A cantora Renata de Paula, orgulho de Itarantim, está participando de um dos maiores concursos musicais promovidos pela Elite Music, concorrendo com artistas de todas as regiões do Brasil. Nesta fase decisiva, apenas 10 participantes serão selecionados para conhecer a produtora, e, entre eles, 4 conquistarão a oportunidade de gravar um álbum com lançamento nacional — um salto importante para qualquer carreira artística.
Diante desse sonho tão próximo, a mobilização dos fãs e conterrâneos tem sido fundamental. O apoio popular pode fazer toda a diferença no desempenho da artista.
Para ajudar Renata de Paula nessa jornada, a equipe incentiva:
Seguir o perfil @renatadepaulaoff nas redes sociais Nos vídeos fixados no Instagram, marcar bastante @elitemusic e @videosmusicais Utilizar a hashtag #sotestandoelitemusic
A comunidade itarantiense e toda a região estão convidadas a se unir nessa corrente de apoio. Cada curtida, comentário e compartilhamento fortalece a projeção da artista e aproxima Renata de Paula da realização de um grande sonho.
Vamos juntos apoiar nosso talento da terra e contribuir para que Renata alcance essa grande oportunidade!
No local, foram resgatados 1 cardeal, 1 cristinha, 1 coleiro e 1 mariana. A segunda ação foi registrada no Bairro Beija-Flor. O morador igualmente permitiu a entrada da equipe de fiscalização e realizou a entrega voluntária dos animais. Foram apreendidos 2 cardeais, 1 coleiro, 1 sabiá-do-papo-amarelo, e 1 jabuti. Ao todo, sete gaiolas utilizadas no cativeiro ilegal foram recolhidas.
Os responsáveis receberam orientações detalhadas sobre a legislação ambiental e foram alertados quanto às penalidades previstas para esse tipo de prática. De acordo com a Lei nº 9.605/1998 (Lei de Crimes Ambientais), capturar, manter, transportar ou comercializar animais silvestres sem licença configura infração administrativa e crime ambiental, passível de multa e detenção. Os animais apreendidos foram encaminhados para avaliação e serão direcionados à imediata reintegração ao habitat natural.
O Novo Restaurante Popular de Brumado, administrado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SESOC), superou todas as expectativas na primeira semana de atendimento. A unidade já alcançou a marca de 1000 refeições servidas, consolidando-se como uma das principais políticas públicas de segurança alimentar do município.
Criado com o propósito de oferecer alimentação saudável, variada e a preço acessível, o restaurante tornou-se rapidamente um ponto de apoio fundamental para trabalhadores, famílias e pessoas em situação de vulnerabilidade social. Sob a coordenação da SESOC, o serviço tem garantido organização, qualidade nutricional e atendimento humanizado.
O cardápio balanceado inclui arroz, feijão, proteína, guarnição, salada e sobremesa, assegurando refeições completas, nutritivas e alinhadas às recomendações de saúde pública. A adesão expressiva da população mostra a relevância do programa e o impacto direto na promoção da dignidade e do bem-estar social.
“Nosso objetivo é que todos tenham acesso a uma alimentação digna. Ver essa resposta tão positiva logo nos primeiros dias é a maior recompensa e reforça a importância desse equipamento social”, destacou a secretária Magaly Rodrigues. O Restaurante Popular segue funcionando diariamente, de segunda a sábado, das 11h às 14h, oferecendo refeições acessíveis e fortalecendo o compromisso de Brumado com a segurança alimentar.
Ao lado dos colegas Alípio Porrada (PP), Vanderlei Boca (Avante) e Bizunga Ramos (PCdoB), o vereador Rey de Domingão (Avante), líder do prefeito
Os vereadores de Brumado anunciaram, nesta sexta-feira (5), a chegada das lâmpadas de LED que serão instaladas em diversos bairros, atendendo a antigas reivindicações da população. A iniciativa, segundo os legisladores, promete mais segurança, economia e qualidade na iluminação das vias.
Ao lado dos colegas Alípio Porrada (PP), Vanderlei Boca (Avante) e Bizunga Ramos (PCdoB), o vereador Rey de Domingão (Avante), líder do prefeito Fabrício Abrantes (Avante), confirmou que o material já está no almoxarifado central da prefeitura. “Estamos no almoxarifado central da prefeitura de Brumado para mostrar à população que as lâmpadas de LED já chegaram. Agora vai ser resolvido o problema da cidade com iluminação”, afirmou.
O vereador Boca também ressaltou o impacto positivo da medida. “É uma excelente notícia para a população que aguardou. Essas lâmpadas são de alta qualidade, vai trazer para o município economia”, disse. Segundo os vereadores, moradores do bairro São Félix foram alguns dos que mais reivindicaram melhorias na iluminação.
A expectativa é que os pontos identificados como críticos sejam atendidos com prioridade. A chegada das lâmpadas ocorre após avanços no processo de contratação para a execução do projeto “Cidade Iluminada”.Após entraves na fase licitatória, o prefeito municipal homologou, no último dia 17, a adesão à Ata de Registro de Preços nº 008/2025, do Pregão Eletrônico nº 011/2025.
O documento prevê o fornecimento de materiais elétricos, modernização do sistema de iluminação pública, implantação de soluções de telegestão e serviços de georreferenciamento. De acordo com apuração do site Achei Sudoeste, a empresa São Bento Lighting Solutions Ltda será responsável pelo serviço, contratada pelo valor de R$ 5.284.837,63. O contrato tem validade de 12 meses.
Nove em cada dez professores e professoras da educação básica e superior do ensino público e privado de todo o país já foram perseguidos diretamente ou presenciaram perseguições e censura contra profissionais da educação.
O dado consta da pesquisa inédita A violência contra educadoras/es como ameaça à educação democrática, realizada pelo Observatório Nacional da Violência Contra Educadoras/es (ONVE), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em parceria com o Ministério da Educação (MEC).
Participaram do levantamento 3.012 profissionais da educação básica e superior do ensino público e privado de todo o país.
O coordenador da pesquisa, professor Fernando Penna, da UFF, explicou à Agência Brasil que o trabalho teve como foco principal violências ligadas à limitação da liberdade de ensinar, tentativa de censura, perseguição política, embora tenha envolvido também a possibilidade de o professor registrar caso de violência física, embora esse não fosse o foco do relatório.
De acordo com Penna, o objetivo do trabalho foi identificar violências no sentido de impedir o educador de ensinar uma temática, de usar um material, ou seja, perseguição política.
“É mais uma censura de instituições em relação aos professores. E não são só instituições. Entre os agentes da censura, estão tanto pessoas dentro da escola, quanto de fora, figuras públicas”, informou.
Censura
Segundo o professor, um primeiro “dado preocupante” constatou que a censura se tornou um fenômeno disseminado por todo o território brasileiro e em todos os níveis e etapas da educação, englobando não só o professor, em sala de aula, mas todos que trabalham com educação.
A pesquisa mostrou um percentual alto de professores vítimas diretas da violência. Na educação básica, o índice registrou 61%, e 55% na superior. “Na educação superior, foi 55%, um pouquinho menor, mas, ainda assim, está acima de 50%”, destacou Penna.
Entre os educadores diretamente censurados, o levantamento constatou que 58% relataram ter sofrido tentativas de intimidação; 41% questionamentos agressivos sobre seus métodos de trabalho; e 35% enfrentaram proibições explícitas de conteúdo.
Os educadores também relataram casos de demissões (6%), suspensões (2%), mudança forçada do local de trabalho (12%), remoção do cargo ou função (11%), agressões verbais e xingamentos (25%), e agressões físicas (10%).
Temáticas
Fernando Penna analisou que os dados mostraram ainda que a violência e a censura já estão enraizadas no Brasil, nas instituições de educação básica e superior. “Isso é preocupante porque a gente está falando aqui de temáticas obrigatórias”.
Coordenador da pesquisa, professor Fernando Penna, da UFF, explicou à Agência Brasil que o trabalho teve como foco principal violências ligadas à limitação da liberdade de ensinar, tentativa de censura, perseguição política Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado
Ele citou, como exemplo, o caso de uma professora do interior do estado do Rio de Janeiro, cujo um colega, durante a pandemia da Covid 19, pegou um material do Ministério da Saúde, com orientações sobre medidas sanitárias e a importância da vacinação, mas foi impedido sob argumento de “doutrinação”.
“E quando ele foi entregar isso à diretora da escola, ela disse para ele que na escola não ia ter doutrinação de vacina”.
A pesquisa identificou ainda professores proibidos de tratar, na sala de aula, temas como o da violência sexual, em que alerta o aluno sobre o fato desse tipo de violência ocorrer dentro de casa.
“E é depois de algumas aulas na escola sobre orientação sexual, gênero, sexualidade, que esse jovem que tem uma violência naturalizada acontecendo no espaço privado denuncia o autor disso”, explicou Pena, ao ressaltar a importância de o tema ser tratado no ambiente escolar. “Mas essa temática, que é a discussão dos temas envolvendo gênero e sexualidade, é que os professores mais indicaram como sendo o motivo da violência que eles sofreram”.
O professor disse ainda que o estudo deixa claro que essa violência não impacta só os educadores, mas a liberdade de ensinar e a liberdade de aprender. “Estudantes estão deixando de discutir temáticas vitais para a sua formação”, acrescentou.
Outro exemplo de tema óbvio, que é motivo de questionamentos de pais contra professores de ciência, é o da teoria da evolução. Alguns preferem que se discuta dentro da escola o criacionismo e não a teoria da evolução. “Então, professores que tentam fazer o trabalho de levar o conhecimento às crianças e adolescentes acabam sendo demitidos, transferidos”.
A proporção de professores que passaram diretamente por esse tipo de violência ficou em torno de 49% a 36%. A maior parte dos educadores disse que o episódio ocorreu quatro vezes ou mais.
Segundo o levantamento, os temas que motivaram o questionamento à prática do educador foram liderados por questões políticas (73%), seguidos por questões de gênero e sexualidade (53%), questões de religião (48%) e negacionismo científico (41%).
Polarização
A pesquisa pediu também que os educadores respondessem os anos que essa violência ocorreu, “porque uma das nossas hipóteses é que essa violência tem relação com a polarização política que nós vivemos. E quando eu falo polarização, eu estou dizendo extrema direita, extrema esquerda. É uma polarização assimétrica entre uma extrema direita e uma centro-esquerda, no máximo”.
“Os dados configuraram um gráfico que revela que a violência contra educadores sobe a partir de 2010 e tem um pico em 2016, em 2018 e em 2022, que são os anos do ‘impeachment’ e de duas eleições presidenciais”, destacou Penna, frisando que essa “tensão política que o país vive está, infelizmente, entrando nas escolas”.
Agentes da violência
Quando perguntados sobre quem foram os agentes da violência, os educadores citaram os próprios membros da comunidade interna da escola ou da universidade. Ou seja, a própria direção, coordenação, membros da família, estudantes. “Isso é muito grave porque traz um dado de pesquisa que mostra que essa violência pode ter partido de figuras públicas, de uma atenção política mais ampla, mas, infelizmente, ela já está dentro das comunidades educativas”.
A pesquisa identificou que são os próprios membros da comunidade educativa interna que estão levando essa violência para dentro da escola, liderados pelos profissionais da área pedagógica (57%), familiares dos estudantes (44%), estudantes (34%), os próprios professores (27%), profissional da administração da instituição (26%), funcionário da instituição (24%) ou da secretaria de educação (municipal ou esta- dual) ou reitoria, no caso das universidades (21%).
Perseguição
De acordo com o coordenador do estudo, esse quadro de perseguição e violência envolve tanto a política institucional, quanto a política partidária, mas também abre espaço para se pensar em dimensões políticas da vida comum. Então não é surpresa que o crescimento da violência que foi observado esteja mais vinculado ao dado político do momento. “Ele é um tema que realmente tenciona muito”.
A perseguição a educadores foi relatada como extremamente impactante para 33% dos educadores tanto na vida profissional como pessoal, e bastante impactante para 39% na profissão e também no lado pessoal. A consequência em muitos casos foi que grande parte dos professores que vivenciaram esses casos de violência acabaram deixando de ser educadores, o chamado apagão dos professores, confirmou Penna.
“Foi uma das ferramentas de manipulação política desse pânico moral usado pela extrema direita nos anos recentes”, afirmou.
Impacto
Fernando Penna salientou que os educadores nem precisam ter sido vítimas diretas da violência porque, quando ela acontece em uma escola ou universidade, “ela degrada o clima escolar”.
Quando perguntados sobre mudanças que esses eventos trouxeram para o seu cotidiano de trabalho, a maioria dos educadores afetados citou insegurança e desconforto. “O desconforto com o espaço de trabalho foi o terceiro maior impacto da censura citado pelos respondentes (53%). Isso levou 20% dos participantes a mudarem de local de trabalho por iniciativa própria.
“As pessoas estão com medo de discutir temas. Estão com medo de fazer o seu trabalho como elas foram formadas para fazer e de acordo com seus saberes da experiência. Aí você está falando que o dano para a sociedade é gigantesco. Porque, os professores estão com medo de discutir temas, alguns estão sendo prejudicados e não podem discutir temas, por exemplo, no caso do gênero”, afirmou Penna.
Vigiados
A pesquisa constatou que em torno de 45% dos professores entrevistados disseram se sentir constantemente vigiados. Fato que leva a censurar sobre o que falam na sala de aula. O coordenador do estudo disse ter encontrado professores que trabalham em escolas privadas e relatam já ter entendido que não podem abordar determinados assuntos sob risco de serem demitidos.
“Muitas vezes, esse educador precisa do emprego, mas pode estar sendo ameaçado ali no território onde ele vive”. Penna argumentou que é preciso reconhecer que esse é um problema da sociedade brasileira. “A gente está vivendo em uma sociedade na qual educadores têm medo de falar e de trabalhar de acordo com seu saber profissional”.
Ele indicou que todos os profissionais que trabalham com a produção de um conhecimento seguro, ou seja, que podem desmascarar mentiras, teorias da conspiração, ‘fake news’, são vítimas.
“Tanto que, em 2023, surgiu o Observatório Nacional da Violência Contra Educadoras/es, que é quem fez a pesquisa. Mas também surgiu o Observatório Nacional da Violência Contra Jornalistas, que são outra categoria que sofreu muito durante o governo Bolsonaro. Uma perseguição incrível”.
Regiões de destaque
O impacto que está ocorrendo nas comunidades educativas, que demonstram medo de discutir abertamente temas importantes para a formação dos estudantes foi mais identificado nas regiões Sudeste e Sul, onde foram registrados casos de professores que passaram por essas situações de violência mais diretamente.
O dado não surpreendeu o coordenador da pesquisa. “Tanto que um dos estados que teve mais respondentes no Sul do país foi Santa Catarina, onde a gente sabe de muitos casos de violência. É um estado onde a extrema direita impera”, afirmou.
A sondagem apurou que em todas as cinco regiões brasileiras 93% dos educadores tiveram contato com situações de censura, sendo que 59% passaram diretamente por essa situação, 19% souberam que aconteceu com alguém e 15% ouviram falar.
Proteção aos professores
Fernando Penna afirmou a necessidade de serem criadas ações para proteger os professores, sobretudo em anos de eleição presidencial, quando se sabe que a tendência é essa violência recrudescer, se tornar mais intensa.
A pesquisa, até agora, gerou um banco de dados que ainda tem muitos cruzamentos para serem feitos, manifestou o coordenador.
“A gente pode fazer análises de estados separadamente. A segunda etapa da pesquisa, que está em curso, e de entrevistas. Do total desses de professores que responderam, a gente vai escolher 20 pelo país para entrevistar”, anunciando que serão divulgados outros relatórios vinculados a essa pesquisa inicial.
No relatório completo que está sendo preparado, o Observatório sugere a criação de uma política nacional de enfrentamento à violência contra educadores, como resposta do poder público. Essa política já estaria sendo elaborada no âmbito do MEC. O Observatório tem ainda um acordo de cooperação técnica com o Ministério dos Direitos Humanos.
“A gente tem insistido muito que os educadores trabalhem na perspectiva da educação e direitos humanos, porque são justamente aqueles que mais sofrem violência. Então, a gente tem uma demanda de que os educadores sejam reconhecidos como defensores de direitos humanos e incluídos como uma categoria específica nas políticas do ministério. É uma ferramenta de denúncia de violação de direitos humanos”, concluiu Penna.
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Equipes da Delegacia Territorial de Correntina, no oeste da Bahia, cumpriram, nesta sexta-feira (5), mandado de prisão preventiva contra um homem de 23 anos suspeito de descumprir reiteradas vezes medidas judiciais que o impediam de se aproximar e manter contato com a ex-companheira.
As investigações apontaram que o indivíduo, mesmo tendo conhecimento da decisão judicial que determinava o afastamento, insistiu em violar as restrições impostas.
A apuração policial identificou que o investigado buscava contato com a vítima, também de 23 anos, por meio de ligações originadas de diferentes números telefônicos, além do envio de mensagens, áudios e vídeos em aplicativos de conversa.
Conforme os registros anteriores, o autor não aceitava o término do relacionamento e realizava perseguições à mulher, dirigindo-se à residência dela e abordando-a em vias públicas. O homem utilizava ainda a filha do casal como pretexto para justificar a aproximação indevida.
Diante da continuidade das condutas delitivas, a autoridade policial representou pela prisão cautelar do envolvido.
Após a localização e captura, o preso foi submetido aos exames legais e segue custodiado na unidade policial, à disposição do Poder Judiciário.
Seleção Brasileira de Futebol Masculino – Foto: Rafael Ribeiro/CBF/Direitos Reservados
A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.
Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).
>> Confira os jogos do Brasil na fase de grupos:
Data
Horário
Local
Adversário
13/06/26
19h
Nova Jersey
Marrocos
19/06/26
22h
Filadélfia
Haiti
24/06/26
19h
Miami
Escócia
Caso avance aos 16 avos de final, a seleção enfrentará um adversário vindo do Grupo F, composto por Holanda, Japão, Tunísia e o representante da Europa B — que sairá de Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia. A partida decisiva será disputada no dia 29 de junho. Se terminar a fase de grupos na liderança, o Brasil jogará em Houston; se avançar em segundo lugar, atuará em Monterrey.
Com 48 seleções e 104 partidas, esta será a maior Copa já realizada. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, acontecerá no dia 11 de junho, no tradicional Estádio Azteca, na Cidade do México. A grande final está marcada para 19 de julho de 2026, novamente no MetLife Stadium, em Nova Jersey, palco que também recebe a estreia do Brasil.
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A Secretaria do Planejamento da Bahia (SEPLAN), em parceria com os Grupos de Trabalho Territoriais (GTT), está realizando a construção participativa dos Planos Territoriais de Desenvolvimento Sustentável e Solidário (PTDS).
Esta consulta busca ouvir a população dos 27 Territórios de Identidade sobre as condições do território e propostas para o futuro. Sua contribuição é essencial para complementar os diagnósticos técnicos com o olhar das comunidades.
Este formulário é parte da fase de Leituras Comunitárias, uma escuta social para complementar os diagnósticos técnicos com o olhar das comunidades.
Tempo para responder: 8 a 12 minutos Participação voluntária | Dados protegidos (LGPD).
O IFBA – Campus Brumado se destacou na edição 2025 da Jornada Brasileira de Foguetes, alcançando duas importantes colocações na competição nacional. A equipe Ártemis, formada por Mailson e Yasmim Alexia, foi campeã no Nível 5, enquanto a equipe Virtus, composta por Diogo e Marco Antônio, conquistou o vice-campeonato no Nível 4.
Os estudantes representam os cursos de Informática e Edificações do campus, sob orientação dos professores Carlos Alberto e Kátia Quele. A Jornada Brasileira de Foguetes integra as atividades da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e reúne alunos de todo o país para desafios práticos envolvendo conceitos de ciência, engenharia e tecnologia por meio do lançamento de foguetes.
Além dos resultados expressivos, a participação ampliou o aprendizado dos estudantes, promovendo vivências de cooperação, troca de experiências e dedicação durante todo o processo.