Sra. Clarinda Maria de Jesus, faleceu aos 68 anos de idade
É com tristeza e grande pesar, que a Folha de Condeúba noticia o falecimento da Sra. Clarinda Maria de Jesus aos 68 anos de idade, ocorrido na manhã desta quarta-feira dia 2 de julho de 2025 às 10h. Sra. Clarinda deixou viúvo o Sr. João Vieira dos Santos com quem teve 9 filhos: Daniel, Angélica, Maria Helena, Marcelo, Jorge, Rosa, Divanete, Luciana e Fábio além de 15 netos.
O corpo está sendo velado em sua residência na Fazenda Rio de Contas, o sepultamento será amanhã cedo quinta-feira dia 3, às 10 horas no Cemitério Municipal Jesus Bom Pastor. A família enlutada, agradece a todos que comparecer a esse ato de fé e solidariedade Cristã.
Atendimento Funerário: ASSISTÊNCIA SOCIAL
NOTA:-A Prefeitura Municipal de Condeúba, privatizou os serviços funerários para atender as pessoas mais carentes, já estão disponíveis veículo para transporte de cadáveres, roupas, urnas e castiçais, basta procurar a Secretaria de Assistência Social, de segunda a sexta-feira em horário comercial, em outro horário, procurar a secretária Sra. Naná.
Nós do Jornal Folha de Condeúba, neste momento de muita dor e luto, prestamos nossos mais sinceros sentimentos de solidariedade e amor à família da Sra. Clarinda, na esperança de que Deus nosso Pai, dê todo o conforto e consolo necessário aos parentes e amigos. Que permaneçam as boas lembranças, carinho e afeto para com a memória dela, descanse em paz, nas graças de Deus Sra. Clarinda.
Comemoração de 2 de julho na Bahia – depositphotos.com / joasouza
No Brasil, diversos estados possuem datas marcantes em sua trajetória histórica. Dentre eles, a Bahia destaca-se por celebrar em 2 de julho o dia de sua independência. Esse feriado estadual, que ocorre anualmente, traz à memória acontecimentos que ultrapassaram o marco da independência nacional ocorrida em 1822, representando uma etapa decisiva para a integração efetiva do território baiano ao novo país que se formava.
A celebração do 2 de julho não se restringe apenas ao contexto da independência brasileira. Para os baianos, essa data simboliza a conquista definitiva da liberdade política, após intensos conflitos e resistência contra as forças coloniais portuguesas. Desde então, o feriado estadual se transformou em um importante símbolo de identidade e orgulho para toda a Bahia.
Farol da Barra, em Salvador – depositphotos.com / cspcspQual é o significado histórico do 2 de julho para a Bahia?
A independência da Bahia foi resultado de uma série de confrontos militares e populares, conhecidos como Lutas de Libertação da Bahia. Esses embates ocorreram entre 1822 e 1823, mesmo após a proclamação da independência do Brasil. Os portugueses mantinham domínio sobre Salvador e outros pontos estratégicos, o que levou à organização de milícias, inclusive com grande participação popular, para consolidar a separação política em solo baiano.
As frentes de resistência reuniam soldados, sertanejos, indígenas, africanos escravizados e livres, mulheres e lideranças civis. As batalhas, especialmente no Recôncavo Baiano, culminaram no 2 de julho de 1823, quando as tropas brasileiras adentraram triunfantes em Salvador, pondo fim à presença militar portuguesa. Assim, o 2 de julho tornou-se um marco de vitória popular e de autonomia política no estado.
Como a população celebra o 2 de julho nos dias atuais?
As comemorações do 2 de julho seguem vivas no calendário cultural da Bahia em 2025, com uma programação que envolve diversos municípios e inclui desfiles cívicos, cortejos, manifestações artísticas e atividades educativas. Salvador, capital do estado, se destaca por promover um cortejo famoso, que sai do bairro da Lapinha em direção ao Terreiro de Jesus, reunindo milhares de pessoas, entre autoridades, estudantes, representantes de entidades civis e grupos culturais.
Desfiles de carros alegóricos com personagens históricos.
Exposição de símbolos como a cabocla e o caboclo, que representam o povo baiano.
Apresentações de fanfarras, filarmônicas e grupos folclóricos.
Realização de atos cívicos e discursos oficiais que relembram lideranças das lutas de independência.
Esses eventos não apenas reafirmam o sentido histórico da data, mas também contribuem para fortalecer o sentimento de pertencimento e de continuidade cultural na Bahia.
Por que a Independência da Bahia é celebrada separadamente da Independência do Brasil?
O processo que culminou com a liberdade da Bahia foi distinto e posterior ao evento de 7 de setembro de 1822, quando D. Pedro proclamou a independência do país. No caso baiano, a presença das tropas portuguesas e seus aliados permaneceu por muitos meses, levando a batalhas intensas e um prolongado clima de instabilidade. Essa especificidade fez com que o 2 de julho ganhasse destaque como data própria, reconhecendo o esforço, a resistência e o protagonismo do povo local na conquista pela integração ao Brasil independente.
A independência do Brasil não foi imediatamente aceita por todas as províncias.
A Bahia foi palco de intensos combates entre brasileiros e portugueses após 1822.
O 2 de julho de 1823 marcou o fim da resistência colonial no estado.
Portanto, a celebração do 2 de julho representa o fechamento de um ciclo histórico fundamental, completando o processo de emancipação política iniciado em 1822, mas somente efetivado na Bahia no ano seguinte.
As fitas do Senhor do Bonfim são uma marca da Bahia – depositphotos.com / LuisaVenturoliImpacto e legado da data para o povo baiano
Além do seu valor simbolicamente libertador, o 2 de julho permanece como um dos principais elementos da memória coletiva baiana. A data inspira livros, músicas, monumentos e produções culturais, refletindo o papel de destaque da Bahia no cenário nacional. Nas escolas, a história dessas lutas é contada como parte fundamental da formação de estudantes. Ou seja, a independência da Bahia ultrapassou o campo político e se tornou um bem cultural transmitido entre gerações.
Com isso, o 2 de julho se mostra mais que uma simples recordação: é um momento de reafirmação da autonomia, da pluralidade cultural e da força popular. Em 2025, comemorar essa data segue sendo, para toda a Bahia, um ato de resistência e de celebração da própria identidade.
Todos os vereadores ladeados pelo Prefeito Micael Silveira e seu vice Carlito José Pereira
Na noite desta terça-feira, 1º de julho de 2025, a Câmara Municipal de Condeúba promoveu uma animada confraternização junina no GE Palace Club. O evento reuniu vereadores, familiares e convidados especiais em um clima típico das festas de São João. A celebração foi organizada sob a coordenação do presidente do Legislativo Condeubense, vereador Lucas Ruan.
A festividade teve início às 20h e contou com a presença dos vereadores Bell do Alegre, Conceição, Nena, Arlindo, Fabinho de Nuna, Diolino Teles, José de Fernando, Lucas Ruan, Reginaldo e Weberson. O vereador Fabiano Ferreira não pôde comparecer, tendo justificado sua ausência por compromissos assumidos anteriormente.
Também prestigiaram o evento o prefeito Micael Silveira e seu vice, Carlito José Pereira, além de secretários municipais: Marcos o “Forró Pop” (Cultura), Maurílio Guilherme (Agricultura), Naná (Assistência Social), Marcos (Saúde), Isabela Terêncio (Meio Ambiente) e o controlador interno do município, Aildo Santos. Marcaram presença ainda os ex-prefeitos Toinho Terêncio, Odílio da Silveira e Silvan Baleeiro.
A noite foi marcada por muita animação e alegria, ao som do excelente grupo de forró composto pelos vocalistas Sula e Aline, Gustavo no teclado, formando o grupo de Soares do Forró, que também foi o grande animador da festa.
A esq. Antônio de Oriás, a aniversariante sua esposa Sra. Rita ladeada pelos seus filhos Lucas Ruan e Fernando
Um dos momentos mais especiais da confraternização foi a homenagem à senhora Rita Maria Nascimento Porto, mãe do presidente da Câmara, Lucas Ruan. Em clima de carinho e celebração, foram cantados os parabéns para ela, com a participação de todos os presentes, conduzidos por Soares do Forró.
A confraternização seguiu animada até altas horas, reforçando os laços de amizade e união entre os membros do Legislativo, do Executivo e da comunidade condeubense.