Inadimplência bancária sobe em setembro e bate recorde
A taxa de inadimplência dos clientes bancários pessoas físicas e das empresas, nas operações com recursos livres (exclui crédito imobiliário, rural e do Bndes), voltou a subir em setembro, quando atingiu 5,89%. Trata-se do maior patamar desde o início da série histórica do Banco Central, em março de 2011.
Em agosto, a inadimplência nessas operações estava em 5,87%. As informações foram divulgadas pelo BC nesta quarta-feira (26).Considerando apenas a inadimplência com recursos livres para pessoas físicas, houve aumento no mês passado, para 6,23%, contra 6,21% em agosto.
Apesar da alta, o nível não é recorde histórico. No caso das operações com empresas, a taxa de inadimplência avançou de 5,50% em agosto para 5,52% em setembro. De acordo com o G1, o aumento da inadimplência das empresas e das famílias acontece em um momento de forte recessão na economia brasileira.
No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) encolheu 3,8% e a previsão para este ano é de um tombo acima de 3%. Com a atividade em queda, avança a taxa de desemprego – o que também contribui para pressionar a inadimplência.




O ato de migrar é realizado há milhares de anos, sendo caracterizado como uma forma de mobilidade espacial da população. Migrar é se locomover dentro do país, região, estado, município ou até de domicílio. No Brasil, os movimentos migratórios estão mais diversificados, no entanto, os habitantes do Nordeste protagonizaram grandes fluxos migratórios com destino às outras regiões do país, sobretudo para o sul e Sudeste.


