Um homem de 45 anos agrediu seu cunhado de 57 com uma barra de ferro na noite desta sexta-feira (23), por volta das 21h, na cidade de Palmas de Monte Alto. A informação foi confirmada pelo 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM).
De acordo com a PM, uma guarnição foi acionada por populares informando que, na Rua Raquel de Queiroz, bairro Barrinha, um indivíduo teria agredido seu cunhado com uma barra de ferro.
No local, foi constatado que os envolvidos estavam ingerindo bebida alcoólica quando entraram em luta corporal, ocasião em que o autor utilizou uma barra de ferro para agredir a vítima.
Ambos foram conduzidos ao Hospital Municipal de Palmas de Monte Alto, onde a vítima permaneceu internada devido a lesões na cabeça e no braço esquerdo. O autor foi apresentado à Delegacia de Polícia Civil para adoção das medidas cabíveis.
Representantes da gestão municipal de Brumado participaram, neste sábado (24), da SERIN Itinerante, realizada no Colégio Estadual de Tempo Integral, no município de Guanambi. A iniciativa é promovida pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Relações Institucionais da Bahia, com o objetivo de fortalecer o diálogo entre o Estado e os municípios.
A Prefeitura de Brumado esteve representada por integrantes das secretarias municipais de Planejamento, Educação, Cultura e Infraestrutura, e também de vereadores do município, reforçando o compromisso da gestão com a articulação institucional e a busca por soluções conjuntas para o desenvolvimento do município.
A SERIN Itinerante é um espaço de escuta e aproximação que reúne prefeitos(as), ex-prefeitos(as), vereadores(as), ex-vereadores(as), deputados(as), lideranças políticas, movimentos sociais e representantes da sociedade civil. A proposta é ampliar o diálogo, fortalecer a participação social e construir estratégias que atendam às demandas locais.
Durante o encontro, os participantes têm a oportunidade de apresentar pautas, dialogar diretamente com representantes do Governo do Estado e acompanhar orientações sobre programas, projetos e políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios baianos.
Um homem baleado por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) morreu neste sábado (24) em Minneapolis, após ser levado ao hospital. Segundo autoridades locais, a vítima tinha 37 anos, morava na cidade e seria cidadão norte-americano. O caso ocorre em meio a protestos contra operações federais de imigração no estado de Minnesota.
O governador Tim Walz classificou o episódio como “atroz” e afirmou ter cobrado da Casa Branca o fim imediato das ações federais no estado.
“Minnesota não aguenta mais. Isso é repugnante”, escreveu o governador nas redes sociais.
De acordo com o Departamento de Segurança Interna dos EUA, o homem estava armado com uma pistola semiautomática e dois carregadores e teria reagido de forma violenta durante uma “operação direcionada” para localizar um imigrante em situação irregular. Segundo o órgão, um agente atirou após temer pela própria vida.
Vídeos não confirmados que circulam nas redes sociais mostram agentes com coletes identificados como “Polícia” imobilizando uma pessoa no chão antes dos disparos. O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, informou que o caso foi comunicado à corporação por volta das 9h (horário local) e que a vítima possuía, ao que tudo indica, porte legal de arma, permitido pela legislação do estado.
Autoridades democratas e o prefeito da cidade, Jacob Frey, criticaram duramente a operação federal. Minneapolis vive clima de tensão desde o início do mês, quando outra ação do ICE resultou na morte de Renee Good, cidadã estadunidense de 37 anos, episódio que também provocou protestos e investigações em andamento.
Em postagens nas redes sociais, o presidente Donald Trump responsabilizou os policiais locais pelo tiroteio, elogiou agentes do ICE como “patriotas” e acusou o governador de Minnesota e o prefeito de Minneapolis de provocarem uma “insurreição”. Trump também compartilhou uma foto de uma arma atribuída ao homem morto e, em seguida, alegou que as autoridades estaduais estariam encobrindo os fatos para enganar o governo federal.
Nações Unidas
O alto comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Volker Türk, pediu que o governo do presidente Donald Trump seja investigado por possíveis violações de direitos humanos no tratamento dado a imigrantes e refugiados. Segundo ele, políticas migratórias recentes têm resultado em “abusos rotineiros”, prisões arbitrárias e práticas que estariam “destruindo famílias”.
Em comunicado emitido na sexta-feira (23), Türk afirmou estar “estarrecido” com o que classificou como detenções violentas e ilegais realizadas por autoridades norte-americanas, muitas vezes baseadas apenas na suspeita de que indivíduos sejam imigrantes sem documentação. De acordo com o alto comissário, operações de fiscalização têm ocorrido em locais sensíveis, como hospitais, igrejas, escolas, tribunais e residências.
“Indivíduos estão sendo vigiados e detidos, às vezes de forma violenta, frequentemente apenas sob a mera suspeita de serem migrantes indocumentados”, declarou.
Ele também criticou o que chamou de representação “desumanizante” de migrantes e refugiados que, segundo a ONU, aumenta a exposição desse grupo à hostilidade xenofóbica e a abusos.
Um dos casos citados ocorreu na terça-feira (20), em Minneapolis, quando um menino de cinco anos foi detido junto com o pai por agentes de imigração. Segundo autoridades educacionais locais, a criança teria sido usada como “isca” para tentar localizar outros imigrantes em uma residência. Ambos foram levados para um centro de detenção no Texas, de acordo com o advogado da família.
Força desproporcional
Türk também manifestou preocupação com o uso do que considera força desnecessária ou desproporcional durante as operações. Ele ressaltou que, segundo o direito internacional, o uso intencional de força letal só é permitido como último recurso, quando há ameaça iminente à vida.
As ações do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA (ICE) se intensificaram nos últimos meses e mobilizaram milhares de agentes federais para operações em grandes cidades. Minneapolis vive uma onda crescente de protestos desde a morte de Renee Good, baleada por um agente de imigração em janeiro, episódio que gerou protestos e críticas de autoridades locais.
Cartaz com a foto de Renee Nicole Good empunhado durante protestos pergunta: “Qual de nós eles vão matar a seguir?” – Foto: Reuters/Tim Evans/Proibida reprodução
Falta de assistência jurídica
Outro ponto destacado foi a falta de acesso oportuno à assistência jurídica por parte de pessoas detidas e a ausência de avaliações individualizadas nos processos de prisão e deportação. Segundo a ONU, muitas ações não consideram a preservação da unidade familiar, o que expõe especialmente crianças a riscos graves e duradouros.
O alto comissário pediu ainda uma investigação independente e transparente sobre o aumento no número de mortes sob custódia do ICE. De acordo com dados citados por ele, ao menos 30 mortes foram registradas em 2025 e outras seis neste ano.
“Os Estados Unidos têm o direito de definir suas políticas migratórias, mas isso deve ser feito em plena conformidade com o direito internacional e o devido processo legal”, afirmou Türk. Ele pediu que Washington encerre práticas que, segundo a ONU, violam direitos fundamentais e corroem a confiança pública.
Acidente entre ônibus e caminhão na BA-142 deixa 2 mortos e 22 feridos
Um grave acidente registrado no final da tarde desta sexta-feira (23) na rodovia BA-142, no trecho entre os municípios de Barra da Estiva e Ituaçu, resultou na morte de duas pessoas e deixou outras 22 feridas. A ocorrência envolveu um ônibus de passageiros e um caminhão, mobilizando equipes de resgate e autoridades da região sudoeste da Bahia.
De acordo com as informações apuradas, após a colisão, o ônibus tombou sobre a pista, enquanto o caminhão saiu da rodovia e caiu em uma ribanceira às margens da estrada. O coletivo transportava 46 pessoas no momento do acidente. Algumas das vítimas ficaram presas às ferragens e precisaram ser retiradas com o apoio do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBM-BA).
A Prefeitura de Barra da Estiva informou que os feridos receberam atendimento inicial no local e, em seguida, foram encaminhados para unidades de saúde da região. Dos 22 feridos, 18 foram levados para um hospital em Ituaçu e outros quatro para Tanhaçu. Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde das vítimas.
Os corpos das duas pessoas que morreram foram encaminhados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT), onde passarão por necropsia. As circunstâncias do acidente ainda não foram esclarecidas e o caso será investigado pela Polícia Civil.
Os idosos são ridicularizados quando falam demais, mas os médicos veem isso como uma bênção, dizendo que os idosos aposentados deveriam falar mais porque atualmente não há como prevenir a perda de memória. A única maneira é falar e falar, cada vez mais. Existem pelo menos três benefícios para os idosos que falam mais…
Primeiro: Falar ativa o cérebro, pois a linguagem e os pensamentos se comunicam, principalmente quando se fala rápido, isso naturalmente acelera o pensamento e melhora a capacidade de memória. Idosos que não falam têm maior probabilidade de desenvolver perda de memória.
Dois: Falar mais previne doenças mentais e reduz o estresse. Os idosos muitas vezes guardam tudo no coração sem dizer ou desabafar nada, sentem-se sufocados e desconfortáveis. Dar aos idosos a oportunidade de falar mais e ouvir uns aos outros irá ajudá-los a sentirem-se melhor.
Terceiro: A fala exercita os músculos ativos da face, exercita a garganta, aumenta a capacidade dos pulmões e reduz os perigos ocultos da vertigem e da surdez, que freqüentemente prejudicam os olhos e os ouvidos.
Resumindo: como adulto mais velho, a única maneira de prevenir a doença de Alzheimer é conversar ativamente e interagir com o maior número de pessoas possível. Não há outro remédio para isso. Por isso, é recomendado que grupos de amigos mais velhos se reúnam em algum lugar pelo menos uma vez por semana, durante cerca de 2 ou 3 horas, para trocar opiniões e desestressar com um sorriso.
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), deputada Ivana Bastos (PSD) – Foto: Reprodução/Instagram
A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), deputada Ivana Bastos (PSD), cancelou sua agenda de compromissos este fim de semana, entre eles a Serin Itinerante, em Guanambi, a Lavagem da Esquina do Padre, em Caetité e o Janeirão, em Caturama. A suspensão das atividades acontece por orientação médica.
Em nota, a parlamentar informou que foi diagnosticada com uma úlcera de córnea decorrente de trauma. A condição provoca dor intensa e exige repouso, com o uso contínuo de colírio antibiótico e manutenção do olho fechado durante o período de cicatrização.
Apesar de apresentar evolução rápida, com recuperação estimada em até 48 horas, o quadro requer cuidados imediatos para evitar complicações.
A nova lei que proíbe cotas raciais em universidades estaduais de Santa Catarina já está sendo questionada na Justiça. Uma ação popular pedindo a suspensão da norma foi ajuizada pela deputada federal Ana Paula Lima (PT-SC) e pelo presidente do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), Décio Lima.
Na ação protocolada na Vara da Fazenda Pública de Florianópolis, na quinta-feira (22), eles argumentam que o estado não tem competência legal para proibir políticas que já foram autorizadas por leis federais e consideradas constitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ana Paula e Décio Lima pedem a suspensão imediata da lei e, no mérito, a declaração de nulidade, sob o argumento de que a medida é inconstitucional.
Eles ainda consideram a medida um retrocesso no combate às desigualdades no acesso ao ensino superior.
Presidente do Sebrae, Décio Lima, protocolou ação na Vara da Fazenda Pública de Florianópolis – Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
“Cotas não são privilégios. São instrumentos de justiça social, criados para enfrentar desigualdades históricas e o racismo estrutural que ainda limitam o acesso de milhares de jovens à universidade. Acabar com essas políticas é negar igualdade de oportunidades e comprometer o futuro”, escreveu Ana Paula, em publicação nas redes sociais.
Para Décio Lima, a inconstitucionalidade da lei estadual está clara, já que há um normativo federal que estabelece as cotas e precisa ser cumprido em todo o território.
“O Brasil precisa interromper esse ciclo histórico de achar que nós temos dois Brasis, um dos brancos e um dos negros”, declarou em vídeo também exibido nas redes sociais.
A ação popular também aponta que a lei pode gerar prejuízo financeiro ao próprio estado, ao impor multas a instituições públicas e dificultar o acesso das universidades catarinenses a recursos federais vinculados a programas de inclusão e assistência estudantil.
Nesta sexta-feira (23), a juíza Luciana Pelisser Gottardi Trentini deu prazo de 72 horas para que o governo do estado se manifeste sobre o tema.
Além de presidente do Sebrae, Décio Lima é um político de Santa Catarina, foi deputado federal pelo estado e prefeito de Blumenau mais de uma vez. É casado com a deputada federal Ana Paula Lima.
Entenda
A Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (Alesc) aprovou o projeto de lei em dezembro de 2025, que foi sancionado pelo governador do estado, Jorginho Mello, na forma da Lei nº 19.722/2026, e publicado no Diário Oficial do estado nesta sexta-feira.
De acordo com a lei, universidades públicas estaduais e outras instituições de ensino superior que recebem recursos do governo do estado ficam proibidas de adotarem políticas de reserva de vagas ou qualquer forma de cota ou ação afirmativa, como vagas suplementares e medidas congêneres. A proibição vale para o ingresso de estudantes e de funcionários nos quadros, incluindo professores.
Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, sancionou a lei que proíbe cotas raciais em universidades do estado – Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
A lei admite exceções, como a reserva de vaga por critérios exclusivamente econômicos, para pessoas com deficiência e estudantes vindos da rede pública estadual.
As punições previstas para quem descumprir a nova legislação são multa de R$ 100 mil por edital e corte de repasses públicos.
Uma das instituições afetadas pelo texto é a Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), que tem cerca de 14 mil alunos distribuídos em mais de 60 cursos de graduação e em mais de 50 mestrados e doutorados. A proibição de cotas não vale para instituições federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
O autor do projeto, o deputado Alex Brasil (PL), afirma que a adoção de cotas fundadas em outros critérios, que não o estritamente econômico ou de origem estudantil em escolas públicas, “suscita controvérsias jurídicas e pode colidir com os princípios da isonomia e da impessoalidade, ao criar distinções que não necessariamente refletem situações de desvantagem”.
Repercussão
A Lei de Cotas vigora no âmbito federal desde 2012 (Lei nº 12.711/2012) e prevê 50% das vagas em universidades e institutos federais para estudantes que cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas, incluindo critérios de renda, raça (pretos, pardos, indígenas e quilombolas) e pessoas com deficiência.
Em alguns estados, como no Rio de Janeiro, há leis específicas para universidades estaduais.
Em julgamento no ano de 2012, o STF decidiu pela constitucionalidade da política de cotas para negros e indígenas nas universidades. Os ministros julgaram o caso da Universidade de Brasília (UnB), que foi a primeira instituição federal a implementar políticas de ação afirmativa para estudantes negros e indígenas.
“A regra tem o objetivo de superar distorções sociais históricas, com base no direito à igualdade material e no princípio da proporcionalidade”, define o resultado do julgamento.
A dirigente do Movimento Negro Unificado em Santa Catarina, Vanda Pinedo, lembrou que, antes da política de cotas, o número de estudantes negros na universidade era quase insignificante.
“Essa ausência não se dava tão somente por uma falta de qualificação, como eles [contrários às cotas] costumam falar, por uma falta de preparo da juventude negra, ela se dá pela questão do acesso. E ao suspender a política de cotas, nós voltamos para esse quadro de não ter mais uma equiparação da política de equidade”, disse, em entrevista ao jornal Repórter Brasil, da TV Brasil.
Para o professor de direito constitucional da Universidade Federal Fluminense Gustavo Sampaio, o tema ainda é controverso. Segundo ele, os juristas federalistas defendem que, o fato de o STF ter declarado a constitucionalidade não impede que os estados vedem a possibilidade de cotas.
Por outro lado, juristas mais vinculados à base dos direitos fundamentais, entendem que, uma vez que a Suprema Corte fixou esse entendimento favorável às cotas, que qualquer ação em sentido contrário viola o princípio da proibição do retrocesso.
“Porque a jurisprudência já teria evoluído no sentido de garantir a acessibilidade às cotas raciais, fazendo, portanto, equidade histórica diante das desigualdades historicamente confirmadas no trajeto evolutivo do Brasil desde a colônia”, explicou Sampaio, também em entrevista à TV Brasil.
Governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, sancionou a lei que proíbe cotas raciais em universidades do estado – Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Segundo ele, qualquer lei nesse sentido deve chegar ao STF e os ministros terão que decidir se os estados estão vinculados à legislação federal ou se existe autonomia institucional para negá-la.
Em nota, o Ministério da Igualdade Racial expressou indignação com a sanção da lei que acaba com a política de cotas nas universidades estaduais de Santa Catarina. Para a pasta, a medida é inconstitucional e, nesse sentido, anunciou que vai acionar a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para analisar as medidas cabíveis.
“As cotas raciais e as ações afirmativas são a maior política reparatória do Brasil, ações que nas últimas décadas têm transformado a vida de milhares de famílias, dados comprovados em pesquisas científicas. Tentativas de retrocesso nos direitos conquistados serão combatidas veementemente pelo ministério, cuja missão primeira é zelar pela democracia e pela dignidade do povo negro do Brasil”, afirma a nota do ministério.
Um grave acidente foi registrado na tarde desta sexta-feira (23) na BA-142, no trecho entre os municípios de Ituaçu e Barra da Estiva. De acordo com informações preliminares, um ônibus da empresa Entram, que seguia viagem com destino a Iramaia, tombou e, em seguida, colidiu frontalmente com um caminhão na Curva do Catingueiro, ponto conhecido da rodovia.
O acidente aconteceu a cerca de três quilômetros após a entrada da localidade conhecida como Laranjeiras. Populares que entraram em contato com a redação do Agora Sudoeste relataram que há várias pessoas feridas e que diversas ambulâncias foram acionadas para prestar socorro às vítimas.
Até o momento, não há confirmação oficial sobre o número de feridos nem sobre o estado de saúde dos envolvidos. Equipes de resgate e autoridades competentes foram mobilizadas para atender a ocorrência e controlar o tráfego no local. A qualquer momento, novas informações poderão ser divulgadas.
Nesta quinta-feira (22), foi realizada a abertura do Carnaval da Diversidade na cidade de Caetité. Durante o evento, a chave do município foi entregue ao novo Rei Momo da festividade. Em entrevista, o gerente de cultura Edmilson Lola disse que, desde o ano passado, a organização decidiu como critério de escolha do Rei Movo pessoas que contribuíram e tiveram participação ativa para manter a tradição dos carnavais em Caetité.
A abertura teve início às 17h, com a saída do bloquinho da terceira idade, que é composto pelas pessoas atendidas pelo Centro de Referência de Assistência Social (Cras). Lola destacou que, mesmo debaixo de chuva, os foliões seguiram animados até a Praça da Catedral, onde a chave da cidade foi repassada do antigo Rei Momo para o atual. “Foi um sucesso, muito animado”, avaliou.
Para encerrar a noite, o conterrâneo Juliano Hilário apresentou um show musical para o público presente. Lola acredita que, pelo termômetro da abertura, o Carnaval da Diversidade promete uma grande mobilização na cidade nos próximos dias. Nesta sexta-feira (23), os cantores Léo Santana e Jau são duas das atrações mais aguardadas para a festa. “Vai ser uma explosão nas ruas. Não temos como calcular a quantidade de pessoas que estarão na praça”, apontou.
No sábado (24), um cortejo de fanfarras e percussão arrastará uma multidão pela cidade. O momento é bastante familiar e tradicional. Inúmeras pessoas saem às ruas fantasiadas para comemorar. À noite, Xanddy Harmonia do Samba está na programação do evento cultural. No domingo (25), a partir de 16h, a festa é encerrada com atrações para o público infantil. Neste ano, o Carnaval da Diversidade chega ao 39º ano de realização.
A Prefeitura Municipal de Barra da Estiva divulgou nota oficial na qual manifesta solidariedade a todos os envolvidos e às famílias atingidas pelo acidente ocorrido no final da tarde desta sexta-feira, na rodovia BA-142 Dona Lúcia Aguiar Viana, que liga o município de Barra da Estiva a Ituaçu. A gestão municipal lamentou o ocorrido e destacou a importância do apoio às vítimas neste momento delicado.
De acordo com o comunicado, a Prefeitura informou que está prestando toda a assistência necessária às vítimas e aos seus familiares, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, garantindo atendimento e suporte adequados diante da situação. A administração municipal ressaltou ainda que acompanha o caso de perto, em contato com os órgãos responsáveis.
Na nota, a Prefeitura reforçou o compromisso com a segurança e o bem-estar da população, colocando-se à disposição para contribuir com todas as medidas necessárias. A gestão destacou que seguirá atenta aos desdobramentos do caso, reafirmando o cuidado com a vida e com a comunidade barrense.