Um casal estava em uma motocicleta fazendo malabarismo na rua Cleóbulo Meira Leite, no bairro Esconso, em Brumado, quando acabou colidindo contra uma viatura da Polícia Militar.
Segundo informou a 34ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) o caso aconteceu na sexta-feira (12). Segundo ainda informou a (CIPM), o condutor da motocicleta, era um homem de 21 anos, e sua namorada, uma mulher de 19, ficaram feridos na colisão.
A PM tambem informou que o motociclista não obedeceu a ordem de parada e acabou provocando o acidente, quando invadiu a pista contrária. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e as vítimas foram encaminhadas para o Hospital Municipal de Brumado.
A motocicleta foi levada para a Delegacia Territorial de Brumado. A viatura passou por perícia. O caso foi registrado na 20ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Coorpin).
Na madrugada deste domingo (14), um policial civil identificado como Dourado, inspetor da Civil, matou quatro colegas de trabalho na Delegacia Regional de Polícia Civil de Camocim, cidade do Norte do Ceará. As vítimas eram três escrivães e um inspetor.
De acordo com a Polícia Civil, três deles foram assassinados dentro da delegacia e um do lado de fora. O autor do crime teria fugido em uma viatura, mas acabou se entregando no quartel da Polícia Militar da cidade momentos depois.
As autoridades ainda não têm informações sobre a motivação do crime, que está sendo investigado. Até a manhã deste domingo, os corpos das vítimas ainda estavam no local à espera do rabecão.
A Polícia Civil lamentou o ocorrido em nota e disse que o local está isolado e passa por perícia. As vítimas foram identificadas como Antônio Claudio dos Santos, Antônio José Rodrigues Miranda, Francisco dos Santos Pereira e Gabriel de Souza Ferreira.
De todas as boas notícias dadas por Jerônimo, essa foi a mais bem recebida pelo publico presente ontem (13) na cidade do biscoito, a autorização de iniciar o asfaltamento da BA – 617 entre Condeúba e Caculé.
No sábado, dia 13 de maio de 2023, Condeúba recebeu de portas abertas, a ilustre visita do Governador Jerônimo Rodrigues, que chegou para prestigiar as celebrações do aniversário da cidade e visitar as principais obras que foram inauguradas e entregues para a população.
Por volta das 14h, o Governador pousou no Ninho do Gavião, propriedade do Secretário Municipal de Administração, Toninho de Filó, que ao lado do Prefeito Silvan Baleeiro, juntos acolheram o Governador do Estado, com espírito público, democrático, respeitoso e de diálogo.
Foi uma visita muito rápido, porém, o Governador abraçou a todos, fez fotos com todas as pessoas, sempre esteve sorridente durante todo o tempo e mostrou uma grande simpatia por estar ao lado dos condeubenses. Logo na acolhida, Jerônimo foi saudado pela ‘charanga’ organizada por Afonso Lauton e companheiros, que tocaram sanfona, zabumba e triângulo para o governador que curtiu, cantou e fez questão de ficar lado a lado com o sanfoneiro por alguns minutos.
Saindo do Ninho do Gavião, a comitiva seguiu para a Rodoviária Municipal, para o descerramento da placa de inauguração. Passaram para a Praça em frente ao Hospital Municipal, onde o governador fez o seu pronunciamento com o prefeito Silvan e os deputados presentes: Charles Fernandes, Fabíola Mansur e Zé Raimundo, contando também com o pronunciamento do prefeito Quinho de Belo Campo.
Na quadra do Alcides Cordeiro, o governador fez o descerramento da placa com a presença da direção da escola e coordenação pedagógica e, em seguida, partiu para o Estádio Parmênio Ferreira, prestigiando rapidamente a final do campeonato entre os times: Mocambo e Biscoito, encontrando por la uma grande multidão nas arquibancada do Parmênio Ferreira. Foi no Estádio que o Governador concedeu também uma entrevista ao vivo para a Liberdade FM, sendo entrevistado pelo grande Chico Lima que estava na transmissão da final.
Do Estádio, o governador passou para visitar a feira de artesanato na Praça Santa Luzia, cumprimentou artesãos locais, tirou fotos com várias pessoas e com grande simpatia se despediu da cidade de Condeúba.
A visita do Governador Jerônimo foi um momento inesquecível para a cidade, em seus 162 anos de emancipação política. Muitas lideranças e autoridades estiveram presentes para recepcionar o Governador: prefeitos, vereadores, deputados, lideranças políticas e partidárias, ex-prefeitos e muitas outras pessoas que lotaram espaços como a Rodoviária Municipal para acolher Jerônimo.
Neste segundo mandato do prefeito Silvan Baleeiro, foi uma honra para o prefeito ter recepcionado um Governador pela segunda vez, lembrando que Rui Costa esteve em Condeúba em 2022 por duas vezes, sendo recepcionado por Silvan.
Dentre as boas notícias do Governador, uma notícia mais que esperada foi a pavimentação da estrada que liga Condeúba a Caculé e que o Governador anunciou e se comprometeu com a aceleração do processo de execução do projeto.
Com relação a estrada, não se pode esquecer nunca a luta e as reivindicações do Movimento Popular Asfalto Já, que marcou presença na cobrança persistente, a fim de que esse anúncio viesse a acontecer pelo próprio Governador.
Também o Governador se comprometeu em fazer uma areninha para Condeúba, a fim de garantir esporte e lazer para as crianças e jovens da cidade. O professor Alex e muitas outras pessoas articuladas, cobraram a areninha com faixa e cartazes diante de Jerônimo que, sensibilizado, se comprometeu publicamente.
E assim aconteceu a visita de Jerônimo a Condeúba. Foi tudo muito rápido, mas foi oportuno para o momento e para as celebrações do aniversário da cidade. Vida longa ao governador e gratidão pela visita e por todo o carinho ofertado a Condeúba!
Mãe Isabel, filha Angelina e neto Cauã, foto significativa para o cumprimento ao dia das mães
Neste sábado dia 13 de maio de 2023, na Capela Senhor dos Passos na Comunidade do Olho d’Água, foi celebrado o Culto pelos homens que fizeram uma bela homenagem às mães.
Os celebrantes foram: Eu, Oclides fui comentarista. Hélio o dirigente. Clovis fez a primeira leitura. Nivaldo cantou o Salmo. Manoel fez a segunda leitura, “Zezinho” fez as preces e Kawane foi a animadora. O Sr. Juvenal foi o Ministro da Eucaristia.
A celebração foi toda especial no dia de hoje, sempre com um olhar para as mães, que receberam várias homenagéns, dentre elas, dos filhos que estão fazendo catecismo com as professoras Kawane e Gisele.
Houve ainda uma apresentação teatral entre duas mulheres, uma rica e a outra pobre. A rica foi representada por Gisele e a pobre por Angelina. Ambas se divergiam no decorrer da sena, porém quanda a mulher rica retirou da sua bolsa uma revista para ler, a pobre retirou da sua sacola uma Bíblia. Neste momento despertou interesse por parte da mulher rica em se aproximar da sua até entéo rival, a mulher pobre, foi muito importante essa aproximação de ambas, para mostrar que perante a lei de Deus, não há distinção, todos são iguais ricos e pobres.
Por últmo, logo após a bençao final, foi servido um café partilhado para as mães e depois para os demais que quiseram. No mesmo local antes de começar a servir, foi cantado os parabéns para as mães.
Vista aérea de Condeúba, a partir da Igreja Matriz, Paróquia de Santo Antônio
PARABÉNS CONDEÚBA PELOS SEUS 162 ANOS
Condeúba está completando seus 162 anos de Emancipação Pólítico Administrativo neste domingo dia 14 de maio de 2023, com muita formosura e glamur. Dito isto, surge várias perguntas como, não há em Condeúba pobreza? Ninguém recebe e sobrevive do Bolsa Familia? Ninguém recebe e sobrevive com cesta básica? Não tem desemprego no município? A saúde está contemplada no município a altura da demanda? Pois bem, fiquem cientes que uma grande parte da população condeubense participam desses programas, os quais não são suficientes para atender as necessidades de todas as pessoas.
Mas,“Dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Mc. 12,13-17).Então ousamos a dizer que o torrão condeubense tem muitos previlégios como pontos turísticos: Morro da Feirinha, os córregos e mais de 20 barragens médias e pequenas sendo a maior a do Champrão na sede. O antigo Prédio da Intendência e seus casarios em estilo colonial, as Igrejas aqui destaco a Matriz de Santo Antônio feita em estilo Barroco há 278 anos, que se transformou no principal cartão postal da cidade. A gruta de Nossa Senhora Aparecida toda construida e revestida com pedras pontiagudas. No esporte temos o Estádio Parmenio Ferreira o “Parmenão”, que é orgulho não só dos condeubenses, mas também de todos os visitantes que por aqui passam e ficam deslumbrados, muitos já o colocou entre os 10 melhores campo de futebol da Bahia. Temos uma equipe de corredores de ruas e maratonistas, que nos tem trazido muitas e importantes divisas para o município. Na colinária, temo o biscoito que é referência nacional. Paramos por aqui, não por que esgotaram os pontos positivos da nossa querida e amada terra, mas, para repetir aquilo que profetizamos há 17 anos atrás, que Condeúba iria um dia se desabrochar em crescimento, evolução e modernidade. Aí está a cidade baixa com seus pontos e antigos paradígmas, ex que surge a cidade alta com sua formosura, desenvoltada para a expansão, progresso e beleza.Condeúba é viável sim!!!
O Jornal Folha de Condeúba presta uma singela homenagem conjunta com os filhos condeubenses, a nossa terra natal pela passagem dos seus 162 anos de Emancipação Politica.
Eduardo Lima Viana, cantor, compositor, em fim. o artista condeubense “Edu Viana”, radicado em São Paulo, escreve sobre esse ícone da história do Reisado condeubense conhecido popularmente por MARACÁ.Maracá se encontra no centro da foto, ladeado por amigos e talvez com a esposaMaracá e seus filhos
MARACÁS, São os povos Indígenas predominantes no sertão baiano, entre os Rios de Contas e o Paraguaçu. MARACÁ, é uma palavra Indígena que define um chocalho formado por uma cabaça.
MARACÁ
Se você gosta de rimas Pare um pouco pra escutar Conto uma história marcante De um homem bem popular Teve uma bela trajetória De uma vida notória O famoso MARACÁ ! Osvaldo Lima Sousa Homem de forte punho Mil novecentos e trinta e seis No dia seis de junho Nascia então essa lenda Inteiro sem ter emenda Original sem rascunho Nunca fugiu de uma luta Não tinha medo nem do cão Fumava e mascava fumo de corda Era um homem do sertão Autodidata em tudo que fazia Um mestre em cada profissão Ele nasceu em Condeúba Eu digo agora pra vocês Em todo mês de janeiro, exatamente no dia seis Seu nome entrava em pauta Dançando e tocando flauta Nas folias de Santo Reis E na dança dos facões Ele era mesmo sem igual Pulava batendo o bumba Fazendo um som natural Condeúba e Irundiara Deve muito a esse cara Em seu acervo cultural.
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O escritor condeubense Jovino Coutinho
Parabéns Condeúba pelos seus 1️⃣6️⃣2️⃣ Anos de emancipação. Condeúba é um município de pessoas de coração bom, Condeúba é diferenciada e amada, pela recepção aqui encontrada, Condeúba pode até não ser tão desenvolvida, mas para falar de Condeúba é falar de amor ao próximo, que está sempre próximo do irmão que está em uma situação difícil, seja na moradia, falta de saúde e alimentação, é aí que você ver o coração do povão, eles não perguntam se é dever de governo A ou B, só sei dizer que quando fala em relação ao irmão que está atravessando uma situação praticamente impossível, eles chegam unidos e é um verdadeiro comprimido para aliviar a dor do que está próximo ao caixão, mas com sua compaixão e união sempre está resolvendo a situação, Condeúba é amor, Condeúba é solidariedade, Condeúba é exemplo de acolhimento e tratamento, por isso Condeúba também merece seu atendimento e acolhimento, Condeúba não pode ser lembrada de quatro em quatro anos, porque tudo cansa, e um dia aquilo que você pretende alcançar, aí Condeúba já não pode esperar, fica aqui meu respeito, carinho e gratidão por todo esse povão de grande coração, termino com uma bela frase que um dia ouvir: “se quiser ir correndo vá sozinho, mas se quiser chegar longe vá em grupo”. Que todos permaneçam unidos no mesmo propósito, que faz bem aos cidadãos condeubenses, mais uma vez parabéns Condeúba pelos seus 1️⃣6️⃣2️⃣Anos de emancipação.
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O Poeta, Escritor e professor condeubense Edson Silveira
“Preciosa Cidade”
Oh, Condeúba, Ninguém te derruba. És forte e resistente, Município imponente.
Diz a história: que da fazenda Serra Talhada, A cidade foi edificada. Com uma pequena povoação, À margem do Rio Gavião.
Encantando-nos pelas edificações Com mais de um século de história, Belíssimas construções… Em que destacam suas glórias.
Legítimas obras de arte, Se encontram por toda parte. Raridade colonial, Patrimônio cultural.
Na avenida Santa Dulce dos pobres Um contexto atualizado, Por cada gesto nobre Grande significado.
Em sua bandeira é destacado O Pau Candeia retorcido… Quão grande significado, Não pode ser esquecido.
Oh, preciosa cidade, Seu valor é incalculável, Magnífica identidade, Torna-te incomparável.
Condeúba, sou seu filho e herdeiro És minha raiz, Ser baiano e brasileiro Mim faz mais feliz… Gratidão cidade querida, Por fazer parte da minha vida.
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O pensador e escritor condeubense Otaviano Vieira Lima
Condeúba nossa cidade, nesse município encantado, que brilha nesse universo, com uma beleza inefável. Condeúba é privilegiada, fazendo parte de uma grande nação, uma das suas grandezas é ser banhada pelo Rio Gavião. Condeúba é uma estrela que brilha muito, nesse universo grandão… tem um minério de água mineral, que foi publicado no diário oficial da união. Condeúba está bem edificada, na política e na religião, na educação está de parabéns, amamos Condeúba de coração.
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O Poeta, Escritor professor condeubense Antônio da Cruz Santana
Condeúba II
No frio seco e quase sem chuva Verde, serena e úmida. Entre serras e curvas Nasceu a nossa Condeúba
No barreiro dessa cidade Plantei a minha mocidade Nos quatro cantos da cidade Nasceu a nossa liberdade
Condeúba com os seus 162 anos de idade Aqui construímos a vida e a vaidade Da cultura da roça à sociedade Da fantasia de criança ao baile de dança.
Do saber da ignorância à relevância Da inocência política à experiência fascista Do feudalismo excludente à democracia da gente Dos senhores inteligentes ao atraso vigente.
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O condeubense Professor de Português e Escritor Agnério Evangelista de Sousa
Condeúba 162 anos
Terra abençoada por Deus e apadrinhada por Santo Antônio. Antes era Santo Antônio da Barra, hoje Condeúba com maioridade de 162 anos. Magnífico. Povo pacífico, ordeiro, trabalhador. Temos o biscoito de polvilho, a rapadura, o requeijão, a farinha, o andu e também o mel. Temos tradições e folclore. Alegre São João e movimentada cavalgada. A igreja é bonita, majestosa e bela. O Paço Municipal grandioso com poderosa águia que impressiona. Dois grandes rios correndo nestas terras sagradas do sertão: o Gavião e o Rio Condeúba que abastece a Barragem. Ao longe, majestoso Morro com 1.400 metros de altura. Nossa cultura é diversificada: seja nas cantorias de reis, seja no artesanato de argila, madeira ou renda, seja nas danças folclóricas ou nas rezas da Semana Santa. Condeúba é meiga e mansa, seus filhos, no entanto, necessitam de melhores oportunidades de trabalho.
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A professora e Escritora condeubense Regiane David
Carta aberta à Condeúba
Prezados condeubenses,
14 de maio, é um dia muito especial para todos nós, pois estamos celebrando os 162 anos de emancipação da nossa querida cidade Condeúba. É um momento de reflexão sobre nossa história, nossas conquistas e desafios, e de renovação do nosso compromisso com o desenvolvimento e o bem estar da nossa comunidade.
Ao longo desses anos, Condeúba vem se transformando em um importante polo econômico e cultural da região, graças ao trabalho e dedicação de todos os seus habitantes. Somos uma cidade acolhedora, com uma rica diversidade cultural e um forte espírito comunitário, que nos permite enfrentar os desafios com coragem e determinação.
Neste aniversário, gostaria de homenagear todos aqueles que contribuíram para o crescimento e a prosperidade de Condeúba aos longos dos anos, desde os seus fundadores até os lideres comunitários, empresários, trabalhadores e todos os cidadãos que fazem parte desta grande família.
Que possamos continuar trabalhando juntos para construir uma cidade cada vez mais próspera, justa e solidária, onde todos tenham oportunidades de crescer e se desenvolver. Que possamos valorizar a nossa história e as nossas tradições, ao mesmo tempo em que abraçamos o futuro com otimismo e esperança.
Parabéns, Condeúba, pelos seus 162 anos de história e progresso! Que esta data seja um momento de união e celebração para todos nós.
Atenciosamente,
Regiane David, uma cidadã condeubense.
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O condeubense Leandro Flores é Jornalista, Advogado, Poeta e Escritor
BEM VINDO À CONDEÚBA
Declaro o meu amor
A esse lugar tão encantador
Que se chama Condeúba.
Cidade mãe, cidade linda,
Para quem já conhece.
Para quem não conheceu ainda,
Condeúba tem muito a nos ensinar.
Sua história, seu povo,
Sempre tem algo a contar.
Venha visitar Condeúba,
Você vai se apaixonar.
Pela cultura, pela história,
Pela beleza desse povo:
Grande de alma e coração.
Condeúba é uma joia perdida,
Escondida nas entranhas
Desse imenso sertão.
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O condeubense Paulo Henrique escreve para a Folha de Condeúba, ele é Chefe de Gabinete do pefeito
A vida é como uma poesia clássica, fina, contagiante para a a alma e o paladar que degusta cada palavra recitada. A vida inteira é poesia! Condeúba em poesia e seus versos de tamanha alegria! Não dá pra imaginar, mas, a cidade sempre foi um celeiro de artistas incontáveis: poetas, escritores, cantadores, artistas de teatro, pintores, escultores, fotógrafos e até compositores. Pobres e ricos, grandes e pequenos, quantos talentos ressuscitados e em ascenção!!! Das peças teatrais de Delvarte Souza até as canções de uma serenata no açucareiro de Seu Osmar e Professora Marlena. A Filarmônica Santa Cecília de Seu Clemente maestro, Seu Dione no órgão da Matriz, Seu Alípio que tocava feliz e outros nomes mais… Mas aqui, quero destacar uma artista em especial: Uma mulher frágil, muito frágil, mas forte e resistente ao tempo, que sobreviveu a 92 anos, cantando e jogando versos, recitando e distribuindo simpatia… Dona Helena Porto, nossa poetisa clássica de Condeúba. Infelizmente, nem todos sabem disso e é preciso contar e continuar contando para as próximas gerações, que Dona Helena era amante da boa poesia brasileira. Ela lia Carlos Drumond de Andrade, Castro Alves, Manoel Bandeira e tantos outros. Ela recitava e tinha as poesias memorizadas em sua mente brilhante. Quando convidada, e sem pestanejar lá estava ela para recitar nos eventos cívicos ou nas festinhas da Terceira Idade. Helena foi uma artista de Condeúba e merece nossa homenagem nestes 162 anos de emancipação, dos quais ela participou de uma boa parte deles. Um dos poemas que ela recitava era esse belíssimo de Casimiro de Abreu:
Todos cantam sua terra Também vou cantar a minha Nas débeis cordas da lira Hei de fazê-la rainha Hei de dar-lhe a realeza Nesse trono de beleza Em que a mão da natureza Esmerou-se em quanto tinha.
Aos poetas e poetisas de Condeúba a nossa mais sincera homenagem e gratidão! São ilustres condeubenses que vivem em cada coração. Dona Helena já descansou o sono dos justos, porém seu legado é imortal. Agora é poetisa do paraíso e recita para os anjos uma poesia de vida eterna e celestial.
Helena, seu canto em versos Suas poesias recitadas Seu carisma e seu afeto Seu sorriso conquistava Helena de poesias clássicas De paladar aguçado pra saborear as rimas Helena doce menina Helena Porto, Helena Patente, Helena poetisa fina!
Helena Porto (em memoria)
Paulo Henrique homenageou a dona Helena, que se estivesse viva, com certeza estaria aqui hoje recitando suas belas poesias em face ao aniversário da cidade.
O condeubense Antônio da Cruz Santana é Poeta, Escritor e Professor. Ele está dando um abaço a todas as mães pela passagem do seu dia
MÃE
Um ser de extrema admiração, Uma mulher que tem o mundo em suas mãos. Figura importante na tomada de decisão, Que nunca nos deixa em momento algum na mão.
Mãe da eterna gratidão, Mãe da resignação. Que sempre nos proporciona o incansável perdão, Mãe do amor, do carinho e da atenção.
Mãe que passa por dificuldade e chora, Mãe que também se apavora. Mãe que não sabe esperar a sua hora, Mãe que por um filho pede esmola.
Mãe que tem a sua história, Que se inspira no Deus de Nossa Senhora, Mãe que abraça o dia e nos mostra aurora, Mãe que nunca um filho explora.
Mãe esse ser inexplicável, De um amor inimaginável. Que incansavelmente cuida da gente, E não educa filhos de forma diferente.
Mãe do amor maternal, Que ama desde o humilde ao intelectual. Mãe que ama o surdo e o mudo, Ultrapassando barreiras e muros.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado retoma nesta quarta-feira (17) a discussão do projeto de decreto legislativo que cria o estado do Tapajós, em uma região a oeste do Pará. A proposta prevê a convocação de um plebiscito no Pará para decidir sobre a criação, ou não, do novo estado, que se tornaria a 28ª unidade federativa do país. O assunto volta a ser analisado pelos parlamentares quase 12 anos depois da realização do plebiscito de 2011 sobre a divisão do estado do Pará em três: Pará, Carajás e Tapajós.
O projeto seria votado pela CCJ na semana passada, mas um pedido de vista coletivo tirou a matéria da pauta. No mês passado, o relator do projeto, senador Plínio Valério (PSDB-AM), deu parecer favorável à realização de uma consulta à população do Pará. “O que estamos batalhando é pelo direito ao plebiscito e não à divisão, o que só o paraense vai decidir”, disse o relator.
O texto do PDL estabelece que somente poderão participar do plebiscito proposto aqueles eleitores cuja inscrição eleitoral ou a transferência de título de eleitor tiver sido requerida antes de 150 dias da realização da consulta popular.
Plebiscito em 2011
Mesmo antes da análise do projeto pela comissão, o senador Jader Barbalho (MDB-PA) protocolou um voto em separado contrário à análise do texto. Ele contesta o fato de o relator ser do Amazonas e do primeiro signatário, ou seja, o primeiro autor a assinar a proposta, Siqueira Campos (DEM-TO), ser do Tocantins, quando a matéria delibera sobre uma questão relativa ao Pará.
Barbalho também argumenta que a divisão do estado já foi rejeitada por plebiscito em 2011. “O povo paraense, por dois terços do seu eleitorado, já demonstrou que não quer que o seu estado seja dividido e enfraquecido, mas que permaneça unido e forte, para que alcance plenamente o desenvolvimento econômico sustentável e a justiça social a que todos almejamos”, disse o senador.
O impacto financeiro para criar uma nova estrutura institucional e organizar um novo estado também é usado como argumento contra o projeto.
No plebiscito realizado em 2011, 66,08% dos votos válidos rejeitaram a criação do estado do Tapajós. No mesmo pleito, 66,60% dos eleitores também rejeitaram a criação do estado de Carajás, conforme dados oficiais registrados no Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA).
O novo plebiscito, se aprovado, consultará os eleitores sobre a criação apenas do estado do Tapajós mediante divisão do território compreendido por 23 municípios situados a oeste do Pará, entre eles Santarém.
Para os apoiadores da criação do estado do Tapajós, essa diferença entre a consulta de 2011 e a nova proposta muda o panorama. “O plebiscito de 2011 incluiu Carajás, deixava o estado do Pará com 17% do território original e Tapajós com 60%. Agora, nesse novo plebiscito, volta-se ao projeto original, em que Tapajós fica com 40% da área”, argumentou ao R7 Jean Carlos Leitão, presidente do Instituto Cidadão Pró Estado do Tapajós (Icpet).
Análise de viabilidade do estado do Tapajós
Organizações que defendem a criação do estado do Tapajós levantaram, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que o estado já nasceria sendo o quinto maior da Amazônia em população, com estimativa de 1,5 milhão de habitantes, e PIB de R$ 22 bilhões.
As entidades pró Tapajós destacam também que a região ganha mais do que gasta e, por isso, existe viabilidade econômica para a divisão. Leitão ressaltou que a região é isolada na ação do governo estadual, principalmente na redistribuição de impostos, execução de obras e diálogo tripartite, tendo, inclusive, mais conexão com Manaus, a capital do Amazonas, do que com Belém (PA).
O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), é contrário à divisão e, antes de ser reeleito, chegou a comentar sobre a possibilidade pelas redes sociais. “Lamentavelmente volta à tona esse assunto. Quero informar a todos os paraenses que eu pedi ao senador Jader para que ele possa, como membro da Comissão de Constituição e Justiça, pedir vistas a este projeto que é absolutamente inadequado, extemporâneo”, disse, em novembro de 2021, quando o tema voltou ao Senado.
Perfil do Pará
Com uma área de 1.245.870,704 km², o Pará é o segundo maior estado brasileiro, atrás apenas do Amazonas. Segundo dados do IBGE, a população em 2021 era de 8,7 milhões de habitantes.
O estado sedia uma das maiores festas religiosas e culturais do Brasil: o Círio de Nazaré, que costuma reunir mais de 2 milhões de pessoas nas ruas de Belém, a capital, também conhecida como cidade das mangueiras.
A Ilha de Marajó, cercada pelos rios Amazonas, Tocantins e pelo oceano Atlântico, é uma das maiores do mundo e um de seus aspectos mais conhecidos é o grande rebanho de búfalos.
O estado do Pará contempla em seu território um dos principais biomas do mundo: a Floresta Amazônica. Um dos principais produtos de exportação de toda a região é a castanha-do-pará.
O Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo é comemorado no Brasil no dia 13 de maio para chamar a atenção da sociedade para o racismo e desigualdade ainda prevalentes no país.
Tradicionalmente o dia 13 de maio era e é comemorado como o dia da abolição da escravatura, relembrando o 13 de maio de 1888, quando a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea. Contudo, o fim do sistema escravista não significou a plena emancipação e integração dos negros à sociedade, ao contrário, permaneceram discriminados, marginalizados e humilhados, geralmente em difíceis condições econômicas e esquecidos pelas políticas públicas.[1][2][3][4] Apesar dos avanços que já ocorreram, ainda hoje estão em situação de inferioridade em todos os indicadores socioeconômicos.[5][6][7][8]
Um exemplo típico da visão romantizada da abolição, em pintura de Pedro Américo
Rejeitando o amplamente difundido mito da democracia racial e a visão tradicional da abolição como uma dádiva, que anulava o protagonismo dos negros na construção da nação e na conquista da sua liberdade, os movimentos negros ressignificaram a data como um dia de luta e reivindicação, denunciando o racismo estrutural ainda profundamente entranhado na sociedade, a desigualdade, a violência e a exclusão a que ainda é sujeita a população negra.[1][2][4][9]
As tentativas de mudança na percepção do 13 de Maio começaram através do Grupo Palmares de Porto Alegre. Em 20 de novembro de 1971 foi realizado um ato no Clube Marcílio Dias celebrando a resistência negra, como um contraponto para a comemoração romantizada da abolição da escravatura, e valorizando o líder quilombolaZumbi dos Palmares, morto pelas forças do capitão Furtado de Mendonça em 20 de novembro de 1695. Outros grupos aderiram à ideia, especialmente depois que o Movimento Negro Unificado, fundado em 1978, encampou a luta por uma revisão da história oficial e se posicionou considerando os festejos em torno da abolição como uma “mentira cívica”, passando a denominar a data como Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo.[10] O poeta Oliveira Silveira, ativista do Grupo Palmares e presente no ato de 1971,[10] escreveu um poema intitulado Treze de Maio, onde disse:
Segundo Mateus Santana, da Fundação Palmares, “apesar de um lado da história falar que a generosidade de uma princesa pôs fim ao período escravocrata, os negros afirmam que o fim desse regime foi dado pela luta dos negros escravizados e pela resistência que já durava vários anos. […] Para os movimentos [negros] a abolição da escravidão não significou liberdade nem a Lei Áurea aboliu a discriminação. […] O negro saiu da senzala e foi jogado na favela, onde reproduziram-se as mazelas sociais do desemprego, da falta de moradia, da péssima qualidade de saúde e educação, da discriminação racial e da falta de oportunidades”.[4] Na visão do frei David Santos, presidente da ONG Educafro, “nenhuma sociedade do mundo deixou uma etnia quase 400 anos escravizada e resolveu [o assunto] apenas com a assinatura de um papel chamado de Lei Áurea. A desigualdade é o fruto da perversidade dos sucessivos partidos políticos que nada ou muito pouco fizeram para compensar o povo negro nestes quatro séculos de escravidão e exclusão”.[13]
Segundo a defensora pública Joanara Messias Gomes, o Estado Brasileiro “ainda não conseguiu garantir a plena cidadania à população negra”, sendo omisso na criação de políticas públicas e incapaz de frear “as consequências do racismo estrutural e criar mecanismos para conter essa avalanche de desigualdades, principalmente nas áreas saúde, educação, moradia e emprego”.[14] Para a cientista social Magali Dantas, a visão romantizada do 13 de Maio “é uma negação epistemológica que apaga os reais protagonistas dessa luta por liberdade. Com efeito, o 13 de Maio foi o resultado de um processo de luta violento e tortuoso – vide a destruição de Palmares – de pessoas negras e não negras, contra a realidade da escravidão no Brasil. Reconhecer que a abolição é um processo inacabado levanta uma discussão que se torna cada vez mais pujante, ou seja, a apresentação de demandas por reparação histórica. As políticas de ação afirmativa são medidas de reparação histórica, no entanto, a resistência contínua que tais políticas encontram em diversos setores da sociedade são provas de que o Brasil não acolhe o seu passado e recusa considerar todos os aspectos da sua memória histórica”.[3]
Atos públicos, marchas e protestos são realizados no Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo em todos os estados do Brasil e mesmo no exterior.
Ontem (11/05), pela manhã, a equipe do CREAS fez bonito na Escola Municipal João Pereira de Sousa, que está localizada na fazenda Bandarra, zona rural do município de Condeúba.
Foram realizadas atividades lúdicas para informar e esclarecer às crianças como elas podem se proteger e a quem devem recorrer em casos de violência sexual.
Agradecemos à direção e coordenação (Erleis e Andréia) pela receptividade e por darem espaço para que o CREAS abordasse sobre um tema tão relevante e necessário.
O CREAS segue na luta pelo combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.
Vem fazer bonito com a gente! Denuncie. Disque 100 Procure o Conselho Tutelar e o CREAS. @creascondeuba @assistenciasocialcondeuba https://www.instagram.com/p/CsHG-w9x3jt/?igshid=NjZiM2M3MzIxNA==