Diversos correntistas da Caixa Econômica Federal estão relatando sumiço de dinheiro de suas contas, nesta sexta-feira, 18. As reclamações foram feitas nas redes sociais, principalmente via Twitter. Segundo o banco, houve falha em alguns processamentos de transferências, porém o problema já foi resolvido.
Os correntistas dizem que os problemas são relacionados a dinheiro recebido via TED (Transferência Eletrônica Disponível). “Três transferências TED que foram creditadas na minha conta corrente ontem, e hoje simplesmente sumiram”, relata um dos clientes. Em outro caso, uma cliente disse: “Ontem eu recebi o salário pela Caixa e hoje o meu dinheiro não está mais na conta”.
Procurada pela revista Veja, a Caixa disse que não houve sumiço de dinheiro nas contas, mas sim alguns atrasos no processamento dos créditos e que o dinheiro entrará na conta dos clientes normalmente. “Alguns créditos em conta via TED foram processados com atraso, e já estão regularizados, sem prejuízo aos clientes”.
O cantor sertanejo José Marciano morreu aos 67 anos
O cantor sertanejo José Marciano morreu na madrugada desta sexta-feira (18), aos 67 anos. Ele foi vítima de um infarto e não resistiu. Ele morreu dormindo em casa, em São Caetano (SP), por volta das 2h da manhã. Aparentemente, o cantor não demonstrava nenhum problema grave de saúde. A informação foi confirmado ao UOL pela ex-assessora e amiga da família Mayla Tauany.
A equipe do cantor confirmou a morte em um comunicado postado no Instagram. “Perde-se um grande músico, compositor, marido e amigo, que fez história e marcou a música sertaneja brasileira”, diz o texto.
Chamado de “O Inimitável”, ele ficou famoso por dar voz a canções como “Fio de Cabelo”, “Crises de Amor”, “Paredes Azuis”, “Menina Escuta Meu Conselho”. Desde os 16 anos ele fez parceria com João Mineiro e já na década de 1970 começou a se destacar no cenário sertanejo.
Em entrevista ao UOL, em 2016, Marciano relembrou o início da carreira. “Tudo era muito difícil para gente. Até o nosso sertanejo começar a se consolidar, no fim dos anos 1970, início dos 1980, só o circo nos dava espaço. É um tributo nosso a eles. O circo é nossa raiz”, contou.
Após a morte de João Mineiro em 2012, Marciano formou dupla em 2016 com Milionário, que também já havia perdido o companheiro de dupla José Rico, em 2015. Juntos, Milionário & Marciano saíram em turnê pelo Brasil com o projeto “Lendas”, empresariado por Sorocaba, da dupla Fernando & Sorocaba. “Nos juntamos para provar para o Brasil inteiro que nunca é tarde para se começar uma nova história.
Por enquanto está dando certo”, disse Marciano em 2016 sobre a formação da nova dupla, em entrevista ao “The Noite”. Ainda não há informações sobre o velório e o enterro. Marciano deixa a mulher Alexandra, a filha Marciane e o filho Fabiano.
O filho do cantor, Fabiano Martins, que não mantinha uma boa relação com o pai, postou no Instagram uma nota lamentando a morte. ” Morre um dos maiores cantores sertanejo desse país. E é com uma imensa tristeza que informo aos meus amigos que meu Pai sofreu um infarto fulminante nessa madrugada e foi morar com Deus. João Mineiro e Marciano ficará eternizado em nossos corações”, escreveu.
Para o general Augusto Heleno, “Queiroz tem que dar explicação mais consistente”. Bolsonaro, que afirmou ter emprestado R$ 40 mil para ele, acrescentou: “Queiroz fazia rolo” (com carros?). Nove funcionários do gabinete de Flávio Bolsonaro transferiam dinheiro para a conta do Queiroz no dia dos pagamentos na Assembleia Legislativa do Rio. O dinheiro passou pela conta do Queiroz, conforme prova o Coaf. Moro salientou que o fato deve ser apurado. Mourão citou o “apurundaso” dos costumes do Exército: “apurar e punir se for o caso”.
O lenga-lenga do caso Fabrício Queiroz, leia-se, a demora para que tudo seja passado a limpo, tal como exige a sociedade civil, nos recorda Millôr Fernandes que dizia que “O Brasil tem [ainda] um enorme passado pela frente”.
Um desses passados consiste precisamente em não fazer valer a lei que manda investigar e, quando o caso, punir todos, todos (“erga omnes”), pouco importando se é nobre ou plebeu. Nós temos que romper a impunidade garantida pela velha ordem (colonial, patriarcal, escravagista, patrimonialista).
Enquanto os “rolos” do Queiroz não forem explicados, fica no ar a sensação de mais um “esquema rachid”, que ocorre quando alguns políticos ficam com parte dos salários dos seus funcionários.
O velho “esquema rachid” faz parte das máfias patrimonialistas dos donos do poder, que se caracterizam pela apropriação ou uso do dinheiro ou do poder do Estado para o enriquecimento particular. Confusão entre o público e o privado.
O caso Queiroz se tornou público a partir do Coaf, que tem direito de monitorar as contas bancárias do país sem autorização judicial. Os bancos automaticamente passam para ele as informações. Está na lei. Falar em autorização judicial nesse caso é um equívoco. Continue lendo
Aumento da aposentadoria foi calculado com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor
Published 3 horas ago on 17 de janeiro de 2019 By Luiz Silva
Aposentados que recebem acima do salário mínimo terão o valor reajustado em 3,4%. O aumento está em portaria publicada pelo Ministério da Economia nesta quarta-feira (16). Com a medida, o teto dos benefícios previdenciários em 2019 passa de R$ 5.645,80 para R$ 5.839,45.
O reajuste foi calculado com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, que foi divulgada na semana passada. Para aqueles que passaram a receber a aposentadoria em 2018, o percentual de reajuste será concedido de acordo com as datas de início de concessão do benefício.
Confira
até janeiro de 2018 – 3,43
fevereiro de 2018 – 3,20
março de 2018 – 3,01
abril de 2018 – 2,94
maio de 2018 – 2,72
junho de 2018 – 2,28
julho de 2018 – 0,84
agosto de 2018 – 0,59
setembro de 2018 – 0,59
outubro de 2018 – 0,29
novembro de 2018 – 0,00
dezembro de 2018 – 0,14
Já para quem tem benefícios vinculados ao mínimo, o valor do reajuste acompanha o reajuste do salário, que passou de R$ 954 para R$ 998.
A irisina, hormônio produzido pelos músculos quando praticamos exercícios, protege o cérebro, afirmam pesquisadores da UFRJ
A irisina, hormônio produzido pelos músculos quando praticamos exercícios, protege o cérebro, afirmam pesquisadores da UFRJ
Um estudo liderado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), durante sete anos, aponta que o exercício físico pode ser a chave para prevenir e potencialmente tratar o Alzheimer.
A doença é uma das que mais avança no mundo à medida que a população envelhece e, o pior, ainda não tem cura. De acordo com a pesquisa, a irisina, que é um hormônio produzido pelos músculos quando praticamos exercícios, protege o cérebro e restaura a memória afetada pela doença.
O bioquímico da UFRJ, Sérgio Ferreira, conta que esse estudo, divulgado nesta semana pela revista Nature Medicine, teve duas etapas. Na primeira, foi verificado que o músculo produz a irisina e quando ela cai na circulação, ela vai para diferentes órgãos, inclusive o cérebro. Além disso, ela também pode ser produzida no cérebro.
Segundo ele, com isto, foi possível descobrir que os níveis de irisina estão bastante diminuídos no cérebro de pacientes com Alzheimer.
“Se você compara o idoso normal com o idoso doente, que tem a doença de Alzheimer, o paciente Alzheimer tem níveis muito mais baixos de irisina no cérebro. E nós vimos a mesma coisa, porque nós estudamos um camundongo geneticamente modificado, que nós temos aqui no laboratório e que é um modelo para doença de Alzheimer. Então, alterados geneticamente, eles desenvolvem uma coisa muito parecida com a doença de Alzheimer.”
Sérgio Ferreira conta que estes camundongos desenvolvem perda de memória, perda da capacidade de aprendizado e alterações no cérebro, ou seja, reações bem parecidas com que os pacientes humanos tem.
Já o segundo passo da pesquisa foi verificar se esta irisina tinha algum papel na memória. A descoberta foi que se for reduzido a quantidade de irisina no cérebro do camundongo, a memória deles piora muito. O mais interessante é que se você pega um camundongo que tem sintomas parecidos com que tem Alzheimer e aumenta os níveis de irisina, a memória deste animal se recupera.
Como a irisina é liberada pelo músculo na atividade física, então o passo seguinte foi justamente pensar no exercício físico como uma forma de aumentar a irisina produzida pelo organismo. Foi então que eles exercitaram os camundongos por cinco semanas e viram que eles recuperaram a memória de forma total.
A cuidadora Joseneide Diniz Rocha, de 60 anos, mora em Recife e cuida da Lourdes Soares, de 80 anos, que tem a doença, há quatro anos. Segundo ela, a tarefa de cuidar é árdua e de grande responsabilidade.
“Quando eu comecei a cuidar dela, ela ainda fazia tudo sozinha, mas com a minha orientação. Aos poucos ela foi recaindo, ficando mais esquecida. Você tem que ter carinho, dedicação, você tem que ter paciência e gostar; porque se você não gostar, não adianta! Ela é para mim como se fosse da família. Eu cuido dela como se estivesse cuidando da minha mãe.”
Para se ter uma ideia, o mal de Alzheimer atinge 33% da população com mais de 85 anos de idade. Segundo o Ministério da Saúde, aqui no Brasil, estima-se que haja mais de 1 milhão de pessoas com a doença.
O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha regulamentou o pagamento do auxílio-moradia aos juízes federais, reforçando as restrições estabelecidas em dezembro pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A resolução foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira, 15.
Em sua última sessão do ano passado, o CNJ aprovou por unanimidade, numa votação de poucos segundos, uma nova resolução para o pagamento de auxílio-moradia aos magistrados brasileiros, no valor máximo de 4.377,73 reais. A resolução, publicada em 18 de dezembro, prevê ao menos cinco critérios que devem ser atendidos para que o magistrado, seja no âmbito federal ou estadual, possa ter direito ao auxílio-moradia.
Segundo estimativa preliminar do CNJ, aproximadamente 180 juízes estariam incluídos em tais critérios, cerca de 1% da magistratura.
O ministro, que também preside o Conselho Nacional de Justiça Federal, já havia publicado na semana passada uma resolução que regulamentava o pagamento do benefício a ministros do STJ, desta vez com a previsão de que o magistrado somente poderá receber o auxílio se não tiver imóvel próprio ou funcional no Distrito Federal, onde fica a sede do tribunal.
Após a publicação da resolução pelo CNJ, ficou a cargo de todos os órgãos subordinados da Justiça regulamentarem o pagamento do benefício dentro dos moldes estabelecidos pelo conselho.
Índice de inadimplência cresceu 4,41% em comparação com 2017
O Brasil encerrou o ano de 2018 com 62 milhões e 600 mil pessoas com o CPF negativado. O número representa um aumento de 4,41% na comparação com o ano anterior. É o que mostra o Indicador de Inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).
Outro dado que chama a atenção é que a taxa de inadimplência apresentou o crescimento mais elevado desde 2012, quando o crescimento observado foi de 6,8%.
Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, mesmo com a lenta recuperação econômica em curso, as famílias ainda enfrentam dificuldades para honrar seus compromissos.
“Apesar de a economia ter começado a se recuperar no ano passado, a recuperação ainda é lenta e não atingiu o mercado de trabalho. Isso faz com que os consumidores continuem com o orçamento apertado e, portanto, continuam com dificuldades de pagar as dívidas.”
Segundo ela, a expectativa é que, em 2019, o cenário melhore. O consumidor deve ficar atento, no entanto, com gastos no cartão de crédito e cheque especial, modalidades que têm juros mais altos.
“A gente deve ver uma melhora principalmente puxada pelo mercado de trabalho. Quando o mercado de trabalho ficar um pouco mais forte, ou seja, quando vier, de fato, uma criação efetiva de vagas com aumento da renda do trabalhador, aí sim a inadimplência deve começar a cair. Não adianta só a gente ter crescimento ao longo deste ano de 2019, se o brasileiro continuar pegando crédito via cartão de crédito, cheque especial, que são formas muito ruins de se endividar, e que, quando o consumidor atrasa, acabam gerando uma bola de neve que fica muito difícil de ser paga.”
De acordo com a pesquisa, o Brasil tem quase 18 milhões de inadimplentes entre 30 e 39 anos e é nesta fase da vida que se observa a maior frequência de negativados.
Além disso, o Sudeste é a região que apresenta maior crescimento da quantidade de inadimplentes. O Sul, o Nordeste e o Norte do país também apresentaram alta em 2018. A única exceção foi o Centro-Oeste, onde se observou queda de 1,79% no número de consumidores inadimplentes.
Antes, o procedimento era previsto somente quando o número de faltas ultrapassasse o limite em 50%
O presidente Jair Bolsonaro sancionou uma lei que determina que o Conselho Tutelar seja notificado imediatamente no caso de faltas escolares de alunos dos ensinos fundamental ou médio que ultrapassarem em 30% o percentual permitido pela legislação em vigor.
Segundo a presidente da Comissão de Educação, senadora Lúcia Vânia, a nova lei vai permitir que os alunos sejam acompanhados mais de perto, já que vai ocorrer uma maior interação entre as escolas e os Conselhos Tutelares.
“Isso vai propiciar que o aluno seja acompanhado. Eu não tenho dúvida que, principalmente nos lugares mais longínquos, essa parceria entre a escola e o Conselho Tutelar é fundamental para o acompanhamento do aluno.”
Segundo a diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais da FGV, Claudia Costin, para a plena execução da lei será preciso preparar os Conselhos Tutelares para esta tarefa.
“Existem alguns Conselhos Tutelares que tem atuado de uma forma muito até proativa. Mas, infelizmente, outros não. Então, é importante que os Conselhos Tutelares tenham uma estrutura, mas também uma responsabilidade em relação à aprendizagem de cada criança, porque afinal de contas, aprendizagem é direito da criança e é isso que vai ajudá-la a ser um profissional e um cidadão melhor no futuro, né?”
Lembrando que antes da lei ser sancionada pelo presidente Bolsonaro, o procedimento era previsto somente quando o número de faltas ultrapassasse o limite em 50%.
Os municípios campeões em produção agrícola individual no Brasil e em produção de frutas ficam no Nordeste; em 2015, o líder foi São Desidério, na Bahia, que teve crescimento de 23,3% e respondeu por 1,1% do valor da produção nacional, com R$ 2,8 bilhões; o algodão é o principal item, responsável por 52,9% do valor produzido; em seguida, vem a soja, com 39,6% – o município é o quarto maior produtor do grão no país; na região do oeste da Bahia, outros municípios têm destaque na produção: Formoso do Rio Preto, oitavo no ranking nacional, Barreiras (17º), Luís Eduardo Magalhães (20º), Correntina (26º) e Riachão das Neves (42º)
Os municípios campeões em produção agrícola individual no Brasil e em produção de frutas ficam no Nordeste. Em 2015, o líder foi São Desidério, na Bahia, que teve crescimento de 23,3% e respondeu por 1,1% do valor da produção nacional, com R$ 2,8 bilhões. O algodão é o principal item, responsável por 52,9% do valor produzido. Em seguida, vem a soja, com 39,6% – o município é o quarto maior produtor do grão no país.
Segundo a pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM) – Culturas temporárias e permanentes, divulgada hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na região do oeste da Bahia, outros municípios têm destaque na produção: Formoso do Rio Preto, oitavo no ranking nacional, Barreiras (17º), Luís Eduardo Magalhães (20º), Correntina (26º) e Riachão das Neves (42º). Continue lendo
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, suspendeu nesta sexta-feira (11) decisões judiciais que autorizavam prefeituras a pagar advogados com dinheiro do Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino Fundamental (Fundef).
Ao suspender as decisões, Toffoli atendeu a um pedido apresentado em 15 de dezembro pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
A chefe do Ministério Público argumentou que os municípios não podem usar recursos destinados à educação para pagar honorários advocatícios. O valor, diz a PGR, chega a R$ 90 bilhões.
Ao analisar o pedido, Toffoli entendeu que o Supremo já reconheceu que o dinheiro do fundo é “exclusivamente ao uso em educação pública e a nenhum outro fim”. Para ele, há “chapada inconstitucionalidade” no uso dos recursos para pagar advogados.
“Trata-se de situação de chapada inconstitucionalidade, potencialmente lesiva à educação pública em inúmeros municípios, carentes de recursos para implementar políticas nessa área e que pode redundar em prejuízos irreparáveis à educação de milhares de crianças e adolescentes por este país afora, em situação – repita-se – virtualmente irreversível”, escreveu.
O presidente do Supremo considerou que o país é prejudicado com educação de baixa qualidade, o que retarda o desenvolvimento do Brasil.
Toffoli apontou, ainda, que as ações sobre o tema representam um fato que “não pode ser negligenciado”, pois pode alcançar “cifra que não se mostra nada desprezível”.
O ministro frisou que o pagamento às prefeituras é constitucional por ser determinado em razão de erros no cálculo. A ilegalidade está no fato de as prefeituras utilizarem os recursos para pagar honorários.
Entenda o caso
Segundo Raquel Dodge, prefeituras passaram a acionar a Justiça exigindo uma fatia maior do Fundef em razão de erros no cálculo.
A partir do reconhecimento pelo juiz de que a cidade tinha direito a receber mais recursos, era gerado o precatório – ordem judicial para o poder público incluir no orçamento o valor necessário para o pagamento da dívida.
Com aval da Justiça, muitos municípios, então, passaram a usar parte do precatório referente ao Fundef para pagar os advogados que haviam atuado no caso.
O ministério Público diz ter identificado casos de escritórios contratados sem licitação.
Para Raquel Dodge, houve “grave lesão à ordem e à economia públicas”.