Categoria: Condeúba

Cenário de revolta e insatisfação social ajudou a compor junho de 2013

Pesquisadores avaliam que período é marco na história política do país

Era início da noite, quando o Movimento Passe Livre (MPL) queimou uma catraca de papelão, interrompendo o tráfego na Avenida 23 de Maio, na altura do Vale do Anhangabaú, centro da cidade de São Paulo. Naquele 6 de junho de 2013, os manifestantes lutavam contra o aumento das tarifas do transporte público, que haviam subido de R$ 3 para R$ 3,20 no início do mês. Atos semelhantes haviam acontecido nos anos anteriores pelo mesmo motivo. Da mesma maneira, a polícia reprimiu o protesto como tinha feito de outras vezes. Porém, em menos de duas semanas, o Brasil todo perceberia que aquilo tinha sido o começo de uma mobilização muito maior.

No dia 17 de junho, as ruas da capital paulista seriam tomadas por dezenas de milhares de pessoas, paralisando o trânsito em parte das avenidas mais importantes da cidade. Naquela noite, os protestos já haviam chegado a outras cidades, como Belo Horizonte e o Rio de Janeiro.

Brasília (DF) - Protestos de Junho de 2013, dez anos depois. Manifestações em Brasília (DF). - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Manifestantes ocupam a rampa do Congresso Nacional e uma das cúpulas no prédio, no dia 17 de junho de 2013  – Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Em Brasília, os manifestantes ocuparam a marquise do Congresso Nacional. No dia 20, os participantes dos atos chegariam a depredar o prédio do Palácio Itamaraty.

Brasília (DF) - Protestos de Junho de 2013, dez anos depois. Manifestações em Brasília (DF). - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Protestos de junho de 2013 em Brasília – Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Ações do tipo seriam vistas durante toda a onda de protestos, desde o primeiro dia, quando, após ser reprimida no centro paulistano, a multidão foi em direção à Avenida Paulista, onde quebrou vidraças de agências bancárias. A adesão de parte dos manifestantes à chamada tática black block, em que, com o rosto coberto, participantes dos protestos promoviam a depredações, barricadas e respondiam às bombas da polícia com rojões e pedras, também foi um elemento novo da onda de atos.

A repressão policial, com centenas de prisões, e manifestantes feridos, alguns com sequelas permanentes, pelo uso da munição menos letal foi outra marca do momento. A reação da sociedade a essa violência foi determinante para aumentar a adesão aos protestos.

Brasília (DF) - Protestos de Junho de 2013, dez anos depois. Manifestações em Brasília (DF). - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Protestos de junho de 2013 foram marcados por forte repressão policial – Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
Mas, dez anos depois, pesquisadores e ativistas ainda têm dificuldades em determinar porque os atos de rua daquele ano evoluíram daquela forma. Parece ser consenso, entretanto, que junho de 2013 é um marco na história política brasileira e que a interpretação do momento segue em disputa.

Uma das questões difíceis de responder, mesmo em perspectiva, é por que os atos contra o aumento das passagens cresceram e se tornaram grandes manifestações com diversas pautas ligadas às condições de vida da população – saúde, educação, habitação e transportes.

Cenário de insatisfação

“Você já tinha uma disputa aberta pelos territórios. Por exemplo, a retomada indígena é em 2013 [série de ocupações de terras por indígenas em Mato Grosso do Sul]. No Rio de Janeiro você já tinha uma intensificação das mobilizações, primeiro, por causa das pessoas desalojadas para a construção da Cidade Olímpica. Já tinha uma disputa pela terra urbana. O movimento indígena do que se chama de campo, o não urbano”, relaciona o professor do curso de relações internacionais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Acácio Augusto, ao lembrar que já havia um contexto de mobilizações naquele momento.

Além disso, ele destaca o “crescimento gigantesco das greves no ano anterior”. Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, em 2011, foram realizadas no Brasil, 554 greves. Em 2012, foram 877 movimentos de paralisação, e, em 2013, 2.050.

Sāo Paulo (DF) 03/06/2023 - Protesto em Sāo Paulo em junho de 2013, uma onda de protestos em massa tomou conta de cidades por todo o Brasil. A série de manifestações que ficou conhecida como “O gigante acordou”. O protesto não se limitou à questão do transporte público, o movimento ganhou força em outras cidades, como Brasília, e os manifestantes passaram a contestar também os gastos com a Copa do Mundo, a corrupção, a má estrutura de saúde pública e a falta de investimentos na educação do país. Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
Protesto em São Paulo em junho de 2013. Pauta de reivindicações foi ampliada e passou a incluir outras questões relacionadas às condições de vida da população – Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O cenário de insatisfação popular foi alimentado, na avaliação do pesquisador, pela forte repressão policial aos atos.

“Isso destravou uma série de demandas, entre elas, a própria questão do transporte. Cabe-se dizer, não se resumia à questão do transporte propriamente dito, dizia respeito à circulação na cidade, a possibilidade de acesso que as pessoas tinham à cidade. Foi isso que fez também a pauta escalar tão rápido, essa combinação com disputas territoriais que já estavam acontecendo e a combinação com a violência policial”, analisa.

Piora das condições de vida

Essas demandas estavam relacionadas a uma “degradação geral das condições de vida nas grandes cidades”, de acordo com o professor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Erick Omena. Ao analisar diversos dados, ele aponta que em 2013 as populações dos centros urbanos enfrentavam uma acentuada piora das condições de mobilidade, acesso à saúde e habitação, associada a um crescente descrédito na política institucional.

Sāo Paulo (DF) 03/06/2023 - Protesto em Sāo Paulo em junho de 2013, uma onda de protestos em massa tomou conta de cidades por todo o Brasil. A série de manifestações que ficou conhecida como “O gigante acordou”. O protesto não se limitou à questão do transporte público, o movimento ganhou força em outras cidades, como Brasília, e os manifestantes passaram a contestar também os gastos com a Copa do Mundo, a corrupção, a má estrutura de saúde pública e a falta de investimentos na educação do país. Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
Protestos de junho de 2013 reuniram multidões em várias cidades do país, como São Paulo – Marcelo Camargo/ Agência Brasil
A partir de dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Omena mostra que, entre 2004 e 2012, há um aumento na proporção de trabalhadores que levam mais de uma hora no percurso entre a residência e o emprego. Na região metropolitana do Rio de Janeiro, o percentual sobe de 18% para 24,7% no período, e, na Grande São Paulo, de 20% para 23,5%.

O preço dos aluguéis, entre janeiro de 2008 e junho de 2013, subiu, segundo o pesquisador, 131%, no Rio de Janeiro, e 88%, em São Paulo.

“Na medida em que você aumenta o preço da habitação, você vai forçar as pessoas a irem para as regiões mais periféricas, que são mais distantes dos centros, que [é] onde estão a maior parte dos empregos. Portanto, o deslocamento casa-trabalho também vai aumentar”, explica o pesquisador sobre como a soma dos fatores afeta a vida da população.

Há ainda indicativos, segundo Omena, de uma crescente insatisfação com o sistema público de saúde. “Mais ou menos nesse período, você tem uma adesão bastante expressiva e relativamente rápida de um grande número de pessoas à assistência médica privada”, acrescenta.

Esse cenário de “precariedade da vida” contrastava, na avaliação da professora de história contemporânea da Fundação Cásper Líbero Joana Salém, com os preparativos do Brasil para receber os grandes eventos esportivos. “Se tinha uma percepção que se estava gastando muito dinheiro com aquelas obras em vez de gastar com saúde e educação para o povo”, diz em referência aos estádios e outros investimentos feitos para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

02/06/2023 - São Paulo - Foto do Protesto - Movimento Passe Livre feito em 20.06.2013. Foto: Gianluca Ramalho Misiti/Flickr
Protesto organizado pelo Movimento Passe Livre feito em 20 de junho de 2013 na capital paulista – Gianluca Ramalho Misiti/Flickr

Os avanços em algumas áreas também ajudaram a impulsionar, segundo a professora, parte da população a buscar mais direitos. “Um marco de dez anos de governos do PT, que tinham ampliado determinados direitos, sobretudo para essa juventude trabalhadora, como, por exemplo, o direito à universidade. E parte dessas pessoas que entra na universidade, existe uma expectativa, uma certa pressa de que aqueles direitos se concretizem mais rapidamente”, acrescenta.

Junho de 2013 em imagens:

O MPL de São Paulo tinha como inspiração jornadas de luta contra o aumento das tarifas de transporte em outros lugares do país, como a chamada Revolta do Buzu, ocorrida em Salvador, em 2005. “Em 2011 teve uma luta muito grande contra o aumento em São Paulo, que durou dois, três meses, toda a quinta-feira tinha atos. E foi bem intenso para a época”, contextualiza Frederico Ravioli, que em 2013 fazia parte do Passe Livre.

Houve ainda, na opinião do militante que deixou o movimento em 2016, influência do cenário internacional. “[O ano de] 2013 captura também um pouco dessas ondas de protestos que estão acontecendo no mundo inteiro, em 2008, no Chile; na Primavera Árabe, no Oriente Médio; no Norte da África. Talvez seja um pouco do momento que essa ideia do consenso – de que a gente vai avançar devagar para todo mundo crescer – vai por água abaixo”, diz.

Uma semelhança entre as revoltas que atingiram, entre 2010 e 2012, diversos países, como o Egito, a Líbia, a Síria, o Iêmen, o Barein e o Marrocos, e as jornadas de junho foi o papel da internet e das redes sociais. “Toda essa insatisfação crescente vai achar um veículo excepcionalmente novo e muito mais capilarizado de expressão, que é a internet”, enfatiza Erick Omena. O pesquisador destaca que, de 2003 a 2013, o acesso à rede se expandiu de 13% da população para 51%. 

“Junho de 2013 não poderia ter acontecido sem esse rápido acesso da população a esse novo meio de comunicação, em especial as redes sociais”, acredita.

Disputa e legado

A mobilização de dezenas de milhares de pessoas nas ruas começou a ser disputada por grupos de direita e extrema direita antes mesmo de junho acabar, diz Acácio Augusto. “Reagindo a essa radicalização que junho traz, você vai ter não só uma intensificação da atuação institucional das forças de segurança, como também uma tentativa de disputar isso por forças mais à direita – de liberais a neomonarquistas”, pontua.

“Tem o Vem pra Rua, tem o MBL [Movimento Brasil Livre], que rouba a nossa sigla”, cita Frederico Ravioli sobre os movimentos de direita que se inspiram diretamente no sucesso das mobilizações do MPL. “É interessante para pensar como a direita se apropriou das táticas de esquerda, da forma de organização da esquerda radical, enquanto a esquerda tradicional ficou defendendo a democracia, a ordem e a estabilidade”, reflete o ex-militante.

Para ele, esses movimentos entenderam “as potencialidades de junho” e partiram para uma luta “disruptiva”.

O descontentamento foi canalizado por esses grupos, na avaliação de Joana Salém, em insatisfação com os governos do PT, partido que estava há dez anos à frente do governo federal e, na ocasião, recém-eleito para a prefeitura de São Paulo. “Muitas pessoas não se identificavam como direita e passaram a se identificar a partir de 2014, 2015, com uma ocupação das ruas pelo impeachment da [então presidente] Dilma Rousseff”, diz ela sobre a aproximação com a parcela da população que não tinha convicções políticas bem definidas.

“A direita soube aproveitar essa subjetividade política difusa para fazer uma campanha muito bem-sucedida de ganhar espaço contra o petismo. Até o limite do ódio que se chegou nos anos Bolsonaro [Jair Bolsonaro foi presidente, de 2018 a 2022]”, acrescenta Joana.

Ao mesmo tempo, as jornadas de junho foram inspiração para diversos movimentos de lutas por direitos nos anos seguintes. “Se você pensar nas características dos jovens que se juntaram na ocupação das escolas, você não estava só na questão da escola, a questão de gênero estava colocada, modos de vida, modos de educar, de aprender. Essa dimensão, que é bem difícil de captar do ponto de vista objetivo, era muito marcante em junho”, relaciona Augusto sobre o movimento dos estudantes secundaristas contra a reforma escolar no estado de São Paulo, em 2015 e 2016.

Para o pesquisador, os protestos contra a tarifa marcaram ainda a “retomada da rua como espaço de sociabilidade”. Como exemplo, ele cita outras mobilizações ocorridas nos anos seguintes na capital paulista. “A mobilização que tentava impedir a construção de mais um condomínio ali no centro, e acabou criando o que hoje se chama de Parque Augusta, tem a ver com junho também. Isso não tem a ver especificamente com a criação de um parque ou não, mas com a questão ecológica, de como se vive na cidade, como se vive no centro”, ressalta. “A mobilização de vários coletivos em torno dos abusos que são cometidos pelas forças na repressão à Cracolândia, na Favela do Moinho, tudo isso está conectado a junho de 2013”, acrescenta.

Dia Mundial do Meio Ambiente

Luciana Fiuza – Escrito por Luciana Fiuza  – Professora de Biologia

O Dia Mundial do Meio Ambiente é comemorado no dia 5 de junho. Esse dia foi proposto com finalidade de aumentar a visibilidade e as discussões sobre a causa ambiental.

A data foi escolhida por ocasião da Conferência de Estocolmo, que discutia a questão do impacto humano sobre o meio ambiente. Essa reunião foi organizada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972.

Em 2022 comemorou-se 50 anos do PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente com o tema “Uma só Terra”. Esse tema foi escolhido para nos lembrar que este é um planeta só. No sentido de ser especial e único, claro. Mas também no sentido de que todos somos responsáveis.

Além de propor melhores e maiores ações necessárias, foi uma oportunidade para rever se as ações foram efetuadas ou não conforme os princípios no PNUMA – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.

A ONU também destacou a relevância desse encontro para as discussões de medidas para uma recuperação global sustentável após a Pandemia Global do Covid-19.

Ações de um lado do mundo podem ser sentidas por todo o globo, agora e no futuro. Além disso, os problemas ambientais que temos hoje são heranças do passado, sem fronteiras e nem limite de tempo, um só planeta.

Isso justifica a urgência de atitudes sustentáveis de todos nós, pessoas, empresas, países. Pensando que essa é a nossa chance de preservar o equilíbrio que nos mantém vivos e com qualidade de vida. Como divulgado no site da ONU: “a campanha convoca uma ação coletiva e transformadora em escala global para celebrar, proteger e restaurar nosso planeta“.

Dia mundial do meio ambiente

Por que existe o Dia Mundial do Meio Ambiente?

O dia 5 de junho marca a data em que aconteceu a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente. Ela foi em Estocolmo na capital da Suécia, em 1972, que ficou conhecida como a Conferência de Estocolmo. Esse evento foi o primeiro a reunir representantes de governos e instituições não governamentais de mais de 100 países. Nela foram discutidas questões importantes do meio ambiente, tais como a chuva ácida, a poluição do ar e a preservação dos recursos naturais. Foram também discutidas e aprofundadas planos para a sustentabilidade e redução dos impactos ambientais antrópicos (causados pelo Homem). Foi no contexto histórico e político dos anos 1970 que começou a crescer o interesse global pelas questões ambientais. Com os debates dessa época, o conceito de Desenvolvimento Sustentável emergiu com grande força. Onde as pessoas questionavam as guerras, exploração da natureza e de outros povos humanos e o papel das grandes nações no futuro que esperávamos para nosso planeta. O dia Mundial do Meio Ambiente é um dia importante para relembrar ao mundo a importância da sustentabilidade e estimular mudanças de atitudes das pessoas. Não apenas mudanças e reflexões individuais e diárias, mas também de cobranças de políticas públicas, hábitos de consumo mais sustentáveis e favorecimento de empresas que prezem esses valores. Assim, a ideia é que tanto as iniciativas individuais quanto as coletivas, em defesa do meio ambiente, se organizem para causar impactos positivos no planeta a médio e longo prazo. Ao menos minimizando os impactos já causados pela ação humana desrespeitosa com o equilíbrio natural do planeta.

PNUMA

PNUMA é a sigla em português que trata do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Esse programa, que foi definido na Conferência de Estocolmo de 1972, consiste em uma série de medidas que visam equilibrar a ação humana com a capacidade de suporte do nosso planeta Terra. A ideia é que consigamos manter as condições para a sobrevivência da vida na Terra e nossa sobrevivência como espécie pelo máximo de tempo possível. Nesse sentido, um aspecto chave é a sustentabilidade do desenvolvimento econômico de todos os países no mundo. Esses princípios discutiam diferentes aspectos ambientais como:

  • Mudanças climáticas;
  • Qualidade da água, redução da poluição da água;
  • Aumento da previsibilidade e redução dos danos causados pelos desastres naturais;
  • Soluções para a modificação da paisagem, em especial nos ambientes urbanos e agrícolas;
  • Elaboração das bases para o desenvolvimento sustentável das nações;
  • Limitação de pesticidas na agricultura, que contaminam florestas e promovem extinção de espécies;
  • Redução da contaminação natural por metais pesados.

Como podemos participar do dia mundial do meio ambiente?

Qualquer atitude pode servir como celebração e perpetuação do movimento, por exemplo:

  • plantar árvores;
  • fazer um mutirão de limpeza de florestas ou de praias;
  • promover campanhas de reciclagem;
  • reutilizar objetos criando novos através de artesanato;
  • reciclagem de materiais;
  • promover e aperfeiçoar a coleta seletiva da sua região;
  • reunir pessoas para debater repensar suas atitudes;
  • produzir materiais de divulgação como vídeos, fotos e textos sobre as causas ambientais;
  • organizar uma composteira na sua casa ou prédio para tratar o lixo orgânico;
  • campanhas vacinação e castração de animais como cães e gatos abandonados na rua.

Por conta do dia mundial do meio ambiente, existem escolas e instituições que promovem a Semana do Meio Ambiente. Nela realizam oficinas de reciclagem e reaproveitamento de materiais, experiências de ciências, debates e apresentações. Diversas disciplinas podem participar desses esforços, afinal, o Meio Ambiente é um tema transversal que pode e deve ser incluído em todas as disciplinas e níveis de escolaridade. Além das escolas, as associações de moradores ou coletivos de pessoas podem aproveitar o dia para refletir sobre como melhorar a qualidade de vida no bairro. O que pode acontecer a partir de campanhas de conscientização para evitar doenças como a dengue, cuidar adequadamente do lixo, entre tantas outras. Várias outras maneiras e campanhas podem ser pensadas de modo a relembrar e valorar esse dia. Dessa maneira, poderemos pensar e agir em projetos que perdurem o ano inteiro e ajudem o planeta de modo contínuo. Essa pode ser nossa forma, em casa ou na escola, de participar dos esforços da ONU para o equilíbrio do Meio Ambiente.

Condeúba: É com pesar e muita tristeza, que noticiamos o falecimento do Sr. Aroanes Silva Rocha aos 90 anos de idade

 

Sr. Aroanes Silva Rocha, faleceu aos 90 anos de idade

É com pesar e muita tristeza, que noticiamos o falecimento do Sr. Aroanes Silva Rocha aos 90 anos de idade, ocorrido na tarde deste domingo dia 4 de junho de 2023 às 14h30min.  Segundo informações de familiares, a causa da morte foi natural. Sr. Aroanes era casado com a Sra. Elita Ribeiro da Silva Rocha com quem teve 12 filhos: Isabel, Maria, Antônio, Terezinha, Agrimaldo, Raimundo, Ana Rita (falecida), Maria Aparecida, Edna, Raildo, Selma e Devanildo além de 24 netos e 7 bisnetos. O corpo está sendo velado na Igreja Adventista do Sétimo Dia situada à Rua Goiás, nº 155 Bairro Paulo VI em Condeúba, o sepulto será amanhã segundda-feira a tarde dia (5), às 15:00 horas no Cemitério Municipal Jesus Bom Pastor. A família agradece a todos que comparecer a esse ato de fé e solidariedade Cristã.

Atendimento: FUNERÁRIA SÃO MATHEUS

Nós do Jornal Folha de Condeúba, neste momento de muita dor e luto, prestamos nossos mais sinceros sentimentos de solidariedade e amor à família do Sr. Aroanes, na esperança de que Deus nosso Pai, dê todo o conforto e consolo necessário aos parentes e amigos. Que permaneçam as boas lembranças, carinho e afeto para com a memória dele, descanse em paz, nas graças de Deus Sr. Aroanes.

Amistoso: Em clima de festa Seleção Master de Condeúba venceu o Flamengo Master por 2 X 1

 

Seleção MasterConde 2 X 1 FlaMaster

Seleção de Condeúba:- Jogou com 3 goleiros: Netinho, Robson e Alisson, Zé de Fernando, Sergio Flores, Sergio Dias, Dema, Junior Pai, Bem, Weberson, Tonhão, Pola, Negão de Vazim, Lu de Miuda, Diego Prates, Dua, Matheus da Funerária, Paulinho Mucambo, Silvano Santos, Athanásio, Lano, Nal Feirinha, Valdoni Feirinha, Tanaka e Valdick.

FlaMaster 1 X 2 Seleção MasterConde

FLAMENGO:- Jogou com: Adilio, Andrade, Mozer, Rondinelli, Roger, Guerreiro, Nélio Melo, Carlinhos Carioca, Jorginho, Marquinhos, Alexandre Colli, André Gomes, Adriano goleiro, Jean, Nélio Lopes e Pia.

Amistoso:- Jogo amistoso, porém histórico. Foi realizado neste sábado dia 3 de junho de 2023 na cidade de Condeúba, entre as equipes Master da Seleção de Condeúba X Flamengo, o resultado final foi Condeúba 2 X 1 Flamengo. O placar foi figurativo, que poderia ter sido para qualquer lado, tendo em vista o equilíbrio da partida. O pontapé inicial foi dado pelo craque condeubense do passado Mequinha que estava vestido a camisa do Flamengo. Os árbitos que apitaram foram no primeiro tempo Medonho e no segundo tempo Joquinha, os quais não tivram trabalho algum, pois se tratava de um jogo amistoso e festivo.

Mas, os pontos fundamentais deste jogo amistoso foram alcançados com muito louvor, os quais foram: Dar sequência neste clima de festas e muita alegria, em que vivemos neste mês de junho, primeiramente com os preparos para a festa do nosso Padroeiro Santo Antônio que será no dia 13, depois vem o grande e muito comentado encontro “Revivendo Condeúba”, que será realizado pela primeira vez entre os condeubenses que residem fora e virão comemorar com seus parentes e amigos as festividades junina nos dia 20 e 21. No dia 23 todos ou a grande maioria absoluta, acendem suas fogueiras de São João e por últmo dia 29 acendem as fogueiras de São Pedro os viúvos. Mas é claro que festas temos todos os dias neste mês de junho, quer seja nas escolas, nas comunidades, nas praças, ruas em suma, esse é o mês de muitas festas aqui na nossa gloriosa Condeúba.

Voltando ao jogo de ontem, tudo se transformou num grande  espetáculo, os jogadores com larga experiência, botaram a bola para correr e eles ficaram no comando só administrando a partida, poucos eram os que tinham mais preparo para correr de ambos os times, isso foi o suficiente para o show de bola acontecer, como diz no linguajar do futebol, um “derbe” lindo, lindo, lindo de se ver.

Parabéns à torcida: Destacamos outro ponto positivo e fundamental, que foi a torcida, ela compareceu em massa, numa estimativa de 4 mil pessoas entre homens, mulheres e muitas criancinhas, que superlotou o belíssimo Estádio Parmênio Ferreira, nosso muito querido “Parmenão”, que na sua maioria absoluta estavão vestidos com a camisa do “Mengão”.

Olha só que belo exemplo os torcedores de Condeúba deram ao mundo ontem, as duas torcidas ficaram juntas sem qualquer separação e ali respeitosamente torceram para seu time, sem quaisquer ofensas de um sobre ao outro, eles queriam participar da festa e também acabaram fazendo a própria festa.

Com poucos policiais e Guardas Municipal, dentro do gramado e fora nas arquibancadas e mesmo assim, não se registrou um único incidente entre os torcedores. Pela primeira vez, vimos as duas torcidas vibrar ao mesmo tempo com os gols de ambos os times, os quais foram feitos no primeiro tempo. Paulinho camisa 27 aos 18 minutos abriu o placar para os condeubenses, aos 30 minutos André camisa 7 de penalti empatou para o Flamaster e Diego camisa 10 já no finalzinho do primeiro tempo, também de penalti, marcou dando a vitória 2 a 1 para o MasterConde.

“Mengão”:- Parabenizamos ao grande Flamengo por ter vindo dar esse belo espetáculo com seus ídolos do passado, da mesma forma parabenizamos a Seleção condeuense, e também ao amigo “Tam”, diretor de esportes, ao secretário de Cultura, Esporte e Lazer Marcos e ao prefeito Silvan por terem permitido essa bela festa do esporte.

Vizitantes:- Estiveram prestigiando esse espetáculo futebolistico,  várias pessoas e autoridades de todas os municípios circunvizinhos a Condeúba, dentre elas destacamos os prefeitos Flávio de Piripá e Delci de Cordeiros, Além do ex-prefeito de Condeúba Odílio da Silveira e seu filho Micael Silveira.

Imprensa:- O Jornal Folha de Condeúba, representado pelo seu jornalista Oclides da Silveira, assim como a Rádio Liberdade FM 104.9, que sempre prestaram relevantes serviços ao povo condeubense, estiveram em campo ontem, a Rádio trouxe no comando das transmições seus profissionais de primeira linha, Reginaldo Santos na locução, Marquinhos Coutinho comentarista, Chico Lima reporter de campo, Wilian Dutra e Kauã câmaras-men e Gilmar Garcia no comando da filmagem. 

Fotos: Oclides/JFC Continue lendo

STF homologa acordo sobre perdas de estados com ICMS de combustíveis

Medida prevê que União pagará R$26,9 bilhões aos estados e ao DF

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta sexta-feira (2) maioria de oito votos para validar o acordo no qual o governo federal se compromete a repassar R$ 26,9 bilhões, até 2026, aos estados e ao Distrito Federal por perdas na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) causadas pela desoneração de combustíveis no governo de Jair Bolsonaro.

A Corte analisou, em sessão virtual, um acordo homologado pelo ministro Gilmar Mendes após rodadas de negociações entre a União e representantes dos estados.

A necessidade de compensação foi criada após a aprovação, em junho do ano passado, no Congresso, de duas leis complementares que desoneraram o ICMS cobrado sobre a venda de combustíveis, uma das principais fontes de arrecadação das 27 unidades federativas. O objetivo foi conter o aumento de preços nos postos.

A legislação previa compensação aos estados e ao DF, mas o então presidente Jair Bolsonaro vetou o dispositivo. Após o Congresso derrubar o veto, o caso acabou sendo levado ao Supremo.

Diante do impasse político e legal, o ministro Gilmar Mendes, um dos relatores do tema, criou uma comissão especial para promover uma conciliação.

Regras

Agora, o Supremo julga se homologa o novo valor para a compensação, após as partes concordarem a respeito das estimativas de perda de arrecadação. Dos R$ 26,9 bilhões acordados, R$ 4 bilhões devem ser pagos pela União ainda este ano. O restante fica para 2025 e 2026.

Até o momento, estados e DF já conseguiram liminares (decisões provisórias) do Supremo para suspender cerca de R$ 9 bilhões em parcelas de dívidas com a União, de modo a compensar a perda com a desoneração de combustíveis.

O acordo aprovado hoje por maioria do STF prevê regras para que a União também possa descontar esse valor do total ainda a compensar, de acordo com a situação de cada estado. Segundo a Fazenda, algumas unidades da federação conseguiram compensar ainda mais do que teriam a receber. Há estados que ainda não obtiveram nada.

Dos que ainda tem saldo a receber, a regras preveem que os estados com até R$ 150 milhões em compensações receberão 50% em 2023 e 50% em 2024, com recursos do Tesouro Nacional. Os estados com compensações entre R$ 150 milhões e R$ 500 milhões, receberão um terço do valor em 2023 e dois terços em 2024. Os estados com mais de R$ 500 milhões receberão 25% em 2023, 50% em 2024 e 25% em 2025.

Abraço-BA pede aprovação de projeto de manutenção financeira das rádios comunitárias

Abraço-BA pede aprovação de projeto de manutenção financeira das rádios comunitárias

A Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária da Bahia (Abraço-BA) está mobilizando deputados e deputadas baianos para que o Projeto de Lei nº 5706/2019, que garante manutenção financeira para as rádios comunitárias vá à votação no plenário da Câmara Federal com urgência e seja aprovado.

O presidente da associação, Sandro Lima, explicou que, por força de decreto, as rádios comunitárias estão proibidas de fazer a livre propaganda comercial local, o que dificulta sobremaneira a manutenção financeira dessas rádios.

Segundo Lima, o Projeto de Lei nº 5706/2019 prevê a mudança da lei no sentido de possibilitar que as rádios possam realizar a livre propaganda comercial local, podendo citar preço e forma de pagamento.

“Isso está tramitando agora com uma força muito grande, coisa que nunca aconteceu em 25 anos”, afirmou. Para o presidente, o decreto engessou as rádios comunitárias de tal forma que as impede de funcionar e de investir em novas tecnologias. 

Cafés premiados da Chapada Diamantina estarão na Bahia Farm Show 2023

Cafés premiados da Chapada Diamantina estarão na Bahia Farm Show 2023 Foto: Silvia Costa/Car

Uma cafeteria com produtos premiados diretamente da Chapada Diamantina é um dos novos espaços da Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária, que acontece de 6 a 10 de junho, no Complexo Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães.  

Os visitantes da Bahia Farm Show poderão apreciar os cafés premiados da região de Piatã, como os cafés Tapuia, Garimpeiro e Terroir da Cooperativa de Cafés Especiais e Agropecuária de Piatã (Coopiatã).

No prêmio Cup Of Excellence Brasil 2022, considerada uma das maiores premiações no cultivo de café, seis agricultores e agricultoras da Coopiatã estiveram entre os 10 primeiros lugares, inclusive o primeiro e o segundo colocados da competição.

O gerente comercial para café torrado da Coopiatã, Rodolfo Moreno, comenta sobre a expectativa de vendas com a nova cafeteria.

“A expectativa é bem alta. Vamos vender café filtrado e vamos levar cookies doces e croissants aqui da nossa região que combina bem com café. Além disso, vamos levar os três rótulos da cooperativa e os rótulos próprios de nossos cooperados, como o de Antônio Rigno, que é o único tetracampeão no Cup Of Excellence”.

Além da cafeteria, a Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária terá também uma chocolateria climatizada com o que há de melhor do chocolate do Sul da Bahia, sorveteria com picolés de frutas do Cerrado, estandes de comercialização com produtos locais do Oeste da Bahia, artesanato indígena e praça gastronômica com hamburgueria gourmet com opções de hambúrgueres suínos.  

A Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária é realizada pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR).

Lula convida Papa Francisco para visitar o Brasil

Lula convida Papa Francisco para visitar o Brasil Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o Papa Francisco conversaram por telefone nesta quarta-feira (31). O presidente agradeceu a atuação do Papa pela paz na Ucrânia e pelo combate à pobreza.

Na conversa, Lula também agradeceu a atuação da Igreja Católica no Brasil pela preservação da Amazônia, contra as forças que atacam a floresta, e as menções e solidariedade do Papa com o Brasil ao longo dos últimos anos.

O presidente falou do esforço de retomar no Brasil o combate à pobreza e à fome, e convidou o Santo Padre para fazer uma visita ao país. O Papa Francisco ficou de analisar o convite e a possibilidade de uma visita papal.

As duas autoridades devem ter uma audiência no Vaticano em junho ou julho deste ano. Lula ainda relatou ao papa suas conversas com outras lideranças em busca da paz na Ucrânia, e lamentou a escalada do conflito na região.

O Papa aconselhou Lula que ele, pela autoridade conquistada ao longo de uma vida marcada pela coerência, tem autoridade para liderar.

Sebrae: Cinco municípios do sudoeste baiano aderem ao Cidade Empreendedora

Sebrae: Cinco municípios do sudoeste baiano aderem ao Cidade Empreendedora Foto: Divulgação

Direcionar, acelerar e sustentar o processo de desenvolvimento dos municípios integrando a gestão pública e os pequenos negócios.

Esse é o objetivo do programa Cidade Empreendedora do Sebrae, que, nesse primeiro semestre de 2023, teve a adesão de cinco novos municípios do Sudoeste baiano:

Contendas do Sincorá, Mortugaba, Caculé, Itagibá e Itarantim. Esses municípios se juntam agora a outros cinco que aderiram ao programa ano passado para o ciclo 2022/2023, são eles:

Anagé, Ubatã, Tanhaçu, Palmas de Monte Alto e Caetité. Os municípios que aderiram ao programa em 2023 já realizaram as reuniões iniciais. Os trabalhos começarão a ser desenvolvidos dentro dos eixos de atuação.

Já os municípios que fazem parte do programa desde 2022 estão avançando no desenvolvimento das atividades e já vivenciando os resultados na prática.

Diversos municípios baianos tiveram sua realidade transformada por meio de ações estratégicas do programa visando o desenvolvimento econômico e social.

As cidades participantes do projeto desenvolvem ações dentro de 10 eixos de atuação propostos que contemplam diversas temáticas como incentivo à criação de salas do empreendedor, inclusão produtiva, desburocratização, educação empreendedora, gestão municipal e priorização dos pequenos negócios locais nas compras governamentais.

DIA MUNDIAL DA BICICLETA: 5 itens para curtir esse dia com o seu filho

Bicicletas, capacetes, luvas e muito mais! Garanta a SEGURANÇA do seu pequeno na hora de ANDAR DE BICICLETA.Yasmin Nascimento

Reprodução/Pixabay
Comemore o Dia Mundial da Bicicleta com estilo e segurança FOTO: Reprodução/Pixabay
Incentivar as crianças a realizar atividades físicas é essencial para o bom desenvolvimento de diversas habilidades como, por exemplo, a motora, a resistência física, a força e a flexibilidade. E uma excelente forma de se exercitar é ANDAR DE BICICLETA.

Além do desenvolvimento das habilidades, andar de bicicleta na infância também proporciona uma melhora na saúde mental – com a liberação de diversos hormônios importantes como a ocitocina, endorfina e serotonina – e estimula a socialização.

Em 2018, a Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que o dia 3 de junho seria o Dia Mundial da Bicicleta após um consenso entre 193 países que determina que a bicicleta também é um meio de transporte, além de contribuir para o meio ambiente.

ITENS PARA COMEMORAR O DIA DA BICICLETA

Que tal comemorar o Dia Mundial da Bicicleta incentivando seu filho ou filha a pedalar e ter uma vida mais saudável e ativa?

Por isso, o NE10 preparou uma lista com vários modelos de bicicleta infantil e acessórios para proteger os pequenos. Confira:

Le Biscuit/Divulgação
Dia Mundial da Bicicleta – Le Biscuit/Divulgação
Bicicleta Houston A16 Nic Vermelha Nc163RLe Biscuit/Divulgação

Kit de Proteção Zippy Toys com Capacete – Azul Chamas

Le Biscuit/Divulgação

Kit de Proteção Zippy Toys com Capacete Rosa Chamas.

Le Biscuit/Divulgação
Cadeado com haste de Aço para Bicicleta Brasfort 8mmx40cm

Multicoisas/Divulgação
Dia Mundial da Bicicleta – Multicoisas/Divulgação
Essas e mais bicicletas e itens para proteção na hora de pedalar, você encontra com facilidade através do RioMar Recife SuperApp.

E o melhor de tudo, eles chegam em sua residência em até 2h após a compra e até o dia 12 de junho de 2023 o FRETE É GRÁTIS.