Sr. José Pereira de Souza conhecido por “Pebinha”, faleceu aos 55 anos de idade
É com tristeza e grande pesar, que a Folha de Condeúba noticia o falecimento do Sr. José Pereira de Souza conhecido por “Pebinha” aos 55 anos de idade, ocorrido na tarde desta terça-feira dia 25 de junho de 2025, por volta das 13h. Sr. José era solteiro e não deixou filhos. O corpo será velado hoje a partir das 13h no salão ao lado da capela Santa Luzia na Comunidade Ripa por umas duas horas, o sepultamento será hoje quarta-feira dia por volta das 15h, no Cemitério Municipal São Vicente na Fazenda Riacho d’Áreia. A família enlutada, agradece a todos que comparecer a esse ato de fé e solidariedade Cristã.
NOTA:-O senhor José Pereira de Sousa foi o primeiro cidadão a ser atendido pela nova modalidade de atendimento implantada pela atual gestão, a municipalização dos serviços funerários. O translado está sendo de Itaberaba para Condeúba, distancia cerca de 500 km: A iniciativa partiu de uma indicação do vereador Arlindo, com o apoio unânime dos demais vereadores, e contou com o respaldo do prefeito Micael Silveira, que acolheu a proposta e a colocou em prática.
Por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, já foram adquiridos itens essenciais para a prestação do serviço, como urnas funerárias, roupas, preparação de corpos, castiçais e um veículo específico para o transporte de óbitos. Encontra-se em fase de estudo, ainda, a definição do local para instalação do velório municipal.
Atendimento funerário:- ASSISTÊNCIA SOCIAL DE CONDEÚBA
Nós do Jornal Folha de Condeúba, neste momento de muita dor e luto, prestamos nossos mais sinceros sentimentos de solidariedade e amor à família do Sr. José, na esperança de que Deus nosso Pai, dê todo o conforto e consolo necessário aos parentes e amigos. Que permaneçam as boas lembranças, carinho e afeto para com a memória dele, descanse em paz, nas graças de Deus Sr. José.
Programa Universidade Gratuita oferta bolsas em universidades de Santa Catarina Imagem: Ricardo Wolffenbüttel/Secom SC
Estudantes com patrimônio milionário, com barcos e carros de luxo, estavam cursando o ensino superior de graça com bolsas oferecidas pelo governo de Santa Catarina, de acordo com investigação do TCE-SC (Tribunal de Contas do Estado).
O que aconteceu TCE identificou 18.283 inscrições de alunos no programa Universidade Gratuita com indícios de irregularidades. O prejuízo aos cofres públicos de Santa Catarina pode ter sido de quase R$ 324 milhões, segundo o órgão.
Ao todo, 858 alunos com patrimônio de R$ 1 milhão ou mais cursavam o ensino superior com bolsa integral. As bolsas do programa Universidade Gratuita e do Fumdesc (Fundo de Apoio à Manutenção e ao Desenvolvimento da Educação Superior Catarinense), em que foram constatadas irregularidades, são direcionadas a pessoas em vulnerabilidade econômica ou que não conseguem bancar os cursos com a própria renda. O Fumdesc gerencia parte da verba destinada às bolsas.
Do total de milionários, 12 possuem mais de R$ 10 milhões em valor patrimonial. Em relatório, o TCE-SC aponta que “esses números destacam a presença de grupos familiares com patrimônio significativo, mesmo dentro do universo de beneficiários do programa”.
Alunos omitiram informações de bens familiares, segundo o TCE. Ao menos três tipos de fraudes foram identificados no relatório do tribunal obtido pelo UOL. Os dados são relativos ao segundo semestre de 2023 e ao ano de 2024.
15.281 pessoas omitiram informações de bens do grupo familiar; 4.430 alunos apresentam indícios de incompatibilidade de renda, declarando valores inferiores; Quase 1.699 teriam deixado de informar vínculo vínculo empregatício.
Patrimônio de milhões e bolsa integral Alunos cursavam a faculdade de graça, mas tinham Land Rover, barcos e galpões industriais. Nos casos levantados pelo TCE, alunos com rotinas de luxo, declaravam não poder pagar a mensalidade. Estudavam de graça, mas tinham:
Land Rover Defender: R$ 733.488,00 Porsche 911 Carrera 4S: R$ 603.556,00 Caminhão Scania R/500 6X2T: R$ 658.918,00 Lanchas: R$ 202.000,00 e R$ 155.000,00 Moto aquática: R$ 132.000,00
Ainda consta no levantamento do TCE que estudantes possuíam casas e apartamentos de luxo. Alguns eram donos de grandes terrenos e salas comerciais, com valores entre R$ 13 milhões e R$ 15,2 milhões.
Bolsistas constavam em listas de sócios de empresas com capital milionário. Em um dos casos, o universitário era sócio de uma empresa com capital social de mais de R$ 21 milhões.
Consultorias e universidades na mira da polícia Polícia suspeita que consultorias estejam auxiliando candidatos a fraudarem programas. O UOL apurou que a investigação tem indícios de que as empresas orientam os estudantes a omitir informações ao preencherem os documentos do programa.
Universidades também vão entrar na mira da investigação. A suspeita é que funcionários dentro das instituições de ensino estariam fazendo vista grossa para entrada de alunos sem o perfil do programa.
A Deic (Diretoria Estadual de Investigações Criminais) vai apurar o caso. Os possíveis crimes de falsidade ideológica e obtenção de vantagens indevidas serão investigados pelas delegacias nas cidades onde surgiram as suspeitas.
Constatadas as fraudes, a Procuradoria-Geral do Estado vai buscar ressarcimento do Estado. A Controladoria-Geral do Estado e o Ministério Público também atuam no caso. A Receita Federal também será informada sobre as irregularidades, confirmou ao UOL o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.
Temos que verificar se há inconsistência nas formalidades dos indivíduos ou se há fraude. O Tribunal de Contas fez uma análise com o sistema de cruzamento de dados e isso gerou várias suspeitas, mas a gente vai ver de fato se são erros ou crimes de fraude e obtenção de vantagens indevidas. Vamos verificar in loco.
Ulisses Gabriel, delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina
O que diz o governo catarinense A SED (Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina) disse que pediu ao TCE detalhes com “profundidade e rigor técnico” dos indícios de fraude. Ao UOL, a pasta relatou que, se constatadas as irregularidades, os benefícios serão suspensos, e o ressarcimento, solicitado.
Governo ainda declarou que implementou melhorias no sistema. Para o segundo semestre de 2025, a publicação dos editais de seleção foi antecipada, assim como renovações e concessões.
“A Secretaria de Estado da Educação informa que oficiou o Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE/SC), solicitando um relatório detalhado das possíveis inconsistências apontadas nos programas Universidade Gratuita e Fundo de Apoio à Manutenção e ao Desenvolvimento da Educação Superior Catarinense (Fumdesc). Diante da sinalização de indícios de irregularidades, é imprescindível que o Tribunal realize sua apuração com celeridade, profundidade e rigor técnico”.
A entrega de um relatório minucioso, com dados objetivos e caso a caso, pelo TCE é essencial para o esclarecimento dos fatos. Caso seja confirmada qualquer irregularidade, será aplicado o disposto no artigo 18 da Lei Complementar nº 831, de 2023, que prevê a imediata suspensão do benefício e a obrigação de ressarcimento dos valores eventualmente recebidos de forma indevida corrigidos. Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina, em nota.
Como funciona o programa Universidade Gratuita Sancionada em 2023, a Lei do Universidade Gratuita foi promessa de campanha do governador Jorginho Mello (PL). Originalmente, o projeto visa promover inclusão social no ensino superior Originalmente, o projeto visa promover inclusão social no ensino superior catarinense. Ao todo, 59 instituições catarinenses de ensino participam do programa.
Elegibilidade para bolsas se baseia em Índice de Carência. Entre os critérios, estão renda per capita, patrimônio familiar, desemprego e dificuldades como despesas com tratamentos de doenças crônicas, gastos com moradia e realização da primeira graduação.
Política pública não pode se resumir a distribuir vagas, diz economista. Claudia Costin, especialista em educação e professora da FGV diz que o acesso ao ensino superior deve ser ampliado, mas programa tem que ser cauteloso.
“Tem que fiscalizar e olhar para o papel da em que fiscalizar e olhar para o papel da Assembleia Legislativa, pois o TCE é um braço fiscalizador do Legislativo. Tem que ter uma verificação mais cuidadosa, mas não quer dizer que todo o programa está errado. As pessoas que se beneficiaram devem ser responsabilizadas, se houve conivência da administração com eles, pois se houve vão ter que responder também”. Claudia Costin, ex-diretora global de Educação do Banco Mundial.
Programa é gerido pela SED (Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina). O governo compra vagas em diversos cursos de graduação em universidades não públicas catarinenses e destina aos bolsistas. A cada quatro vagas assumidas pelo estado, a universidade é obrigada a oferecer uma quinta sem custos ao poder público.
Ao fim das graduações, os beneficiados devem prestar serviços para a população —por 20 horas a cada mês de benefício recebido. Os bolsistas devem ter aprovação mínima de 75% das disciplinas.
Milhares de bandeirolas coloridas e brilhantes nas principais avenidas e circuitos da festa, chamou a atenção de quem viveu o tradicional São João de Jequié, no Sudoeste baiano. A festa terminou nesta terça-feira (24), na Praça da Bandeira, com a presença do governador Jerônimo Rodrigues que, na ocasião, destacou os avanços na segurança, o fortalecimento da cultura e o incentivo ao turismo, em uma programação marcada por grandes atrações musicais.
“Encerramos aqui em Jequié a maratona de visitas às cidades durante os festejos juninos com um balanço de paz. Juntar uma multidão de pessoas em um mesmo espaço e garantir tranquilidade, realmente, é maravilhoso. Depois, a riqueza da programação, com artistas que se fizeram conhecidos a partir dessa festa e os que já tem uma carreira internacional, para a Bahia inteira curtir, foi incrível. Simboliza economia e rendas geradas, além de incentivo a uma festa tão importante para a cultura da nossa Bahia”, pontuou o chefe do executivo.
Na noite do último sábado (21), um homem identificado como Lamarque de Jesus Santos, 35 anos, foi baleado e morto no bairro Brisas 1, durante confronto entre facções rivais na cidade de Brumado. Cláudio de Jesus Santos, tio da vítima, relatou que, na fuga, um dos indivíduos envolvidos no confronto pulou no quintal da casa do seu sobrinho.
“Ele começou a chutar a porta mandando abrir. No momento do desespero, Lamarque pegou a moto pra sair. Quando conseguiu sair, ele tomou dois tiros de 12 nas costas. Um atingiu a cervical e o outro o pulmão”, contou. Santos disse que o sobrinho foi morto por engano por traficantes que acreditavam que o mesmo era o bandido que havia entrado em fuga na residência.
Após o ocorrido, segundo Cláudio, integrantes da facção entraram na casa da vítima, vasculharam a sua carteira e constataram que tinham matado o homem errado. O sepultamento foi realizado na manhã desta segunda-feira (23) em meio a um protesto de familiares e amigos cobrando justiça.
“Essa notícia tirou o chão da gente. Pedimos justiça por que quantas vidas já foram ceifadas por troca de tiros entre facções e quantos vão precisar morrer para que os órgãos competentes possam fazer algo?”, questionou. O jovem morto era evangélico, inclusive envolvido em mobilizações dentro da igreja.