Paróquia Santo Antônio – PROGRAÇÃO DA SEMANA – de 20 a 26 de abril de 2026


Relatos de dor intensa ignorada reforçam investigação sobre possível falha médica.
A brasileira Krisley Poliana, de 36 anos, morreu na última sexta-feira (17) após complicações decorrentes de cirurgias plásticas realizadas na cidade de Santa Cruz de la Sierra. Ela estava internada em uma clínica particular localizada na região do quarto anel viário da Avenida Mutualista.
Segundo informaçõdivulgadas pela imprensa local, Krisley passou por uma série de procedimentos estéticos, incluindo abdominoplastia, lipoaspiração e implante de silicone nos seios. Após as cirurgias, ela teria apresentado fortes dores e complicações, permanecendo hospitalizada até o agravamento do quadro.
Autoridades bolivianas iniciaram uma investigação para esclarecer as circunstâncias da morte, já que há indícios de possível negligência médica. O corpo da brasileira foi encaminhado ao necrotério judicial de La Pampa de la Isla, onde será submetido a uma autópsia médico-legal que deve apontar a causa exata do óbito.
Mensagens e áudios atribuídos à vítima, que circulam nas redes sociais, indicam que ela relatava dores intensas e pedia ajuda a familiares e amigos. De acordo com esses registros, suas queixas teriam sido minimizadas e tratadas como de origem psicológica.

Joaquim José da Silva Xavier (1746-1792), ou Tiradentes, foi um dos participantes da Inconfidência Mineira, movimento cujo objetivo era proclamar a capitania de Minas Gerais como uma República independente.
Sentenciado por traição, recebeu como pena a morte por enforcamento. Sua execução aconteceu no dia 21 de abril de 1792.
Posteriormente, essa data se tornou feriado nacional em sua homenagem.
Durante sua vida, Tiradentes teve várias profissões. Entre elas foi tropeiro, comerciante, minerador e militar.
Porém, o apelido surgiu quando começou a arrancar os dentes das pessoas, prática realizada por pessoas não especializadas na área da saúde antes do desenvolvimento da odontologia no Brasil.
Como, naquela época, a profissão de dentista se resumia em “tirar dentes”, acabou ganhando a alcunha de “tiradentes”.
Tiradentes aderiu ao movimento quando era militar e tinha o posto de alferes. Por ser considerado um excelente comunicador, foi responsável por conquistar adeptos para a causa revolucionária.
O movimento da Inconfidência Mineira (ou Conjuração Mineira) foi articulado por contratadores que temiam a Derrama, prática de cobrança de suas dívidas pela Coroa portuguesa.
Tratava-se de um ato do governo português, onde todos que tinham débitos com a Coroa deviam acertar suas contas ou teriam seus bens confiscados.
Desta forma, os contratadores que tinham dívidas com Portugal se reuniram e buscaram uma solução para impedir esta ação.
Assim, durante as reuniões, foi decidido que o melhor meio para evitar os abusos de autoridade era transformar Minas Gerais numa república independente de Portugal.
O grupo de conspiradores era composto pela aristocracia mineira e entre eles havia coronéis, poetas e advogados, que traçavam planos para tomar o controle da Capitania de Minas Gerais e abolir as taxas impostas pela coroa portuguesa.
Tiradentes era um dos únicos integrantes que não fazia parte da elite econômica mineira. Essa é uma das explicações que os historiadores encontraram para explicar o fato de ele ter sido o único punido com a pena de morte.
Em 1789, entretanto, o movimento foi delatado por um dos seus membros, Joaquim Silvério dos Reis. Em troca, ele pediu o perdão de suas próprias dívidas e benefícios para sua família.
As autoridades suspenderam a Derrama, passaram a perseguir os participantes e estes foram presos e julgados.
Os bens de Tiradentes foram confiscados, sua casa queimada e a terra salgada – tornando-a imprópria para o cultivo -, castigo comum que a Coroa portuguesa destinava aos condenados por traição.
Os participantes foram condenados à morte, mas tiveram suas penas transformadas em degredo (expulsão do país).
Somente Tirantes foi condenado à morte, pois dentre os conspiradores, era o que tinha a patente militar mais baixa.
Tiradentes foi sentenciado por traição contra a rainha, condenado à forca e executado no dia 21 de abril de 1792, no campo da Lampadosa, no Rio de Janeiro.
Além disso, foi esquartejado e partes do seu corpo expostas na estrada que conectava o Rio de Janeiro a Minas Gerais.
Tiradentes nasceu na Vila de São José, em Minas Gerais. Filho de Domingos da Silva Santos, português, e de Maria Antônia da Encarnação Xavier, brasileira.
Na infância perdeu a mãe e o pai e, por isso, foi criado em Vila Rica, atual Ouro Preto (MG), por seu padrinho.
Durante sua vida teve várias profissões como a de arrancar dentes, mas também foi tropeiro, comerciante, minerador e militar.
Como, naquela época, a profissão de dentista se resumia em “tirar dentes”, acabou ganhando a alcunha de “tiradentes”.
O 21 de Abril, dia da execução de Tiradentes, foi instituído como o Dia da Inconfidência, popularmente chamado de Dia de Tiradentes e feriado nacional.
Desde o golpe da República em 15 de novembro de 1889, Tiradentes foi transformado em herói nacional. Afinal, ele era o homem perfeito para simbolizar a luta contra a monarquia que acabava de ser derrubada.
Deste modo, a cidade onde Tiradentes nasceu em Minas Gerais, a Vila de São José, mudou seu nome já em 3 de dezembro de 1889.
No ano seguinte, o campo da Lampadosa, onde ele havia sido executado, recebeu o nome de Praça Tiradentes.
Mais tarde, em 9 de dezembro de 1965, no governo do general Castelo Branco, recebeu o título de patrono cívico da nação brasileira.
No período do governo militar, Tiradentes era retratado com barbas e cabelos compridos, à semelhança de Jesus Cristo.
Curiosamente sempre levava a forca ao pescoço de modo a lembrar do preço que pagou por contestar a ordem vigente.
Atualmente, a figura de Tiradentes como líder do movimento tem sido questionada por muitos estudiosos. Ele teria sido apontado como o dirigente máximo da revolta pelos outros envolvidos, pois estes buscavam se livrar de suas responsabilidades.

Em publicação nas redes sociais, na manhã desta segunda-feira (20), o governador Jerônimo Rodrigues lamentou o acidente que ocorreu na BA-148, na noite deste domingo (19).
“Recebo com tristeza a notícia do grave acidente ocorrido na BA-148, entre Seabra e Boninal. Manifesto minha solidariedade aos familiares e amigos, e desejo pronta recuperação aos feridos”, registrou Jerônimo.
O governador pontuou, ainda, a atuação de órgãos estaduais no suporte aos envolvidos. “Nossas equipes do Corpo de Bombeiros, do Departamento de Polícia Técnica e da Secretaria da Saúde estão mobilizadas, prestando todo o suporte necessário. Seguimos acompanhando de perto e cuidando de toda a assistência às vítimas”, afirmou.
De acordo com a Polícia Militar da Bahia, logo após o acidente, equipes da 29ª CIPM foram acionadas para atender a ocorrência, na altura do KM 18, no município de Boninal, envolvendo dois veículos de passeio. As guarnições fizeram o isolamento da área e acionaram os demais órgãos competentes.
Foram confirmados sete óbitos no local e três pessoas foram socorridas para atendimento no Hospital Regional da Chapada, localizado no município de Seabra. Entre elas, uma mulher, que teve pequenas escoriações e já foi liberada, e duas crianças: uma foi encaminhada ao centro cirúrgico, para cirurgia ortopédica; a outra posteriormente regulada para o Hospital da Criança, em Feira de Santana.
O Departamento de Polícia Técnica da Bahia (DPT-BA) informou que, até a manhã desta segunda-feira (20), foram recebidos sete corpos na Coordenadoria Regional de Polícia Técnica em Irecê, que estão passando por necropsia e identificação. As circunstâncias do acidente serão apuradas pela Polícia Civil.

A Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (Cippa) deflagrou uma grande operação de combate ao desmatamento ilegal e à produção clandestina de carvão vegetal no município de Palmas de Monte Alto.
Em entrevista, o Capitão Wilson Júnior, subcomandante da Cippa/Lençóis, informou que a equipe de inteligência da Polícia Ambiental já havia feito um levantamento estratégico na região, que culminou na apreensão de mais de 32 toneladas de carvão vegetal e cerca de 30 metros cúbicos de madeira nativa. “Detectamos uma quantidade exorbitante de carvoarias”, apontou.
O subcomandante destacou que foi constatada a supressão de uma grande área de vegetação nativa, equivalente a 20 campos de futebol. “Isso é para as pessoas terem ideia do tamanho da devastação vegetal nessa região”, frisou.
No segundo dia de operação, para além da questão da supressão vegetal, os policiais da Cippa/Lençóis localizaram mais de 45 metros cúbicos de madeira nativa e diversos pontos de produção ilegal. Na oportunidade, foi verificado o uso de documentação florestal fraudulenta, como o Documento de Origem Florestal (DOF). O Capitão Wilson Júnior afirmou que, com o documento, o grupo criminoso tinha por objetivo conferir aparência de legalidade ao transporte do carvão produzido e ludibriar a atuação da Polícia Ambiental.

Ao todo, aproximadamente 300 fornos clandestinos eram utilizados na carbonização de madeira de origem nativa – o processo de destruição destes já foi iniciado. Segundo o subcomandante, se a atuação do grupo não fosse desarticulada, teria início um processo de desertificação na zona rural do município.
O Capitão informou ainda que tudo indica que todo material devastado e transformado em carvão de forma irregular na região estaria sendo escoado para o estado de Minas Gerais para alimentação do setor siderúrgico. “Estamos em fase final de investigação, mas a tendência é essa”, pontuou.
Os veículos identificados com as cargas ilegais, os condutores e os materiais apreendidos foram conduzidos à Delegacia Territorial de Guanambi, onde foram lavrados os Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO). Todas as pessoas envolvidas foram flagranteadas e responderão pelos devidos crimes na Justiça.


O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que não convidaria o líder sul-africano, Cyril Ramaphosa, para o próximo encontro do G20, que ocorrerá em novembro, nos EUA, que este ano preside o fórum. Desde o ano passado, Trump promove falsas acusações contra o governo da África do Sul a respeito de uma lei sobre reforma agrária aprovada pelo país e chegou a determinar recentemente o fim de ajuda financeira ao país.
“Eu disse ao Ramaphosa [presidente da África do Sul], esta semana, que os Estados Unidos não têm o direito de proibir um membro fundador do G20 de participar do bloco. Eu disse ao Ramaphosa que ele deve comparecer ao G20. Ele não pode deixar de ir porque o Trump disse para ele não ir. Vamos lá ver o que vai acontecer, se vão deixar ele entrar ou não.”, afirmou Lula.
Em entrevista em Hannover, na Alemanha, após se reunir com o chanceler Friedrich Merz, o presidente disse que se fosse Ramaphosa, iria ao G20 não como convidado, mas como membro fundador”. Lula está em viagem oficial à Europa, onde já passou pela Espanha e, após a visita à Alemanha, irá a Portugal antes de retornar a Brasília.
Ao ser questionado por jornalistas, Lula reforçou que as acusações de Trump sobre um “genocídio branco” no país africano são inverídicas, e que ele não tem o direito nem o poder de vetar a participação de um país do G20, o que fragilizaria o grupo.
“Se vai tirar a África do Sul hoje, daqui a pouco vão tirar a Alemanha, depois vão tirar o Brasil. Se a gente não se juntar, dar as mãos, eles vão tirando um por um. Aqui não é o Conselho da Paz [criado e controlado por Donald Trump, presidente dos EUA].
Lula lembrou que o G20 é um fórum multilateral, que participou da criação dele, por ocasião da crise econômica de 2008. “Uma crise nascida no coração dos EUA. Aquilo foi criado para resolver problemas econômicas. Os 20 membros fundadores têm o direito de participar”, disse.

Nesta segunda-feira (20), um idoso, identificado como Salvador Teixeira da Silva, de 84 anos, foi encontrado morto na Fazenda Umburanas, na região do distrito de Cristalândia, em Brumado, após um incidente envolvendo um enxame de abelhas. O idoso estava acompanhado do filho no momento em que os insetos atacaram, desencadeando uma tentativa desesperada de fuga pela vegetação local.
De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Civil, um filho da vítima relatou que ambos realizavam serviços no mato quando foram surpreendidos pelas abelhas. Durante a correria para escapar do ataque, Salvador acabou sofrendo uma queda. Diante da gravidade da situação, o filho buscou ajuda com vizinhos para localizar o pai, que havia ficado para trás durante a dispersão.
O corpo foi localizado por volta das 12h por um vizinho da família. Salvador já não apresentava sinais vitais e possuía uma marca de pancada na cabeça, possivelmente causada pelo impacto da queda durante a tentativa de fuga. Embora o corpo tenha sido encontrado ao meio-dia, a suspeita das autoridades é de que o óbito tenha ocorrido horas antes, dada a cronologia dos fatos relatados pelas testemunhas.
A Delegacia Territorial de Brumado, requisitou o exame pericial necroscópico para confirmar a causa exata da morte. O laudo do Instituto Médico Legal (IML) deverá esclarecer se o óbito foi causado pelo trauma na cabeça, por possíveis picadas das abelhas ou por um mal súbito decorrente do esforço físico e do estresse do ataque. O caso segue sob investigação para o esclarecimento de todas as circunstâncias do ocorrido.

Um homem de 60 anos que havia sido preso para cumprimento de pena por um homicídio ocorrido no final da década de 1990 foi colocado em liberdade na última sexta-feira (17), em Brumado, após decisão judicial. Ele estava custodiado no Conjunto Penal do município desde o início do mês, quando foi localizado durante patrulhamento policial na zona rural da região.
A prisão ocorreu após consulta que identificou um mandado judicial em aberto relacionado a um crime registrado em 1999, na cidade de Palmas de Monte Alto. Na ocasião, conforme o processo, a vítima foi atingida por golpe de arma branca e não resistiu aos ferimentos.
O caso foi julgado pelo Tribunal do Júri, que reconheceu a autoria e a materialidade do crime. Durante o julgamento, foi acolhida a tese de homicídio privilegiado, com entendimento de que o réu teria agido sob forte emoção após provocação. A pena foi fixada em 5 anos e 3 meses de reclusão, inicialmente em regime semiaberto.
Após a recente prisão para cumprimento da condenação, a Justiça determinou a expedição de alvará de soltura, permitindo que o homem responda ao processo de execução penal em liberdade.