Mês: Julho 2025

Ibicuí: Prefeito e vice tem mandatos cassados e são declarados inelegíveis por oito anos pela Justiça eleitoral

O prefeito de Ibicuí, Salamão Cerqueira (PSD) e seu vice, Doda Morais (PP) tiveram seus mandatos cassados pela Justiça eleitoral e, além disso, foram declarados inelegíveis até as eleições de 2032. A ação, movida pelo ex-candidato Rone Morais (MDB), acusou os gestores de abuso de poder econômico e político.

A decisão teve como base em três Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs). Na mesma sentença, também foi declarada a inelegibilidade do ex-prefeito Marcos Galvão de Assis (PSD), que governou o município por dois mandatos consecutivos.

De acordo com o juiz eleitoral da 136ª Zona,  ficou comprovado que os investigados utilizaram a estrutura administrativa municipal, incluindo a nomeação e exoneração de servidores, entrega de bens e serviços públicos em troca de apoio político e controle da máquina pública com fins eleitorais.

A sentença apontou a existência de um esquema para beneficiar a campanha de Salomão Cerqueira, então candidato à sucessão do grupo político de Marcos Galvão, valendo-se de ações institucionais da Prefeitura de Ibicuí.

Vale destacar que Salomão ocupava o cargo de vice-prefeito durante o mandato de Marcos.

Com agroindústria requalificada, apicultores de Anagé miram novos mercados com a produção de mel

Com agroindústria requalificada, apicultores de Anagé miram novos mercados com a produção de mel
Foto – Divulgação / CAR
A comunidade de Vaquetal, no município de Anagé, vive uma nova fase com a requalificação e ampliação da Unidade de Beneficiamento de Produtos de Abelhas. A entrega do equipamento, realizada neste fim de semana pelo Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), marca um novo momento para os apicultores da Associação dos Pequenos Produtores Rurais do Vaquetal, Pau Ferro e Barra da Conceição.
Além da reforma da agroindústria, o projeto incluiu a construção de um anexo, aquisição de kits apícolas e o desenvolvimento de identidade visual, com embalagens, rótulos e um manual de boas práticas. As melhorias fortalecem o acesso a novos mercados e agregam valor ao produto.
Agora, o mel sai da agroindústria em embalagens padronizadas nos formatos: bisnaga (280g e 500g), potes de 1kg e 1,4kg (equivalente a 1 litro), e baldes de 28kg — o que permite sua comercialização desde feiras livres até mercados mais estruturados.
Com capacidade de processamento de até 640 quilos de mel por dia, a unidade oferece condições ideais para a produção e comercialização do mel regional, que conta com o Selo de Inspeção Municipal (SIM). A associação também foi contemplada com o apoio de um agente de negócios, que atuará na definição de estratégias para acesso a novos mercados.

Prefeitura de Brumado abre inscrições para preenchimento de 129 vagas na saúde

Prefeitura de Brumado abre inscrições para preenchimento de 129 vagas na saúde

Foi publicado no Diário Oficial de Brumado, edição desta segunda-feira (14), o Processo Seletivo Simplificado nº 01/2025, da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), que dispõe sobre o provimento de 129 vagas temporárias e formação de cadastro de reserva para atuação nos programas de atenção básica, saúde da família, saúde bucal, Hospital Municipal, Policlínica e Samu 192.

As vagas para as funções de: auxiliar de saúde bucal, instrumentador cirúrgico, médico, técnico em enfermagem, telefonista auxiliar de regulação médica e operador de rádio. A avaliação dos candidatos será feita por meio de entrevista e análise curricular.

O processo seletivo terá validade de 1 ano, podendo ser prorrogado uma única vez por igual período. O salário base para cada função é de R$ 1.518,00. As inscrições foram abertas nesta terça-feira (15) e serão encerradas na próxima quinta-feira (17).

Os interessados deverão procurar a Sesau, na sede da prefeitura, das 8h às 12h e das 14h às 17h30, com os documentos exigidos no edital.

Governo busca negociação com EUA e pede apoio de empresários

Governo busca negociação com EUA e pede apoio de empresários
Foto – Lula Marques / Agência Brasil
O governo federal se reúniu nesta terça-feira (15) com setores da indústria e do agronegócio para discutir a taxação de 50% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. A primeira reunião com empresários do setor industrial ocorreu pela manhã. No período da tarde, foi a vez do agronegócio.
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, abriu a reunião da manhã dizendo que o governo vai buscar a negociação com tranquilidade, mas sem interferir em outros poderes da República, como sugeriu Trump ao criticar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).
Alckmin classificou as medidas norte-americanas como inadequadas e pediu a colaboração dos empresários brasileiros. “É importante a participação de cada um de vocês, nas suas áreas específicas, para fazermos um trabalho em conjunto. O governo brasileiro está empenhado em resolver essa questão e queremos ouvir as sugestão de cada um de vocês”, destacou o vice-presidente.
O governo também vai conversar com empresas americanas que compram e vendem para o Brasil. Alckmin lembrou que a taxação encarece e prejudica a economia dos dois países, já que existe uma importante relação de reciprocidade econômica em setores como o siderúrgico.

Justiça manda prender prefeito que matou PM a tiros em vaquejada

Justiça manda prender prefeito que matou PM a tiros em vaquejada
O prefeito de Igarapé Grande (MA) João Vitor Xavier (PDT) – Foto: Reprodução/G1

A Justiça do Maranhão determinou nesta segunda-feira (14) a prisão preventiva do prefeito João Vitor Xavier (PDT), que admitiu ter matado a tiros o policial militar Geidson Thiago da Silva, no município de Trizidela do Vale, no domingo (6). As informações são do G1.

A decisão é do juiz Luiz Emílio Braúna Bittencourt Júnior, da 2ª Vara de Pedreiras (MA). A decisão ainda determina a busca na residência do prefeito em Igarapé Grande e em seu gabinete na Prefeitura do Município.

O juiz pede ainda que seja apreendida a arma de fogo usada no crime, além de computadores, aparelhos celulares, liberado o acesso a mensagens em redes sociais, e-mails e outros objetos de interesse da investigação. Com a decisão, a Polícia Civil do Maranhão será notificada e tem o prazo de 20 dias, desde a data do crime, para cumprir o mandado de prisão preventiva.

Furto de gado volta a ser registrado na zona rural de Potiraguá

Mais um caso de furto de gado foi registrado em Potiraguá, trazendo preocupação para quem vive na zona rural. Dessa vez, a ação aconteceu na madrugada desta segunda-feira (14), na região de Dona Filhinha, às margens da BA-270, sentido Itapetinga.

Segundo relatos de moradores ao Blog do Edyy, os ladrões agiram de forma silenciosa e, ao amanhecer, foi encontrada apenas as vísceras de uma novilha abatida no meio da manga. Toda a carne foi levada pelos criminosos, que parecem conhecer bem a área.

Infelizmente, esse tipo de situação já virou rotina por aqui: fica um tempo mais calmo, mas logo volta a acontecer de novo. A polícia está investigando o caso e a expectativa é que consiga chegar aos responsáveis por mais esse prejuízo para o homem do campo.

CIPPA Lençóis localiza e destrói fornos de carvão ilegal em Riacho de Santana e Matina

CIPPA Lençóis localiza e destrói fornos de carvão ilegal em Riacho de Santana e Matina
Foto – Divulgação / Cippa Lençóis
Durante uma operação de patrulhamento ambiental realizada nesta segunda-feira (14), a Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA) de Lençóis localizou e destruiu três fornos utilizados para a produção ilegal de carvão vegetal nas zonas rurais dos municípios de Igaporã, Riacho de Santana e Matina, no sudoeste baiano.
De acordo com a guarnição, um dos fornos estava em pleno funcionamento no momento da chegada dos policiais, enquanto os outros dois encontravam-se inativos. No local, também foram encontrados aproximadamente 90m³ de madeira nativa, que seriam utilizados na produção clandestina do carvão.
A extração e a queima ilegal de madeira representam uma grave ameaça aos ecossistemas locais e configuram crime ambiental, conforme estabelece a Lei nº 9.605/98, que trata dos crimes contra o meio ambiente. A ação reforça o compromisso da CIPPA Lençóis no combate à exploração irregular de recursos naturais e na preservação das florestas baianas.

PGR pede condenação de Bolsonaro e mais 7 em ação da trama golpista

PGR pediu condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por cinco crimes Imagem: Rosinei Coutinho/STF

A PGR enviou ontem (14) as alegações finais ao STF e pediu a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus por tentativa de golpe de Estado.

O que aconteceu

PGR (Procuradoria-Geral da República) pede condenação de Bolsonaro por cinco crimes. São eles: liderar organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima, e deterioração de patrimônio tombado.

Além de Bolsonaro, a PGR pediu a condenação de todos os integrantes do núcleo. São eles: os ex-ministros Augusto Heleno (GSI), Braga Netto (Casa Civil), Paulo Sérgio Nogueira (Defesa) e Anderson Torres (Justiça), além do ex-comandante da Marinha Almir Garnier, do deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) e do tenente-coronel Mauro Cid, delator e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.

Alegações finais foram enviadas no limite do prazo. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, tinha até as 23h59 de segunda para enviar o documento ao STF. A peça foi depositada minutos antes do fim do prazo.

PGR citou entrevista de Bolsonaro ao UOL em alegações finais. Em maio, o presidente confirmou ao UOL que se encontrou com os chefes das Forças Armadas para discutir um possível decreto golpista.

O ex-presidente foi denunciado pela PGR em fevereiro. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, apresentou denúncia contra Bolsonaro e outras 33 pessoas pelos crimes de tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito, organização criminosa, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

A PGR afirma que o ex-presidente sabia da existência e deu aval à chamada “minuta do golpe”. O decreto trazia medidas para implementar um golpe de Estado no país e não permitir que o presidente Lula, vencedor da disputa de 2022, assumisse o cargo. Ainda segundo a PGR, Bolsonaro tinha conhecimento também do plano “Punhal Verde e Amarelo”, para matar Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro do STF Alexandre de Moraes.

Defesa de Bolsonaro diz que ele “repudiou 8 de Janeiro”. O advogado Celso Vilardi também reclamou de falta de acesso à íntegra das provas. Ele declarou que obteve todos os áudios e documentos citados na investigação, mas não teve acesso ao material bruto apreendido pela Polícia Federal. Por isso, Vilardi diz que só teve acesso ao “recorte da acusação” sobre o material, mas que a defesa teria direito a fazer seu próprio recorte.

Denúncia foi fatiada. As denúncias foram separadas em cinco núcleos, para agilizar o andamento dos processos. Bolsonaro está no “núcleo crucial” da trama golpista.

Os fatos de que a denúncia tratou nem sempre tiveram os mesmos atores. Mas todos eles convergiram, dentro do seu espaço de atuação possível, para o objetivo comum de assegurar a permanência do Presidente da República da época no exercício da condução do Estado, mesmo que não vencesse as eleições e mesmo depois de haver efetivamente perdido o abono dos eleitores em 2022.

Pedido de condenação feito pela PGR

Prazos das defesas

Defesas terão última oportunidade de apresentar argumentos e provas antes de julgamento. O prazo é 15 dias e é contado de forma sucessiva, que começou pela própria PGR.

Logo após a PGR, a defesa do tenente-coronel Mauro Cid terá outros 15 dias para se manifestar. Ele apresenta suas alegações primeiro por ter fechado acordo de delação premiada no processo.

Depois, as defesas dos demais acusados terão prazo conjunto de 15 dias. Os prazos correm mesmo durante o recesso do STF, que vai até o dia 31 de julho.

Os ministros da Primeira Turma vão decidir. Após todos os prazos, o dia do julgamento será marcado para os cinco integrantes da Turma, presidida atualmente por Cristiano Zanin, avaliarem os fatos.

Somente ao final do julgamento é que Bolsonaro e os demais réus podem ser condenados. Ainda assim, uma eventual prisão depende do tamanho da pena, da análise de todos os recursos das defesas, incluindo os chamados embargos, que servem para esclarecer alguns pontos da decisão do STF.

Só então os condenados poderiam ser presos. A prisão ainda dependeria do tempo de pena estabelecida. No caso do mensalão, por exemplo, os réus foram presos tempo depois da condenação, pois o Supremo ainda teve que analisar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

Crimes cometidos pelos réus, segundo a PGR:

Jair Bolsonaro.

liderar organização criminosa armada;
tentativa de abolição violenta do Estado democrático de Direito;
golpe de Estado;
dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima;
deterioração de patrimônio tombado.

Alexandre Ramagem

crimes de organização criminosa armada;
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
golpe de Estado.

Almir Garnier

crimes de organização criminosa armada;
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
golpe de Estado;
dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima;
deterioração deterioração de patrimônio tombado.

Anderson Torres

crimes de organização criminosa armada;
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
golpe de Estado;
dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima;
deterioração de patrimônio tombado;
concurso material.

Augusto Heleno

crimes de organização criminosa armada;
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
golpe de Estado;
dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima;
deterioração de patrimônio tombado.

Mauro Cid

crimes de organização criminosa armada;
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
golpe de Estado;
dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima;
deterioração de patrimônio tombado.

Paulo Nogueira

crimes de organização criminosa armada;
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
golpe de Estado;
dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima;
deterioração de patrimônio tombado.

Braga Netto

crimes de organização criminosa armada;
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
golpe de Estado;
dano qualificado pela violência e grave ameaça, contra o patrimônio da União, e com considerável prejuízo para a vítima;
deterioração de patrimônio tombado.

Mauro Cid reafirma que Bolsonaro leu minuta golpista durante reunião

Mauro Cid reafirma que Bolsonaro leu minuta golpista durante reunião
O tenente-coronel Mauro Cid – Foto: Gustavo Moreno / STF
O tenente-coronel Mauro Cid confirmou, nesta segunda-feira (14), que o ex-presidente Jair Bolsonaro teve contato e leu o documento golpista que previa a decretação de novas eleições e a prisão de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2022. Durante as investigações, o documento ficou conhecido como minuta do golpe.
Cid voltou a prestar depoimento ao ministro Alexandre de Moraes, relator das ações penais que tratam dos núcleos 2, 3 e 4 da trama golpista. Ele foi arrolado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), responsável pela acusação.
O militar, que foi ajudante de ordens no governo do presidente Jair Bolsonaro e é delator nas investigações, confirmou que Filipe Martins, ex-assessor de Assuntos Internacionais de Bolsonaro e réu no processo, levou um jurista para duas reuniões com o ex-presidente para apresentação do documento golpista.
Segundo Cid, durante a reunião, Bolsonaro leu o documento e pediu alterações. De acordo com o delator, o documento previa a prisão de ministros do Supremo, entre os quais, Alexandre de Moraes, e do então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), mas foi alterado para prever somente a prisão de Moraes.
“O documento era composto de duas partes. A primeira parte eram os considerandos. Eram possíveis interferências que o STF e o TSE fizeram no processo eleitoral. A segunda, a prisão de autoridades e a decretação de eleições”, disse.
Mauro Cid presta depoimento por videoconferência. Por determinação do ministro, não são permitidas fotos, gravações de áudio e vídeo, nem transmissão ao vivo. Contudo, os advogados dos acusados e a imprensa podem acompanhar o depoimento.

Lula assina Lei da Reciprocidade sem citar EUA diretamente

Lucas Borges Teixeira do UOL, em Brasília

O presidente Lula (PT) e Rui Costa (Casa Civil) em evento no Palácio do Planalto Imagem: Pedro Ladeira/Folhapress

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O presidente Lula (PT) assinou hoje a Lei da Reciprocidade, que poderá ser usada contra o tarifaço do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciado na semana passada.

O que aconteceu
A lei permite que o Brasil taxe de volta os países que impuserem tarifas prejudiciais à economia nacional. O dispositivo foi aprovado pelo Congresso em abril, mas precisava de um decreto para regulamentar seu funcionamento.

A lei deve sair no DOU (Diário Oficial da União) de amanhã. “A lei autoriza o Executivo a adotar medidas de proteção do país quando medidas extemporâneas e extraordinárias forem adotadas de forma unilateral por outros países contra o Brasil”, afirmou à imprensa Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil, após evento com Lula no Palácio do Planalto.

Rui Costa afirmou ainda que a lei não trata de Estados Unidos ou qualquer outro país. “A denominação ‘reciprocidade’ pode responder de um formato também rápido, se outro país fizer medidas semelhantes a essa que foi anunciada pelos Estados Unidos”, disse o ministro.

As soluções ainda estão sendo debatidas pelo governo, mas Lula insiste que usará a lei. O UOL apurou que apelar para a lei está em uma das últimas opções, em caso de não avanço do diálogo com o governo norte-americano, e, por isso, só deverá ocorrer a partir de 1º de agosto, se as promessas de fato forem cumpridas

Um comitê de emergência montado pelo governo com empresários começa a debater alternativas amanhã. Conduzido pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), também ministro da Indústria e do Comércio, o grupo deve traçar estratégias de posicionamento diretamente com os setores produtivos.

Amanhã ocorrerão duas reuniões: uma pela manhã, com representantes da indústria, e outra pela tarde, com empresários e entidades do agronegócio. O governo também quer ouvir diretamente instituições norte-americanas, que também deverão ser impactadas pelas medidas.