Uma forte chuva com acumulado de aproximadamente 160 milímetros, registrada em menos de três horas neste domingo (23), deixou um rastro de destruição em Macaúbas.
Ruas desapareceram sob a água, casas foram invadidas, famílias ficaram desabrigadas, veículos foram arrastados e a BA-156, principal ligação do município com Paramirim e outras cidades da região, precisou ser totalmente interditada.
Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste
Até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) precisou ser esvaziada após sofrer infiltrações no teto, segundo a Prefeitura, resultado de problemas estruturais antigos. Pacientes foram transferidos para o Hospital Municipal, que também chegou a enfrentar queda de energia.
Mesmo sob chuva, ainda durante o temporal, o prefeito Aloísio Rebonato (MDB) percorreu as ruas para acompanhar a situação de perto, oferecendo suporte às famílias afetadas.
Moradores perderam móveis, eletrodomésticos e pertences pessoais. Animais também morreram com a enxurrada.
Ao Achei Sudoeste, o prefeito relatou que a chuva surpreendeu pela intensidade e rapidez. “É lamentável, mas ao mesmo tempo temos que agradecer a Deus, porque não houve vítimas fatais. Choveu muito em um curto espaço de tempo, não passou de três horas”, contou.
Aloísio explicou que alguns dos estragos se agravaram devido a construções mal planejadas no passado, especialmente no caso da UPA, onde a água entrou pelo telhado. “A UPA não foi invadida pela água de baixo. O problema é um telhado mal feito. Coisas que foram feitas há mais de dez anos e agora mostram as consequências”, disse.
Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste
Segundo o prefeito, várias ruas foram completamente comprometidas. “Vi crateras de três, quatro metros de fundura. A pavimentação foi embora. É muito triste ver a cidade assim”, lamentou.
Ele afirmou que, às 5h da manhã deste domingo, iniciaria uma ronda completa pela zona urbana e também pela zona rural, igualmente atingida.
Aloísio Rebonato confirmou a existência de famílias desabrigadas e perdas materiais significativas. O município ainda está levantando os dados oficiais.
Ele explicou que só deve decretar situação de emergência após a conclusão do diagnóstico completo. “Não adianta fazer decreto às pressas. Amanhã, com todos os secretários e equipe técnica, vamos avaliar os danos e definir as medidas”, afirmou.
Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste
O prefeito informou que já recebeu ligações de solidariedade, inclusive do prefeito de Quixabeira e da Defesa Civil do Estado da Bahia, que se colocaram à disposição para ajudar Macaúbas.
A queda de energia atingiu inclusive o Hospital Municipal, mas equipes da Coelba foram acionadas e trabalham para restabelecer o serviço.
O gestor destacou ainda a necessidade de união e agradecendo por não haver mortos. “A cidade sofreu muito, mas vamos reconstruir. O importante é que vidas foram preservadas. Esses fenômenos acontecem, e agora é trabalhar para que tudo volte ao normal o mais rápido possível,” disse.
Brasília já está em marcha. Na próxima terça-feira (25), mulheres negras de todo o país marcharão na capital do país por Reparação e Bem Viver. Um dia gestado há, pelo menos dez anos, quando aconteceu a Primeira Marcha Nacional das Mulheres Negras.
“Foi um marco histórico, considerando que foi a primeira marcha”, afirma a jornalista e militante do movimento negro, Jacira Silva.
Naquele ano, cerca de 50 mil mulheres marcharam na Esplanada dos Ministérios sob o tema Marcha das Mulheres Negras Contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver. Mulheres que vieram de várias partes do Brasil e que são esperadas, novamente, para ocupar as ruas da capital federal.
E por que as mulheres negras ainda marcham? Segundo as organizadoras do evento, ainda é preciso se mobilizar contra o racismo e o sexismo que marginalizam as mulheres negras.
Dados do Ministério da Igualdade Racial revelam que elas são o maior grupo populacional do Brasil. São cerca de 11,3 milhões de mulheres pretas e 49,3 milhões de pardas, totalizando 28% da população total.
Ser o grupo mais populoso de uma nação não significa proteção em relação a violências estruturais do nosso país. Historicamente, as mulheres negras acumulam os piores índices sociais.
Em 2022, por exemplo, sete anos após a primeira marcha nacional, a taxa de analfabetismo entre as mulheres negras era de 6,9%, o dobro da taxa de mulheres brancas (3,4%).
Elas marcham também pelos direitos dos povos tradicionais, pela preservação dos recursos naturais e de toda biodiversidade brasileira; por reparação histórica pelas dores geradas pela escravização; por um Estado que garanta os direitos de todas as pessoas; e por um modelo econômico sustentável e pelo Bem Viver.
Anfitriãs
Em Brasília, os espaços de mulheres negras estão se preparando há meses tanto para receber as participantes de outros Estados, quanto para mobilizar as mulheres que, cotidianamente, estão em contato com o trabalho realizado.
Um exemplo é a Casa Akotirene Quilombo Urbano, na Ceilândia Norte, que fica a cerca de 30 quilômetros do centro de Brasília e atende cerca de 250 mulheres, além de crianças e adolescentes que participam dos cursos e atividades culturais ofertados pelo espaço, que existe há sete anos.
Joice Marques preside a Casa e lembra que o espaço ainda não existia na época da primeira marcha. Ela destaca a importância e a alegria de poder marchar junto com as mulheres da Casa e as demais que virão à Brasília.
“A gente tem feito algumas atividades na casa, em parceria com as organizadoras da Marcha aqui no DF, em especial o pessoal da área da saúde mental”, conta.
“Pra gente é uma imensa alegria marchar com as mulheres da Casa Akotirene com as mulheres de tantos lugares do Brasil e de fora do Brasil também. Pra gente é um momento histórico, que diz que, de certa forma, estamos falando a mesma língua”.
Para ela, que está inserida no movimento negro fazendo parte do debate, estar com as mulheres da Casa tem um gosto especial. Isso porque, essas mulheres podem não estar dentro da academia, pensando o movimento de mulheres negras nas instâncias formais, mas estão dentro do território delas. “Também estão fazendo políticas de combate à violência, de combate ao racismo, com a sua comunidade, com a sua família”.
A casa e a rua
Na Casa Akotirene, as mulheres fazem cursos de informática, de costura, de música, de exercícios corporais, de tranças e, dessa forma, se descobrem negras.
“Eu sempre falo que, quando a gente está dentro da nossa casa, a gente é só uma pessoa, é só uma mulher. Quando a gente sai para rua, a gente já é uma mulher negra, então já tem uma subjetividade a mais para gente”, aponta Joice.
“E aí a gente vive tudo isso no racismo econômico, no racismo geográfico, no racismo dentro do mercado de trabalho. No racismo que tenta deslegitimizar a gente todos os dias, dizer que a gente não é capaz, que a gente não é intelectual suficiente. E eu acho que isso faz com que a gente entenda o quanto o racismo, a estrutura, ela é perversa”, conta a educadora popular e produtora cultural que nasceu no Piauí e cresceu nas periferias do Distrito Federal.
A gestora da Casa Akotirene se apresenta como uma continuidade, um sonho dos seus ancestrais, tendo esse projeto com as mulheres da comunidade como sua grande paixão. E sabe da importância de ocupar, coletivamente, as ruas.
Nas mãos, elas vão levar um estandarte, feito de forma coletiva, e que carrega os anseios e sonhos dessas e de tantas outras mulheres negras que estarão em marcha por reparação e bem viver.
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Ex-presidente disse que não tinha intenção de fugir
Agência Brasil
O ex-presidente Jair Bolsonaro – Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Após audiência de custódia realizada no início da tarde deste domingo (23), a juíza auxiliar Luciana Yuki Fugishita Sorrentino homologou o cumprimento do mandado de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, constatando que não houve “qualquer abuso ou irregularidade por parte dos policiais”, conforme consta da decisão.
Na audiência, Bolsonaro confirmou que mexeu na tornozeleira eletrônica. O ex-presidente disse que “teve uma certa paranoia de sexta para sábado em razão de medicamentos que tem tomado receitados por médicos diferentes e que interagiram de forma inadequada”. Os medicamentos apontados são o anticonvulsivante Pregabalina e o antidepressivo Sertralina.
O réu afirmou ainda que “não tinha qualquer intenção de fuga e que não houve rompimento da cinta”.
Caiu na razão
Durante a audiência de custódia, o ex-presidente disse que tão logo recuperou a clareza mental, ele parou de mexer com a solda na tornozeleira eletrônica.
“Afirmou o depoente que, por volta de meia-noite, mexeu na tornozeleira, depois ‘caindo na razão’ e cessando o uso da solda, ocasião em que comunicou os agentes de sua custódia”, relata o documento com o depoimento de Jair Bolsonaro.
O ex-presidente confirmou que estava acompanhado de sua filha, de seu irmão mais velho e de um assessor que dormiam em sua residência e que nenhum deles testemunhou o uso do ferro de solda.
Vigília
Sobre a vigília convocada por seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ex-presidente disse que “o local da vigília fica a setecentos metros da sua casa, não havendo possibilidade de criar qualquer tumulto que pudesse facilitar hipotética fuga”.
Segundo o Supremo Tribunal Federal (STF), o prazo para a defesa do ex-presidente se manifestar a respeito da violação da tornozeleira eletrônica termina neste domingo às 16h30.
Nesta segunda-feira (24), o STF irá analisar a decisão da prisão preventiva de Bolsonaro. O ministro do STF Flávio Dino convocou uma sessão virtual extraordinária da Primeira Turma para referendar a decisão.
Prisão preventiva
Bolsonaro foi preso preventivamente pela Polícia Federal (PF), neste sábado, após determinação de Moraes. Na decisão, o ministro do STF citou eventual risco de fuga diante da tentativa de Bolsonaro de violar a tornozeleira eletrônica e da vigília convocada pelo seu filho, o senador Flávio Bolsonaro, nas proximidades da casa onde o ex-presidente cumpria prisão domiciliar.
Na sexta-feira (21), véspera da prisão, o ex-presidente usou uma solda para tentar abrir a tornozeleira eletrônica, o que gerou alerta para a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seap), responsável pelo monitoramento do equipamento. O ministro Alexandre de Moraes deu prazo de 24 horas para que a defesa se manifeste sobre a tentativa de violação.
A defesa do ex-presidente havia solicitado, também na sexta-feira, prisão domiciliar humanitária ao STF. O pedido foi rejeitado.
Condenação
Condenado a 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista, Bolsonaro e os demais réus podem ter as penas executadas nas próximas semanas.
Na semana passada, a Primeira Turma da Corte rejeitou os chamados embargos de declaração do ex-presidente e de mais seis acusados para reverter as condenações e evitar a execução das penas em regime fechado.
Neste domingo, termina o prazo para a apresentação dos últimos recursos pelas defesas. Se os recursos forem rejeitados, as prisões serão executadas.
*Colaborou Daniella Almeida
Matéria ampliada às 16h10
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Gás do Povo busca diminuir o efeito do preço do botijão para as famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único
O Ministério de Minas e Energia (MME) dará início, nesta segunda-feira (24), à operação nacional do Programa Gás do Povo, que garante a recarga gratuita do botijão de gás de cozinha (GLP 13 kg) para famílias em situação de vulnerabilidade social.
Todo o processo para acessar o benefício é gerido pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e pelo Ministério de Minas e Energia (MME), e será operacionalizado pela Caixa e pela DataPrev.
O programa vai oferecer gratuidade na recarga do botijão de gás de cozinha (GLP) de 13 kg, em revendas credenciadas para mais de 15 milhões de famílias brasileiras, beneficiando cerca de 50 milhões de pessoas – o triplo de atendimentos em relação ao programa anterior.
A iniciativa busca diminuir o efeito do preço do gás de cozinha para as famílias de baixa renda, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com renda per capita mensal menor ou igual a meio salário-mínimo, priorizando os beneficiários do Programa Bolsa Família.
No modelo anterior, o benefício era repassado em dinheiro. Agora, será oferecida a gratuidade na recarga do botijão. Assim, o Governo do Brasil assegura que a política cumpra efetivamente a missão de proteger as famílias mais vulneráveis, garante a redução da exposição à fumaça da lenha e a proteção da saúde das famílias.
Confira as principais informações sobre o Gás do Povo:
– Quem terá direito ao benefício?
As famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com registro atualizado há pelo menos 24 meses, e que possuam renda per capita mensal menor ou igual a meio salário-mínimo, com prioridade para aquelas que recebem o Bolsa Família.
– Quando o benefício começará a valer?
As primeiras recargas de gás começarão a ser disponibilizadas a partir de novembro de 2025. E, em março de 2026, o novo formato deve alcançar a totalidade dos beneficiários, mais de 15 milhões de famílias.
– Recebo o Bolsa Família, posso receber o Programa Gás do Povo?
Sim. A utilização da recarga do Gás do Povo poderá ser acumulada com outros benefícios, auxílios e também, com o Programa Bolsa Família. A exceção é o Auxílio Gás, modalidade atual.
– Inconsistências cadastrais no CadÚnico resultam em exclusão automática do programa?
Sim. É de responsabilidade do beneficiário manter seus dados atualizados no Cadastro Único e sem inconsistências de informações para manutenção do benefício. Lembramos a importância de manter seus dados atualizados e corretos em outras bases do Governo Federal, como Receita Federal, Justiça Eleitoral, entre outras.
– Haverá revisão cadastral e de elegibilidade para as famílias do programa?
Regularmente o Governo do Brasil realiza análise e revisão do cadastro dos beneficiários do Programa Gás do Povo. Famílias que não atenderem aos critérios de elegibilidade poderão ser excluídas do programa.
– Meu CPF está irregular e minha família está impedida de ingressar?
Sim, se o CPF do responsável da família estiver irregular, isso pode impedir o ingresso ou a continuidade no programa. A regularização do CPF é essencial.
– Qual a quantidade de botijões de gás que minha família poderá receber com o desconto em um ano?
O Programa Gás do Povo foi meticulosamente planejado para atender às necessidades reais das famílias, garantindo maior equidade:
Famílias com 2 ou 3 integrantes: Receberão até 4 botijões por ano. Validade de 3 meses, cada vale.
Famílias com 4 ou mais integrantes: Receberão até 6 botijões por ano. Validade de 2 meses, cada vale.
– Como o beneficiário vai acessar o programa?
O beneficiário vai recarregar o botijão de gás diretamente nas revendas credenciadas mais próximas de sua moradia, sem intermediários. A autorização para a recarga se dará com quatro possibilidades: Cartão bancário do Bolsa Família; cartão de débito da Caixa (para quem não tem smartphone); CPF do beneficiário; e código de validação no celular, direto na revenda.
A partir de fevereiro de 2026, também haverá a possibilidade de recarga por código gerado pelo aplicativo Gás do Povo.
A gratuidade será concedida no momento da compra, mediante validação eletrônica na revenda habilitada. Não haverá, portanto, qualquer pagamento em dinheiro no ato da retirada.
O beneficiário precisará apenas apresentar uma das possibilidades citadas acima na revenda. Importante ressaltar que o preço de referência não leva em conta o valor do vasilhame vazio, se não disponibilizado pela família, nem o valor do frete, caso haja cobrança para esse serviço.
– Em nome de quem será disponibilizado o vale recarga Gás do Povo?
O vale recarga de botijão será emitido em nome do responsável familiar registrado no CadÚnico.
– Meu benefício pode ser bloqueado caso eu não consiga emitir o vale recarga?
Não haverá bloqueio do benefício, pois o pagamento é repassado diretamente ao revendedor credenciado. A exclusão do benefício acontecerá se a família beneficiária do programa não atender mais aos critérios de elegibilidade.
– Qual será o valor do benefício e como ele será definido?
O preço de referência do benefício será calculado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e Ministério da Fazenda, com base em dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no âmbito do Comitê Gestor do programa.
O valor do benefício será definido por Unidade da Federação e atualizado periodicamente. A diferenciação do preço por estado é fundamental para reduzir desigualdades regionais, considerando que o preço do GLP pode sofrer grandes variações a depender da região.
Importante destacar que o preço de referência não levará em conta o valor do frete para entrega do botijão, caso haja cobrança para esse serviço.
– E se o valor da recarga do botijão for menor que o preço de referência?
Se o preço praticado pela revenda for menor, não há geração de crédito ou troco, nem acúmulo para o próximo benefício.
Importante: a revenda que quiser participar do programa deve entregar a recarga do botijão ao beneficiário e será ressarcido pela Caixa pelo valor do preço de referência do GLP do estado de domicílio da família. Portanto, a recarga do botijão será gratuita para todos os beneficiários.
– Como funciona a adesão/credenciamento das revendas de GLP?
– Autorização pela ANP; – Situação regular na Receita Federal do Brasil. Além disso, será necessário: – Ter conta corrente PJ na Caixa; – Adquirir/ possuir a maquininha ou aplicativo de cartões “azulzinha”, que será o meio de pagamento do revendedor para o programa; – Concordar com o termo de adesão disponível no momento do credenciamento. Uma vez credenciada, a revenda deve permanecer no programa por, no mínimo, três meses.
– Como funciona o descredenciamento de revendedores?
Pode ocorrer:
* Voluntariamente (após 3 meses de adesão), mediante solicitação em sistema da Caixa;
* Compulsoriamente, em caso de: Irregularidades fiscais ou cadastrais; desrespeito ao termo de adesão; revogação da autorização da ANP; penalidades administrativas.
– As revendas podem cobrar algum valor pela recarga gratuita do botijão?
Não. O benefício cobre totalmente o valor da recarga do gás de cozinha (13 kg), com exceção de:
* Vasilhame (botijão) quando não fornecido pela família beneficiária; e/ou frete, se houver.
– E se no município não houver revendas credenciadas?
Distribuidores de GLP com participação igual ou superior a 10% no estado devem garantir a oferta do benefício em municípios sem revendas credenciadas, conforme regulamentação.
Importante: caso não haja revendas no município (cadastradas ou não no programa), o beneficiário deverá ir até o município mais próximo, onde haja revenda credenciada.
– Há regras para o uso da marca “Programa Gás do Povo”?
Sim. As revendas credenciadas devem:
Exibir a identidade visual oficial em local visível (portaria, veículos, botijões etc.);
Usar o material gráfico disponibilizado pelos distribuidores;
É proibido o uso da marca por revendas não credenciadas.
– Como o beneficiário pode tirar dúvidas sobre o programa?
A qualquer momento do dia e da semana, o cidadão pode ligar no telefone 121 e tirar todas as dúvidas.
O serviço ficará disponível 24 horas por dia, sete dias por semana.
Também será possível entrar em contato pelo canal FalaBR, do Governo do Brasil.