Mês: Novembro 2022

Relatório do Ministério da Defesa: o que é a auditoria das urnas entregue ao TSE

João Conrado Kneipp

Relatório do Ministério da Defesa: Apoiadores de Bolsonaro em um protesto contra o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, que ganhou um terceiro mandato após o segundo turno das eleições presidenciais, no Setor Militar Urbano em Brasília, Brasil, 7 de novembro, 2022. (Foto: Mateus Bonomi/Anadolu Agency via Getty Images)
Relatório do Ministério da Defesa: Apoiadores de Bolsonaro em um protesto contra o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, que ganhou um terceiro mandato após o segundo turno das eleições presidenciais, no Setor Militar Urbano em Brasília, Brasil, 7 de novembro, 2022. (Foto: Mateus Bonomi/Anadolu Agency via Getty Images)

O Ministério da Defesa deve entregar um relatório de fiscalização das urnas eletrônicas de votação ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), nesta quarta-feira (9).

O documento é considerado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) como fundamental para atestar a segurança das eleições, na qual foi derrotado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“O Ministério da Defesa informa que, no próximo dia 9 novembro, quarta-feira, será encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o relatório do trabalho de fiscalização do sistema eletrônico de votação, realizado pela equipe de técnicos militares das Forças Armadas”, diz a nota da Defesa divulgada nesta segunda.

O que é o relatório do Ministério da Defesa sobre as urnas?

Na véspera do primeiro turno da eleição, o Ministério da Defesa explicou ao TCU (Tribunal de Contas da União) no dia 30 de setembro que coletaria boletins de urna para fazer a checagem da totalização dos votos.

Na resposta ao TCU, a Defesa ainda afirmou que não pretende usar os boletins de urna para fazer as contas e descobrir o resultado final da eleição. O objetivo é apenas conferir se os votos não sofrem alterações durante a transmissão dos dados para o TSE.

No ofício, os militares falam em conferência de dados e não em totalização.

Porque os militares estão fazendo uma fiscalização paralela das urnas?

A atuação das Forças Armadas na fiscalização das eleições tem sido utilizada por Bolsonaro para justificar seu esforço de desacreditar as urnas eletrônicas.

Desde antes do pleito, Bolsonaro e seus apoiadores passaram meses fazendo ataques sem provas e sem fundamentos sobre a segurança e a inviolabilidade das urnas eletrônicas.

Nesse cenário, o presidente passou a citar a fiscalização das Forças Armadas como primordial para concordar com a segurança da eleição.

Agora, com manifestações golpistas eclodindo pelo país, o relatório das Forças Armadas é apontado como “a última tábua” de salvação e sustentação do discurso antidemocrático caso apresente qualquer divergência do resultado divulgado pela Justiça Eleitoral.

Como funciona o relatório das Forças Armadas sobre as urnas eletrônicas?

Depois do fechamento das urnas, técnicos das Forças Armadas fizeram verificações sobre o teste de integridade e a checagem da totalização dos votos, comparando as informações de cerca de 400 boletins de urna de em 153 municípios com os dados que chegaram ao TSE para a contagem.

Os militares informaram que a amostra de cidades não será aleatória. De acordo com os integrantes da Defesa, a definição foi feita seguindo princípios metodológicos de estatística.

As Forças Armadas também trabalharam com um um projeto-piloto com uso da biometria para testar 58 aparelhos acoplados às urnas.

O que são os boletins de urna?

Ao final da votação, cada urna imprime um comprovante com o total de votos nela registrados, os chamados boletins de urna. Uma via deve ser afixada pelos mesários na porta de cada seção eleitoral.

Apesar de ter sido criado com objetivo de funcionar como contagem paralela dos votos, a comparação das somas dos boletins de urna impressos com os resultados contabilizados pelo TSE permite auditar que tanto a transmissão quanto a totalização dos votos ocorreram corretamente.

Relatório do Ministério da Defesa: as Forças Armadas fizeram verificações de cerca de 400 boletins de urna de em 153 municípios. (Foto: Getty Images)
Relatório do Ministério da Defesa: as Forças Armadas fizeram verificações de cerca de 400 boletins de urna de em 153 municípios. (Foto: Getty Images)

Qual foi o resultado do relatório do Ministério da Defesa?

Apesar de o resultado ainda não ter sido divulgado oficialmente, as Forças Armadas não encontraram nenhuma irregularidade no primeiro turno das eleições.

A princípio, os militares avaliavam que os processos apresentaram pequenas falhas, especialmente no teste de integridade. Os problemas, de acordo com os relatos, foram mínimos e não tiveram potencial para prejudicar o resultado do pleito, e poderiam apenas ensejar somente recomendações de aperfeiçoamento ao TSE.

As conclusões do trabalho já teriam sido, inclusive, descritas a Bolsonaro pelo próprio Ministério da Defesa.

Apesar disso, Bolsonaro não autorizou a divulgação dos resultados, relataram três generais, sendo dois do alto comando, a fontes da equipe da coluna da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo.

Porque o relatório das urnas está sendo divulgado só agora?

Ao saber das conclusões do trabalho, Bolsonaro teria determinado que fosse feito um “relatório completo”, incluindo o segundo turno, porque o fato de não terem sido encontradas fraudes no primeiro turno não significava que não haveria problemas na segunda etapa.

Por tanto, sem o relatório completo, não deveria haver nenhuma divulgação de conclusões, decretou o mandatário.

Diante da ordem, o Ministério da Defesa adotou o silêncio após o primeiro turno das eleições sobre a fiscalização realizada no sistema eletrônico de votação em 2 de outubro.

A mesma postura adotou Bolsonaro logo após o resultado do primeiro turno. Em seu pronunciamento assim que foi oficializado sua ida ao segundo turno contra Lula, o presidente evitou também atacar o resultado do pleito e descredibilizar a transparência do processo eleitoral, ponto tão atacado e explorado por ele durante a campanha.

“Vou aguardar o parecer das Forças Armadas, que ficaram na ‘sala-cofre’ do TSE. Fica a cargo do ministro da Defesa esse assunto (confiança no resultado das eleições)”, disse ele, na noite do dia 2º de outubro.

Urnas eletrônicas: entenda o que é e como funciona a fiscalização do código-fonte

TSE e TCU cobraram Ministério da Defesa por resultado de relatório

No dia 18 de outubro, o presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, determinou que o Ministério da Defesa apresentasse dentro de 48 horas cópia de documentos sobre a auditoria. Na decisão, Moraes ainda afirmou que é preciso analisar se a conduta da pasta pode configurar “desvio de finalidade”.

Como resposta enviada no mesmo dia, o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, se comprometeu a entregar os relatórios da fiscalização. A promessa, contudo, não foi cumprida. Outro órgão que reforçou o pedido do resultado foi o TCU (Tribunal de Contas da União).

A cobrança de Moraes ao Ministério da Defesa fez Bolsonaro mudar imediatamente de postura. No dia 19, o presidente recuou e negou que as Forças Armadas realizaram uma auditoria das urnas.

“As Forças Armadas não fazem auditoria. Lançaram equivocadamente. A comissão de transparência eleitoral não tem essa atribuição. Então furada, fake news”, disse hoje em entrevista no Palácio da Alvorada.

Ainda no dia 19 de outubro, o Ministério da Defesa afirmou ao TSE que só entregaria o relatório após o fim do segundo turno.

“Ao término do processo será elaborado um relatório contemplando toda a extensão da atuação das Forças Armadas como entidades fiscalizadoras, com os documentos atinentes às atividades em comento. Tal relatório será encaminhado ao TSE em até 30 dias após o encerramento da etapa 8 do Plano de Trabalho”, disse a Defesa.

Relatório completo deve ser entregue só em janeiro de 2023, diz Forças Armadas

Segundo a previsão das Forças Armadas, o relatório completo só deverá ser entregue em 5 de janeiro de 2023.

A última fase está detalhada no plano de trabalho produzido pelas Forças Armadas. No texto, os militares destacam que a fiscalização das eleições foi dividida em oito etapas. A última, que será realizada após o pleito, envolve a “coleta e análise de artefatos relacionados às urnas”.

No documento, as Forças Armadas afirmam que, após a eleição, há novas oportunidades de análise de dados que podem dar “subsídio para identificar anomalias” no processo de votação.

Relatório Ministério da Defesa. (Foto: Agência Brasil)
Relatório Ministério da Defesa. (Foto: Agência Brasil)

O trabalho envolve analisar uma série de conjuntos de dados fornecidos pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), com destaque para a comparação dos Boletins de Urna com os RDVs (Registros Digitais de Voto).

O que é o RDV, que será usado pelas Forças Armadas no relatório

O Registro Digital do Voto é um mecanismo que permite recuperar voto por voto para uma recontagem eletrônica. A soma dos votos deve ser sempre igual aos dados do Boletim de Urna. No RDV, os dados são gravados de forma aleatória, para não revelar a ordem dos votantes e garantir o sigilo dos eleitores.

O que diz Bolsonaro sobre o relatório do Ministério da Defesa

Em uma das poucas manifestações sobre o assunto, Bolsonaro afirmou no dia 25 de outubro que, segundo as Forças Armadas, é “impossível dar um selo de credibilidade” ao sistema eleitoral brasileiro.

“Temos uma eleição pela frente e o que nos traz certa confiança é que as Forças Armadas foram convidadas a integrar uma comissão de transparência eleitoral. E elas têm feito um papel atuante e muito bom nesse sentido. Contudo, eles me dizem que é impossível dar um selo de credibilidade, tendo em vista ainda as muitas vulnerabilidades que o sistema apresenta”, afirmou, em entrevista a um podcast conservador dos Estados Unidos.

Após a derrota no segundo turno, Bolsonaro tem adotado uma postura discretíssima. Nos últimos nove dias, Bolsonaro tem se mantido recluso, fez apenas duas aparições públicas e se distanciou do Palácio do Planalto. Até seus apoiadores foram ignorados pelo presidente.

Além do pronunciamento oficial após 48 horas de silêncio depois do segundo turno, o presidente falou a seus apoiadores apenas mais uma vez, em vídeo publicado na última quarta (2), quando pediu o fim dos bloqueios nas rodovias.

Relatório do Ministério da Defesa: o temor do TSE é de o documento não ser contundente em relação à lisura das urnas e ser lido por manifestantes insatisfeitos com o resultado das eleições como uma senha para manter a mobilização. (Foto: Fabio Teixeira/Anadolu Agency via Getty Images)

O que diz o TSE sobre o relatório das urnas do Ministério da Defesa?

Embora o Ministério da Defesa tenha marcado para esta quarta-feira (9) a entrega do relatório, ministros do TSE minimizaram o anúncio por acreditarem que o documento não trará nenhuma informação desconhecida.

O crença baseia-se no fato de que se fosse descoberto algum problema grave com as urnas, os militares já teriam divulgado as conclusões e de forma mais expansiva do que a prevista para amanhã.

“Eles não têm nada para falar. Até porque, se fosse ‘bombástico’, o presidente [Jair Bolsonaro] convocaria coletiva [de imprensa]”, disse ao Metrópoles um influente ministro do TSE que também é integrante do Supremo Tribunal Federal (STF).

No entanto, integrantes do TSE também temem que o relatório acabe por estimular os atos golpistas espalhados pelo país.

O risco, avaliam integrantes da corte, é de o documento não ser contundente em relação à lisura do sistema de votação e ser lido por manifestantes insatisfeitos com o resultado das eleições como uma senha para manter a mobilização.

Qualquer declaração dúbia, avaliam juízes e técnicos da área de inteligência do tribunal, pode ser suficiente para estimular manifestantes a permanecerem nas ruas. Nos últimos dias, até uma notícia falsa de prisão do ministro do STF Alexandre de Moraes serviu para dar mais fôlego às mobilizações.

com informações das agências Folhapress, Reuters e AFP

ADCC Sempre distribuindo mudas de plantas para a comunidade

Pela ADCC/Condeúba

Associação de Desenvolvimento Comunitário de Condeúba-ADCC

Outubro, mês missionário, foi de grande intensidade na vida da Paróquia de Condeúba. Depois de celebrarmos a grande festa jubilar dos 50 anos de inauguração da gruta e chegada de Nossa Senhora Aparecida, a comunidade paroquial preparou as santas missões populares, com o intuito de fortalecer as comunidades eclesiais de base, anunciar a Palavra de Deus e levar amor, esperança e fé para as famílias que foram visitadas pelos missionários, que entraram em aproximadamente 500 famílias na zona rural do nosso município, segundo o padre José Silva.

O mês missionário foi concluído com uma celebração solene, festejando as santas missões e também o DNJ (Dia Nacional da Juventude).

A programação aconteceu no espaço de eventos GE Palace, no último domingo de Outubro, com a numerosa presença de fiéis, jovens, crianças da catequese e Infância Missionária, integrantes dos movimentos pastorais, missionários das comunidades e todo o povo de Deus que se reuniu para celebrar.

Sendo um dia de festa e missão, a nossa Associação de Desenvolvimento Comunitário de Condeúba-ADCC, também marcou a sua presença significativa, divulgando o seu trabalho e distribuindo mudas nativas e frutíferas para quem assim desejasse. Foram doadas 300 mudas de espécies variadas como: Jatobá, Jamelão, Saboneteira, Olho de Dragão, Pau Ferro, Manguba, Palmeira, Goiaba, Pitanga, Tamarino, Umbu, Ipê, Mulungu…🌿🌿🌳🌳🪴🪴🍒🍒🌲🌲🌾🌾🥑🍎🍑🍊🥭🍏🍐🍋🥝🍈🕊️🕊️

Todas as mudas foram cultivadas no espaço-viveiro, que fica localizado no terreno ao fundo do Centro Pastoral e que conta com o trabalho voluntário de muitas mãos generosas que dedicam tempo, carinho e amor ao serviço de plantar, trabalhar a terra e cuidar da semente.

Foi lindo perceber que uma grande quantidade de pessoas saíram da celebração com a sua 🌳 nas mãos e isso alegra a ADCC, pois, o trabalho constante e perseverante está produzindo frutos em favor do meio ambiente, da natureza e da casa comum como nos diz o Papa Francisco.

As doações de mudas não param por aí, mas estão sempre acontecendo no viveiro, durante todos os dias da semana. Por isso, não perca tempo, aproveitemos o período chuvoso e vamos plantar esperança e muitas 🌳🌳🌳🌳🪴🪴🪴🪴para que as nossas gerações futuras sejam beneficiadas com as 🌻🌷🌹🌺🌼🌸🏵️🪷💐de um tempo novo, onde a natureza será amada e preservada como um 🎁 de Deus para nós.
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Condeúba

Condeúba/Cordóva: Morreu a Sra. Eulália Angélica da Silva aos 70 anos de idade

 

Sra. Eulália Angélica da Silva morreu aos 70 anos de idade

Morreu na madrugada desta terça-feira dia 8 de novembro de 2022 às 00h30min., a Sra. Eulália Angélica da Silva aos 70 anos de idade. Segundo informações de familiares, a Sra. Eulália vinha já algum tempo sofrendo um câncer, hoje não reistiu e foi a ´´obito. Eulália era solteira e não deixou filho, seus pais Nicodemos Nunes da Silva e Leonor Angélica da Silva. Seu corpo está sendo velado na resdencia de sua irmã Maria Angélca na Fazenda Cordóva, o spltamento será hoje a tarde dia (8), às 17:00 horas no Cemitério Municipal José Manuel Nunes na Cordóvia.

Atendimento: FUNERÁRIA SÃO MATHEUS

Nós do Jornal Folha de Condeúba, neste momento de muita dor e luto, prestamos nossos mais sinceros sentimentos de solidariedade e amor à família da Sra. Eulália na esperança de que Deus nosso Pai, dê todo o conforto e consolo necessário aos parentes e amigos. Que permaneçam as boas lembranças, carinho e afeto para com a memória dela, descanse em paz, nas graças de Deus Senhora Eulália.

Justiça proíbe venda de iPhone sem carregador no Brasil

A venda de iPhones sem carregador no Brasil foi novamente suspensa na sexta-feira (4), segundo decisão da juíza federal substituta Liviane Kelly Soares Vasconcelos, da 20ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal.

A magistrada negou o mandado de segurança impetrado pela Apple contra a suspensão da venda dos smartphones. Com isso, a empresa não poderá mais comercializar os aparelhos iPhone 12, o primeiro modelo a ser enviado sem o carregador.

Essa não é a primeira vez que a Apple é autuada pela Justiça brasileira pela venda de aparelhos sem o carregador. Em setembro passado, a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, multou a empresa em R$ 12.274.500,00 e cassou o registro de aparelhos da marca junto à Anatel a partir do iPhone 12.

Segundo a Senacon, a prática de separar o carregador do conteúdo da caixa configuraria venda casada, e afirmou ainda que Apple não comprovou que a prática seria benéfica para a proteção ambiental em solo brasileiro, conforme alegado pela empresa.

Na ocasião, a gigante de tecnologia disse que recorreria da decisão. Anteriormente, em agosto, a Apple já havia sido multada pelo Procon do Rio de Janeiro em R$ 12 milhões pelo mesmo motivo.

No final de outubro, o Procon de Uberaba também multou lojas em até R$ 20 mil pelo descumprimento da ordem de suspensão. Procurada pela CNN Brasil, a empresa disse que irá recorrer da decisão.

Bahia soma quase R$ 6 bilhões em investimentos nas áreas sociais desde 2015

Detentor do segundo lugar no país em investimentos públicos realizados desde 2015, o Estado da Bahia aplicou a maior parte dos recursos nas áreas sociais (Educação, Saúde e Segurança Pública), às quais foram destinados R$ 5,98 bilhões.

Em seguida, vêm Urbanismo (R$ 5,44 bilhões), Transporte (R$ 3,82 bilhões), Saneamento (R$ 2,37 bilhões) e Agricultura (R$ 1,57 bilhão). A Bahia investiu ao todo R$ 22,77 bilhões entre janeiro de 2015 e agosto de 2022, ficando mais uma vez atrás apenas de São Paulo, que alcançou R$ 64,14 bilhões no período.

O governo paulista, no entanto, possui orçamento cinco vezes maior e investe, portanto, proporcionalmente menos, de acordo com levantamento da Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA).

“Investimentos são despesas públicas fundamentais porque ampliam e melhoram a infraestrutura e a prestação de serviços à sociedade, por isso vêm sendo alvo de especial atenção pelo governo ao longo dos anos”, afirma o governador Rui Costa.

Os recursos investidos, ainda segundo o governador, se traduzem em ampliação da infraestrutura e do alcance dos serviços públicos, geração de empregos e renda e maior capacidade de atração de investimentos privados pelo Estado.

Confira a escalação da seleção brasileira para a Copa e datas dos primeiros jogos

Finalmente o técnico da seleção brasileira, Tite, divulgou a escalação dos jogares do time do Brasil que vão disputar a Copa do Mundo da FIFA Catar 2022. Dos 26 escalados, 22 jogam no futebol europeu, 03 no Brasil e 01 no México. A maioria nunca disputou uma Copa pelo Brasil. O veterano é Thiago Silva, que já vestiu a camisa da seleção 109 vezes. Dani Alves é o mais velho, com 39 anos.

Jogos do Brasil:

24/11 (quinta), 16h: BRASIL X SÉRVIA

28/11 (segunda), 13h: BRASIL X SUÍCA

02/12 (sexta), 16h: BRASIL X CAMARÕES

Confira a convocação:

Goleiros:
Alisson (Liverpool)
Ederson (Man. City)
Weverton (Palmeiras)

Defensores:
Alex Sandro (Juventus)
Alex Telles (Sevilla)
Bremer (Juventus)
Dani Alves (PUMAS)
Danilo (Juventus)
Éder Militão (Real Madrid)
Marquinhos (PSG)
Thiago Silva (Chelsea)

Meio Campistas:
Bruno Guimarães (Newcastle)
Casemiro (Man.United)
Éverton Ribeiro (Flamengo)
Fabinho (Liverpool)
Fred (Man.United)
Lucas Paquetá (West Ham)

Atacantes:
Antony (Man.United)
Gabriel Jesus (Arsenal)
Gabriel Martinelli (Arsenal)
Neymar (PSG)
Pedro (Flamengo)
Raphinha (Barcelona)
Richarlison (Tottenham)
Rodrygo (Real Madrid)
Vini Jr (Real Madrid)

Cordeiros: A jovem estudante Juliane Naira Ribeiro Moreira, conquistou medalha de ouro nas Olimpíadas de Matemática

A bela medalha de ouro da OBMEP que foi conquistada pela jovem estudante Juliane Naira Ribeiro Moreira
A estudante cordeirense Juliane Naira Ribeiro Moreira, recebeu hoje (7/11), a medalha de ouro referente a OBMEP 15ª edição/2019

A jovem estudante de Cordeiros Juliane Naira Ribeiro Moreira, recebeu hoje (7/11) em Salvador, a medalha de ouro referente a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas e Privadas-OBMEP 15ª edição/2019. A entrega da premiação está sendo feita com esse atraso, por conta da pandemia.

No concurso concorreram 18 milhões de alunos a nível nacional e destes, 570 foram medalhistas e Juliane foi uma delas, premiada com a medalha de ouro. Juliane é filha do simpático casal amigo, Ilton e Rejane ambos são professores.

Nós do jornal Folha de Condeúba, parabenizamos Juliane pela medalha de ouro conquistada e, também parabenizamos seus pais Ilton e Rejane, pela linda criação que eles deram às duas filhas maravilhosas Juliane e Natália.

Fotos: Rejane

Juliane orgulhosamente exibindo a medalha de ouro, ladeada pelos seus pais Ilton e Rejane

Diplomação de eleitos deve ocorrer até 19 de dezembro, informa TSE

Fachada do edifício sede do STF

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou hoje (31) que a diplomação dos candidatos eleitos deve ocorrer até 19 de dezembro, conforme a legislação eleitoral. 

O TSE será responsável pela diplomação de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, eleitos ontem (30) para os cargos de presidente da Republica e vice-presidente. A data da cerimônia de diplomação ainda não foi marcada. 

Os eleitos para os cargos de governador, senador, deputado federal, estadual e distrital serão diplomados pelos tribunais regionais eleitorais (TREs), sediados nos 26 estados e no Distrito Federal. A data-limite também é 19 de dezembro. 

O diploma expedido pela Justiça Eleitoral é o documento oficial que atesta a vitória do candidato nas urnas e autoriza a posse. O presidente da República e os governadores tomarão posse em 1º de janeiro. A posse dos parlamentares eleitos será em 1º de fevereiro. 

Censo 2022 entrevistou 136 milhões de pessoas, diz IBGE

A.Brasil

O Censo 2022 já entrevistou 136.022.192 pessoas em 47.740.071 domicílios de todo o Brasil, o que corresponde a 66% da população. Desse total, 31,69% estão na Região Nordeste, 38,45% no Sudeste, 13,99% no Sul, 8,88% no Norte e 6,99% no Centro-Oeste. Foram recenseados 70.310.113 mulheres e 65.712.079 homens. Além disso, 1.230.778 indígenas e 1.009.778 quilombolas também já entraram na pesquisa. Os dados fazem parte do terceiro balanço do Censo 2022, foi divulgado hoje (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O diretor de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo, informou que está mantida a data de 28 de dezembro para a entrega das informações preliminares referentes à população dos municípios para o Tribunal de Contas da União (TCU). “A gente segue ainda perseguindo a data de divulgação no final de dezembro, no dia 28 de dezembro, quando a gente vai entregar os dados para o TCU”, disse, acrescentando que a data não foi alterada porque, com acompanhamento em tempo real, este Censo é o mais tecnológico já realizado no país.

De acordo com o diretor, a quantidade de recenseadores, que está abaixo do estimado, é uma das causas do atraso da coleta de dados. Um dos motivos para a falta de procura para o trabalho como recenseador é a remuneração definida para o Censo 2022 que foi considerada baixa. Segundo Azeredo, a preferência das pessoas por trabalhar em campanhas eleitorais também influenciou a baixa na procura.

“Fizemos esse Censo em plena eleição, da qual a gente perdeu grande público que poderia atuar como recenseador. A gente acredita que pessoas que estavam como cabos eleitorais possam estar agora conosco no Censo.”

De acordo com o IBGE, atualmente, um recenseador na cidade de São Paulo recebe, em média, entre R$ 2 mil a R$ 3 mil, para 10 a 15 dias de trabalho, dependendo da área. Além da remuneração, recebe auxílio locomoção, que pode chegar a R$ 500 ou mais, se o setor for concluído em até 7 dias.

Cimar Azeredo revelou que, para tentar agilizar a coleta, o IBGE aumentou o valor das remunerações e ampliou os anúncios de contratações, que agora podem incluir os microempreendedores individuais (MEI).

“O IBGE está envidando esforços, melhorando a remuneração do recenseador, vendo formas de contratar mais pessoas, fazendo deslocamento de recenseador de um estado para outro, ou seja, todas providências estão sendo tomadas para que a gente consiga terminar o Censo dentro do prazo”, disse.

Em todo o país, o IBGE conta com 90.552 recenseadores em ação, 49,5% do total de vagas disponíveis. O estado com maior déficit de recenseadores é o Mato Grosso, com 37,1% do número de vagas. Já o Piauí está com 64% dos postos ocupados. O diretor observou ainda que lugares onde a taxa de desemprego é baixa também tem sido um desafio para a contratação de recenseadores.

Dificuldade de coleta

Cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Cuiabá têm sido um grande desafio para a coleta dos dados, como também os estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. “Acontece por falta de recenseadores, mas também por falta de apoio da população em atender o recenseador. Na maioria das vezes, a gente é bem recebido, a recusa, em um primeiro momento é muito baixa, mas existem síndicos e porteiros que acabam sendo barreiras para que o recenseador possa realizar o trabalho”, contou.

Outros estados têm se destacado pelo avanço na coleta dos dados. Os maiores percentuais da população recenseada são do Piauí (86%), Sergipe (83%), Rio Grande do Norte e Alagoas (80%) e Amazonas (77%). Os menos adiantados são Mato Grosso (42,72%), Amapá (51,47%) e Acre (54,07%).

“O Amazonas, um estado extremamente complexo, está arrebentando no Censo mostrando um resultado muito interessante”, disse.

O diretor alertou que os síndicos e porteiros que impedem a coleta de dados estão descumprindo o artigo 330 do Código Penal, que garante o direito do funcionário público de exercer o seu trabalho.

“Por lei, a população tem que responder o Censo. No momento em que o recenseador não tem acesso a um condomínio porque um sindico ou um porteiro não permitem, isso está sendo configurado como crime, e o IBGE está tomando todas as providências possíveis”, destacou, completando que esse tipo de ocorrência, mesmo que o número seja baixo, dificulta o trabalho do recenseador.

O IBGE estimula que o recenseador trabalhe nos fins de semana e à noite para atender as pessoas que estão ausentes do domicílio durante o dia.

Questionários

O terceiro balanço apontou ainda que 88,4% dos domicílios (42.595.922) responderam ao questionário básico e 11,6% (5.560.298) ao ampliado. O tempo médio de preenchimento tem sido de 5 minutos para o questionário básico e de 15 minutos para o questionário ampliado. A maior parte dos questionários (99,4%) foi respondida de forma presencial, sendo que 124.241 domicílios optaram por responder pela internet e 144.203 pelo telefone.

Orçamento

Para o diretor de pesquisas, apesar do aumento de valores das remunerações, até o momento, não há necessidade de pedir aumento nos recursos destinados ao Censo. “A gente está acompanhando isso semanalmente para ver a hora certa de entender se vamos precisar de mais recursos. Se precisar, vamos procurar o Ministério da Economia que vem acompanhando junto com o IBGE a execução desse Censo”.

O IBGE destaca que os recenseadores estão sempre uniformizados, com o colete e boné do Censo, crachá de identificação e o dispositivo móvel de coleta (DMC). É possível confirmar a identidade do agente no site Respondendo ao IBGE ou pelo telefone 0800 721 8181.

“Ambos constam no crachá do entrevistador, que também traz um QR code que leva à área de identificação no site. Para realizar a confirmação, o cidadão deve fornecer o nome, matrícula ou CPF do recenseador” informou.