Pararada para tomar o delicioso café ofertado pelo casal Tony de Beca e Dinalva
A comunidade de Olho d’Água realizou, neste sábado, 28 de março de 2026, mais um mutirão em prol das obras da Capela Senhor dos Passos.
Desta vez, os trabalhos se concentraram na preparação do salãozinho, que em breve receberá piso cerâmico, além da conclusão da colocação do arame em toda a extensão da cerca que protege o estacionamento da igreja.
As atividades tiveram início às 7h30 da manhã e se estenderam até às 12h30. Durante a manhã, por volta das 9h30, houve uma pausa para um delicioso café, acompanhado de bolo, chimango e xiringa, gentilmente ofertados pelo casal Tony e Dinalva.
O mutirão contou com a participação ativa de diversos irmãos e irmãs da comunidade, que mais uma vez demonstraram união, dedicação e espírito de serviço.
Participaram deste mutirão os irmãos e irmãs: Clóvis, Omero, João Pedro, Santino, Oclides, Hélio Carlos, Davino, José de Juvenal, Dinalva e Tony de Beca, Neuza de Cláudio e Filó.
Ao final, o coordenador comunitário, professor Hélio Carlos, agradeceu a presença e o empenho de todos. Em suas palavras, destacou que é graças à contribuição voluntária de cada um que as obras iniciadas no final do ano passado estão sendo concluídas agora. “Que o Senhor dos Passos dê a todos a recompensa. Amém”, finalizou Hélio.
Sandra Lima Alves de 54 anos – Foto: Reprodução/G1
Uma agricultora de 54 anos foi morta com golpes de faca na quarta-feira (25), em Conceição do Jacuípe, no interior da Bahia. As informações são do G1. O caso ocorreu por volta das 15h, no loteamento João Paulo II. O companheiro da vítima foi preso em flagrante suspeito de cometer o crime.
A mulher foi identificada como Sandra Lima Alves. Segundo as investigações iniciais, o homem agiu por ciúmes e desconfianças sobre um suposto envolvimento extraconjugal da vítima. Durante uma discussão, ele atacou Sandra, que ficou gravemente ferida.
Uma das filhas do casal tentou separar a briga, mas também foi atingida pelos golpes. Ela foi encaminhada para uma unidade de saúde e já recebeu alta.
Sandra também chegou a ser socorrida e levada para o Hospital Antônio Carlos Magalhães, em Conceição do Jacuípe, mas não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Militar foi acionada por meio do Centro Integrado de Comunicações (Cicom) e, ao chegar ao local, encontrou o suspeito contido por moradores da região.
Conforme apurou a TV Subaé, Sandra tinha duas filhas e morava na cidade. Nas redes sociais, ela costumava publicar registros de viagens.
O homem foi encaminhado para a Delegacia Territorial (DT) de Conceição do Jacuípe, onde foi autuado em flagrante pelo crime de feminicídio. Ele segue à disposição da Justiça. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento de Sandra.
A Bahia teve em março, na nova etapa de expansão do programa Gás do Povo, do Governo do Brasil, um total de 1.215.423 novas famílias contempladas, fruto de um investimento federal de mais de R$ 129,3 milhões.
O programa, voltado ao público de baixa renda, assegura a recarga gratuita do botijão de 13 quilos direto nas revendas credenciadas, de forma simples, digital e segura. Em março, o Gás do Povo alcançou aproximadamente 15 milhões de famílias em todo o país.
Pelas regras do programa, famílias com duas ou três pessoas podem receber até quatro recargas por ano, ou seja, um vale a cada três meses. Já as famílias com quatro ou mais pessoas podem receber até seis recargas por ano, o equivalente a um vale a cada dois meses.
Das mais de 1,2 milhão de famílias baianas beneficiadas em março, 204,1 mil receberam vales de dois meses, e 1 milhão receberam vales de três meses. Na Bahia, 1,1 milhão de famílias atendidas este mês têm mulheres como responsáveis familiares, o que equivale a 92% do total de famílias que receberam o benefício.
A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (27), a Operação Rapina, com o objetivo de combater crimes relacionados à exploração sexual de crianças e adolescentes na internet, especialmente a produção, o armazenamento e o compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil.
Na ação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, sendo um nas cidades de Ibipitanga e Barreiras, além do cumprimento de dois mandados de prisão em aberto em desfavor do investigado, expedidos pelo Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas e pelo Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, em razão de condenações por crimes de estupro de vulnerável e por armazenamento e compartilhamento de imagens de abuso sexual infantojuvenil.
A diligência foi impulsionada a partir de relatórios encaminhados por organismo internacional de proteção à infância, os quais indicaram a atuação reiterada de usuário brasileiro em redes sociais na prática de crimes envolvendo múltiplas vítimas menores de idade. As apurações demonstraram que o investigado utilizava diversos perfis falsos para se aproximar de crianças e de adolescentes, muitas vezes se passando por outras pessoas, inclusive menores do sexo feminino, com o objetivo de obter imagens íntimas das vítimas.
Após estabelecer contato, o investigado induzia as vítimas ao envio de conteúdo de cunho sexual e, posteriormente, passava a chantageá-las, ameaçando divulgar o material para familiares, para amigos ou em perfis públicos, caso não recebesse novas imagens ou vídeos. Em diversos casos, o investigado efetivamente divulgava o material obtido, ampliando o dano às vítimas e potencializando a circulação do conteúdo ilícito
O investigado possui dois mandados de prisão em aberto cumpridos na presente operação, além de condenação a 11 anos de reclusão, em regime fechado, pelo crime de estupro, e condenação a 3 anos de reclusão por crime previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente e responde a outras ações penais relacionadas à divulgação de imagens íntimas de adolescentes, evidenciando reiteração delitiva.
Até o momento, foram identificadas ao menos 12 vítimas, todas menores de idade à época dos fatos, havendo indícios de que o número real de vítimas seja superior.
O investigado poderá responder pelos crimes de estupro de vulnerável, de produção, de armazenamento e de compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil, bem como aliciamento de crianças e adolescentes. As medidas de busca e apreensão têm por finalidade a coleta de dispositivos eletrônicos e demais elementos de prova, visando aprofundar as investigações, identificar outras vítimas e eventuais novos fatos delituosos.
O prefeito de Brumado, Fabrício Abrantes, participou nesta sexta-feira (27), em Salvador, de um importante ato institucional ao lado do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, onde foi anunciado um amplo pacote de investimentos para diversos municípios do estado. Durante a agenda, Brumado foi contemplada com uma série de obras e ações estruturantes, resultado direto da articulação da gestão municipal.
Entre os investimentos assegurados para o município estão a construção de uma nova unidade de creche, a implantação de uma quadra poliesportiva e a modernização da iluminação do Estádio Municipal Gilberto Cardoso, que passará a contar com sistema em LED. Também foi confirmada a pavimentação da Avenida Agnelo, importante via que liga a cidade até a região do conjunto penal, ampliando a mobilidade urbana.
Na área social, o município foi incluído no programa Bahia Sem Fome, com a assinatura de convênio para implantação de cozinhas sociais, fortalecendo o atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade. Já na saúde, foi autorizada a abertura de processo licitatório para a reforma e ampliação da unidade de coleta e transfusão de sangue do Hemoba em Brumado.
De acordo com o prefeito Fabrício Abrantes, o volume de investimentos representa um marco histórico para o município. “Estamos garantindo um dos maiores pacotes de obras da história de Brumado. São investimentos que chegam para transformar a realidade da nossa população, com mais estrutura, mais qualidade de vida e mais oportunidades”, destacou.
A agenda reforça o alinhamento entre o município e o Governo do Estado, consolidando parcerias que têm refletido diretamente no avanço de obras e projetos em diversas áreas estratégicas.
Ministro convocou a população para se imunizar contra a gripe
Agência BrasilO ministro da Saúde, Alexandre Padilha – Foto: CanalGov/Reprodução
O Ministério da Saúde promove, neste sábado (28), o Dia D de vacinação contra a gripe em todo o país. Em pronunciamento, na noite desta sexta (27), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que a campanha tem o objetivo de imunizar crianças, idosos e gestantes.
Padilha contextualizou que a campanha leva em conta o período do ano e as variações climáticas.
“Vamos vacinar antes de o inverno chegar, que é quando a gripe circula com mais força”. A vacina reduz em até 60% o risco de internação. É a vacina que pode prevenir totalmente ou transformar um vírus grave em uma forma leve da doença”, disse.
No pronunciamento, Padilha garantiu que o Brasil está voltando a ser um campeão mundial em vacinação. “Não negue ao seu filho um direito que nossos pais não nos negaram. Vacinar é também um ato de amor à sua família”, disse.
Em relação à cultura da vacinação, Padilha lamentou que o Brasil esteve ameaçado pela volta da paralisia infantil que havia sido erradicada no passado em função da redução da imunização.
“Em três anos, o governo do Brasil reverteu a queda na vacinação. Juntos, aumentamos o número de crianças vacinadas em todas as 16 vacinas do calendário infantil”.
Oferta de vacinas
Ao mesmo tempo que convocou para o Dia D, o ministro lembrou que a população pode tomar de graça vacinas que eram muito caras na rede privada, como a do VSR, que protege gestantes e bebês da bronquiolite e pneumonia e a ACWY, contra a meningite.
Ainda no pronunciamento, o ministro destacou que o governo realizou o maior mutirão de exames e cirurgias da história do SUS, na área da saúde da mulher. Segundo ele, são mais de 230 mil mulheres atendidas.
“As mulheres são maioria da população, as que mais usam o SUS e a maioria dos profissionais de saúde”.
O segundo recuo do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, em menos de uma semana, da ameaça de atacar a indústria de energia do Irã expõe as limitações de Washington para escalar a guerra em meio aos efeitos econômicos provocados pelo fechamento do Estreito de Ormuz e pelos ataques à infraestrutura energética das petro-monarquias do Golfo Pérsico.
O segundo recuo de Trump é acompanhado da manutenção do preço do barril de petróleo em torno dos US$ 110 dólares, com as ações de Wall Street nos valores mínimos dos últimos seis meses, além da queda dos mercados de títulos da zona do euro e do Tesouro dos EUA.
O professor de economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Pedro Paulo Zaluth Bastos, avalia que Trump faz ameaças vazias para “ver se cola”. Como não tem efeito, ele recua porque sabe que, se destruir a capacidade de petróleo iraniana, haverá retaliações no Golfo Pérsico.
“Nesse caso, teremos a possibilidade de o petróleo bater recorde e passar de US$ 150, eventualmente chegar a US$ 200. Isso é muito e destrói inteiramente a popularidade de Trump nos EUA, particularmente entre os independentes, mas mesmo de parte dos afiliados ao partido Republicano”, comentou à Agência Brasil.
O professor Pedro Paulo acrescenta que, quanto mais danos a guerra causar à infraestrutura energética da região, maior será o prejuízo econômico no mundo e nos EUA.
“Provocaria uma queda ainda maior do volume de petróleo que chega ao mercado internacional. Uma coisa é religar [um sistema paralisado], mantida a capacidade produtiva, outra é reparar a capacidade produtiva destruída, cuja restauração levaria muito mais tempo”, disse.
Efeitos catastróficos
O analista geopolítico Marco Fernandes, membro do Conselho Popular do Brics, pondera que os efeitos econômicos serão “catastróficos” se a guerra se prolongar ou se aumentar a destruição da infraestrutura dos países da região.
“Há analistas econômicos dizendo que podemos ter um efeito que seria a somatória da covid com a guerra da Ucrânia nos primeiros meses. Outras avaliam que, se essa guerra se prolonga por alguns meses, pode vir a ser algo comparável à crise de 2008. Não acho que são estimativas irrealistas”, comentou.
Presidente dos EUA Donald Trump 11/3/2026 REUTERS/Kevin Lamarque – REUTERS/Kevin Lamarque
Por outro lado, o também analista geopolítico do Brasil de Fato ponderou que o recuo de Trump pode ser para ganhar tempo para uma invasão por terra do Irã, o que também levaria a um endurecimento das respostas iranianas, aprofundando a crise econômica que Trump busca contornar.
“Se os yemenitas [aliados do Irã] fecham o estreito Bab al-Mandeb [no Mar Vermelho], aí nós vamos ter, de fato, um colapso generalizado do mercado de energia no mundo”, completou Marco Fernandes.
Fertilizantes e Chips
O economista lembra que o gás do Oriente Médio é fundamental para os fertilizantes, usados na produção de alimentos, e para produção de chips e semicondutores e outras peças eletrônicas, em especial, das fábricas de Taiwan. Os semicondutores estão em todos os tipos de aparelhos, como carros e celulares.
“Isso pode ser gravíssimo. Algo entre 60% a 70% da produção global de chips vem de Taiwan. E a TSMC [Taiwan Semiconductor Manufacturing Company], que é a grande empresa global de produção de chips, não tem estoques de gás hélio por muitos mais dias”, avalia.
“Essa guerra também, quanto mais tempo ela continuar, maiores as chances de Israel e dos outros ativos estadunidenses na região ficarem sem nenhuma defesa contra os mísseis iranianos. Então de fato é um cenário, eu diria, que se configura ou se… Se vislumbra uma catástrofe tanto para Estados Unidos quanto para Israel na região”, completa.
Marco acrescenta que, mesmo sendo o maior produtor de petróleo do mundo, as empresas dos EUA operam com o preço do mercado global, sem preocupação de amortecer o valor dos combustíveis na bomba para o público interno.
“Por, justamente, se tratar de um sistema capitalista selvagem, as empresas produtoras de petróleo não vão vender mais barato internamente, elas vão cobrar o preço mundial. Os EUA tendem a sofrer mais aumento do preço dos combustíveis. Isso é péssimo para o Trump eleitoralmente porque isso vai aumentar a inflação no país”, analisou.
Mapa Estreito de Ormuz – Arte/EBC
Risco político
Em novembro, há eleições legislativas no país e Trump corre o risco de perder a pequena maioria que tem no Congresso. O professor da Unicamp Pedro Paulo Zaluth Bastos lembrou que o presidente dos EUA vem perdendo popularidade devido a inflação provocada pelas tarifas que ele impôs às importações do país.
“O Irã sabe que, agora que encontrou um ponto de estrangulamento fundamental para a economia mundial, só vai querer sair da guerra se tiver condições favoráveis. E é relativamente barato fechar o Estreito de Ormuz e cobrar concessões maiores, como já estão fazendo”, comentou.