Categoria: Brasil

Será que chamou de Vagabundos?: Parte dos brasileiros não está preparada para fazer quase nada, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse a apoiadores nesta terça-feira (5) que uma das explicações para o desemprego no país é que parte dos brasileiros não tem preparação para fazer “quase nada”. Bolsonaro chegou ao Palácio da Alvorada no fim da tarde acompanhado do ministro José Levi (Advocacia-Geral da União). Em conversa com apoiadores divulgada em versão editada por um canal simpático ao presidente na internet, o chefe do Executivo criticou o volume de ações trabalhistas e afirmou que “ser patrão é uma desgraça”. “Então, [o Brasil] é um país difícil trabalhar. Quando fala em desemprego, né, [são] vários motivos. Um é a formação do brasileiro. Uma parte considerável não está preparada para fazer quase nada. Nós importamos muito serviço”, disse o presidente.

A retomada do emprego ainda é dúvida, mesmo com a geração recorde de vagas com carteira em novembro.

No total, o desemprego bateu novo recorde em novembro, atingindo 14 milhões de brasileiros. A taxa de desocupação chegou a 14,2%, o maior percentual da série histórica da Pnad Covid, pesquisa do IBGE iniciada em maio para mensurar os efeitos da pandemia no país. Esse indicador considera o mercado informal de trabalho, autônomos e funcionários públicos. Esta terça-feira foi o primeiro dia em que Bolsonaro teve compromissos oficiais depois dos 17 dias em que sua agenda não registrou nada. Ele retornou a Brasília na segunda-feira (4), após recesso nos litorais de Santa Catarina e São Paulo.

Aos apoiadores, o presidente também disse nesta tarde que irá ao Maracanã para acompanhar a final da Copa Libertadores, em 30 de janeiro.

Horas antes, a outro grupo de apoiadores, Bolsonaro havia dito que o Brasil está quebrado e que ele não consegue fazer nada.

“Chefe, o Brasil está quebrado, e eu não consigo fazer nada. Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda, teve esse vírus, potencializado por essa mídia que nós temos. Essa mídia sem caráter. É um trabalho incessante de tentar desgastar para tirar a gente daqui e atender interesses escusos da mídia”, disse o mandatário pela manhã, também em conversa transmitida pelo canal bolsonarista na internet.

As declarações do presidente destoam de posições apresentadas publicamente pela equipe econômica, que tem batido na tecla de que a atividade econômica do país está em plena recuperação, o que trará resultados positivos para a arrecadação de impostos. No fim da tarde, Bolsonaro disse que “a gente não tem recursos para investir” e voltou a falar de sua promessa de campanha de atualização da tabela de Imposto de Renda.

“Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda. O cara me cobra: ‘compromisso de campanha’. Mas não esperava esta pandemia pela frente. Nos endividamos em aproximadamente R$ 700 bilhões. Complicou mexer nisso aí”, afirmou no fim da tarde.

Ainda na conversa vespertina, Bolsonaro disse que alguns não o deixam governar, mas não citou nomes. “Alguns falam que ‘não sei quem’ não deixa eu governar. Quisera eu que fosse só um ‘não sei quem’, unzinho só”, afirmou o presidente da República.

Fonte: Brumado Urgente

Belo Horizonte vai fechar o comércio: ‘Estaca zero’, diz prefeito Alexandre Kalil

Foto: Foto: Cristina Moreno de Castro/G1

Depois de bater três recordes consecutivos na taxa de ocupação de leitos de UTI, Belo Horizonte vai voltar a fechar as portas de seu comércio, numa tentativa de conter o avanço da Covid-19. O prefeito Alexandre Kalil (PSD) anunciou, em suas redes sociais, que apenas os serviços essenciais poderão funcionar na cidade já a partir da próxima segunda-feira (11): “Sexta-feira o decreto vai ser publicado e segunda-feira a cidade está fechada”, disse o prefeito.

Na tarde desta quarta-feira, houve uma nova reunião do Comitê de Enfrentamento à Covid-19 para analisar os indicadores da doença na cidade, que não param de piorar. E a decisão foi pelo fechamento de tudo o que não for essencial, exceto praças públicas e o zoológico, com visitas agendadas. “Chegamos ao limite da Covid-19.

Nós avisamos, nós tentamos avisar. Tentamos manter a cidade aberta há 10 dias, quando os números ainda eram perigosos, mas nós tínhamos, pelo menos, uma expectativa de responsabilidade (…) O comerciante tem que se preparar porque sexta-feira nós estamos soltando um decreto voltando a cidade à estaca zero”, disse Kalil.

Prefeito de Jacobina reduz salário em 90% e vai para posse montado em boi

Foto: Divulgação

O prefeito da cidade de Jacobina, no norte da Bahia, baixou um decreto reduzindo o próprio salário em cerca de 92%. Até dezembro deste ano, Tiago Dias (PCdoB) vai receber apenas um salário mínimo, e não a remuneração de R$ 15 mil do cargo. O gestor, que é agricultor, também chamou atenção ao ir para a posse montado em um boi.

De acordo com ele, a redução foi uma medida tomada para dar exemplo ao trabalhador, já que a maioria das pessoas de Jacobina também sobrevive com um salário mínimo. “Eu tomei algumas decisões já na pré-candidatura, e uma delas foi que eu iria reduzir o salário do prefeito para o mínimo. Pela sensibilidade que o homem público tem que ter, de que o trabalhador é trabalhador. 90% das pessoas em Jacobina e em outros estados do Brasil sobrevivem com um salário mínimo, diferente do prefeito.

Eu tenho aqui carro à disposição, combustível à disposição, assessoria à disposição. Estou bem à frente do trabalhador e da trabalhadora nesse ponto. Então a gente tem que dar o exemplo”, disse ele. No decreto publicado na segunda-feira (4), apenas o prefeito teve salário reduzido.

Tiago Dias disse ainda que não chegou a mencionar a redução salarial que pretendia na campanha política. Com a redução salarial, o retorno do dinheiro para os cofres públicos é de cerca de R$ 170 mil. O prefeito disse que esse dinheiro será investido em instituições que prestam apoio a crianças em situação de vulnerabilidade social.

NOTA:- Isso não é utopia, já aconteceu em Jacobina/BA.

Desemprego bate recorde e chega a 14,2%, diz IBGE

A taxa de desemprego no Brasil chegou a 14,2%, recorde desde o início da série histórica. Isso significa que 14 milhões de pessoas estão sem emprego no País. É o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid-19 (Pnad Covid-19), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em outubro, eram 13,8 milhões de desempregados, 14,1%.

A população ocupada, por sua vez, subiu para 84,7 milhões, um aumento de 0,6% em relação a outubro. De acordo com o IBGE, o nível de ocupação é de 49,6%, o que significa que menos da metade da população em idade para trabalhar estava empregada.

A Pnad Covid-19 também trouxe dados relacionados à saúde da população. Cerca de 28,6 milhões de brasileiros fizeram algum teste para saber se estavam infectados com o novo coronavírus. Entre esses, 22,7%, o equivalente a 6,5 milhões de pessoas testaram positivo para a Covid-19. A pesquisa indica que até novembro, 13,5% da população do País fez algum teste para detectar o vírus, ante 12,1% em outubro.

DIRETORA DA ANVISA CALA A BOCA DA ‘MÍDIA DO ÓDIO E AVISA: “NÃO HÁ EMPECILHOS SOBRE VACINA NO BRASIL”

A diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Meiruze Sousa Freitas, foi taxativa ao afirmar que a instituição não está entravando o registro de vacinas contra o coronavírus no Brasil. Meiruze que está, há pouco tempo, no cargo de diretora de registros da instituição, rejeitou que a agência seja considerada como uma barreira para que um fármaco seja definido contra a covid-19 e apontou que as próprias empresas fabricantes dos imunizantes ainda não entregaram os dados das pesquisas utilizados pela Anvisa para avaliar se as vacinas são eficientes e seguras.

“Da parte regulatória, falta as empresas trazerem os dados para a avaliação da Anvisa. Temos regras semelhantes às do mundo. Não há aqui empecilho para avaliação de uso emergencial ou registro”, destacou, reforçando que a perspectiva é aprovar os pedidos de registro o mais rápido possível.

E complementou:
“Não tem lógica pensar que a Anvisa é contra a vacina”
A diretora salientou que a agência atua regulando os imunizantes como qualquer instituição desse tipo no mundo. Mas, para isso, necessita receber dados parciais; para que possa avaliar o uso, inclusive, emergencial. “O papel da Anvisa é ofertar ao serviço público e ao privado vacinas de qualidade. Não fazemos parte do processo de aquisição”, salientou.

Sobre a manutenção de um possível calendário de vacinação já divulgado, Meiruze voltou a afirmar que tudo depende da entrega dos dados pelas empresas. “Vai depender do pedido (pelas empresas fabricantes das vacinas)… Só quando tiver o pedido poderia afirmar melhor”, explica.

A diretora de registros da Anvisa também informou que o prazo de 72 horas para a agência analisar sobre a importação de produtos para a covid-19 com registros em outras instituições sanitárias do mundo não é razoável. “No prazo de 72 horas, nenhum lugar do mundo consegue qualificar um produto como seguro e eficaz”, disparou.

Fonte: JCO

Anvisa alerta que testes disponíveis podem não detectar variante do coronavírus

A maioria dos testes disponíveis são incapazes de detectar uma variante do novo coronavírus. O alerta foi feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta sexta-feira (1º).

A variante encontrada primeiro no Reino Unido tem sido notícia e aumentou o nível de alerta do mundo. Especialistas indicam que ela é ainda mais contagiosa. A nova cepa também já está presente no Brasil, dois casos foram reportados em São Paulo, lembra reportagem do Estadão.

A Anvisa emitiu uma nota técnica em que alerta que alguns tipos de ensaios podem não identificar essa nova cepa, mas que a maioria dos testes correntes no país usa métodos com alvos múltiplos, capazes de identificar a mutação, o que reduziria o impacto no diagnóstico.

A agência destaca que existem no Brasil diversos produtos seguros e eficazes para diagnóstico da variante.

De acordo com a reportagem, a Anvisa ainda recomendou que os laboratórios adotem medidas que favorecem o diagnóstico, “como a utilização de produtos voltados a diferentes alvos virais”.

Fonte: Bahia Notícias

Cordeiros: Prefeito Delci, seu vice Renivaldo e os 9 vereadores tomaram posse neste dia 1º de janeiro/2021

Redação

Ao centro o prefeito Delci com seu vice Renivaldo, ladeados pelos 9 vereadores todos empossado nesta Sessão Solene para o mandato de 2021 a 2024

Nesta sexta-feira 01 de janeiro de 2021, aconteceu a posse dos vereadores, prefeito e vice prefeito de Cordeiros. A cerimônia de posse aconteceu no Centro Mariano Pe. Ladislau Klener às 9 horas. O vereador Fabiano Gomes de Sousa foi reeleito pela terceira vez consecutiva como presidente da casa legislativa, Fabiano PSD está no seu quarto mandato como parlamentar do município de Cordeiros.
A composição da mesa diretora para o biênio 2021/2022 ficou assim: Presidente – Fabiano Gomes de Sousa, vice presidente – João Ribeiro da Silva, primeiro secretário – Renerio Pereira Barbosa Neto, segundo secretário – Pedro José da Silva.
Na cerimônia de posse o presidente Fabiano Gomes de Sousa deu posse ao prefeito Delci Alves Luz e ao seu Vice Renivaldo Francisco de Sousa para a gestão 2021/2024.

Bolsonaro anuncia aumento do salário mínimo para R$ 1.100

O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (30), em redes sociais, a assinatura de uma medida provisória (MP) que elevará o salário mínimo para R$ 1.100, com vigência a partir de 1º de janeiro. O valor atual é de R$ 1.045. “O valor de R$ 1.100,00 se refere ao salário mínimo nacional. O valor é aplicável a todos os trabalhadores, do setor público e privado, e também para as aposentadorias e pensões”, afirmou o presidente.

Em meados de dezembro, o Congresso havia aprovado a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2021, fixando o salário-mínimo em R$ 1.088. Na proposta aprovada pelos parlamentares, não houve aumento real no salário, tendo sido feita apenas a correção com base na previsão da inflação acumulada no ano, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Fonte: Agora Sudoeste

Em agenda na cidade de Catu nesta quarta-feira (30), o governador Rui Costa criticou a demora do Governo Federal para iniciar a vacinação contra o coronavírus e apontou a atuação política da Anvisa como fator de atraso para a imunização dos brasileiros.

“O Brasil hoje, pelo desastre da condução do Governo Federal, é o segundo país do mundo em número de mortes, e nós corremos o risco de ser o último a começar a vacinação”.

Rui também afirmou que, se preciso for, vai tomar medidas judiciais para que a Bahia adquira as vacinas necessárias. Rui Costa avalia que, “se o governo federal atrapalhar menos, a gente vai vacinar parte da população no primeiro semestre, basicamente o povo da área da saúde, o povo da área da segurança e aqueles que que têm a sua saúde mais vulnerável, ou seja, os idosos e quem tem doença com potencial de complicar com o Covid”.

Segundo ele, só no segundo semestre a vacina chega para a maior parte da população. Rui Costa destacou que, na América do Sul, a maioria dos países já começou a vacinar sua população. “O Brasil está ficando para trás. É uma vergonha porque nós temos um governo federal incapaz de governar o País, que se sustenta na base da polêmica, na pregação da ignorância, da negação da ciência, e está levando o Brasil a um desastre não só do ponto de vista de saúde, mas do ponto de vista econômico e social”.

O governador destacou que a Anvisa era uma das agências sanitárias mais respeitadas do mundo. “Era até aqui. Infelizmente, o atual governo, que está destruindo muita coisa, está conseguindo destruir a imagem da Anvisa que levou muitas décadas para construir uma imagem de seriedade.

Hoje, está sendo adotada uma postura ‘politiqueira’ que não condiz com a história e com a reputação que a Anvisa tem. Mas estamos atentos, monitorando diariamente e, dadas as condições, se necessário for, o Estado da Bahia vai à justiça para requerer a autorização para adquirir a vacina e imunizar a população”, acrescentou.