O prefeito de Sítio do Mato, no oeste da Bahia, Alfredo de Oliveira Magalhães Júnior (União Brasil)
O prefeito de Sítio do Mato, no oeste da Bahia, Alfredo de Oliveira Magalhães Júnior (União Brasil), o Alfredinho, precisou ser submetido a um procedimento cardíaco de emergência após passar mal na quarta-feira (18).
Ele foi transferido com urgência para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde realizou um cateterismo e recebeu dois stents para desobstrução das artérias. A cirurgia foi considerada bem-sucedida e, segundo o próprio Alfredinho, ele segue em recuperação, sob monitoramento da equipe médica.
A informação foi divulgada por meio de uma postagem nas redes sociais do gestor, na noite do mesmo dia. “Graças a Deus, deu tudo certo e estou me recuperando com muita fé e tranquilidade”, escreveu o prefeito. Ele também agradeceu pelas mensagens de apoio que tem recebido desde a internação.
O público que aguardava pela apresentação da banda Magníficos na madrugada desta sexta-feira (20), durante os festejos do São João do Gurutuba, em Guanambi, saiu frustrado. O grupo, uma das atrações mais esperadas da noite, não apareceu no palco e nem apresentou justificativa formal à organização do evento.
Segundo o apresentador oficial da festa, o radialista Clóvis Júnior, a ausência da banda gerou tensão e incerteza durante toda a madrugada. De acordo com ele, a produção tentou insistentemente contato com os responsáveis pelo grupo, que alegavam ainda estar “na estrada”.
No entanto, com o passar das horas, nenhuma previsão concreta foi apresentada. Sem retorno até às 4h da manhã, a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo de Guanambi foi obrigada a antecipar a próxima atração da grade para não deixar o palco principal vazio e evitar a dispersão do público que lotava a praça.
A Prefeitura de Guanambi informou que vai acionar judicialmente a banda Magníficos para reaver os valores pagos pelo show não realizado. De acordo com a gestão municipal, houve descumprimento de cláusulas contratuais, uma vez que a banda não se apresentou conforme acordado.
Uma operação da Polícia Civil (PC) apreendeu 2,5 milhões de fogos de artifício clandestinos na Bahia. Segundo a corporação, o montante é o maior já registrado no estado em 10 anos, desde que a fiscalização começou. Realizada nos dias 12, 13, 17 e 18 de junho, a ação aconteceu em Salvador, em municípios da região metropolitana e em cidades como Cruz das Almas, Santo Antônio de Jesus, Sapeaçu, Serrinha e Feira de Santana.
Além de 58 estabelecimentos comerciais e pontos fiscalizados, as equipes ainda estiveram em um ponto de produção ilegal de fogos em Alagoinhas, onde cinco trabalhadores foram resgatados em condições semelhantes à escravidão. Ao todo, foram instaurados quatro inquéritos para apurar os casos. Os materiais apreendidos serão destruídos.
Ministrada pela Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC), a “Operação Em Chamas” contou com o apoio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor Bahia (Procon-BA), Conselho de Defesa do Consumidor de Salvador e Lauro de Freitas (Codecon), Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBM-BA), Exército Brasileiro, Conselho Regional de Química (CRQ) e Departamento de Polícia Técnica (DPT) “O resultado dessa operação é fruto de um trabalho estratégico, planejado e integrado. A retirada desse volume expressivo de produtos irregulares do mercado representa a preservação de vidas e a redução significativa dos riscos de acidentes. Seguimos firmes no enfrentamento ao comércio clandestino de produtos controlados, sempre priorizando a segurança e a saúde da população”, destacou o delegado Arthur Gallas, responsável pela CFPC.
Bispo de Santa Catarina encaminhou queixa à Congregação para a Doutrina da Fé, no Vaticano
O que começou como uma discussão sobre o preço de um pote de doce de leite ganhou repercussão nacional — e agora, internacional. O padre Fábio de Melo foi oficialmente denunciado ao Vaticano por conta do comportamento dele em um episódio ocorrido em uma loja da cafeteria Havanna, em Joinville (SC), no início de junho.
O caso viralizou nas redes sociais após o padre postar um vídeo relatando a experiência de consumo. Na gravação, ele afirma ter se sentido desrespeitado pelo gerente da loja ao questionar uma divergência de preços entre a etiqueta da prateleira e o valor cobrado no caixa. Fábio de Melo também mencionou o Código de Defesa do Consumidor, que garante ao cliente o direito de pagar o menor preço anunciado.
Pouco depois da postagem, o gerente envolvido na situação, Jair José Aguiar da Rosa, foi demitido. O desdobramento provocou reações imediatas nas redes sociais, dividindo opiniões. Enquanto muitos apoiaram o posicionamento do padre, outros o acusaram de ter utilizado a influência dele para prejudicar um trabalhador. Jair José se tornou alvo de ataques na internet e ingressou com uma ação judicial contra o padre, alegando danos morais.
A polêmica ganhou novos contornos nos últimos dias. Segundo fontes do jornalista Ricardo Feltrin, um bispo de Santa Catarina protocolou uma denúncia contra Fábio de Melo na Congregação para a Doutrina da Fé, órgão do Vaticano responsável por zelar pelos valores e a conduta doutrinária da Igreja Católica. O comportamento do sacerdote teria sido considerado “incompatível com as atitudes esperadas de um líder cristão”.
Embora não haja, até o momento, consequências canônicas ou disciplinares decorrentes da denúncia, o caso agora consta nos registros da Santa Sé. Segundo o jornalista, a denúncia é vista como uma mancha na trajetória pública e religiosa do padre.
Nas redes sociais, Fábio de Melo se manifestou. Disse que foi tratado de forma “deselegante” pelo gerente e que nunca teve a intenção de prejudicar ninguém. Também afirmou estar sendo vítima de ataques desproporcionais e falou em “ódio virtual”. “Estou a um passo de desistir”, escreveu, num desabafo em tom pessoal, referindo-se ao ambiente tóxico das redes.
A cidade de Condeúba se prepara para viver mais uma edição inesquecível do seu tradicional São João, um dos eventos mais aguardados do calendário cultural da região! Com muita música, dança, comidas típicas e o calor humano do nosso povo, a festa promete emocionar moradores e visitantes.
Este ano, o São João de Condeúba conta com o importante apoio de convênios estaduais, reforçando o compromisso com a valorização da cultura nordestina e o fortalecimento das festas populares da Bahia.
Entre as atrações confirmadas, dois grandes nomes se destacam: 🌟 Naiara Azevedo, com todo seu carisma e hits que arrastam multidões, vai agitar o público com um show vibrante e cheio de emoção! 🌟 Allana Macedo, revelação do sertanejo, também sobe ao palco para encantar a todos com sua voz marcante e repertório envolvente.
Venha celebrar conosco esse momento especial! Traga sua família, seus amigos e sua alegria para vivermos juntos mais um São João de muita tradição, música boa e forró no coração!
📍Local: Praça do Forró – Condeúba – BA 📢 Realização: Prefeitura de Condeúba 🤝 Apoio: Governo do Estado da Bahia – Convênios Estaduais
São João de Condeúba 2025 – Aqui o forró é mais quente e a tradição mais viva do que nunca!
Lançamento do livro de Levon Nascimento, “Quando o chão e o céu se encontram”
Na noite de 18 de junho de 2025, a Biblioteca Pública Zenilde Mota Maia, em Taiobeiras (MG), foi palco de um encontro que uniu literatura, memória, espiritualidade e compromisso social. Entre 19h e 21h30, aconteceu o lançamento do livro “Quando o chão e o céu se encontram”, de Levon Nascimento, publicado pela 3i Editora, com expressiva participação de educadores, agentes políticos e culturais, jovens, estudantes, amigos e familiares do autor.
A escolha da data não foi por acaso: o evento celebrou os 10 anos da publicação da encíclica Laudato Si’, do Papa Francisco, um dos principais inspiradores da obra. O apoio cultural veio do coletivo Juntos Para Servir, que congrega os mandatos do Deputado Federal Padre João (PT/MG) e do Deputado Estadual Leleco Pimentel (PT/MG).
A cerimônia foi conduzida com leveza e emoção pela servidora da própria Biblioteca, Eliana Alves, que atuou como mestre de cerimônias. Diversas homenagens marcaram a noite, entre elas à memória de Anelza Rita de Miranda, bibliotecária que por décadas cuidou com zelo do espaço cultural que agora sediava o lançamento, e a Frei Jucundiano de Kok, primeiro pároco de Taiobeiras e personagem destacado nas páginas do livro. Também foram recordados o Papa Francisco e sua luta por uma Ecologia Integral, uma das linhas centrais da obra.
O autor, Levon Nascimento, trouxe ao público um discurso marcado pela emoção e pela denúncia social, reforçando o caráter engajado do livro, que transita entre memórias do sertão mineiro, crítica ao modelo econômico destrutivo e reflexões sobre espiritualidade libertadora.
Durante a cerimônia, convidados fizeram leituras de trechos da obra, apresentando ao público personagens como o próprio Frei Jucundiano, as educadoras Duca Queiroz e Célia Egídio, o escritor Milton Santiago, a declamadora Nair Freitas, o cronista Vlade Patrício, o ativista Uenio Thuary e o padre Júlio Lancellotti, além de reflexões sobre o meio ambiente, a crise climática, os desafios políticos contemporâneos e a resistência dos povos tradicionais do Norte de Minas, como os geraizeiros.
Com uma linguagem que entrelaça poesia, história, espiritualidade e análise social, Levon propõe em “Quando o chão e o céu se encontram” uma leitura comprometida com a vida, com os pobres e com o futuro da Casa Comum. A obra é um convite ao diálogo entre fé e política, entre o chão sertanejo e o céu das utopias possíveis.
Ao final do evento, o autor agradeceu aos presentes, aos apoiadores culturais e à equipe da Biblioteca Pública de Taiobeiras, além de reforçar o chamado à esperança, à resistência e ao cuidado com as pessoas e com o planeta.
Laudato Si’, meu Senhor! — como resumiu Levon, encerrando a noite com um agradecimento coletivo.
Na madrugada desta sexta-feira (20), policiais da 4ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) atenderam a uma ocorrência de violência doméstica na zona rural de Macaúbas, a cerca de 40 quilômetros da cidade.
No local, uma mulher foi encontrada com sinais de agressão, acompanhada de seus três filhos pequenos. Segundo informou a PM, a equipe realizou diligências na tentativa de localizar o agressor, que fugiu antes da chegada da viatura.
Enquanto isso, os policiais prestaram todo o suporte necessário à vítima, ajudando na retirada de seus pertences e garantindo o transporte da família até a casa de parentes, em local seguro.
Durante a ação, a soldado Záira se destacou pelo acolhimento sensível e respeitoso à mulher e às crianças, reforçando o papel humanizado da Polícia Militar da Bahia no enfrentamento à violência contra a mulher. A vítima recebeu orientações para registrar a ocorrência na Delegacia Territorial de Macaúbas.
Na Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida e São Cristóvão, em Brumado, um grupo de jovens confecciona o tradicional tapete para celebração de Corpus Christi nesta quinta-feira (19).
Wesley dos Santos, coordenador do grupo, destacou que o tapete é feito com pó de serra como um exercício de fé. “É uma grande obra de arte que agradecemos a Deus pelo dom que Ele nos deu. Esperamos embelezar cada vez mais a paróquia para que possamos fazer uma festa bonita do corpo e sangue de Jesus Cristo”, afirmou.
Na comunidade, o grupo produz os tapetes em toda esplanada da Igreja para manter viva a tradição católica. “É importante fazer com que a tradição permaneça e perdure para as próximas gerações”, completou.
No tapete são reproduzidas imagens de Nossa Senhora, São Cristóvão, outros santos católicos, o símbolo do ano jubilar da esperança, o símbolo de Jesus Eucarístico, o cálice, entre outros. Segundo Santos, são imagens que representam a fé e a devoção dos católicos apostólicos romanos. Na Paróquia Nossa Senhora da Conceição Aparecida e São Cristóvão, a missa solene teve início às 18h.
Um homem ficou soterrado após uma casa desabar, nesta quinta-feira (19), em Simões Filho. As informações são do G1. Ele foi resgatado e socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Não há detalhes sobre o estado de saúde do homem.
Segundo a equipe de reportagem da TV Bahia, o Corpo de Bombeiros foi acionado para a ocorrência e atuou no resgate, no Loteamento Jardim Renatão. Equipes da Polícia Militar e da Defesa Civil de Simões Filho também foram ao local e deram apoio.
Informações iniciais indicam que o homem estava em uma obra, sozinho dentro da sua residência, quando o imóvel desabou, por volta das 11h30. Além do Corpo de Bombeiros, moradores usaram pás e tentaram retirar o homem dos escombros.
Moradores relataram para a equipe de reportagem da TV Bahia que a área em que ocorreu o deslizamento de terra é considerada de risco e chuva forte atingiu a região nesta quinta-feira. As circunstâncias do soterramento serão investigadas.
O líder comunitário na Lagoa D’água do São Francisco, comunidade rural deBotuporã, Nivaldo de Souza Abelha lamentou a não realização da tradicional festa de São João no mês de junho. Em entrevista, Nivaldo destacou que o evento tem mais de 30 anos de tradição e o atual prefeito Edimilson Saraiva (PT) decidiu, de forma unilateral, mudar a data da festa junina para o mês de outubro.
Segundo o morador, o gestor sequer consultou a população acerca da decisão. “É uma festa de cultura, de tradição. Não achamos correto. O prefeito está acabando com a cultura local. A comunidade se revoltou com isso e o procurou para que ele revesse a medida”, relatou. Questionado sobre o assunto, o prefeito sempre negava e garantia que a festa seria realizada como sempre.
Só quando o credenciamento dos barraqueiros da cidade começou a ser feito para os festejos juninos é que os moradores da comunidade Lagoa d’Água perceberam que o evento não seria promovido em junho na região. Indignados, os moradores se reuniram e decidiram realizar a festa com recursos próprios. A atual gestão alega que em junho o Município possui muitos gastos e, por isso, a agenda de eventos teve de ser remanejada com a mudança da data do evento.
“Não houve consentimento da comunidade. Ele mudou para o mês de outubro e a gente entende como se fosse acabar com a festa. Em outubro, não tem quadrilha. Perdeu o sentido, não tem lógica”, criticou Abelha. O líder comunitário apontou que a administração, além de não promover a festa, ainda tem criado entraves para que os próprios moradores possam organizar o evento.