Categoria: Brasil

INSS vai liberar pagamento de 13º a partir de 26 de novembro

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai liberar o pagamento da segunda parcela do 13º salário para aposentados e pensionistas a partir do dia 26 deste mês. O depósito do abono natalino será realizado até o dia 7 de dezembro para os beneficiários do INSS.

A primeira parcela, correspondente a 50% do benefício, foi paga em agosto para os aposentados e pensionistas, somando 29,7 milhões de benefícios. Ao todo, foram pagos 20,7 bilhões de reais. O Imposto de Renda, se houver, será descontado da segunda parcela.

Quando o dinheiro for liberado, os beneficiários poderão realizar a consulta pelo site Meu INSS ou pelo aplicativo do órgão, onde as informações estão disponíveis em “Histórico de Crédito do Benefício”. Também é possível fazer a consulta em agências do INSS.

Primeira indígena eleita deputada em Roraima ganha prêmio de Direitos Humanos da ONU

Primeira indígena a ser eleita Deputada Estadual Joênia Wapichana Foto: Agência Brasil

Além de ser eleita como a primeira mulher indígena para a Câmara dos Deputados de Roraima nesta eleição pelo partido REDE, Joênia Wapichana venceu o Prêmio das Nações Unidas de Direitos Humanos anunciado pela presidente da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Maria Fernanda Espinosa, no dia 25 de outubro.

A premiação é concedida a pessoas e organizações pelas suas conquistas em direitos humanos. Entre os nomes que já foram premiados estão o pastor norte-americano Martin Luther King, o ex-presidente da África do Sul Nelson Mandela e a ativista paquistanesa e também premiada com o Nobel da Paz Malala Yusafzai -, além das organizações Anistia Internacional e Comitê Internacional da Cruz Vermelha.

Joênia Batista de Carvalho, 43 anos, foi a primeira mulher brasileira de origem indígena a se formar em Direito e a exercer a profissão de advogada. Ela também foi nomeada primeira presidente da comissão Nacional de defesa dos Direitos dos Povos Indígenas em 2013.

Em entrevista ao ONU News, Joênia afirmou que o prêmio pode servir de inspiração para os povos indígenas. “Quando eu levo a palavra como primeira mulher indígena formada no Brasil, é justamente para dar um incentivo, para que essa minha imagem possa ser reproduzida, multiplicada dentro dos povos indígenas”, destacou.

Criado pela Assembleia Geral da ONU em 1966, a edição coincide com o aniversário de 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. A entrega do título acontecerá em dezembro, na sede das Nações Unidas, em Nova York, como parte da comemoração da data.

*BN

São José do Rio Preto é a melhor cidade do Estado e a segunda do País para se viver

Pesquisa mostrou que Rio Preto é a melhor cidade para se viver em todo o Estado de São Paulo (Foto: Divulgação)

São José do Rio Preto ficou na primeira colocação do Estado e, pela terceira vez, foi a segunda no País entre as melhores cidade para se viver. A pesquisa é da Firjan –Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro realizada com base em dados nas áreas de saúde, educação, emprego e geração de renda.

O índice varia de 0 (mínimo) a 1 ponto (máximo) para classificar o nível de cada localidade em quatro categorias: baixo (de 0 a 0,4), regular (0,4001 a 0,6), moderado (de 0,6001 a 0,8) e alto (0,8001 a 1) desenvolvimento. Rio Preto atingiu 0,9046.

Criado em 2008, o índice é feito, exclusivamente, com base em estatísticas públicas oficiais, disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde.

De acordo com a Firjan, desde 2014, a metodologia do IFDM foi aprimorada para captar os novos desafios do desenvolvimento brasileiro para esta nova década. O principal incremento foi situar o Brasil no mundo. A nova metodologia buscou padrões de desenvolvimento encontrados em países mais avançados, utilizando-os como referência para os indicadores municipais. Outro ponto importante foi a atualização de metas e parâmetros nacionais. Neste caso, o ano de referência deixou de ser 2000 e passou a ser 2010. Continue lendo

Outubro Rosa: Época de prevenção e combate ao câncer de mama

Por Thiago Braga

A campanha Outubro Rosa marca um período importante de mobilização social. Cumpre o papel de reeducar mulheres para exames de mama. Em vista disso, a proposta ilustra um trabalho voltado à prevenção do câncer de colo de útero. Nesse ponto, visa assegurar a saúde feminina para que não haja nenhum tipo de problema futuro. Assim, o mês de outubro é dedicado à “elas”, gestantes ou não, numa atenção especial que gera resultados: bem estar, vida saudável e aconchego.

O teste de mamografia é gratuito. Rápido, simples e seguro. Sem longa fila de espera ou limite de vagas. Lembrando que o exame é ofererecido na rede pública de saúde e entidades conveniadas. Um pequeno laço branco representa esta ação social. O projeto seduz pelo fundo moral. Toda mulher sonha em ser mãe. Há gravidez na adolescência, juventude e idade madura. Isto requer orientação, apoio e acompanhamento médico, nunca tardio, mas proficiente. Em boa hora, o “Outubro Rosa” traz gama de informações à luz da cura.

Bolsonaro quer aprovar em 2018 reforma da Previdência

Cristiane Gercina e Folha de S.Paulo
do Agora

Em uma série de entrevistas à imprensa exibidas por emissoras de TV ontem, um dia após vencer e eleição presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) afirmou que vai conversar com Michel Temer (MDB), atual ocupante do posto, para tentar aprovar “ao menos parte” da reforma da Previdência ainda em 2018, antes de assumir o cargo.

A primeira entrevista foi exibida pela TV Record. Poucos depois Band, SBT e Globo também transmitiram conversas com o presidente eleito.

“Semana que vem estaremos em Brasília e tentaremos junto ao atual governo de Michel Temer aprovar alguma coisa. Senão toda a reforma da Previdência, ao menos parte, para evitar problemas para um futuro governo”, disse à Record.

A declaração contradiz a postura adotada por sua equipe a respeito da proposta de reforma previdenciária proposta pelo governo Temer.

O coordenador político da campanha do PSL, Onyx Lorenzoni (DEM-RS), já havia declarado no início de outubro que o assunto só seria discutido depois da posse, e não na transição.

É saudável tirar um cochilo à tarde? Não, diz a ciência

 

Foto: iStock

Você é uma daquelas pessoas que após o almoço gosta de tirar um cochilo e caso não consiga dormir um pouquinho durante à tarde passa o resto do dia com a sensação de sonolência? Segundo especialistas, isso pode ser um indicador de problemas de saúde, como estresse e insônia. “Dormir durante o dia é um indicador precoce de problemas de saúde subjacentes”, alertou Yue Leng, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, à revista Time Health. No entanto, antes do diagnóstico é preciso observar alguns sinais, como quanto tempo duram os cochilos e como o indivíduo se sente ao acordar.

Em entrevista a revista Men’s Health, Michael Grandner, diretor do Programa de Pesquisa do Sono e Saúde no Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, 60 minutos ou mais de soneca durante o dia é um sinal de que há algo errado com a sua rotina de sono ou com a sua saúde. É comum tentar compensar uma noite mal dormida com um período de descanso durante a tarde, mas o especialista indica que essa compensação não deve se tornar um hábito diário, especialmente se ao acordar o indivíduo se sente tonto e mais cansado.

A inércia do sono, como é conhecida esta desorientação, é uma alerta do corpo para anunciar que não está pronto para acordar completamente já que o tempo de descanso não foi o suficiente para recarregar as energias. Além disso, um estudo publicado no American Journal of Epidemiology em 2014 mostrou que as sestas estão associadas ao um risco 32% maior na mortalidade. Mas vale lembrar que não é o hábito de dormir que aumenta o risco e sim a causa que está levando a pessoa a se sentir tão cansada nos períodos diurnos.

Carta a Jair Bolsonaro

Por Eduardo Affonso

Caro Jair

Independentemente de ter votado ou não em você, torço — e muito! — pelo seu sucesso.

Torço porque, apesar de suas frases infelizes e do preconceito que nunca procurou esconder, você é depositário das esperanças de milhões e milhões de brasileiros. São pessoas que o admiram ou apostam em você para nos livrar de um mal maior. Tomara que não estejam cometendo um equívoco.

É que não temos tido muita sorte com presidentes. A maioria errou feio. Collor, Lula e Dilma, por exemplo, chegaram como a salvação da lavoura, mas traziam consigo uma praga de gafanhotos.

Talvez por isso muita gente tenha embarcado nas narrativas distópicas e delirantes que a esquerda andou espalhando por aí (que você vá dizimar as mulheres, chacinar os negros, massacrar os LGBTs, trucidar os de humanas; impor a censura, acabar com a cultura, devastar a Amazônia, implantar uma ditadura nazifascista, institucionalizar a tortura, voltar com as aulas de OSPB…). Esse Brasil desertificado, bestificado e retrógrado, dominado por machos brancos heterossexuais de exatas realmente não parece uma boa ideia.

Sem qualquer pretensão a côutchim e sem me meter no seu programa de governo, queria que você pensasse nisto com carinho:

— Já passou da hora de enquadrar os meninos. Ensine-os a soletrar “poço”, a não quebrar placa, a respeitar as instituições. Não precisa bater: o exemplo costuma dar ótimos resultados. Faça valer a hierarquia — ou você corre o risco de criar corvos que lhe comerão os olhos.

— Arrume uma função relevante para o seu vice. Vice ocioso é a oficina do diabo (pergunte ao Figueiredo e à Dilma). Mantenha-o a prudente distância dos civis que fazem perguntas.

— Não entre no toma lá dá cá. Não faça conchavo. Não receba empresário de madrugada para conversas pouco republicanas. Não venda medidas provisórias. Não se encontre às escondidas com ministros do STF. Não use o Ministério para livrar ninguém da cadeia. Não passe pano para malfeito. Aliás, não use eufemismos: chame as coisas pelo nome.

— Não bata boca. Não faça comentários racistas ou sexistas. Conservadorismo não significa atraso, intolerância. Não, não precisa ser politicamente correto: polidez e bom senso resolvem.

— Não plante canteiro com formato de revólver nos jardins do Alvorada. Não se abolete no sítio de amigos. Não dê dinheiro para ditadores amigos. Não fique amigo de ditadores. Não aceite agrados de empreiteiras. Se alugar um imóvel, pague em dia — de preferência em dia que exista no calendário.

— Seja fiel à Constituição. Resista à tentação de trocá-la por uma mais nova.

— Não traia quem lhe deu voto de confiança, e respeite quem o negou. Seja inflexível no fundamental (a ética, a moral, o bem comum) e conciliador no acessório. Ajude a Lava-Jato a terminar a limpeza que ela começou. Não faça, nem permita que se faça, mais sujeira para a Lava-Jato limpar.

— Descupinize o Estado. Deixe-o mais leve, mais ágil, mais saudável. Dê um basta nos privilégios; acabe com os feudos, as tetas, as tretas. Desestatize, desburocratize, reforme. Melhore a vida do cidadão. Devolva com saúde, educação, saneamento, infraestrutura e segurança o imposto que ele paga. Entre escola e presídio, invista nos dois, para que, sem partido e sem facção, ambos efetivamente eduquem. Corte gastos e gaste melhor.

— Assim que puder, condene claramente a tortura. Demonstre apreço pela democracia, pelos direitos humanos, pelos direitos civis, pelo desenvolvimento sustentável. Resgate estas pautas, que foram sequestradas pela esquerda e estão, coitadas, em cativeiro há tantos anos. Mostre que as minorias não precisam passar o resto de suas vidas reféns dos progressistas, servindo de escudo humano para quadrilhas que as manipulam com a desculpa de protegê-las.

Você terá uma grande bancada e imenso apoio popular. Desarme o espírito, aposente os gestos bélicos, e contará também com os que não votam em você, mas cultivam essa estranha mania de ter fé no Brasil.

Eleições 2018: “Temos que nos acostumar a viver com a verdade”, diz presidente Bolsonaro

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) fez um duro discurso após ser proclamado vencedor da corrida eleitoral de 2018. O novo morador do Palácio da Alvorada afirmou nas redes sociais que o povo precisa se acostumar a “viver com a verdade”.

“Nós temos que nos acostumar a viver com a verdade. Não existe outro caminho se não a paz e a prosperidade. O povo tem o direito de saber o que acontece no seu país”, discursou, em uma live nas redes sociais.

Ele atacou os opositores. “Graças a Deus o povo entendeu perfeitamente. Alguém, sem um grande partido e sem fundo partidário, com grande parte da grande mídia criticando e me colocando muitas vezes em uma situação vexatória”, continuou.

“Não poderiamos continuar flertando com o socialismo, comunismo e o extremismo da esquerda. […] O que eu mais quero é, seguindo ensinamentos de Deus, ao lado da Constituição Brasileira, inspirado em grandes líderes mundiais e com uma grande assessoria técnicas, começar a fazer um governo no ano que vem que possa realmente colocar o Brasil em um lugar de destaque”, completou.

E bradou: “Temos tudo para ser uma grande nação”.

Eleições 2018: confira o que pode e o que não pode no momento da votação

Nos próximos domingos (28), os brasileirão votarão às urnas para o segundo turno das eleições 2018. Na oportunidade, será eleito o novo presidente do Brasil, além de governadores de alguns estados. Na Bahia, mais de 10,3 milhões de eleitores estão aptos para retornar às urnas e votar no segundo turno.

Para votar, eleitor precisa comparecer ao local da votação com com um documento oficial com foto ou ter o aplicativo e-título da Justiça Eleitoral no celular. Eleitores com biometria podem apenas apresentar o e-Título. Caso contrário, será obrigatório a apresentação do documento oficial com foto. Certidões de nascimento e casamento não são aceitas. O voto é obrigatório para brasileiros entre 18 e 70 anos e facultativo para analfabetos e jovens entre 16 e 18 anos.

Além disso, no momento da votação, algumas coisas são permitidas e outras não, conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Confira:

O QUE PODE
Permitida a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por partido político, coligação ou candidato
Permitida a divulgação, a partir das 17 horas do horário local, das pesquisas realizadas no dia da eleição referentes aos cargos de Governador, Senador, Deputado Federal, Estadual e Distrital.
Os comércio poderão funcionar, desde que os estabelecimentos que funcionarem neste dia proporcionem efetivas condições para que seus funcionários possam exercer o direito e o dever do voto
Permitido levar uma “cola” com os números dos candidatos para a urna de votação
Permitida a fiscalização do partido ou coligação durante a votação na seção eleitoral.

PROIBIDO
Proibido ao eleitor portar aparelho de telefonia celular, máquina fotográfica, filmadora, equipamento de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto
Proibida, até o término da votação, a aglomeração de pessoas portando vestuário padronizado, bem como bandeiras, broches, dísticos e adesivos que caracterizem manifestação coletiva, com ou sem utilização de veículos
Proibido o uso, por mesários, fiscais partidários e servidores da Justiça Eleitoral, o uso de roupas ou objetos que contenham propaganda por partido, coligação ou candidato.
Proibida a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos de propaganda política na internet.
Proibido o uso de alto-falantes e amplificadores de som
Proibido a promoção de comício ou carreata
Proibida a boca de urna
Proibido impedir que um eleitor vote
Proibido distribuir qualquer tipo de propaganda eleitoral, como santinhos ou panfletos.
Proibido oferecer alimentos ou transporte de eleitores
Proibida a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos e a publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos nas aplicações de internet

Brasil fecha 40 mil leitos em dez anos, aponta pesquisa CNM

Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Um levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) aponta que em dez anos o Brasil perdeu 40 mil leitos. Sendo que 23.091 leitos hospitalares são da rede pública, o que representa seis vagas fechadas por dia. A redução de leitos atingiu principalmente a pediatria e a obstetrícia de hospitais públicos.

De acordo com dados do estudo, é importante destacar os diferentes comportamentos na comparação quantitativa separadas em dois grupos: leitos SUS e não SUS. Enquanto o primeiro teve mais fechamentos que habilitações, o segundo grupo mostrou um aumento de aproximadamente 18.300 unidades. Isso significa que os leitos públicos diminuíram mais drasticamente, o que leva ao resultado global de perda de unidades.

A taxa ideal de leitos é entre 2,5 e 3 leitos para cada mil habitantes, segundo Ministério da Saúde. A média nacional é de 2,1 leitos por mil habitantes. No entanto, enquanto os leitos da rede pública têm apresentado redução, os da rede privada aumentaram em 18,3 mil unidades.