Condeúba – 175 anos de paróquia

Apesar de Condeúba ter completado, neste 14 de maio pp. 165 anos de emancipação política, temos datas religiosas bem mais antigas, segundo pesquisas de Dr. Tranquilino Torres, reproduzidas no livro de minha autoria: Condeúba, sua história, seu povo.
Como exemplo, citamos: a) a primeira festa de Santo Antônio foi realizada no dia 13 de junho de 1752, portanto, há 274 anos. Provavelmente, no tempo da primeira capela. Festa esta organizada pela Irmandade de Santo Antônio existente naquela época. b) A Irmandade do Santíssimo Sacramento, fundada por Dom Romualdo Antônio de Seixas, Arcebispo da Bahia e Primaz do Brasil, data de 15 de fevereiro de 1845; são 181 anos de existência. c) A fundação da paróquia de Santo Antônio de Pádua se deu pela Resolução número 413, de 19 de maio de 1851, data en que a capela foi elevada à categoria de Matriz; razão pela qual estamos comemorando o jubileu de 175 anos, pela primeira vez, com grande pompa organizada pelo atual pároco Pe. Lázaro Matheus com tríduo preparatório e festa solene no dia 19 de maio. A capela em referência, a 2a portanto foi abençoada em 10 de julho de 1783 pelo padre visitador-geral José Nunes Cabral Castelo Branco. São 243 anos de história. Estávamos, certamente, nos domínios da Arquidiocese de São Salvador da Bahia.
A localidade, mesmo emancipada de Caetité em1861, continuava com o nome de Vila e Município de Santo Antônio da Barra. Enorme território, o qual abrangia os antigos distritos de Cordeiros, Piripá, Tremedal, Caraíbas, Pres Jânio Quadros, Maetinga e Guajeru. Porém, com o advento da proclamação da República, Dr. Diocleciano Pires Teixeira, de Caetité, apresentou proposta de mudança de denominação para elevar a Vila à categoria de cidade com o nome de Condeúba. De origem tupi devido a uma madeira existente na região cujo nome era pau de candeia. Isso aconteceu em 28 de junho de 1889.


