Líderes manifestaram preocupação com uso da força contra país vizinho
Agência Brasil
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro e o presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva – Foto: REUTERS/Maxwell Briceno/Proibida reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu uma ligação do presidente da Colômbia, Gustavo Petro, na tarde desta quinta-feira (8), informou o Palácio do Planalto.O assunto da conversa foi a situação na Venezuela, que foi alvo de uma invasão militar dos Estados Unidos (EUA), no último sábado (3), que resultou no sequestro do presidente do país, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cília Flores.
“Os dois mandatários manifestaram grande preocupação com o uso da força contra um país sul-americano, em violação ao direito internacional, à Carta das Nações Unidas e à soberania da Venezuela. E destacaram que tais ações constituem um precedente extremamente perigoso para a paz e a segurança regionais e para a ordem internacional”, destacou o Planalto, em nota.
Durante a ligação, Lula e Petro saudaram o anúncio feito pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, sobre a liberação de presos nacionais e estrangeiros que estavam detidos no país.
O presidente Lula informou a Petro que, a pedido da Venezuela, determinou o envio de 40 toneladas de insumos e medicamentos, de um total de 300 toneladas já arrecadadas, para reabastecer o estoque de produtos e soluções para diálise que estavam em um centro de abastecimento atingido pelos bombardeios dos EUA no sábado.
Brasil e Colômbia compartilham as maiores fronteiras terrestres com a Venezuela, com mais de 2 mil quilômetros de extensão cada uma.
O padre Matheus Augusto e o bispo Dom Roberto Carvalho – Foto: Lay Amorim
Nesta terça-feira (06), Dom Roberto Carvalho esteve na cidade de Brumado para celebrar a solenidade que marcou a criação da Paróquia Santa Rita das Causas Impossíveis. Carvalho destacou que foi um dia festivo para a comunidade local e para toda Diocese de Caetité, composta por 35 municípios da região.
Com a criação da Paróquia Santa Rita em Brumado, a diocese passará a contar com 42 paróquias ao todo. “Foi uma festa que reuniu um grande número de fiéis. A igreja estava lotada, as laterais e o lado de fora também”, detalhou. Dom Carvalho explicou que a área pastoral foi transformada em paróquia, abarcando 18 comunidades, na sede e zona rural.
O padre Matheus Augusto foi empossado padre na referida paróquia. Agora, a cidade de Brumado possui 3 paróquias: do Bom Jesus, de Nossa Senhora Aparecida de São Cristóvão e de Santa Rita das Causas Impossíveis.
Dos 35 municípios que compõem a Diocese de Caetité, Brumado está em segundo lugar em número de paróquias – em primeiro lugar aparece Guanambi. Para Dom Carvalho, a cidade precisa de maior assistência religiosa. “É um território grande, que precisa de uma melhor assistência religiosa. Dois padres são insuficientes para atender uma população de 70 mil pessoas. Nem toda população é católica, mas a Igreja Católica também não serve só aos católicos. Precisamos melhorar esse serviço com a criação da paróquia”, apontou.
Até 2027, há planos de se criar a quarta paróquia no município, na Vila Presidente Vargas, onde existe uma população católica bastante fervorosa.
Ministro justificou que decisão é por motivos pessoais e familiares
Agência Brasil
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, entregou nesta quinta-feira (8) uma carta com pedido de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Magistrado aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), ele assumiu a pasta em fevereiro de 2024 e deixará o cargo com quase dois anos de gestão, justificando que questões pessoais e familiares o levaram a tomar a decisão.
“Tenho a convicção de que exerci as atribuições do cargo com zelo e dignidade, exigindo de mim e de meus colaboradores o melhor desempenho possível em prol de nossos administrados, consideradas as limitações políticas, conjunturais e orçamentárias das circunstâncias pelas quais passamos”, escreveu Lewandowski na carta, em que também agradeceu a Lula pela oportunidade de servir ao país mesmo após ter se aposentado do STF.
Responsável por uma ampla gama de atribuições, o MJSP conta com importantes instituições e órgãos vinculados, como Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Secretaria Nacional de Política sobre Drogas (Senad), Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), entre outras.
Balanço
Lewandowski também se dirigiu aos servidores do ministério em outra carta de despedida, em que faz um balanço das ações de sua gestão. O ministro destacou, por exemplo, o “destravamento” das demarcações de terras indígenas, que ficaram paralisadas no país desde 2018.
“Entre 2024 e 2025, assinamos 21 Portarias Declaratórias, garantindo a proteção territorial de diversas comunidades indígenas. O Ministério da Justiça e Segurança Pública assegurou plena segurança jurídica aos processos, o que permitiu a assinatura de cinco decretos de homologação em 2024 e de sete em 2025, todos em estrita conformidade com os marcos legais e constitucionais”, escreveu.
“Avançamos de forma consistente no controle de armas e munições. Retiramos de circulação 5.600 armas e 298.844 munições e implantamos o novo sistema de gestão e fiscalização de armas de CACs, sob responsabilidade da Polícia Federal, fortalecendo o controle estatal e a rastreabilidade”, afirmou Lewandowski.
Outros programas da pasta, como Celular Seguro, Município Mais Seguro e leilão de bens apreendidos pelo crime organizado foram lembrados pelo ministro. No campo dos direitos de crianças e adolescentes, Lewandowski citou a atualização da política de Classificação Indicativa, com criação da faixa de não recomendado a menores de 6 anos e adequações para o ambiente digital.
Futuro
A saída de Lewandowski deixará para seu sucessor ou sucessora o desafio de fazer avançar uma das principais apostas do governo federal na área, que é a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, que avançou no Congresso Nacional no fim do ano passado, mas que ainda tem um longo caminho até a aprovação final.
A Fundação de Hematologia e Hemoterapia da Bahia (Hemoba) está com os estoques de sangue em nível crítico, e a participação da população é urgente para garantir o atendimento aos pacientes da rede hospitalar pública em todo o estado.
O início do ano é tradicionalmente marcado por uma queda no número de doações, reflexo dos feriados prolongados, férias escolares e viagens. Essa redução compromete diretamente a capacidade de reposição dos estoques, justamente em um período em que a demanda tende a crescer. O aumento do fluxo nas estradas e, consequentemente, do risco de acidentes de trânsito, eleva a necessidade de transfusões sanguíneas, além do atendimento regular a pacientes em tratamento, cirurgias e emergências.
Atualmente, todos os tipos sanguíneos estão em estoque crítico na Hemoba, com níveis inferiores a 24 horas de atendimento. O cenário acende um sinal de alerta e exige mobilização imediata dos doadores.
Um adolescente de 14 anos foi apreendido após a própria mãe chamar a polícia e denunciar que ele havia decapitado um cachorro da família na noite dessa segunda-feira (5). O caso ocorreu na Rua Nilo Peçanha, bairro Saboeiro, em Cruzeiro do Sul, interior do Acre. Em depoimento, o adolescente alegou que estava em um momento de raiva em casa e descontou no animal.
O comandante interino do 6º Batalhão da Polícia Militar, capitão Thales Campos, explicou que os policiais foram chamados para atender uma ocorrência de maus-tratos a animais pela mãe do adolescente. A mulher falou que o filho já tinha agredido outros animais antes.
Os PMs encontraram o animal morto com parte do corpo desmembrado pelo quintal da casa. Também foi achado um facão que teria sido usado no crime.
“O menor apresentava vestígio de sangue pelo corpo. Diante de todas essas evidências, foi realizada a apreensão do adolescente e ele conduzido à delegacia para as medidas cabíveis junto à Justiça”, explicou o capitão. Ainda segundo a polícia, o adolescente estava agressivo quando a polícia chegou e tentava intimidar os familiares.
Ao g1, o delegado Lindomar Ventura confirmou que o adolescente segue apreendido na delegacia até o posicionamento do Ministério Público quanto internação. Em depoimento, o suspeito confessou a brutalidade contra o animal e alegou que estava em um momento de raiva em casa e descontou no animal. “Não foi o primeiro. Ele admitiu ter matado outros cachorros e gatos”, resumiu o delegado.
A nova diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Brumado Denise Milhazes – Foto: Divulgação
A nova diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Brumado iniciou oficialmente seus trabalhos, marcando o começo de um novo ciclo voltado ao fortalecimento do comércio local. O anúncio foi feito pela presidente da entidade, Denise Milhazes, que destacou que, desde dezembro, a equipe de gestão vem realizando reuniões de planejamento e alinhamento estratégico.
De acordo com a presidente, neste primeiro momento, o foco está na organização interna da entidade, em conjunto com os colaboradores, com o objetivo de aprimorar processos e qualificar o atendimento aos associados. A proposta é estruturar a CDL para, em seguida, colocar em prática as ações planejadas para o ano de 2026, sempre em diálogo e parceria com os empresários associados.
Denise Milhazes agradeceu a confiança depositada na nova gestão e reforçou que estará presente diariamente na entidade, mesmo sem horários fixos, colocando-se à disposição para atender os associados. A presidente também ressaltou que a diretora executiva, Dra. Ana, segue disponível para prestar atendimento e apoio aos empresários.
A nova gestão reafirma o compromisso de trabalhar de forma conjunta para impulsionar o comércio de Brumado, fortalecer a representatividade da entidade e promover iniciativas que contribuam para o desenvolvimento econômico do município.
As vítimas foram identificadas como uma idosa e dois adultos: Adelaine Maria de Souza, de 74 anos; Leonardo Sousa dos Anjos, de 31 anos; Margarete Souza, de 42 anos — Foto: Redes sociais
Três pessoas da mesma família passaram mal e morreram após ingerirem alimentos em um almoço na zonal rural de Canarana, no norte da Bahia, em 1º de janeiro.A Polícia Civil só confirmou o caso nesta terça-feira (6) e a causa das mortes ainda é investigada.
Além dos três mortos, uma criança de sete anos está internada em um hospital de Irecê, a 45 km de Canarana. O estado de saúde dela não foi divulgado.
Vítimas eram da mesma família e passaram mal após almoço — Foto: Redes sociais
Três pessoas da mesma família passaram mal e morreram no sábado (3), após ingerirem alimentos em um almoço na zonal rural de Canarana, no norte da Bahia. A Polícia Civil só confirmou o caso nesta terça-feira (6) e a causa das mortes ainda é investigada.
Além dos três mortos, uma criança de sete anos está internada em um hospital de Irecê, a 45 km de Canarana. O estado de saúde dela é estável.
Segundo a secretaria de Saúde do município, as vítimas passaram mal durante a noite do dia 1º e procuraram uma unidade de saúde. Elas apresentavam mal estar, vômitos e dor na barriga, e contaram que os sintomas começaram após comerem calabresa no almoço
Com o agravamento da situação, todos foram regulados para hospitais estaduais, onde ficaram internados até morreram dois dias depois, no sábado.
As vítimas foram identificadas como uma idosa e dois adultos:
Adelaine Maria de Souza, de 74 anos;
Leonardo Sousa dos Anjos, de 31 anos;
Margarete Souza, de 42 anos.
Adelaine e Margarete eram irmãs e Leonardo era filho de uma delas. Não foi informado qual é o parentesco da criança com as vítimas.
Em nota, a prefeitura de Canarana informou que acompanha o caso e aguarda a conclusão da apuração técnica, em conjunto com a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Confira nota completa abaixo:
“A Secretaria Municipal de Saúde já emitiu nota oficial sobre a ocorrência registrada no distrito de Salobro. Desde o início, o município vem acompanhando o caso e prestando todo o suporte necessário às famílias envolvidas. No momento, aguardamos a conclusão da apuração técnica realizada pelos órgãos competentes, em conjunto com a secretaria da saúde do estado. Até que essa investigação seja finalizada, não há confirmação oficial sobre a causa do ocorrido. Qualquer nova informação será divulgada pelos canais institucionais da prefeitura, com responsabilidade e base técnica”.
Ex-presidente venezuelano enfrenta condições duras em prisão federal de Brooklyn enquanto aguarda julgamento nos EUA
O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está detido no Metropolitan Detention Center (MDC), em Brooklyn, Nova York uma prisão federal conhecida por suas condições severas e rotina rígida.
A cela em que ele está tem cerca de 2,4 × 3 m, equipada com cama de aço, colchão fino e travesseiro simples, um ambiente muito diferente do luxo de palácios que ele costumava frequentar.
As luzes na cela permanecem acesas constantemente e o espaço para se movimentar é mínimo. Maduro está isolado em uma área para detentos de alto risco, com monitoramento permanente e restrições de circulação.
Brooklyn abriga cerca de 1.300 presos e tem fama de ser um dos centros de detenção federal mais problemáticos, com relatos de superlotação, infraestrutura antiga e denúncias de condições precárias.
Cinco dias após os Estados Unidos (EUA) realizarem ação militar para destituir o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, do poder, as autoridades venezuelanas ainda não informaram o total de mortos, nem o número de feridos ou a extensão dos danos causados pelos ataques estadunidenses à capital, Caracas, e aos estados de Aragua, La Guaira e Miranda.
As poucas informações oficiais divulgadas até a noite dessa terça-feira (6) dão conta de que ao menos 58 pessoas morreram no último sábado (3), quando militares estadunidenses invadiram o território venezuelano, bombardearam pontos estratégicos e sequestraram Maduro e sua esposa, a primeira-dama Cília Flores, que foram levados à força para um centro de detenção temporária de Nova York, nos EUA.
Além de 32 militares cubanos que integravam a segurança de Maduro, a chamada Operação Resolução Absoluta vitimou ao menos 24 homens e mulheres que serviam no Exército venezuelano e pelo menos duas civis, já identificadas.
Rosa Elena Gonzáles, 80 anos, morava perto da Academia Militar da Armada Bolivariana, em La Guaira. Segundo a imprensa venezuelana e agências de notícias como a EFE, ela se feriu gravemente quando sua casa foi atingida durante o ataque. Levada ao hospital, a idosa não resistiu aos ferimentos. Seu corpo foi enterrado na segunda-feira (5), na presença de amigos, parentes e jornalistas.
A segunda vítima civil dos bombardeios do último sábado já identificada é a colombiana Yohana Rodríguez Sierra, 45 anos. Sua morte foi confirmada na segunda-feira pelo presidente da Colômbia, Gustavo Petro.
“Ao bombardear [a Venezuela], assassinaram uma mãe colombiana”, escreveu Petro em sua conta pessoal no X (antigo Twitter), criticando o presidente dos EUA, Donald Trump. “Sob tuas ordens internacionalmente ilegais, assassinaram uma inocente mãe colombiana, caribenha, cheia de sonhos”.
Segundo a imprensa colombiana, a casa onde Yohana morava com a filha Ana Corina Morales ficava em uma área residencial da cidade de El Hatillo, em Miranda, e foi atingida por um míssil estadunidense lançado, provavelmente, contra torres e antenas de telecomunicações da região. Yohana, que vivia na Venezuela há mais de uma década e tinha um pequeno comércio, não resistiu aos ferimentos.
Nessa terça-feira (6), a Força Armada Nacional Bolivariana (Fanb) homenageou os 24 soldados venezuelanos mortos durante a ação – realizada sem o conhecimento do Congresso dos Estados Unidos e sem o aval do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Já o Ministério das Relações Exteriores de Cuba divulgou, nas redes sociais, mensagem ilustrada com as fotos dos 32 militares cubanos mortos.
“Nossos combatentes morreram revolucionariamente, cumprindo com um sagrado dever”, afirmou a pasta, classificando a ação dos Estados Unidos como “covarde e criminoso ato de terrorismo de Estado” contra a Venezuela.
Também nessa terça-feira, durante evento com deputados de seu partido, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, sem dar mais detalhes, que muitas pessoas “do outro lado”, incluindo cubanos, morreram durante a incursão militar estadunidense, sem que houvesse nenhuma baixa entre os militares de seu país. “Foi um ataque brilhante taticamente”, comentou Trump.
Velório de soldados venezuelanos mortos na invasão estadunidense ao país – Frame Ministerio del Poder Popular para la Defensa
Embarcações
Os custos humanos da ofensiva que o governo de Donald Trump vem promovendo na região, com a justificativa de combater o tráfico internacional de drogas, incluem ainda as inúmeras mortes decorrentes dos bombardeios contra pequenas embarcações que Washington alega, sem provas, estarem envolvidas com o narcotráfico.
De acordo com o jornal The New York Times, desde setembro de 2025 ao menos 115 pessoas foram sumariamente executadas a bordo de 35 embarcações bombardeadas no Mar do Caribe. O que, se confirmado, elevaria para 173 o número de mortos na ação militar dos Estados Unidos na região em menos de cinco meses.
Vídeos divulgados dos ataques às embarcações pelo próprio Departamento de Defesa dos EUA não deixam dúvidas de que, na maioria dos casos, os tripulantes não têm oportunidade de se entregar ou de se defender. Uma das vítimas da operação naval foi o colombiano Alejandro Carranza, 42 anos, cujo barco foi bombardeado em setembro de 2025.
Segundo autoridades estadunidenses, o barco em que Carranza viajava foi atacado por estar transportando drogas para os EUA. A família de Carranza nega que ele tinha ligação com o narcotráfico, garantindo que o colombiano zarpou do departamento de La Guajira, na fronteira com a Venezuela, para pescar.
Em novembro, o presidente Gustavo Petro designou seu advogado pessoal nos Estados Unidos, Dan Kovalik, para representar a família de Carranza em uma ação judicial apresentada à Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), contra os EUA. Na ocasião, Petro classificou Carranza como um pescador assassinado por um míssil disparado pelos EUA.