A prefeita de Vitória da Conquista tirou um breve recesso e está em Salvador até o próximo domingo (29). Na volta, a gestora já deve voltar com a cabeça em mãos para promover diversas mudanças em cargos comissionados de primeiro, segundo e terceiro escalão da Prefeitura.
Já no início de 2023, a gestora promoveu diversas mudanças em cargos de primeiro e segundo escalão. Antecipadamente, Sheila afirmou que as mudanças seriam para “oxigenar” o governo.
Agora, as informações são de que as alterações também irão englobar os cargos de primeiro escalão, a começar pela Secretaria de Saúde, com a saúde Ramona Cerqueira e a nomeação do médico Vinícius Rodrigues, que faz parte do PSD, legenda que faz parte da base aliada do governador Jerônimo Rodrigues (PT), na Bahia.
As mudanças também vão atingir diretorias, coordenações e gerências. A mudança dos cargos atende a estratégias diferentes para fortalecer o governo da gestora, que vem enfrentando um início de 2023 difícil tanto pelas chuvas quanto pela perda de apoio na Câmara de Vereadores.
Nesta segunda-feira (23), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um homem que dirigia embriagado no KM 11 da BR-116, no município de Vitória da Conquista.
Por volta de 10h, a equipe abordou o caminhão no local e, ao realizar o teste do etilômetro no condutor, o aparelho indicou o teor de 0.42 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões, valor acima do regulamentar.
Durante os procedimentos de fiscalização, o homem ainda apresentou uma CNH vencida e de categoria diferente do veículo conduzido.
Diante do fato, ele foi preso em flagrante e encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Vitória da Conquista para adoção das medidas cabíveis.
O juiz Tadeu Santos Cardoso, da 2ª Vara Cível de Brumado, negou o pedido de embargos de declaração protocolado pelo ex-presidente da Câmara de Vereadores, Renato Santos Teixeira (Sem Partido), nesta terça-feira (24).
Segundo havia apurado o site Achei Sudoeste, a defesa de Santos liderada pelo advogado Ademir Ismerim Medina buscaria a entrada de um recurso no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), o que até então não aconteceu.
Nos embargos, Renato alegou que existem omissões na decisão proferida a serem sanadas, limitando-se a reproduzir trechos das peças de defesa, quais sejam: a) matéria resolvida em plenário; b) ausência de demonstração da plausibilidade do direito, ao argumento de que o voto secreto não está evidente, de forma inexorável, ante a sua posterior revogação; c) inobservância da formação do litisconsórcio passivo necessário; d) perda do objeto da ação; e e) existência de decisão do STF em suposto caso análogo.
Em sua decisão o juiz escreveu que a segurança jurídica reclama que se mantenha a forma de votação estabelecida em regimento interno para eleição da mesa diretiva da Câmara Municipal, uma vez que a manutenção da regra regimental permite a continuidade dos trabalhos diretivos da Casa Legislativa nos moldes definidos por aquele Poder.
“Ante o exposto, não conheço dos embargos de declaração interpostos, mantendo-se o decisum objurgado nos seus demais termos”, sentenciou.
O magistrado ainda a título de esclarecimento, anotou que a presidência deverá ser exercida, de forma interina, na forma do art. 24 da Lei Orgânica, isto é, pelo (a) anterior presidente, neste caso a vereadora Verimar Dias da Silva Meira (PT), até eleição e posse da nova diretoria, não havendo que se falar em mácula dos atos da Casa Legislativa anteriores ao decisum proferido no presente feito.
Antônio Claudio Alves Ferreira foi flagrado destruindo relógio raro do século 17 trazido por Dom João VI (Foto: Reprodução e Associated Press / Eraldo Peres)
A PF (Polícia Federal) cumpriu nesta terça-feira (24) mandado de busca e apreensão na residência de Antônio Cláudio Alves Ferreira, de 30 anos, em Catalão, no sudeste de Goiás. Ele foi filmado por câmera de segurança destruindo o relógio trazido ao Brasil em 1808, por Dom João VI, nos atos terroristas em Brasília, no dia 8 de janeiro.
Segundo informações do portal g1, os agentes apreenderam um celular, um veículo e uma caderneta contendo anotações.
Antônio foi preso pela PF na segunda (23), em Uberlândia, em Minas Gerais. As investigações da PF têm como objetivo identificar as pessoas que participaram, financiaram ou fomentaram os atos terroristas.
Quem é o vândalo que destruiu o relógio de Dom João VI
Ele participou dos atos terroristas do dia 8 de janeiro;
Ele vestia uma camiseta preta estampada com o rosto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL);
Ele tem passagens pela polícia, mas os processos foram arquivados;
Segundo o portal g1, ele trabalhou em duas oficinas de carro em Catalão;
Ele saiu da oficina durante a pandemia de covid-19;
Nos últimos meses de trabalho, conversava com colegas para atacar a democracia.
O relógio
Feito pelo relojoeiro francês Balthazar Martinot, é considerado raro;
Ele foi trazido ao Brasil em 1808, por Dom João VI;
Existem apenas dois relógios de Martinot, incluindo o que estava no Planalto;
O outro está exposto no Palácio de Versalhes, na França.
Infiltrado do MST?
Nas redes sociais, usuários seguem espalhando boatos sobre a suposta presença de infiltrados da esquerda e de movimentos como o MST nos ataques terroristas do último dia 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
“A fake news é uma montagem grosseira, que mostra, mais uma vez, a utilização da mentira como uma das principais armas da extrema-direita brasileira. Neste caso, a tentativa é de ofuscar a gravidade dos crimes absurdos de invasão e depredação do Palácio da República, da sede do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional.”
Restaurante japonês em SP foi denunciado por manter funcionários em condições análogas a da escravidão (Reprodução/ Google Maps e Reprodução/Polícia Civil de SP)
Foi preso o dono do restaurante japonês na Vila Formosa, Zona Leste de São Paulo (SP), denunciado por manter funcionários em condições análogas à escravidão. A informação foi publicada nas redes sociais da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo nesta terça-feira (24).
O suspeito, que não teve a identidade revelada, também é investigado por crime contra relações de consumo, já que alimentos vencidos e em mau estado de conservação foram encontrados no estabelecimento.
Ele é a segunda pessoa presa após uma operação policial no restaurante, realizada na quinta-feira passada (19). Na ocasião, os agentes resgataram 15 pessoas que trabalhavam lá e prenderam a gerente, de 39 anos. Ela foi liberada após audiência de custódia.
Comida reaproveitada
Ao UOL, um funcionário do restaurante japonês disse que uma das orientações do restaurante era enviar para novas mesas alimentos que sobrassem de outros clientes.
“Quando ia para a mesa e voltava sem vestígio de estar mexido, se a gente fosse jogar no lixo, eles descontavam do nosso salário, brigavam com a gente, e até advertiam”, relatou.
O homem, que não quis ser identificado, também conta que:
Ele e os colegas acabavam comendo produtos estragados, já que faziam muitas das refeições no restaurante;
Contando com ele, 16 pessoas moravam em um alojamento com parede mofada, ratos e outros bichos;
Não sabia que seu salário era de R$ 1,4 mil, já que o local pagava cada mês um valor;
A remuneração atrasava;
Trabalhava em dois turnos, sem receber hora extra ou adicional noturno;
Teve valores da passagem da Paraíba para SP – bem como dos alimentos que comia – descontados do salário.
O que diz o restaurante?
Em nota nas redes sociais, o estabelecimento afirma que “os fatos alegados serão, em tempo oportuno, devidamente esclarecidos no bojo do processual judicial e administrativo”.
Ao Yahoo Notícias, o restaurante afirmou que está funcionando normalmente.
Lula pensa em opções para substitui-lo em 2026 (AP Photo/Eraldo Peres, File)
Mesmo recém-empossado como presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já mira 2026 e pensa em nomes que podem sucedê-lo na próxima eleição presidencial.
O presidente já avisou que não será candidato à reeleição e busca possíveis candidatos para acabar com a dependência que a esquerda parece ter de seu nome.
Evitar retorno de Bolsonaro
Dois fatores, no entanto, fazem com que a escolha seja delicada. O primeiro, e mais importante, é o temor de ver Jair Bolsonaro (PL) ou algum de seus aliados novamente no poder.
Apesar de um governo cheio de polêmicas e decisões questionáveis, Bolsonaro segue com uma base forte e perdeu no ano passado por apenas 1,8% dos votos válidos: 50,90% a 49,10%.
Da última vez que o ex-presidente enfrentou um petista que não Lula na eleição, derrotou com facilidade Fernando Haddad no segundo turno de 2018: 55,13% a 44,87%.
“Efeito Dilma Rousseff”
Outro ponto a ser considerado é o episódio Dilma Rousseff (PT). A presidente foi eleita com tranquilidade em 2010, aproveitando os 87% de aprovação do governo Lula, mas sofreu para bater Aécio Neves (PSDB) em 2014 e acabou sofrendo impeachment dois anos mais tarde.
O objetivo do novo presidente, portanto, é buscar alguém que possua apoio popular, mas também tato político e aprovação de outras frentes para se manter no poder.
Estratégia traçada
De acordo com informações do portal UOL, Lula teria sinalizado a aliados que a proposta é “lançar” diversos presidenciáveis nos próximos anos e ver como esses nomes se destacam.
O presidente teria alertado pessoas próximas de que:
Não há garantia de acordo em torno do partido
Mesmo nomes dados como certo na disputa terão de se manter em evidência
Alguns possíveis presidenciáveis para 2026 seriam:
Geraldo Alckmin
Simone Tebet
Fernando Haddad
Flávio Dino
Rui Costa
Marina Silva
Camilo Santana
Wellington Dias
Geraldo Alckmin (PSB), vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio
Ex-adversário, Geraldo Alckmin (PSB) é considerado um dos fatores mais importantes para a criação de uma frente ampla, que embalou a vitória de Lula no ano passado. Ele tem fácil acesso entre empresários e setores mais conservadores, mas pouco apelo popular. Prova disso é a derrota na eleição presidencial de 2006 para o próprio Lula.
Simone Tebet (MDB), ministra do Planejamento
Simone Tebet (MDB) passou de uma senadora menos conhecida a terceira colocada da última eleição presidencial após se destacar, principalmente, nos debates. Também foi peça-chave na eleição de Lula, com seu apoio no segundo turno, e tem fácil acesso entre setores conservadores e o agronegócio, mas sua agenda difere bastante da proposta pelo atual presidente.
Fernando Haddad (PT), ministro da Fazenda
Fernando Haddad (PT) é o favorito de Lula para ser seu sucessor na esquerda. Possui conhecimento técnico e intelectual e foi prefeito de São Paulo de 2013 a 2016, mas tem pouco apoio popular e vem de derrotas consecutivas em 2016 (Prefeitura de São Paulo), 2018 (Presidência da República) e 2022 (Governo de São Paulo).
Flávio Dino (PSB), ministro da Justiça e Segurança Pública
Ex-governador do Maranhão, assumiu um Ministério importante. É carismático e goza de prestígio em seu estado, mas tem pouca projeção nacional. Uma possível candidatura passaria pelo destaque obtido à frente da Justiça e Segurança Pública.
Rui Costa (PT), ministro-chefe da Casa Civil
Ex-governador da Bahia, fez o PT se estabelecer como maior potência política no estado e chegou a ser cogitado para concorrer à presidência em 2018. Tem a confiança de Lula e, como Haddad, bastante conhecimento político e teórico, mas esbarra na falta de projeção nacional.
Marina Silva (Rede), ministra do Meio Ambiente
Marina Silva (Rede) tem fácil acesso a áreas mais conservadoras e mais progressistas e o conhecimento de quem já foi candidata à presidência três vezes (2010, 2014 e 2018). No entanto, tem contra si as derrotas nos três pleitos, sem sequer chegar ao segundo turno, e a ruptura com o PT.
Correm por fora
Nomes como os dos ministros Camilo Santana (Educação) e Wellington Dias (Desenvolvimento Social) correm por fora. Ambos são filiados ao PT e têm prestígio no partido e em suas regiões, mas carecem de projeção nacional e dependeriam de uma atuação de destaque em suas pastas para ganhar esse apoio popular.
Mauro Cid, ajudante de ordens e um dos mais influentes assessores de Bolsonaro, foi um dos motivos que levaram o ex-comandante do Exército Júlio César Arruda a ser demitido por Lula. (Foto: Alan Santos/Presidência da República)
A decisão foi tomada nesta terça-feira (24) após conversa entre Tomás e Cid. O ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sugeriu o afastamento diante da crise militar após a queda do ex-comandante do Exército Júlio César de Arruda.
O Alto Comando do Exército foi comunicado da decisão durante reunião nesta terça, em Brasília. A expectativa é que Cid seja realocado na Força nos próximos dias e consiga concorrer novamente ao cargo no batalhão em Goiânia no biênio 2025-2026, caso uma investigação da Polícia Federal sobre ele se encerre a tempo.
A designação para o cargo havia sido feita no ano passado e ele assumiria o posto no mês que vem.
Um dos mais influentes assessores de Bolsonaro durante os quatro anos de governo, Cid foi um dos motivos que levaram o ex-comandante do Exército Júlio César Arruda a ser demitido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último sábado. O ex-comandante resistiu em impedi-lo de assumir a função.
Na reunião com o general Tomás, de acordo com relatos de militares, o comandante teria convencido Cid, alvo de investigação no Supremo Tribunal Federal (STF), que o contexto político não era favorável e, portanto, um afastamento seria uma melhor saída tanto para o próprio tenente-coronel quanto para o Exército neste momento de crise.
De acordo com militares com conhecimento da conversa, Cid concordou em perder o batalhão e agora aguardará que a Força o designe para outro posto. Ao não impor resistência, o tenente-coronel poderá, no futuro, participar de processos seletivos para outros postos comandos.
Formalmente, Cid apresentou um requerimento pedindo para se afastar do comando do batalhão. O pedido já deferido pelo Comando do Exército.
O ex-ajudante de ordens de Bolsonaro assumiria o 1º Batalhão de Ações e Comandos, unidade de Operações Especiais, em fevereiro. Cid foi designado para o posto em maio do ano passado, após passar por um processo de seleção iniciado em setembro de 2021.
O Palácio do Planalto já havia indicado ao então comandante do Exército que esperava que a nomeação do ex-assessor de Bolsonaro fosse anulada, uma vez que Cid é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). General Arruda, porém, não fez a mudança, alegando que decisões administrativas do Exército cabia ao comandante.
Arruda acabou demitido no último sábado. O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, justificou a troca no comando alegando que houve “fratura de confiança” na relação com o Exército.
O presidente Lula nunca digeriu o fato de Arruda ter sido contra a prisão imediata de golpistas que invadiram as sedes dos Poderes em 8 de janeiro e estavam alojados em um acampamento em frente ao Quartel General do Exército, em Brasília. O general alegava que havia mulheres e crianças no local que poderiam ser vítimas de um eventual confronto com a Polícia Militar. Essa postura irritou o presidente e ministros do governo, que passaram a pressionar o ministro da Defesa.
Além de Cid, outros dois militares ainda são vistos com reservas por interlocutores do Planalto. Um deles é o general Gustavo Henrique Dutra de Menezes, atual chefe do Comando Militar do Planalto (CMP). Aliados de Lula acreditam que ele pode ter sido leniente com os golpistas. Outro que gera desconfianças junto ao governo é o tenente-coronel Paulo Jorge Fernandes da Hora, chefe do Batalhão da Guarda Presidencial (BGP), gravado discutindo com policias militares enquanto vândalos destruíam o Palácio do Planalto.
São Francisco de Sales nasceu na província de Savóia em 1567. Pertencente à nobre família de Barões de Boisy, cresceu no castelo de Sales. Sua mãe, uma condessa, buscou formá-lo muito bem com os padres da Companhia de Jesus, onde, dentre muitas disciplinas, também aprendeu várias línguas. Muito cedo, fez um voto de viver a castidade e buscar sempre a vontade do Senhor. Ao longo da história desse santo muito amado, é possível perceber o quanto ele buscou e o quanto encontrou o que Deus queria.
Vocação Certa ocasião, atacado pela tentação de desconfiar da misericórdia do Senhor, ele buscou a resposta dessa dúvida com o auxílio de Nossa Senhora e, assim, a desconfiança foi dissipada. Estudou Direito em Pádua, mas, contrariando familiares, quis ser padre. Em 18 de dezembro de 1593, foi ordenado sacerdote aos 26 anos de idade. Foi um sacerdote que buscou a santidade não só para si, mas também para os outros.
Nomeado Bispo No seu itinerário de pregações, de zelo apostólico e de evangelização, semeando a unidade e espalhando, com a ajuda da imprensa, a sã doutrina cristã, foi escolhido por Deus para o serviço do episcopado em Genebra. Em 1599, foi nomeado bispo coadjutor e, após três anos, passou a ser titular, com sede em Annecy, França. Um apóstolo do amor e da misericórdia, visitava paróquias, reorganizava mosteiros, conventos e dedicava-se à pregação e catequeses para os fiéis.
São Francisco de Sales era amigo de Joana Francisca de Chantal
“Introdução à vida devota” Durante uma pregação em Dijon, em março de 1604, conheceu Joana Francisca de Chantal, com quem formou uma grande amizade. No ano de 1608, escreveu e dedicou-lhe o livro “Introdução à vida devota”. Neste livro, São Francisco de Sales resumia os princípios da vida interior e ensinava como amar a Deus.
Amizade que inspira A amizade com Joana contribuiu para que fundassem a Congregação da Visitação de Santa Maria, em 1610, em Annecy, com o intuito de prestar socorro aos pobres e necessitados. Anos mais tarde, a Congregação tornou-se Ordem Contemplativa e as monjas passaram a ser chamadas de Visitandinas.
Páscoa São Francisco de Sales morreu em 28 de dezembro de 1622, em Lyon. No ano seguinte, seus restos mortais foram encaminhados para Annecy. Esse grande santo da Igreja morreu com 55 anos, sendo que 21 deles foram vividos no episcopado como servo para todos e sinal de santidade.
Via de Santificação Declarado Doutor da Igreja pelo Papa Pio IX, em 1877, é também titular e patrono da família salesiana, fundada por Dom Bosco, que se inspirou nele ao adotar o nome [salesiano]. Também é patrono dos escritores e dos jornalistas devido ao estilo e ao conteúdo de seus escritos. Foi beatificado em 1661 pelo Papa Alexandre VII, que também o canonizou em 1665.
Minha oração
“Doutor da mansidão, ensinai aos teus devotos o caminho para tão grande equilíbrio e paz. Assim como conduza-nos a misericórdia e paciência com os pecadores, os que estão mais próximos e vivem conosco. Amém.”
Enlace matrimonial dos jovens Robson Caldeira da Silva e Ivanilde Ribeiro dos Santos, ocorrido no último sábado dia 14 de janeiro de 2023 às 20h30min.
Contraíram matrimônio na noite do último sábado dia 14 de janeiro de 2023 às 20h30min., os jovens Robson Caldeira da Silva e Ivanilde Ribeiro dos Santos ele é paulista de Santa Bárbara d’Oeste e ela que é condeubense filha de Polibio Alves Ribeiro (In memorian) e Adelina Maria Ribeiro todos moradores da Fazenda Lagoa do Mamão Distrito da Mandassaia Muicípio de Condeúba. O enlace matrimonial aconteceu na Paróquia São José Jardim Alvorada na cidade de Americana/SP.
Ivanilde confirmou para nossa reportagem: “Foi tudo muito lindo o nosso casamento, como o meu pai gostaria que fosse, ele tinha um sonho de me ver casando, isso ocorreu com a presença física da minha mãe e a dele só no plano espiritual, assim quis o destino”, finalizou a noiva.
Nós do Jornal Folha de Condeúba, deixamos nosso amplexo e fraternal abraço aos nubentes, e parabenizamos a todos os parentes e amigos, pela passagem deste ato matrimonial. Felicidades e que o bom Deus dê ao casal muitos anos de vida, com sabedoria, muita luz para que seus dias sejam iluminados, juntamente com a nova família que acabara de ser iniciada. Muitas realizações e sussesso sempre para vocês!!!
O ministro Ricardo Lewandowski do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta segunda-feira (23) que o Tribunal de Contas da União (TCU) não utilize os dados populacionais do Censo Demográfico de 2022 para a distribuição do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A medida, articulada pela União das Prefeituras da Bahia (UPB), evita que 101 municípios baianos e 800 de todo o Brasil percam receita do fundo. O prejuízo nas cidades da Bahia chegaria a R$467 milhões ao ano.
Lewandowski analisou procedente os pedidos feitos pela Assembleia Legislativa da Bahia e o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), que ingressaram no Supremo com duas Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs). Nos argumentos do Legislativo baiano e da sigla, com base na Lei Complementar 165/2019, a decisão do TCU em utilizar dados do censo inconclusivo e ainda em curso viola os princípios da segurança jurídica, da autonomia municipal, da vedação ao retrocesso social, do pacto federativo, além de desrespeitar as leis orçamentárias anuais aprovadas em 2022 pelos entes municipais.
Na liminar deferida, o ministro Ricardo Lewandowski, comunica urgência da resolução. “Com fundamento nas razões acima expendidas, defiro a cautelar, ad referendum do Plenário do Supremo Tribunal Federal, para suspender os efeitos da Decisão Normativa – TCU 201/2022, mantendo como patamar mínimo os coeficientes de distribuição do FPM utilizados no exercício de 2018 durante o exercício de 2023, compensando-se, nas transferências subsequentes, os valores já transferidos a menor”, afirma na decisão.
ARTICULAÇÃO
O vice-presidente da UPB, prefeito Quinho, de Belo Campo, comemorou a notícia e disse que é resultado da mobilização que os prefeitos baianos montaram, em Brasília, para articular a revisão da decisão normativa do TCU. “Tínhamos uma preocupação muito grande de como os municípios manteriam os serviços funcionando sem esse recurso. É uma grande vitória. Estivemos em Brasília, cada prefeito buscou seu deputado, senador, conversamos com a AGU, o governo federal e chegamos ao entendimento que deveríamos provocar o ingresso de uma ADPF, o que foi feito pela Assembleia Legislativa e o PCdoB”.