O jovem Joaquim Luiz Ribeiro, faleceu aos 30 anos de idade
É com tristeza e grande pesar, que a Folha de Condeúba noticia o falecimento do jovem Joaquim Luiz Ribeiro aos 30 anos de idade, ocorrido na tarde desta terça-feira dia 3 de junho de 2025. Joaquim era solteiro e não deixou filho. Segundo informações de familiares, a causa morte foi cirrose hepática.
O corpo está sendo velado na sua residência na faz. Cordovia, o sepultamento será hoje quarta-feira dia 4, às 16h no Cemitério Municipal da Cordovia. A família enlutada, agradece a todos que comparecer a esse ato de fé e solidariedade Cristã.
Atendimento:- FUNERÁRIA SÃO MATHEUS
Nós do Jornal Folha de Condeúba, neste momento de muita dor e luto, prestamos nossos mais sinceros sentimentos de solidariedade e amor à família do jovem Joaquim, na esperança de que Deus nosso Pai, dê todo o conforto e consolo necessário aos parentes e amigos. Que permaneçam as boas lembranças, carinho e afeto para com a memória dele, descanse em paz, nas graças de Deus jovem Joaquim.
Na última semana, uma operação de fiscalização resultou na apreensão de quatro toneladas de produtos de origem animal em situação irregular no oeste da Bahia. A ação integra a 51ª etapa da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), coordenada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), e teve como foco garantir a segurança alimentar da população.
A operação foi conduzida pela equipe de fiscalização de Produtos de Origem Animal, que inspecionou 48 estabelecimentos varejistas, entre supermercados, açougues e mercados municipais, nos municípios de Bom Jesus da Lapa, Malhada, Riacho de Santana, Sítio do Mato e Carinhanha.
De acordo com o balanço da ação, foram emitidos 20 autos de apreensão com posterior incineração da carga considerada imprópria para o consumo. Além disso, os fiscais lavraram 11 termos de notificação e realizaram a interdição de um estabelecimento.
Os produtos apreendidos apresentavam não conformidades como ausência de procedência, armazenamento inadequado, falta de inspeção sanitária e descumprimento de normas de higiene e segurança alimentar.
O impacto da batida foi tão forte que causou a amputação do pé de Danilo ainda no local do acidente. Apesar dos esforços da equipe médica, o jovem não resistiu e faleceu nesta madrugada.
A deputada federal bolsonarista Carla Zambelli (PL-SP), condenada em maio a 10 anos de prisão e a perda do mandato
A deputada federal bolsonarista Carla Zambelli (PL-SP), condenada em maio a 10 anos de prisão e a perda do mandato por invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), anunciou nesta terça-feira 3 que está fora do Brasil.
Em uma live no canal de extrema-direita Auriverde Brasil, no YouTube, Zambelli disse que deixou o país “há alguns dias” e que vai pedir afastamento do cargo, assim como fez o colega Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
“Eu vou me basear na Europa. Eu tenho cidadania europeia, estou muito tranquila em relação a isso. Não é um abandono do país, não é desistir da minha luta, muito pelo contrário. É resistir e poder continuar falando o que eu quero falar”, afirmou, sem deixar claro em que país está.
Zambelli alegou que viajou, inicialmente, para buscar atendimento médico e não deixou claro quanto tempo pretende ficar na Europa.
A CartaCapital, o advogado Daniel Bialski, que representa a parlamentar, escreveu que foi “apenas comunicado” que ela estaria fora do Brasil “para dar continuidade a um tratamento de saúde”.
Durante a entrevista, Zambelli disse que ‘não fugiu’ do país. Porém, minutos mais tarde, afirmou: “Eu poderia ir para a prisão, esperar um tempo, seguir no meu país, e depois me entregar para a Justiça. Mas que Justiça, que Judiciário?”, indagou.
“Eu não vou fazer o discurso de perseguida política. Quero fazer o discurso de pessoa que renasceu aqui fora e que quer lutar para que o país volte a ser o que era antes”, prosseguiu.
Prisão domiciliar Após a condenação, a defesa da deputada chegou a solicitar prisão domiciliar alegando que ela sofre de depressão, síndrome da taquicardia postural ortostática (que provoca tonturas e aumento da frequência cardíaca) e síndrome de Ehlers-Danlos. Ela disse, recentemente, que “não sobreviveria na prisão”.
Além de Zambelli, o Supremo Tribunal Federal condenou o hacker Walter Delgatti — neste caso, a oito anos e três meses de prisão – por envolvimento na invasão aos sistemas do CNJ.
Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República, Delgatti violou indevidamente mecanismos de segurança e invadiu dispositivos informáticos do CNJ sob o comando de Zambelli. A defesa do hacker alega que a parlamentar bolsonarista é a “mentora intelectual” do ataque.
Durante a invasão houve a inserção de documentos falsos, como um mandado de prisão contra Alexandre de Moraes. Zambelli e Delgatti foram a julgamento pelos crimes de falsidade ideológica e invasão a sistemas da Justiça.
Em seu voto, Moraes afirmou ser “completamente absurda a atuação vil de uma deputada federal, que exerce mandato em representação do povo brasileiro, e de um indivíduo com conhecimentos técnicos específicos, que causaram relevantes e duradouros danos. à credibilidade das instituições”.
A ação da 94ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) foi desencadeada após informações indicarem que o foragido poderia tentar retornar a Caculé, sua cidade natal. Segundo informou a corporação, guarnições foram mobilizadas e montaram um cerco na região, conseguindo interceptar o homem enquanto ele tentava atravessar o município de Ibiassucê.
Durante a abordagem, o fugitivo informou que contou com o auxílio de uma mulher, cuja identidade ainda é desconhecida, para trocar de roupas e dificultar sua identificação logo após a fuga. Paulo Roberto está sendo reconduzido para a Delegacia Territorial de Guanambi, onde será apresentado às autoridades competentes para adoção das providências legais.
A fuga ocorreu por volta das 10h da manhã, enquanto ele participava de um procedimento judicial. O detento havia sido preso em flagrante em novembro de 2024, após furtar R$ 405,00 do caixa de um hotel na cidade. Na ocasião, o valor foi recuperado.
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, determinou em 3 de junho de 2025 a substituição de sete deputados federais, em decorrência de uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que alterou as regras de distribuição das chamadas “sobras eleitorais” nas eleições proporcionais.
1. Contexto: Decisão do STF sobre Sobras Eleitorais: Em março de 2025, o STF concluiu o julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade ( ADIs ) nº 7.228-ED e 7.263-ED, declarando inconstitucional a exigência de que partidos ou federações atingissem ao menos 80% do quociente eleitoral para participarem da distribuição das sobras eleitorais. A Corte decidiu que essa nova interpretação teria efeito retroativo, afetando diretamente os resultados das eleições de 2022 .
2. Determinação do TSE para Retotalização dos Votos: Com base na decisão do STF, a ministra Cármen Lúcia determinou que os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) realizem a retotalização dos votos das eleições de 2022 para os cargos proporcionais. Os TREs têm um prazo de cinco dias para encaminhar ao TSE a memória de cálculo da retotalização.
3. Deputados que Perderão o Mandato
A retotalização resultará na substituição de sete deputados federais :
Silvia Waiãpi (PL-AP)
Sonize Barbosa (PL-AP)
Professora Goreth (PDT-AP)
Augusto Puppio (MDB-AP)
Lázaro Botelho (PP-TO)
Gilvan Máximo (Republicanos-DF)
Lebrão (União-RO)
4. Novos Deputados que Serão Diplomados
Os parlamentares que assumirão as vagas são:
Aline Gurgel (Republicanos-AP)
Paulo Lemos (PSOL-AP)
André Abdon (PP-AP)
Professora Marcivânia (PCdoB-AP)
Tiago Dimas (Podemos-TO)
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
Rafael Fera (Podemos-RO)
5. Implicações Políticas: A mudança afeta significativamente a bancada do Amapá, onde quatro deputados serão substituídos. Essa alteração beneficia aliados do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que atuou nos bastidores para garantir a manutenção da decisão do STF.
6. Reações e Controvérsias: O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), solicitou ao STF que a nova regra sobre as sobras eleitorais fosse aplicada apenas a partir das eleições de 2026, argumentando que mudanças nas regras eleitorais devem respeitar o princípio da anterioridade. No entanto, o STF decidiu pela aplicação retroativa da nova interpretação, afetando os resultados das eleições de 2022.
A decisão do TSE de retotalizar os votos e substituir os deputados federais marca uma mudança significativa na composição da Câmara dos Deputados, refletindo as novas diretrizes estabelecidas pelo STF sobre as sobras eleitorais.
A 3ª Vara Criminal Federal de São Paulo condenou o humorista Léo Lins a oito anos e três meses de prisão por fazer piadas consideradas preconceituosas em um vídeo publicado em seu canal no YouTube. A sentença foi proferida na última sexta-feira (30).
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o vídeo continha comentários ofensivos e discriminatórios direcionados a diversas minorias sociais, e chegou a alcançar cerca de três milhões de visualizações antes de ser removido da plataforma.
O MPF argumentou que o conteúdo ultrapassava os limites da liberdade de expressão e configurava discurso de ódio, incitando a discriminação e reforçando estigmas contra grupos vulneráveis.
A defesa do humorista ainda pode recorrer da decisão. O caso reacende o debate sobre os limites do humor e a responsabilidade de influenciadores na internet. Até o momento, Léo Lins não se pronunciou oficialmente sobre a condenação.
A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta segunda-feira (02) que a Justiça Federal em Brasília determinou o bloqueio de R$ 23,8 milhões em bens de investigados pela fraude em descontos irregulares nos benefícios de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo o órgão, os valores serão usados para o ressarcimento das vítimas.
A indisponibilidade de bens e ativos financeiros foi determinada pela juíza federal Luciana Raquel Tolentino de Moura, da 7ª Vara Federal do Distrito Federal, e envolve os bens e ativos financeiros de duas empresas e os respectivos sócios. No mês passado, a AGU pediu o bloqueio de R$ 2,5 bilhões de 12 entidades associativas e 60 dirigentes.
Por determinação da juíza, o caso foi fatiado em 15 ações para facilitar a análise dos pedidos. As fraudes são investigadas na Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que investiga um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas.
Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024. As ações judiciais fazem parte do trabalho do grupo especial montado pela AGU para buscar a recuperação do dinheiro descontado irregularmente dos aposentados.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva – Foto: Ricardo Stuckert / PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira, 3 de junho, que o Governo Federal tem conduzido com rigor as investigações sobre fraudes em descontos associativos nas aposentadorias de beneficiários do INSS. Em conversa com jornalistas, Lula garantiu que os aposentados não serão prejudicados e que os valores descontados indevidamente serão devolvidos.
“Quem errou vai ser punido. Nós vamos devolver o dinheiro para os aposentados que foram lesados pela quadrilha que roubou a aposentadoria. Antigamente as pessoas roubavam bancos, roubavam gente rica. Agora estão roubando pobres”, pontuou. Nós estamos fazendo disso um exemplo de como deve agir um governo na averiguação de denúncias Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República.
De acordo o presidente, uma investigação minuciosa tem sido feita com o envolvimento da Polícia Federal, da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Advocacia-Geral da União (AGU). Lula destacou que o governo optou por priorizar uma apuração técnica e criteriosa, sem exposições precipitadas, para assegurar que os verdadeiros responsáveis sejam identificados e punidos.
“Nós estamos fazendo disso um exemplo de como deve agir um governo na averiguação de denúncias. Não terá brincadeira da nossa parte. A nossa preocupação, além de permitir que as instituições que têm que fiscalizar fiscalizem, é permitir que o governo comece a tratar de ver o pagamento o mais rápido possível das pessoas que foram lesadas”, disse.
Lula também ressaltou que o processo tem sido conduzido com cautela para evitar que pessoas ou entidades sejam acusadas injustamente. “Não queremos punir nenhuma entidade de forma precipitada. Por isso a cautela que eu disse à CGU, à Polícia Federal — muita cautela para a gente não levar uma pessoa a ser crucificada e depois não ter como pedir desculpa”, completou.