Presidente Lula Cumprimenta Papa Leão XIV e Defende Paz, Justiça Social e Amor ao Próximo



O projeto recebeu 270 votos a favor e 207 contrários. Deputados de praticamente todos os partidos deram sinal verde para o aumento das vagas, com exceção de PSOL, Cidadania, Novo e Rede. Todos os integrantes dessas legendas presentes na sessão votaram contra o projeto.
A Constituição diz que a representação na Câmara deve ser proporcional à população de cada estado.
Desde aquele ano, no entanto, o número de deputados nunca foi atualizado, mesmo com novos censos populacionais que indicam o aumento da população de alguns estados.
O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou em 2023 que fosse feita essa atualização. O prazo acaba em 30 de junho. Por isso, o Congresso corre para definir a questão.
Se os deputados perderem o prazo, caberá ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a definição do número de deputados por estado.
O que diz o projeto
O projeto aprovado surgiu de um acordo encabeçado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
O texto prevê que nenhum estado perderá cadeiras no parlamento. Pelo contrário, alguns estados ganhariam.
O relator, Damião Feliciano (União-PB), sugeriu em relatório publicado na tarde desta terça que o total de deputados fosse ampliado de 513 para 531.
Ele afirmou que reduzir a representação significa perder peso político na correlação federativa e, portanto, perder recursos.
No parecer, o deputado afirmou que é incabível a “aplicação cega e fria de um cálculo matemático, sem uma avaliação política da questão”.
“Em suma, é inconteste o avanço no nível de proporcionalidade da distribuição em relação ao cenário atual, o que revela conformidade com o disposto na Constituição”, afirmou.
Segundo o parecer aprovado, a nova distribuição passaria a valer já para as eleições de 2026.
Apesar do impacto, o relator afirmou que orçamento da Câmara já comporta as despesas decorrentes da aprovação do projeto.
Novos critérios de atualização
O parecer de Damião Feliciano também estabelece novos critérios para atualizar a distribuição das vagas na Câmara.
Segundo o texto, deverão ser levados em conta os dados do Censo. Mas haverá regras para que o levantamento seja válido para redistribuição de cadeiras:
▶️ não poderão ser utilizados dados de pesquisas amostrais ou estimativas não oficiais do Censo;
▶️os dados do Censo terão de ser auditados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e poderão ser judicializados por partidos políticos ou governos estaduais;
▶️ caso o TCU classifique os dados como não confiáveis, o Censo não poderá ser considerado para redistribuir bancadas.
De acordo com a proposta de Feliciano, as revisões periódicas terão de considerar estes limites. E as atualizações de cadeiras serão calculadas com um cálculo semelhante ao do quociente eleitoral.
O relator argumenta que as regras não significam que o número de cadeiras sempre crescerá, à medida que a população cresce também. “Não é essa a nossa proposta”, afirma.
“A proposta corrige as distorções que hoje penalizam os estados sub-representados, que tiveram crescimento populacional importante nas últimas décadas, de forma equilibrada, sem comprometer o equilíbrio político e a correlação de forças regionais.”
Efeito cascata
O tamanho das bancadas na Câmara influenciará também na composição de cada assembleia legislativa dos estados. A Constituição define o número de deputados estaduais com relação às bancadas federais.
Atualmente, o Brasil tem 1.059 deputados estaduais. O “efeito cascata” pode ter duas saídas: uma, caso o Congresso siga a determinação do STF; e outra, caso o relatório de Feliciano prevaleça.
No primeiro cenário, caso a determinação do STF seja cumprida, haveria redução no total de deputados estaduais. Seriam 1.055 parlamentares nas assembleias.
Já no segundo, com o aumento de cadeiras na Câmara, também haveria crescimento no total de deputados estaduais. Passariam de 1.059 para 1.089.
TSE tentou atualizar
Em 1997, o TSE chegou a discutir a atualização das bancadas, mas não aplicou a lei para 1998, com base nas disposições transitórias da Constituição, que assegurava a irredutibilidade da atual representação dos estados.
A Corte voltou ao tema em 2013 sob a presidência da ministra Cármen Lúcia, em um processo da relatoria da ministra Nancy Andrighi. Uma resolução foi publicada em 9 de abril de 2013 com a atualização das bancadas via Justiça Eleitoral.
O Congresso reagiu pouco depois. Um decreto legislativo de dezembro do mesmo ano suspendeu os efeitos da resolução do TSE, decisão que seria confirmada posteriormente pelo STF.
Em julho de 2014, o Supremo decidiu ser inconstitucional o parágrafo da lei que delegava ao TSE o poder de atualizar as bancadas por critérios próprios, e por consequência, a resolução da Corte Eleitoral.
O STF determinou que cabe ao “Legislador Complementar” definir o critério de distribuição do número de deputados e que seria “inviável transferir a escolha de tal critério, que necessariamente envolve juízo de valor, ao Tribunal Superior Eleitoral ou a outro órgão”.
Ação foi julgada em conjunto com outras sobre o mesmo tema. O governador alegou que compete ao Congresso e não a um órgão do Poder Judiciário a atualização das bancadas, por respeito ao princípio da separação de poderes.
Decisão do STF
A decisão do STF de 2023 estabelece que a Câmara seguiria tendo 513 deputados. Mas os estados estariam sujeitos a uma readequação de tamanho para atender às variações populacionais identificadas pelo último Censo.
Sete estados — entre eles, o do presidente da Câmara — poderiam perder cadeiras: Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.
Outros setes, ganhariam: Amazonas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Santa Catarina.
G1.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) recebeu alta do Hospital DF Star, em Brasília, neste domingo (4), após passar três semanas internado para se recuperar de uma cirurgia abdominal. Ele foi hospitalizado após passar mal durante uma viagem ao Rio Grande do Norte e precisou ser transferido para a capital federal.
Mais cedo, o ex-presidente publicou em suas redes sociais que a alta estava prevista para o domingo às 10h e agradeceu pelo apoio médico. “Obrigado meu Deus por mais esse milagre (12 horas de cirurgia). Obrigado Dr. Cláudio Birolini e equipe. Volto para casa renovado”, escreveu.
Além de falar sobre sua recuperação, Bolsonaro aproveitou para convocar seus apoiadores a participar de uma nova manifestação em Brasília. Ele anunciou que acompanhará a “Marcha Pacífica da Anistia Humanitária”, marcada para a próxima quarta-feira, 7 de maio, em apoio à anistia dos envolvidos nos ataques aos três Poderes em 8 de janeiro de 2023.
Ao deixar o hospital, o ex-presidente falou com jornalistas e reiterou suas críticas ao ministro do STF, Alexandre de Moraes, e ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Ele se referiu aos envolvidos nos ataques de janeiro como “pobres pessoas” e questionou a prisão de Débora Santos, condenada a 14 anos de prisão, mencionando a situação de suas crianças em casa.
Bolsonaro estava internado desde o dia 11 de abril, quando foi transferido de Natal para Brasília. Na noite de sábado, ele postou uma foto de seu abdômen aberto durante a cirurgia e comentou sobre o estado de suas alças intestinais após o procedimento. A imagem, que gerou um “aviso de conteúdo” nas redes sociais, foi acompanhada de informações sobre a cirurgia e sua recuperação.
O boletim médico divulgado no sábado indicava que o ex-presidente estava estável, sem dor ou febre, e com pressão arterial controlada. Ele já havia deixado a UTI na quarta-feira (30) e apresentava boa aceitação da dieta líquida, com progresso na recuperação dos movimentos intestinais.
Durante sua internação, Bolsonaro também foi intimado por uma agente do STF na UTI, devido ao caso em que é acusado de envolvimento na tentativa de golpe em 2022. Cerca de 20 apoiadores se reuniram em frente ao hospital para aguardar a saída do ex-presidente neste domingo.


O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi (PDT), pediu demissão do cargo nesta sexta-feira (2), após reunião de última hora com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão ocorreu em meio a um escândalo envolvendo fraudes nos descontos de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
O encontro não estava marcado no diário oficial do petista. O ministro pediu demissão após investigações que apontaram descontos indevidos de valores de aposentados e pensionistas do INSS, realizados no período de 2019 a 2024. Os desvios, conforme o apurado até o momento, podem chegar a R$ 6,3 bilhões.
Lupi foi o responsável pela indicação do ex-presidente do Instituto, Alessandro Stefanutto, demitido no último dia 23. A pasta continua sob indicação do PDT e o nome que assume o cargo vago é do atual secretário-executivo do ministério, Wolney Queiroz. Em nota, o governo informou que as duas mudanças foram publicadas em edição extra no Diário Oficial da União (DOU).
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NOTA DE FALECIMENTO

É com tristeza e grande pesar, que a Folha de Condeúba noticia o falecimento da condeubense radicada em São Paulo, Sra. Maria Limeira Dias conhecida por “Nazinha” aos 73 anos de idade, ocorrido nesta sexta-feira dia 2 de maio de 2025 Sra. Nazinha era filha do Sr. Odilon Rodrigues Dias e sobrinha do nosso querido amigo Joaquim Rodrigues Dias.
O corpo será velado hoje sábado dia 3/5, no Cemitério São Pedro às 10h30min, na Av. Francisco Falconi, n° 837 Vila Alpina – São Paulo/SP. Em seguida segue para o crematório de Vila Alpina, onde será cremado às 14h30min. A família enlutada, agradece a todos que comparecer a esse ato de fé e solidariedade Cristã.
NOTA:- A Sra. Maria Limeira Dias conhecida por “Nazinha”, era filha do Sr. Odilon Rodrigues Dias e sobrinha do nosso querido amigo Joaquim Rodrigues Dias. Nazinha estava internada no Hospital Municipal Dr. Alexandre Zaio, em Vila Nhocuné/SP. Causa do falecimento Pneumonia Aguda e insuficiência respiratória.
Atendimento: FUNERÁRIA GRUPO COLINA
Nós do Jornal Folha de Condeúba, neste momento de muita dor e luto, prestamos nossos mais sinceros sentimentos de solidariedade e amor à família da Sra. “Nazinha”, na esperança de que Deus nosso Pai, dê todo o conforto e consolo necessário aos parentes e amigos. Que permaneçam as boas lembranças, carinho e afeto para com a memória dela, descanse em paz, nas graças de Deus Sra. “Nazinha”.
Por Jornal Nacional

O dom para música veio de sangue. Dinahir Tostes Caymmi nasceu e foi criada cercada por melodias. A mãe era a cantora Stella Maris. O pai, o cantor e compositor Dorival Caymmi, um dos mais importantes da música brasileira. No banco da escola, sabe o que Nana fazia? Cantava.
A primeira canção que Nana gravou foi um dueto com o pai para um disco dele. Dorival tinha escrito “Acalanto” quando ela ainda era um bebê. Uma canção de ninar.
“Eu estava mais preocupada em não desmaiar ali: ‘Meu Deus do céu, eu tenho que ser dura’, do que preocupada se eu estava sendo vaiada, essas coisas. Agora, eu achei chiquérrimo depois quando eu vi o tape. Mas dói. De repente, dói”, disse Nana Caymmi.
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Um ano depois, Nana foi morar com Gilberto Gil. Eles ficaram juntos até 1969, quando Gil foi viver na Inglaterra, exilado pelo regime militar.
Nana Caymmi nunca acompanhou modismos. Sempre apostou na beleza e na emoção. E cantou o que há de melhor. Obras de grandes compositores: Aldir Blanc, Braguinha, Tom e Vinícius, Milton Nascimento e Roberto Carlos. No repertório dos Caymmi, ela sobrava com o seu timbre único. E a dramaticidade nas interpretações das canções de amor.
Em 1991, um encontro que ficou para história. No Rio Show Festival, Nana, o irmão Danilo, o pai Dorival Caymmi e Tom Jobim se apresentaram juntos no palco pela primeira vez. Em 2004, ela e os irmãos cariocas receberam o título de cidadãos baianos.
“É uma honraria, e eu fiquei o tempo todo pensando no meu pai e na minha mãe e não tem jeito, não tem condição de falar nada”, conta a cantora.
E retribuíram a homenagem cantando uma música do pai.
A voz de Nana Caymmi fez parte da trilha sonora de muitas novelas e minisséries da Globo. E ela mesma fez participações especiais cantando. O último álbum foi lançado em 2020, durante a pandemia, só com canções escritas por Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Mas para quem gosta de boa música, essa voz não tem prazo de validade. Nana Caymmi vai ser eterna.

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Na manhã desta quinta-feira, 1º de maio de 2025, feriado nacional em homenagem ao Dia do Trabalhador, o atletismo de Condeúba mais uma vez mostrou sua força e dedicação. Quatro atletas do município participaram da tradicional Corrida Rústica do Trabalhador, realizada na cidade de Taiobeiras, em Minas Gerais, por tanto, foi uma competição interestadual e o desempenho dos atletas condeubenses foi espetacular.
Em uma disputa acirrada e de alto nível, os representantes condeubenses conquistaram lugar de destaque no pódio: três atletas garantiram a primeira colocação em suas respectivas categorias, enquanto o quarto atleta ficou com a honrosa segunda colocação.
Esse resultado consagra o excelente momento vivido pelo atletismo local, fruto de muito esforço, treino e paixão pelo esporte. Parabéns aos nossos atletas, verdadeiros exemplos de determinação e orgulho para Condeúba!
Participaram da categoria de 60 anos acima dois condeubenses, Carlão Maratonista que conquistou o 1° lugar e Juarez Francisco que foi o 2° colocado. O atleta Sivaldo Santos Viana correu na categoria de 45 a 49 anos, foi o 1° colocado. No feminino, a atleta também condeubense, Luciene Amorim que correu na categoria de 40 a 44 anos, foi a grande vencedora.
Os atletas agradecem sempre a Prefeitura Municipal de Condeúba, pelo suporte no transporte e gratidão também, pela parceria do jornal Folha de Condeúba por estar sempre nos acompanhando de perto nossa jornada, onde quer que seja as corridas.



