicente Celestino.[2]

Seu pai, Jaime Moreira Cardoso, era seresteiro – tocava violão – e levava a filha em suas apresentações. A mãe, Maria José Pilar, era dona de casa que também gostava de cantar. Elizeth tinha cinco irmãos: Jaimira, Enedina, Nininha, Diva e Antônio. A família frequentava casas de samba e festivais de música popular na cidade, além de conviver com grandes músicos, na casa de Tia Ciata, que era amiga de seus pais e de seus tios Ivone e Pedro. Quando criança, Elizeth também colocava em prática seu lado escritora e atriz: costumava escrever e apresentar peças teatrais para as crianças da vizinhança, sempre tendo como inspiração de suas criações as músicas de Vicente Celestino.[1][2]

Embora sempre almejasse brilhar nos palcos, sua vida não foi nada fácil: após concluir o curso primário, ela e seus irmãos tiveram que abandonar os estudos e ajudar no sustento da casa. Começou a trabalhar aos dez anos e, entre 1930 e 1935, foi balconista, funcionária de uma fábrica de saponáceos e cabeleireira.[1][2] Continue lendo