Categoria: Assassinato

Condeúba: Faleceu o jovem Wilha Vieira de Brito aos 32 anos de idade

 

NOTA DE FALECIMENTO

O jovem Wilha Vieira de Brito, faleceu aos 32 anos de idade

É com tristeza e grande pesar, que a Folha de Condeúba noticia o falecimento do jovem Wilha Vieira de Brito aos 32 anos de idade, ocorrido na manhã desta quinta-feira dia 5 de fevereiro de 2026, por volta das 07h. Wilha (seus pais Ricardo Brito, conhecido como Gordo e Marinalva Martins), ele deixou viúva e 2 filhos: Esther e Pyetro.

O corpo será velado na residência dos seus pais na Rua Alto Bela Vista, casa 133, o sepultamento será nesta sexta-feira pela manhã dia 6 às 11h., no Cemitério Municipal Jesus Bom Pastor. A família enlutada, agradece a todos que comparecer a esse ato de fé e solidariedade Cristã.

Atendimento: FUNERÁRIA DA PREFEITURA

Condeúba: Faleceu o jovem Jonei das Neves Silva aos 31 anos de idade

 

NOTA DE FALECIMENTO

O jovem Jonei das Neves Silva, faleceu aos 31 anos de idade

É com tristeza e grande pesar, que a Folha de Condeúba noticia o falecimento do jovem Jonei das Neves Silva aos 31 anos de idade, ocorrido na manhã desta quinta-feira dia 5 de fevereiro de 2026 por volta das 06h. 

O corpo será velado na cidade de Malhada de Pedras no Memorial da Paz, na Av. Lindolfo de Azevedo Brito, n° 735 saída para Livramento, o sepultamento ainda sem definição. A família enlutada, agradece a todos que comparecer a esse ato de fé e solidariedade Cristã.

Jovem de 24 anos foi morto a tiros em via pública de Brumado

Jovem de 24 anos é morto a tiros em via pública de Brumado
Foto – Redes Sociais
Um jovem de 24 anos morreu após ser atingido por disparos de arma de fogo na tarde desta segunda-feira (2), no município de Brumado. O crime ocorreu em uma rua do Bairro Esconso e provocou mobilização imediata das forças de segurança e de equipes de emergência.

Segundo informações apuradas, a vítima foi surpreendida enquanto se deslocava pela via, quando ocupantes de um veículo se aproximaram e efetuaram vários disparos. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado, mas, ao chegar ao local, a equipe constatou que o jovem já estava sem sinais vitais.

A área foi isolada por policiais do 24º Batalhão da Polícia Militar até a chegada do Departamento de Polícia Técnica, responsável pela realização da perícia e remoção do corpo, que será encaminhado ao Instituto Médico Legal para os procedimentos legais.

As circunstâncias e a motivação do crime ainda são desconhecidas. O caso será registrado na Delegacia Territorial de Brumado, onde a Polícia Civil dará início às investigações para identificar os autores e esclarecer os fatos. Este é o segundo homicídio registrado no município neste início de ano.

Agentes do ICE matam homem durante protesto em Minneapolis, nos EUA

ONU pede investigação sobre abusos de polícia de imigração dos EUA
Agência Brasil

Local de tiroteio envolvendo agentes federais de imigração dos EUA em Minneápolis, no Estado norte-americano de Minnesota24/01/2026 REUTERS/Tim Evans
© Reuters/Tim Evans/Proibida reprodução

Um homem baleado por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) morreu neste sábado (24) em Minneapolis, após ser levado ao hospital. Segundo autoridades locais, a vítima tinha 37 anos, morava na cidade e seria cidadão norte-americano. O caso ocorre em meio a protestos contra operações federais de imigração no estado de Minnesota.

O governador Tim Walz classificou o episódio como “atroz” e afirmou ter cobrado da Casa Branca o fim imediato das ações federais no estado.

“Minnesota não aguenta mais. Isso é repugnante”, escreveu o governador nas redes sociais.

De acordo com o Departamento de Segurança Interna dos EUA, o homem estava armado com uma pistola semiautomática e dois carregadores e teria reagido de forma violenta durante uma “operação direcionada” para localizar um imigrante em situação irregular. Segundo o órgão, um agente atirou após temer pela própria vida.

Vídeos não confirmados que circulam nas redes sociais mostram agentes com coletes identificados como “Polícia” imobilizando uma pessoa no chão antes dos disparos. O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, informou que o caso foi comunicado à corporação por volta das 9h (horário local) e que a vítima possuía, ao que tudo indica, porte legal de arma, permitido pela legislação do estado.

Autoridades democratas e o prefeito da cidade, Jacob Frey, criticaram duramente a operação federal. Minneapolis vive clima de tensão desde o início do mês, quando outra ação do ICE resultou na morte de Renee Good, cidadã estadunidense de 37 anos, episódio que também provocou protestos e investigações em andamento.

Em postagens nas redes sociais, o presidente Donald Trump responsabilizou os policiais locais pelo tiroteio, elogiou agentes do ICE como “patriotas” e acusou o governador de Minnesota e o prefeito de Minneapolis de provocarem uma “insurreição”. Trump também compartilhou uma foto de uma arma atribuída ao homem morto e, em seguida, alegou que as autoridades estaduais estariam encobrindo os fatos para enganar o governo federal.

Nações Unidas

O alto comissário da Organização das Nações Unidas (ONU) para os Direitos Humanos, Volker Türk, pediu que o governo do presidente Donald Trump seja investigado por possíveis violações de direitos humanos no tratamento dado a imigrantes e refugiados. Segundo ele, políticas migratórias recentes têm resultado em “abusos rotineiros”, prisões arbitrárias e práticas que estariam “destruindo famílias”.

Em comunicado emitido na sexta-feira (23), Türk afirmou estar “estarrecido” com o que classificou como detenções violentas e ilegais realizadas por autoridades norte-americanas, muitas vezes baseadas apenas na suspeita de que indivíduos sejam imigrantes sem documentação. De acordo com o alto comissário, operações de fiscalização têm ocorrido em locais sensíveis, como hospitais, igrejas, escolas, tribunais e residências.

“Indivíduos estão sendo vigiados e detidos, às vezes de forma violenta, frequentemente apenas sob a mera suspeita de serem migrantes indocumentados”, declarou.

Ele também criticou o que chamou de representação “desumanizante” de migrantes e refugiados que, segundo a ONU, aumenta a exposição desse grupo à hostilidade xenofóbica e a abusos.

Um dos casos citados ocorreu na terça-feira (20), em Minneapolis, quando um menino de cinco anos foi detido junto com o pai por agentes de imigração. Segundo autoridades educacionais locais, a criança teria sido usada como “isca” para tentar localizar outros imigrantes em uma residência. Ambos foram levados para um centro de detenção no Texas, de acordo com o advogado da família.

Força desproporcional

Türk também manifestou preocupação com o uso do que considera força desnecessária ou desproporcional durante as operações. Ele ressaltou que, segundo o direito internacional, o uso intencional de força letal só é permitido como último recurso, quando há ameaça iminente à vida.

As ações do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos EUA (ICE) se intensificaram nos últimos meses e mobilizaram milhares de agentes federais para operações em grandes cidades. Minneapolis vive uma onda crescente de protestos desde a morte de Renee Good, baleada por um agente de imigração em janeiro, episódio que gerou protestos e críticas de autoridades locais.

A demonstrator holds a picture of Renee Nicole Good as people protest against the fatal shooting of Good by a U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) agent, during a rally against increased immigration enforcement across the city outside the Whipple Building in Minneapolis, Minnesota, U.S., January 8, 2026. REUTERS/Tim Evans
Cartaz com a foto de  Renee Nicole Good empunhado durante protestos pergunta: “Qual de nós eles vão matar a seguir?” – Foto: Reuters/Tim Evans/Proibida reprodução

Falta de assistência jurídica

Outro ponto destacado foi a falta de acesso oportuno à assistência jurídica por parte de pessoas detidas e a ausência de avaliações individualizadas nos processos de prisão e deportação. Segundo a ONU, muitas ações não consideram a preservação da unidade familiar, o que expõe especialmente crianças a riscos graves e duradouros.

O alto comissário pediu ainda uma investigação independente e transparente sobre o aumento no número de mortes sob custódia do ICE. De acordo com dados citados por ele, ao menos 30 mortes foram registradas em 2025 e outras seis neste ano.

“Os Estados Unidos têm o direito de definir suas políticas migratórias, mas isso deve ser feito em plena conformidade com o direito internacional e o devido processo legal”, afirmou Türk. Ele pediu que Washington encerre práticas que, segundo a ONU, violam direitos fundamentais e corroem a confiança pública.

Barra do Choça: Identificado o produtor de café assassinado a tiros

Evilasio Luz

A tranquilidade do município de Barra do Choça, no Sudoeste baiano, foi quebrada nesta quinta-feira (22) por um registro de violência letal que deixou a comunidade em alerta. O homicídio, ocorrido em circunstâncias ainda sob análise, mobilizou as forças de segurança e gerou grande comoção entre os moradores.

A vítima fatal foi identificada como Evilasio Luz. Segundo apurações, Evilasio era um produtor de café amplamente reconhecido na região, sendo uma figura muito popular e querida no meio rural e urbano da cidade. A notícia de sua morte espalhou-se rapidamente, causando surpresa e consternação.

Guarnições da Polícia Militar foram as primeiras a chegar ao local, onde realizaram o isolamento da área para a preservação da cena do crime. O procedimento foi necessário para permitir o trabalho minucioso dos peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT), que efetuaram o levantamento cadavérico e a remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML). 

Até o fechamento desta matéria, não foram divulgados detalhes oficiais sobre a dinâmica do assassinato. A Polícia Civil já instaurou inquérito e ficará responsável por investigar as linhas de motivação e identificar os autores deste homicídio que abalou a cidade.

DF: Polícia prende técnicos de enfermagem suspeitos de matar pacientes

Três pessoas morreram após injeção de substância letal
Agência Brasil

Brasília (DF) - Direção-Geral da Polícia Civil do Distrito Federal. Foto: PCDF
© PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando a suspeita de que ex-técnicos de enfermagem de um hospital particular mataram ao menos três pacientes, aplicando-lhes uma substância letal.

Dois suspeitos, um homem e uma mulher, foram detidos no último dia 11, quando a Polícia Civil deflagrou a chamada Operação Anúbis – nome alusivo à divindade egípcia representada por uma criatura com corpo de homem e cabeça de chacal e considerada a guia das almas desencarnadas.

Também investigada, uma mulher foi presa na última quinta-feira (15), ocasião em que os policiais apreenderam dispositivos eletrônicos e outros elementos probatórios que poderão auxiliar os investigadores que apuram a denúncia.

Os três óbitos ocorreram nos dias 19 de novembro e 01 de dezembro de 2025 no Hospital Anchieta, em Taguatinga, região administrativa do DF, mas o caso só veio a público nesta segunda-feira (19). A Polícia Civil trata as mortes como homicídios e como o caso tramita em segredo de Justiça, não divulgou os nomes dos investigados e das três vítimas identificadas. A motivação para os crimes também não foi esclarecida.

Durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta segunda-feira (19), o delegado Wisllei Salomão se limitou a informar que as vítimas são uma professora aposentada, de 75 anos; um servidor público de 63 anos e um homem de 33 anos.

“Eles foram mortos pela ação de quem deveria estar cuidando deles”, declarou o delegado. 

O delegado disse que as provas reunidas indicam que os três técnicos de enfermagem injetaram um medicamento indevido nas três vítimas. “É um medicamento comum, usado nas UTIs, mas que, se aplicado diretamente na veia [do paciente], como foi o caso, provoca parada cardíaca e a morte”.

Ainda de acordo com o delegado, os investigadores analisaram imagens registradas pelo sistema de câmeras instalado na UTI do Hospital Anchieta, um dos mais tradicionais do Distrito Federal; os prontuários dos pacientes e ouviram a outros funcionários do hospital.

“Constatamos que um técnico de enfermagem aproveitou que o sistema estava aberto, logado em nome de médicos, e, em ao menos duas ocasiões, receitou o medicamento [indevido], foi até a farmácia, pegou o medicamento, o preparou, escondeu a seringa no jaleco e a aplicou em três vítimas”, acrescentou o delegado.

Wisllei Salomão assegurou que as duas técnicas de enfermagem já detidas foram coniventes com a ação. “Uma delas o auxiliou a buscar essa medicação na farmácia e também estava presente no momento em que o medicamento foi ministrado.”

Ainda de acordo com Salomão, em uma das vítimas, o técnico de enfermagem injetou desinfetante, além do medicamente indevido. “Quando o medicamento acabou, ele pegou um desinfetante […] o colocou no copinho plástico, sugou o desinfetante numa seringa e injetou [o conteúdo ] por mais de dez vezes em uma das pacientes.

Circunstâncias atípicas

Em nota, o Hospital Anchieta, informou que demitiu os três auxiliares e acionou a Polícia Civil após um comitê interno ter analisado as “circunstâncias atípicas” em que os três pacientes que estavam internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) morreram.

“Em menos de 20 dias, a investigação célere e rigorosa [do comitê] resultou na identificação de evidências envolvendo os ex-técnicos de enfermagem”, acrescentou o hospital, garantindo que, ao registrar queixa contra os ex-funcionários, compartilhou com a Polícia Civil tudo o que os membros do comitê descobriram.

“O hospital, também vítima da ação destes ex-funcionários, se solidariza com os familiares das vítimas, e informa que está colaborando de forma irrestrita e incondicional com as autoridades públicas, reafirmando seu compromisso permanente com a segurança dos pacientes, com a verdade e a Justiça”, expressou o Anchieta, garantindo ter entrado em contato com parentes das três vítimas, prestando todos os esclarecimentos necessários, respeitado o segredo de justiça.

Suspeitos

De acordo com a Polícia Civil, após ter sido demitido do Hospital Anchieta, o técnico de enfermagem acusado de injetar o medicamento indevido e desinfetante na veia de ao menos três pacientes, continuou trabalhando em uma UTI infantil. Ele tem 24 anos e também é estudante de fisioterapia. As duas técnicas de enfermagem detidas têm 28 e 22 anos. A primeira também já trabalhou em outros hospitais. A segunda, estava em seu primeiro emprego na área.

“A investigação continua. Eles [os investigados] estão presos temporariamente, por 30 dias. A gente vai [procurar] identificar se outras pessoas contribuíram para esse crime. E instalar um novo procedimento para identificar, nos hospitais onde essas pessoas trabalharam, se ocorreram mortes com este mesmo padrão […] Também vamos analisar os aparelhos celulares aprendidos, os computadores dos autores, para ver se conseguimos esclarecer melhor o porquê deles terem praticado esses crimes”, concluiu o delegado Wisllei Salomão.

Consultado pela reportagem da Agência Brasil, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios se limitou a informar que, tão logo receba o procedimento apuratório, avaliará as medidas cabíveis.

Barueri/SP: Médico matou dois colegas após discussão na saída de restaurante

Foto: Divulgação
As vítimas são Vinicius dos Santos Oliveira, 35 anos e Luís Roberto Pellegrini Gomes, 43 anos

Dois médicos foram mortos a tiros por um colega na noite de ontem, na saída de um restaurante localizado no bairro Alphaville Plus, em Barueri, na Grande São Paulo. O suspeito, que também é médico, foi preso em flagrante.

O crime aconteceu por volta das 22h, na Avenida Copacabana. Segundo informações da SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), o atirador foi identificado como Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, 44 anos.

As vítimas são Luís Roberto Pellegrini Gomes, 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, 35 anos. De acordo com a polícia, os três médicos se conheciam.

A Guarda Civil Municipal já havia sido acionada minutos antes, após uma denúncia de que havia um homem armado dentro do restaurante. Quando os agentes chegaram ao local, encontraram os três médicos do lado de fora.

Nesse momento, segundo o boletim, Carlos Alberto sacou a arma e disparou várias vezes contra os dois colegas, que morreram na calçada do estabelecimento.

Após os disparos, o suspeito foi detido por guardas municipais ainda no local e levado à delegacia. O caso foi registrado e deve ser investigado para apurar motivação e circunstâncias do ataque. 

Marina lamenta crime “bárbaro” contra protetor do meio ambiente no PA

Vaqueiro sofreu emboscada durante desintrusão da TI Apyterewa
Agência Brasil

Brasília (DF), 10/10/2025 - A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, durante entrevista coletiva sobre a Pre-COP30. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, lamentou, na tarde desta terça (16), o assassinato do vaqueiro Marcos Antônio Pereira da Cruz e classificou o crime de bárbaro. O vaqueiro estava a serviço do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) durante operação de desintrusão da Terra Indígena Apyterewa, no Pará.

O crime ocorreu próximo ao distrito Taboca, em São Félix do Xingu (PA). A emboscada contra Marcos Antônio ocorreu em uma ação de desintrusão determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

“Situação preocupante”

A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) reconheceu que a situação na região é preocupante, mas garantiu que servidores estão em segurança em uma das bases de apoio da fundação.

As suspeitas são de que a emboscada contra o vaqueiro tenha sido feita por antigos moradores do território indígena, que ainda invadiriam o local para criação ilegal de gado.

Proteger é “dever do poder público”

Em nota, a ministra Marina Silva disse que recebeu a notícia da morte com profunda tristeza. ”É dever do poder público garantir a segurança da sociedade e de quem trabalha em benefício do patrimônio ambiental do país”, escreveu.

A ministra considerou irreparável a perda de um colaborador que realizava as ações com “coragem e dedicação”. Ela salientou que a Polícia Federal está empenhada nas investigações e pediu que o crime seja rigorosamente investigado e punido.

Compromisso

Marina Silva acrescentou que as pessoas que atuam em prol da natureza seguirão firmes na defesa da vida, da justiça socioambiental e da legalidade.

“Proteger o meio ambiente e os direitos originários não é um ato de confronto, mas um compromisso com a vida, e o presente e o futuro do Brasil”, disse.

Gabriela foi brutalmente assassinada

A jovem identificada como Gabriela

Mais um crime de extrema violência choca a região. Uma jovem identificada como Gabriela foi assassinada nesse fim de semana na cidade de Itabuna, Sul da Bahia.

De acordo com informações de populares, o corpo da vítima apresentava marcas de violência na cabeça, o que aumenta a suspeita de que ela tenha sido morta de forma brutal. O local exato onde o corpo foi encontrado e as circunstâncias do crime ainda não foram detalhados oficialmente.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e isolaram a área até a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT), responsável pelos levantamentos periciais e remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML) de Itabuna.

A identidade completa da jovem e outras informações sobre sua vida pessoal ainda não foram divulgadas pelas autoridades. Moradores da região relatam clima de medo e indignação diante de mais um caso de violência contra mulher no município.

A Polícia Civil deve instaurar inquérito para apurar a autoria e a motivação do crime. Imagens de câmeras de segurança, se existirem na área, e depoimentos de testemunhas poderão ajudar no avanço das investigações.

A comunidade aguarda respostas e cobra justiça para Gabriela, enquanto familiares e amigos se preparam para o velório e sepultamento, que ainda não tiveram local e horários informados.

Adolescente de 15 anos foi executado a tiros após alimentar cavalo em Feira de Santana

Adolescente de 15 anos é executado a tiros após alimentar cavalo em Feira de Santana
 Foto: Reproddução/Correio 24h

A morte de um adolescente identificado como Ezequiel Brandão Menezes, 15 anos, chocou moradores do bairro de Pamplona, em Feira de Santana, na tarde de quarta-feira (12). De acordo com informações iniciais, a vítima estava com dois amigos em uma propriedade rural quando foi abordado por dois homens armados.

No local, os suspeitos pediram para Ezequiel desbloquear o celular e mostrar o conteúdo que havia. Depois de fazer o que os homens obrigaram, o adolescente foi alvo de disparo. O crime aconteceu momentos depois do jovem alimentar um cavalo que mantinha no sítio, que fica nos fundos da Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro.

Por conta da criação do cavalo, Ezequiel costumava visitar a propriedade com frequência para cuidar do animal. Segundo informações da Polícia Civil, os suspeitos roubaram o celular de Ezequiel. Os dois colegas que estavam com ele não ficaram feridos.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Feira de Santana (DH). O corpo do adolescente foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) para realização de necropsia. Até o momento, ninguém foi preso. As informações são do Correio 24h.