Oh, terra querida
Meu estado, minha vida,
Cuja capital é Salvador,
Bahia de infinito amor.
Cheia de lindas baianas,
Descendentes africanas…
É a diversidade e a mistura
De uma rica cultura.
Foste a primeira capital do país,
Importância que muitos não diz!
Terra de Jorge Amado,
Escritor arretado…
E do grande Anísio Teixeira
Protagonista da Educação brasileira.
Terra de Santa Dulce dos pobres,
Por cada gesto nobre…
Vale ressaltar nossos lindos litorais,
E nossas comidas tradicionais.
Êta Bahia,de Ilhéus e Salvador,
De um povo humilde e trabalhador.
A mais encantada do agreste
Um destaque em todo Nordeste.
Oh, terra amada
Tu és consagrada.
Salve, salve 2 de julho,
Salve, salve nossa Bahia!
Em sua independência, orgulho…
Seu Porto Seguro nos contagia!
Tradição acontece há 197 anos; homenagens serão simbólicas e sem público
As comemorações da Independência da Bahia nunca passaram por um baque como o do próximo Doisde Julho em seus quase 200 anos de história. A pandemia do coronavírus impôs uma nova rotina e impediu que baianos e turistas acompanhem o cortejo pelas ruas do Centro Histórico de Salvador. Ou mesmo que o fogo simbólico saia de Cachoeira em desfile, com destino à capital.
O CORREIO foi atrás de historiadores para procurar saber sobre eventuais crises que a festa do Dois de Julho sofreu no decorrer da história e a resposta foi unânime: não há registros que tenham freado o dia da Independência de forma tão brusca.
Membro do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal da Bahia, Milton Moura conta que durante a II Guerra Mundial (1939-1945) o Carnaval chegou a ficar suspenso, mas o Dois de Julho continuou acontecendo normalmente.
No ano de 1943, por exemplo, a festa aconteceu debaixo de uma chuva muito forte. Há registros de uma multidão protegida com guarda-chuvas fazendo o cortejo.
Um dos maiores revezes que a festa da Independência da Bahia sofreu foi justamente no ano de seu centenário, em 1923, quando o Brasil vivia o chamado período da República Velha. Continue lendo
Uma linha de crédito de R$ 32 milhões para os empresários e profissionais do setor turístico baiano foi anunciada nesta quarta-feira, 1, pelo secretário estadual do Turismo, Fausto Franco e o presidente da Desenbahia, Francisco Miranda. O recurso contempla três linhas de apoio: investimento, aquisição de bens e capital de giro.
A iniciativa foi adotada para atenuar os impactos causados pela pandemia. Representantes das entidades de classe do turismo, receberam esclarecimentos, exigências e documentos necessários para acessar o crédito.
Com relação ao capital de giro, o prazo é de até 60 meses para pagar com 12 meses de carência. Já no caso de investimentos, o prazo pode chegar a 60 meses de carência. A Secretaria do Turismo do Estado (Setur) está responsável pela intermediação entre as instituições junto à Desenbahia.
Dentre os pré-requisitos exigidos é que a empresa seja registrada no Cadastur, sistema de pessoas físicas e jurídicas do Ministério do Turismo, obrigatório para meios de hospedagem, agências de turismo, transportadoras turísticas, organizadoras de eventos, parques temáticos e acampamentos turísticos, além de guias de turismo. A Setur irá orientar e avaliar a documentação necessária e enviar ao Ministério, tudo de forma online.
Será no dia 28 de junho às 18 horas na página no Facebook do Memórias de Cordeiros Bahia minha live solidária que tem como intuito arrecadar alimentos ou produtos de limpeza para serem destinados ao Lar da Misericórdia em Vitória da Conquista-BA e a Sociedade de São Vicente de Paulo de Cordeiros-BA e Condeúba-BA. FAÇA SUA DOAÇÃO NESSA CORRENTE DO BEM!
Conta Bradesco
Agência: 3580 – 7
Conta Poupança: 0527231 – 9
YAN ROBERTO SANTOS DE OLIVEIRA
CONTATOS:
GERAL: (77) 98836-2461 – Yan
CORDEIROS: (77) 98812-2768 – Lia
CONDEÚBA: (77) 99101-6445 – Marittza
VITÓRIA DA CONQUISTA: (77) 98833-8574 – Marta.
Quando você podia sair de casa normalmente, quando você podia beijar, abraçar, paquerar… Quando você não precisava usar máscaras para sair de casa, quando não morria tanta gente por um mesmo motivo, quando você podia frequentar as praias, os shoppings, os bares, as igrejas…
Quando você ainda trabalhava, estudava…
Quando não havia o tal coronavírus…
Parece que a gente está falando de um tempo tão distante, né? Mas é não. E que o mundo acabou e você não deu conta ainda!
A fogueira acesa no Recanto Silveira – Fazenda Olho d’Água
Tradição mantida em Condeúba e região, nesta terça-feira 23 de junho, o famoso dia da fogueira, véspera do dia Santo de São João. Diga-se de passagem, que foi um São João que há muitos anos não se fazia, por conta da pandemia que o mundo está vivendo, as pessoas inicialmente acenderam suas fogueiras, fizeram suas orações de praxe, formando uma fila e dando voltas na fogueira já acesa, depois soltaram bastante fogos de artifícios, as mulheres e crianças queimaram chuvinhas, botaram fogo em traques e já no embalo do São João, o som ligado tocando as músicas tipicas junina, as casas embandeiradas como manda a tradição e é a decoração da época, tudo preparado e o forrózinho começou, foi até altas horas da noite, todo essa festança aconteceu somente em família, sem a participação de vizinhos ou conhecidos vindos de fora.
Por telefone falamos com um amigo dono de quitanda na cidade ele nos afirmou: “Graças a Deus, estamos vendendo bastante as comidas típicas do São João, aipim, amendoim, batata doce”, contou. Mesmo com o momento delicado que vivemos, os consumidores estão animados para preparar uma mesa farta para a família. “Com tudo organizado, dá pra fazer uma festa”, disse um dos consumidores.
A comilança acompanhou a movimentação da festa durante a noite enquanto as pessoas aguentaram, muitas comidas típicas das festas junina como canjica, batata doce assada, chá de amendoim, quentão, mandioca cozida, lombo, pernil e frango tudo assado, acompanhados de suco de vários sabores, licores, vinhos e até mesmo para os adeptos teve aquela cervejinha geladinha. Grande festa, tradição mantida e VIVA SÃO JOÃO!!!
O livro é uma materialização de um trabalho desenvolvido pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) em parceria com a universidade e escolas.
O aluno Gabriel Lourenço
O livro Linguagens, Pesquisa e Práticas no Ensino de Geografia, é dos Organizadores Glauber Barros Alves Costa, Gabriela Silveira Rocha e Juníveo da Silva Pimentel, ambos professores do curso de Licenciatura em Geografia da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) Campus VI, de Caetité.
A obra contém uma coletânea de artigos desenvolvidos por aproximadamente 25 alunos do curso, sendo uma materialização de um trabalho desenvolvido pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) em parceria com a universidade e escolas.
O lançamento aconteceu na sexta-feira (19), de forma virtual, por conta da pandemia do Covid-19, através de uma rede social (Instagram) da Uneb-Campus VI. Participaram do lançamento do livro os professores organizadores (Glauber Barros, Gabriela Silveira, Junívio Pimentel) e o aluno Gabriel Lourenço, representando os autores de artigos inclusos no material, além de uma professora supervisora.
O caculeense Gabriel Lourenço dos Santos, estudante do curso de Licenciatura em Geografia pela UNEB-Campus VI, em Caetité, é um dos autores dos artigos presentes no livro. O seu trabalho, intitulado: “Reflexões sobre os resíduos sólidos: experiência didática no ensino de Geografia”, traz a importância de debater conteúdos voltados para a educação socioambiental na sala de aula e a utilização de metodologias diferenciadas pra trabalhar a temática.
“Poder participar do lançamento é de uma sensação única, e de experiência inigualável. Quero agradecer pela oportunidade e aproveito o momento para parabenizar todos os envolvidos.”
O livro está disponível para venda através do Site da Editora CRV no link https://editoracrv.com.br/produtos/detalhes/34652-crv
Professor, Poeta e Escritor condeubense Antônio da Cruz Santana
No Brasil, não é somente necessário garantir os direitos fundamentais dos cidadãos pela Constituição Federal de 1988, como também o Poder Público deve oferecer-lhes as demais condições para exercê-los. Portanto, é interessante compreender que cultura nos apresenta vários conceitos como: “Todo complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, usos e costumes, assim como todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano não somente na família, como também por parte de uma sociedade da qual é membro”. Cultura também definida em ciências sociais, aprendidos de geração em geração através da vida em sociedade.
No entanto, o que se pode observar é tamanha dificuldade encontrada nas prefeituras de cidades do interior do Brasil, a exemplo de Condeúba, na Bahia, quando se trata de investimentos à Cultura. São milhares de crianças, adolescentes, jovens e também adultos que procuram desenvolver as suas habilidades na arte, nos esportes, na cultura e na literatura, porém, não conseguem nenhum tipo de suporte técnico e apoio financeiro do Poder Público Municipal.
Vale ressaltar, que tanto a filosofia quanto a sociologia, conceituam à cultura intrinsecamente relacionada ao comportamento e ao convívio do homem na sociedade. Nessa perspectiva, se percebe angústias, decepções e insatisfações por parte dos artistas profissionais e amadores ou em formação que querem produzir arte, mas não conseguem desenvolver suas habilidades e/ou talentos por ausência de políticas públicas de governos que não ofertam a esta categoria.
Nesse sentido, torna-se cada vez mais difícil repensar ou reescrever a história do Brasil, sem passar por uma educação que se proponha a trabalhar na transformação intelectual dos indivíduos através da leitura, da arte e da literatura. Abrindo novos caminhos para formar cidadãs e cidadãos humanamente melhores, politizados, conscientes de seus direitos e deveres para com a sua Pátria, visando uma sociedade crítica, solidária e fraterna para todos.
Desde o início da escravidão,
Ao advento da nossa comunicação.
O negro vem sendo vítima da segregação,
Tendo pouca atenção na civilização.
Procura – se explicação para tanta discriminação,
Numa sociedade de tamanha exclusão.
Onde passam fome, frio e muita humilhação,
Em um país que corrupto é tratado com educação.
Sem boas condições o negro foge da solidão,
Sonhando com a sua libertação.
Invadindo fronteiras de pé ou de caminhão,
Para um país que lhe dê trabalho e habitação.
Por que o negro sofre tanto?
Parece não ter uma correta explicação.
Desde o preconceito até a abolição,
No Brasil, ainda segue o fantasma da escravidão.
É o negro e o pobre que morrem,
Embora a política social tenha avançado.
É o negro que sofre desempregado
Cerregando na pele o chicote do passado.
Vivemos tempo difíceis pois, a criatura humana pede a cura para tanta maldade.
Ao fim do tempo que nos possibilita ainda caminhar tornamos escravos dos prazeres adquiridos por ingenuidade, cobiça e ego.
O ego constituído de névoa. Esse terrível personagem que nos enclausura dia pós dia.
Precisamos voltar a amar, ir em busca dessa fonte inesgotável de amor que nos direciona ao caminho do bem, paz e luz chamado, Jesus.
Um homem inigualável que ao largo dos anos direciona a humanidade apenas amando, mostrando ao homem que existe uma cura para a alma que geme. Deus é amor, e precisamos mergulhar para dento de nós para encontrar o caminho que nos leve para casa.