Categoria: Brasil

Desemprego é recorde e atinge 14,1 milhões de brasileiros

Foto: Agência O Globo

O desemprego no Brasil saltou para uma nova taxa recorde de 14,6% no trimestre encerrado em setembro, afetando 14,1 milhões de pessoas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Mensal (PNAD Contínua), divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o G1, o índice de 14,6% corresponde a um aumento de 1,3 ponto percentual em relação ao 2º trimestre (13,3%), e de 2,8 pontos percentuais frente ao mesmo intervalo do ano passado (11,8%). “Essa é a maior taxa registrada na série histórica do IBGE, iniciada em 2012, e corresponde a 14,1 milhões de pessoas.

Ou seja, mais 1,3 milhão de desempregados entraram na fila em busca de um trabalho no país”, informou o IBGE. O resultado do 3º trimestre ficou ligeiramente abaixo do estimado em pesquisa da Reuters junto a especialistas, de 14,9%. O desemprego vem renovando recordes desde julho no país, à medida em que os trabalhadores que perderam sua ocupação na pandemia começam a buscar um emprego após o relaxamento das medidas de restrição.

Expectativa de vida do brasileiro cresce 3 meses, diz IBGE

Foto: Reprodução

A expectativa de vida ao nascer dos brasileiros era de 76,6 anos em 2019, de acordo com dados publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (26) no Diário Oficial da União. São 3 meses a mais em relação ao valor estimado para o ano de 2018. Essa estimativa vem crescendo desde 1940. Naquele ano, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer era de apenas 45,5 anos, ou seja, os brasileiros hoje vivem, em média, 31,1 anos a mais do que em meados do século passado.

Em 1940, um indivíduo ao completar 50 anos tinha uma expectativa de vida de 19,1 anos, vivendo em média 69,1 anos. Já em 2019, a pessoa de 50 anos teria uma expectativa de vida de 30,8 anos, esperando viver em média até 80,8 anos (11,8 anos a mais). A expectativa de vida muda conforme o ano de nascimento da pessoa, ao que se dá o nome de “projeção de sobrevida”. Por exemplo, quem tinha 30 anos completos em 2019 terá um tempo médio de vida diferente de quem nasceu no mesmo ano.

Mercado de trabalho cria 395 mil vagas formais em outubro

O mercado de trabalho brasileiro registrou a abertura líquida (contratações menos desligamentos) de 394 mil vagas em outubro, o quarto saldo consecutivo no azul. Todavia, no acumulado de 2020, o saldo é negativo.

Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado nesta quinta-feira (26) pelo Ministério da Economia e que abrange apenas contratos de trabalho regidos pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

O país vem abrindo vagas em número cada vez maior após o corte aproximado de 1,6 milhão de postos de março a junho. Em julho, foram 139 mil postos abertos. Em agosto, 244 mil. Em setembro, 313 mil.

No mês, o melhor desempenho foi de serviços (com 156 mil vagas abertas), seguido por comércio (115 mil), indústria (86 mil) e construção (32 mil). Por outro lado, a agricultura fechou vagas (menos 120 postos).

No acumulado do ano de 2020, foi registrado saldo negativo de 171,1 mil empregos, decorrente de 12.231.462 admissões e de 12.402.601 desligamentos.

Apesar disso, o ministro Paulo Guedes (Economia) tem dito que os números devem desacelerar. Segundo ele, o país deve fechar o ano com perda de 300 mil empregos. “O Brasil está voltando com força, acelerando o ritmo de criação de empregos. Nem acredito que isso seja sustentável”, afirmou há cerca de duas semanas.

Fonte: Bahia Notícias

TSE vê R$ 440 milhões movimentados na eleição com indício de irregularidade

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aponta indícios de irregularidades em R$ 440 milhões pagos a fornecedores de campanha ou injetados nas candidaturas neste ano por doadores privados que, ao mesmo tempo, recebem benefícios do governo federal como o auxílio emergencial e o Bolsa Família.

A fatia mais expressiva se refere a fornecedores de campanha. O núcleo de inteligência do TSE identificou 31,7 mil sócios de empresas que prestaram serviço aos candidatos e que são beneficiárias do auxílio emergencial ou do Bolsa Família. Para o tribunal, isto é um indício de irregularidades nessas campanhas.

Esses fornecedores movimentaram R$ 386 milhões, repasses que incluem dinheiro público, oriundo dos fundos partidário ou eleitoral.

O pente-fino do TSE foi concluído no dia 23. Uma semana antes, a quantidade de fornecedores com indícios de irregularidades não chegava a 1.300. Os recebimentos somavam R$ 940,1 mil.

No caso dos doadores de campanha, o TSE identificou 65,3 mil pessoas inscritas em programas sociais do governo federal. Elas repassaram mais de R$ 54 milhões aos candidatos.

Uma semana antes, o pente-fino do núcleo de inteligência do tribunal havia constatado 1.300 doadores sob suspeita, por receberem algum benefício social. Isto seria um atestado da falta de capacidade financeira para injetar dinheiro em candidaturas.

Os R$ 54 milhões equivalem a 5,5% das receitas privadas das candidaturas. Um levantamento global do TSE, com base em dados somados até o dia 10, mostra que os candidatos receberam quase R$ 1 bilhão em doações privadas.

Os cartórios eleitorais já receberam as informações. Caberá a esses tribunais locais confirmarem a ocorrência de fraudes e ilegalidades envolvendo fornecedores e doadores de campanha. Um processo nesse sentido pode resultar na cassação de um registro de candidatura e até mesmo do diploma do eleito.

O trabalho envolve outros órgãos de fiscalização, como a Receita Federal, a Polícia Federal, o MPE (Ministério Público Eleitoral) e o TCU (Tribunal de Contas da União). O Ministério da Cidadania colabora com as bases de dados dos programas sociais.

O TCU fez auditorias para buscar possíveis fraudes em candidaturas, declarações de patrimônio dos candidatos e doações de campanha. No dia 6, o tribunal divulgou uma lista de candidatos com patrimônio expressivo e que, mesmo assim, recebem auxílio emergencial ou Bolsa Família.

Entre esses beneficiários, 10 mil têm patrimônio entre R$ 300 mil e R$ 1 milhão. Outros 1.300 candidatos têm patrimônio superior a R$ 1 milhão.

O relatório do TSE com indícios de irregularidades detalha outras situações suspeitas. Os técnicos identificaram 7.900 fornecedores, com empresas recém-abertas, filiados a partidos políticos. Os gastos contratados somam R$ 68,7 milhões.

Trabalhadores informais doaram R$ 44 milhões às campanhas — são, ao todo, 12,4 mil doadores. Outros 2.700 não têm renda compatível para fazer doações, segundo o TSE. O valor doado soma R$ 23 milhões.

Também há fornecedores sem registro na Receita Federal (1.900 empresas, que movimentaram R$ 3,3 milhões), prestadores de serviço que são parentes dos candidatos (R$ 7,3 milhões em gastos com essas pessoas) e 24 doadores que já morreram — o total doado é de R$ 36,1 mil.

Ao todo, o núcleo de inteligência do TSE aponta indícios de irregularidades em R$ 588 milhões movimentados nas eleições de 2020. Uma semana antes, os indícios se referiam a R$ 60 milhões.

Fonte: Bahia Notícias

46ª CIPM reforça campanha de combate à violência contra a mulher na região de Livramento de Nossa Senhora

Foto: Lay Amorim

Na última quarta-feira, 25 de novembro, foi o dia internacional pela eliminação da violência contra a mulher. A data é uma forma de incentivar a realização de denúncias e erradicação da violência doméstica.

De acordo com dados da 46ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), em Livramento de Nossa Senhora, de 1º de janeiro a 25 de novembro, 59 casos de violência contra a mulher foram registrados na cidade.

O Bairro Benito Gama e Centro concentram o maior número de casos. Há diversos casos registrados também nos municípios de abrangência da 46ª CIPM. Para denunciar, ligue ou mande mensagem para o zap “respeite as mina” no (71) 99909-9322.

Brasil registra 264 crimes contra candidatos até novembro, diz TSE

Foto: Divulgação/TSE

O Brasil registrou, até novembro, 264 crimes de violência contra candidatos ou pré-candidatos às eleições municipais de 2020, de acordo com levantamento divulgado nesta terça-feira (24) pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso. Esse número, segundo Barroso, é mais de cinco vezes superior ao verificado nas eleições municipais anteriores, em 2016, quando foram contabilizados 46 crimes de violência contra candidatos.

3,4 mil prefeitos eleitos devem ter apoio da maioria da Câmara de Vereadores

Um levantamento feito pelo G1 com dados do 1º turno destas eleições mostra que os prefeitos eleitos para governar 3.424 municípios já devem começar o mandato com o apoio de mais da metade da Câmara Municipal. Em 1.984 cidades, os prefeitos ainda precisam ampliar o apoio do Legislativo municipal para conquistar ao menos a maioria da Casa.

Para a análise, o G1 levou em conta os partidos da coligação do prefeito e também dos vereadores eleitos. Os dados são do primeiro turno destas eleições e não consideram candidaturas “sub judice” (que aguardam julgamento) e também as disputas do segundo turno (que ocorrem em 57 municípios neste domingo).

Em média, os prefeitos eleitos no primeiro turno já começam o mandato com apoio de 56% dos vereadores da Câmara Municipal. A construção de uma base de apoio é importante para a gestão do prefeito, já que o Executivo depende do Legislativo para discutir e aprovar o Orçamento do município, projetos de lei, o Plano Diretor, entre outros.

Acidente entre ônibus e caminhão deixa ao menos 41 mortos no interior de SP

Ônibus transportava cerca de 53 passageiros, todos funcionários de uma indústria têxtil instalada na região

Foto: Reprodução/G1

Ao menos 41 pessoas morreram num acidente envolvendo um ônibus e um caminhão nesta quarta-feira, entre Taguaí e Taquarituba, no interior de São Paulo, segundo informa o site de notícias “G1”. O acidente ocorreu na rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho, de pista simples, por volta das 7h, após o ônibus, que transportava funcionários de uma empresa, bater no caminhão que trafegava em sentido oposto.

De acordo com a polícia, a informação preliminar indica que o ônibus transportava cerca de 53 passageiros, todos funcionários de uma indústria têxtil instalada na região. Com a batida, os veículos ficaram destruídos.

Carros do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar Rodoviária de Piraju foram encaminhados ao local do acidente. A polícia trabalha no momento na identificação de todas as vítimas, que não tiveram os nomes revelados.

O estado de saúde dos sobreviventes também não foi divulgado. Os feridos, que, de acordo com o “G1”, foram 10, foram encaminhados pelas equipes de resgate para hospitais em Taquarituba, Taguaí e Fartura.

Alexandre Guedes, porta-voz da Polícia Militar, disse em entrevista à “GloboNews” que o ônibus transportava ao menos 53 pessoas. “É uma ocorrência muito grave na região de Taguaí. O ônibus colidiu com um caminhão. Não temos dados precisos porque é um local de difícil acesso”, afirmou.

Guedes afirmou ainda que é muito cedo para se determinar as causas do acidente. “Nosso trabalho, agora, é prestar socorro. Estamos focados em resgatar pessoas”.

Morre No Final Da Noite Desta Terça-Feira (24/11) Em Brasília O Ex-Governador João Alves Filho

O ex-governador João Alves Filho morreu no final da noite de terça-feira (24). Ele estava internado há uma semana.no hospital Sírio Libanês, em Brasília, para onde foi levado após sofrer uma parada cardíaca.

No hospital, João foi diagnosticado com Covid-19. A família está resolvendo como será o sepultamento. A senadora Maria do Carmo, em entrevista pela manhã da terça-feira (24) disse que João Alves Filho seria cremado e suas cinzas trazidas para Aracaju a fim de evitar o sepultamento imediato em razão do Covid.

Entretanto a decisão será tomada após reunião da família, porque alguns dos seus familiares defendem que o crpor dele seja trazido para Sergipe e sepultado em Aracaju, no túmulo do seu pai, construtor João Alves. João Alves Filho permanecia em coma, entubado, na UTI do Sírio Libanês com alguns dos órgão vitais já paralisados e sem mas perspectiva de recuperação.

BIOGRAFIA

João Alves Filho nasceu na capital sergipana, no bairro Santo Antônio. É casado com Maria do Carmo Nascimento Alves (senadora). e desta união foram gerados quatro filhos: Maria Cristina Alves, Ana Maria Alves e João Alves Neto.

Filho do renomado empresário e construtor João Alves e Maria de Lourdes Gomes, João Alves Filho é um grande estudioso e conhecedor da problemática nordestina. Preocupado com a questão das Águas, tem dedicado boa parte dos seus estudos à causa, envolvido também com a questão da transposição do rio São Francisco.

Sua trajetória política teve início aos vinte anos, quando ingressou no curso de Engenharia Civil da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia. Nesse período, foi membro da Juventude Universitária Católica (JUC) e redator do jornal da frente única das esquerdas e só deixou de exercer essa função a partir do golpe militar de 1964. Em 1965, começou a vida de engenheiro ao lado do pai na Construtora Alves.

Iniciou sua carreira pública assumindo a prefeitura de Aracaju (1975-1979), indicado pelos militares, a principal prefeitura da administração sergipana, durante a gestão de José Rollemberg Leite. Foi eleito governador em 1982 e nomeado Ministro de Estado do Interior pelo Presidente José Sarney em 1987. Em 1990, foi candidato ao governo de Sergipe e venceu com 364.819 votos. Em 1998, concorreu novamente ao governo de Sergipe mas ficou em segundo lugar, perdendo para o seu ex-aliado Albano Franco.

Disputou o pleito ao governo do estado em 2002, obteve sucesso, derrotando o então senador José Eduardo Dutra.

Em 2006, João Alves Filho se apresentou como candidato à reeleição numa disputa polarizada entre o próprio João e o ex-prefeito Marcelo Déda candidato pelo PT. João, porém, perde a eleição para o candidato Marcelo Déda logo no primeiro turno, tendo obtido 45,02% dos votos válidos, totalizando 450.405 votos, contra 52,46% obtidos por Déda (524.826 votos).

Em 2010 candidatou-se novamente ao governo do Estado de Sergipe, não obtendo êxito, onde o então Governador Marcelo Déda foi reeleito.

Em 2012 lançou sua candidatura para prefeito pelo Democratas e venceu o deputado federal Valadares Filho o candidato do então prefeito Edvaldo Nogueira e do então governador Marcelo Déda com 52,73% dos votos validos contra 37%.

Em 2016, João tenta a reeleição, mas acaba ficando de fora do segundo turno, disputado entre Valadares Filho (PSB) e o então ex-prefeito Edvaldo Nogueira (na época, PCdoB), este último acaba por ser eleito novamente.

Livros
João Alves é autor de diversos livros, o mais recente se chama “Toda a verdade sobre a transposição rio São Francisco” lançado dia 28 de outubro de 2008 na Livraria Escariz. Com a experiência adquirida na vida pública João Alves Filho agrupou todos os seus estudos e idéias e tornou-se um sóbrio autor, escrevendo detalhadamente a cerca de questões sócio ambientais e as suas causas e consequências. Possui em seu currículo inúmeros títulos que dissertam sobre temas, como as secas, as águas e a transposição das águas do Rio São Francisco. Tendo um amor declarado pela Região Nordeste, dedica sua vida e obras e encontrar soluções ou medidas que atendam as necessidades dos afligidos da maneira mais íntegra e satisfatória que se possa fazê-lo. Seus livros são: Nordeste, Região credora (1985); No outro lado do mundo (1988); Amazonas & Nordeste – Estratégias de desenvolvimento (1989); Conferências (1990); Pontos de Vista (1994); Nordeste – Estratégias para o sucesso (1997); Transposição das Águas do São Francisco – Agressão à Natureza x Solução Ecológica (2000); Matriz energética brasileira – Da crise à grande esperança (2003); Toda a Verdade sobre a transposição do Rio São Francisco (2008); Transposição do São Francisco – Uma Análise dos aspectos positivos e negativos do projeto que pretende transformar a Região Nordeste.

Governo de Sergipe
Primeiro mandato

Foi eleito governador, com o apoio do ex-governador e cacique político do PDS, Augusto Franco, João venceu o pleito com 200.000 votos contra 77.000 do segundo colocado, o senador Gilvan Rocha PMDB, e no terceiro e quarto lugar, Marcélio Bomfim PT e Manuel Ferreira, respectivamente. Foi no ano de 1985 que João deixou o PDS e filiou-se ao PFL.

João realizou um governo voltado para o homem do campo com o programa Chapéu de Couro, onde a construção de açudes amenizava o problema da seca no sertão.

Segundo mandato

Quando João Alves deixou o Palácio Olímpio Campos, sede do governo estadual em 1986, João deixava no ar a possibilidade de voltar ao governo em 1991, o que realmente aconteceu, com a dobradinha João-Albano, sendo João para governador e Albano Franco para senador, João Alves venceu no primeiro turno o candidato das oposições, José Eduardo Dutra (PT), com uma votação de 364.819 votos contra 124.050 do candidato petista. Nesse governo João criou a maior obra já feita no setor turístico em Sergipe: a Orla de Atalaia.

A eleição de 1998

Em 1994, João conseguiu eleger seu sucessor ao governo do estado, o senador Albano Franco, que venceu o ex-prefeito de Aracaju, Jackson Barreto PDT. Em 1998, rompido com o grupo de Albano, se lançou candidato ao governo pelo seu partido, PFL. Saiu derrotado do pleito por Albano Franco, que foi reeleito para mais quatro anos de governo.

Terceiro mandato

Na eleição de 2002, João Alves Filho despontava como um candidato natural do PFL contra o candidato petista, José Eduardo Dutra e do governista, o ex-senador Francisco Rollemberg. João ganhou a eleição no segundo turno com uma diferença de 6% do segundo colocado, e foi reconduzido ao governo junto com a vice-governadora Marília Mandarino.

Silas Aguiar / Descontrair.com

Fonte: FaxAju

Covid: Taxa de transmissão no Brasil chega a maior patamar desde maio

A taxa de transmissão da Covid-19 para esta semana no Brasil chegou ao maior número desde maio. É o que mostram os dados do Imperial College de Londres, que faz o monitoramento da pandemia desde o início.

A informação divulgada pela entidade britânica nesta terça-feira (24) atualizam a estimativa para a semana iniciada na segunda (23).

De acordo com o G1, o relatório mostra que o índice está em 1,30. O que significa que cada 100 pessoas contaminadas transmitem o vírus para outras 130 pessoas.

A última vez que o Imperial College identificou uma taxa de transmissão tão alto no país foi na semana de 24 de maio. Na ocasião o índice era de 1,31. O valor máximo possível naquela data, considerando a margem de erro, foi de 1,34.

Ao levar em conta a margem de erro desta semana, a taxa pode ser maior (1,45) ou menor (0,86), ressalta a matéria.

Fonte: Bahia Notícias