8ª COPA CACHOEIRA – 2025, Resultados Finais

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Foi realizada neste sábado, dia 15 de novembro de 2025, a primeira festa da Comunidade Quilombola do Riacho Seco, com início às 16h e encerramento às 19h30. O evento marcou um momento especial: embora a comunidade esteja no seu segundo ano de reconhecimento como quilombola, esta foi a primeira celebração dedicada ao Dia da Consciência Negra, comemorado em 20 de novembro, feriado nacional.
A festa foi bastante prestigiada e contou com diversas apresentações culturais. Alunos e professores da Escola Municipal Jovino Coutinho se apresentaram com danças; houve também a tradicional dança da garrafa, com a participação da comunidade quilombola do Tamboril. O público pôde assistir ainda a recital de cordel, jogo de capoeira e exposições de artesanato, valorizando as expressões culturais locais.
Às 18h, aconteceu a apresentação da Companhia de Reis da própria comunidade, um dos momentos mais emocionantes da festa. Às 19h30, foi servido um café-lanche partilhado, preparado pela própria comunidade e oferecido a todos os visitantes como gesto de acolhida e união.
Parabenizamos a direção da entidade pela organização e pela cortesia demonstrada. Destacamos, em especial, a participação do Terno de Reis do Riacho Seco, que tem se dedicado à renovação de seus membros. A forte presença da juventude, respondendo aos reis e marcando a contra-dança, trouxe grande emoção e significado, simbolizando a passagem da bandeira para novos sucessores e garantindo a continuidade dessa importante tradição cultural.
Veja o vídeo com os reiseiros Egnaldo e Denis cantando e as garotinhas respondendo.

A Cúpula dos Povos terminou neste domingo (16) na Universidade Federal do Pará, em Belém (PA), se opondo a “falsas soluções” para o clima e com um apelo às autoridades mundiais por uma transição dos modos de produção global que garanta justiça, soberania e participação popular.

O encontro reuniu, desde o dia 12 de novembro, cerca de 20 mil participantes em uma programação paralela à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).
Além dos painéis, mesas redondas e atividades coletivas, a cúpula teve início com uma barqueata na Baía do Guajará, com a participação de 5 mil pessoas em 250 embarcações. O encontro também foi marcado por uma passeata que agregou outros movimentos e alcançou uma participação de 70 mil pessoas, afirmam os organizadores.
“As pessoas viram nessa mobilização popular a possibilidade de gritar mais alto, de gritar coletivamente perante o processo que está acontecendo no espaço oficial da COP30, de onde nós não podemos esperar as soluções que estão demorando demais”, diz Darcy Frigo, integrante da Comissão Política da Cúpula do Clima.
“Nós gritamos aqui que quem tem a solução são os povos. E os povos dizem: ‘nós somos a solução’”.
Uma declaração construída ao longo de dois anos por povos de todo o mundo e assinada por 1.109 organizações sociais e movimentos políticos foi lida neste domingo e entregue ao presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago.
No conteúdo, o documento repudia o modelo de produção global e todos os processos que seguem a sua lógica capitalista, como o da transição energética, das soluções apresentadas nas negociações formais das COPs e até mesmo do processo de multilateralismo adotado.
“A produção capitalista é a principal causa dessa crise do clima. E porque nós estamos dentro desse sistema, somos bombardeados com supostas soluções climáticas, que, na verdade, são falsas soluções”, diz Thauane Nascimento, que também integra a Comissão Política da Cúpula do Clima.
“Então, a gente é totalmente contrário, contrárias, a qualquer falsa solução que é colocada como alternativa ao combate à crise climática. Essas soluções não irão cumprir o seu propósito”.
Segundo os organizadores da cúpula, o emprego de uma lógica em que o capital prevalece faz com que grandes empresas ocupem os espaços de tomada de decisão e estruturação de políticas públicas, de forma a propor essas “falsas soluções” como alternativas à crise climática.
“A gente entende que essa organização dos povos é o caminho, é o modelo para a solução dessa crise. Outra coisa que a gente quer também afirmar é que essa privatização, mercantilização, financiarização dos bens comuns, dos serviços públicos, elas são totalmente contrárias aos interesses do povo. Isso não é só aqui em Belém do Pará, isso não é só no Brasil, é no mundo inteiro”, reforça Thauane.
Correa do Lago se comprometeu a levar a declaração aos espaços de negociação da COP30, na próxima sessão de alto nível iniciada nesta segunda-feira (17). “Fico muito feliz de poder presidir essa COP com esse apoio que sinto de vocês. Espero que a COP30 seja a COP da virada”, reforçou o embaixador.



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Foi realizado na manhã deste domingo dia 16 de novembro de 2025, na cidade de Tremedal Bahia, a corrida “3° Tremedal Rinnig 5.5 km”. Parabenizamos a todos os atletas por essa maiúscula participação com destaque para a categoria elite geral aos atletas Beto Maratonista, que disputou a geral masculino e foi o 3° colocado e pela geral feminino: Eleni Pereira conquistou o 1° lugar, Neliça Brito 3° lugar e Ielsa da Silveira 4° lugar. Grandes feitos dos atletas de Condeúba e do distrito de Alegre, que trouxeram algumas divisas deste maravilhoso esporte para Condeúba.
Beto agradece:- Todos que o apoiam, em especiais seus patrocinadores, Positivo Móveis, Posto Condeúba, Biofarma e pelo apoio publicitário a Folha de Condeúba.
Distrito de Alegre participou com um grande número de atlétas corredores





O julgamento foi retomado nesta segunda-feira após ter sido interrompido em abril deste ano, quando a mãe da vítima, Maria de Lourdes Moreira Dias, faleceu durante a primeira sessão, ao passar mal ao ver as imagens do filho no plenário. O processo foi transferido de Carinhanha para Guanambi a pedido da acusação e da família, por entenderem que a influência de parentes do réu no município de origem poderia interferir no julgamento.
O crime ocorreu no dia 23 de fevereiro de 2014, por volta das 2h da madrugada, na localidade de Riacho do Capinão, no Município de Carinhanha. De acordo com a denúncia, a vítima tentou entrar em um bar onde estava sendo realizada uma festa, mas foi impedido por um dos porteiros, que alegou que o ingresso apresentado não havia sido vendido para ele. Na ocasião, antes de o organizador do evento aparecer, o réu, que havia sido informado do fato e tomado para si a resolução do problema, simplesmente foi até o local e, sem manter qualquer diálogo com a vítima, desferiu contra ele um tiro que causou sua morte.
Gonçalo Oliveira foi condenado por homicídio qualificado por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima. Ele cumprirá a pena em regime fechado.

Nesta sexta-feira (14), por volta das 10h45, a guarnição da 94ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) identificou uma motocicleta com possíveis sinais de adulteração na rua Francisco Pinho, no bairro Alto da Boa Vista, em Caculé.
O veículo estava com diversas irregularidades, entre elas chassi suprimido e placa contendo apenas duas letras, evidenciando forte indício de adulteração. Diante da situação, a moto foi imediatamente recolhido para averiguação.
Durante a inspeção técnica, ao analisar o número do motor, constatou-se que o veículo em questão correspondia a uma motocicleta CG 150 Titan KS, cor preta, registrada em Artur Nogueira (SP), possuindo restrição de furto/roubo.
A motocicleta foi apresentada na Delegacia Territorial de Caculé, para que fossem adotadas as medidas legais cabíveis.

A seleção brasileira deu mais uma mostra de que está evoluindo na sua preparação para a Copa do Mundo de 2026 ao jogar bem e derrotar o Senegal pelo placar de 2 a 0 em partida amistosa disputada na tarde deste sábado (15) no Emirates Stadium, em Londres.

Diante de um adversário que tem bons valores individuais, em especial o zagueiro Koulibaly, do Al-Hilal (Arábia Saudita), e o atacante Sadio Mané, do Al-Nassr (Arábia Saudita), o técnico italiano Carlo Ancelotti optou por posicionar a equipe brasileira de forma adiantada, para fazer pressão na defesa adversária, e optou nas constantes associações do quarteto ofensivo formado por Estêvão, Vinicius Júnior, Rodrygo e Matheus Cunha.
Esta proposta de jogo se mostrou acertada desde os primeiros movimentos, com a seleção brasileira não demorando a levar perigo ao gol defendido pelo goleiro Édouard Mendy. Logo aos três minutos Estêvão finalizou mal após boa jogada de Vinicius Júnior, e a bola sobrou para Matheus Cunha, que bateu colocado para a bola explodir no pé da trave. O camisa 21 do Brasil queria jogo e voltou a colocar uma bola na trave. Desta vez de cabeça, aos 16 minutos, após o meio-campista Bruno Guimarães levantar na área.
Mas aos 27 minutos não teve jeito. Bruno Guimarães tentou uma tabela, a defesa senegalesa cortou parcialmente e a bola sobrou na entrada da área, onde Estêvão apareceu em velocidade para bater forte de esquerda para abrir o marcador. Este foi o quarto gol do atacante do Chelsea (Inglaterra) pela seleção principal do Brasil.
O time verde-amarelo continuou dominando as ações e não demorou a ampliar. Aos 35 minutos o juiz assinalou falta na entrada da área do Senegal. Rodrygo levantou a bola no capricho, e Casemiro dominou na pequena área para bater colocado e superar o goleiro Édouard Mendy.
Após o intervalo a equipe brasileira passou a dar sinais de que cansou um pouco em razão do esforço para marcar o adversário sob pressão. Assim, o Senegal chegou com perigo ao gol defendido por Ederson. Carlo Ancelotti fez mudanças para oxigenar seu time, que não correu grandes perigos para manter a vantagem até o apito final.
Na próxima terça-feira (18) a equipe de Carlo Ancelotti terá mais uma oportunidade de realizar testes para a Copa do Mundo de 2026, quando enfrentará a Tunísia, a partir das 16h30, no Decathlon Stadium, em Lille (França).




Por unanimidade, os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram tornar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) réu pelo crime de coação no curso do processo, por sua atuação no Estados Unidos, onde reside desde março deste ano. Neste sábado (15), a ministra Cármen Lúcia fez seu voto no plenário virtual para aceitar a denúncia e, agora, deve ser aberta ação penal contra Eduardo.

Em setembro, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que apurou a atuação do parlamentar junto às autoridades estadunidenses para fazer pressão sobre julgamento que condenou seu pai por tentativa de golpe de Estado. Nos últimos meses, o governo de Donald Trump aplicou sanções como o tarifaço contra as exportações brasileiras, a suspensão de vistos de ministros do governo federal e ministros do STF e sanções financeiras contra o ministro Alexandre de Moraes.
A investigação contra Eduardo Bolsonaro foi conduzida pela Polícia Federal que indiciou o parlamentar.
Com a decisão do STF, o próximo passo será a abertura de uma ação penal. Durante a instrução do processo, o deputado poderá indicar testemunhas, apresentar provas de inocência e pedir diligências específicas que sejam interessantes para sua defesa.
Em março deste ano, Eduardo pediu licença do mandato por 120 dias e foi morar nos Estados Unidos com a família, sob a alegação de perseguição política. Desde dia 20 de julho, quando a licença terminou, o deputado não comparece às sessões e poderá ser cassado por faltas.
O julgamento no Plenário Virtual do STF começou às 11h desta sexta-feira (14) e, no fim do dia, os ministros já formaram maioria para tornar Eduardo Bolsonaro réu. Para o relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes, existem provas de que o deputado participou das articulações para o governo dos Estados Unidos aplicar as sanções.
“A grave ameaça materializou-se pela articulação e obtenção de sanções do governo dos Estados Unidos da América, com a aplicação de tarifas de exportação ao Brasil, suspensão de vistos de entradas de diversas autoridades brasileiras nos Estados Unidos da América e a aplicação dos efeitos da Lei Magnitsky a este ministro relator”, diz no relatório.
Acompanharam o voto do relator os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin e, hoje, a ministra Cármen Lúcia. Apesar de os quatro ministros da Primeira Turma já terem votado pelo recebimento da denúncia, a análise vai até 25 de novembro, quando eles ainda podem mudar de voto, pedir vista ou levar o caso ao plenário.
A turma está com apenas quatro ministros. Com saída de Luiz Fux para a Segunda Turma do STF, uma cadeira está vaga e só será preenchida após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicar um ministro para suceder Luís Roberto Barroso, que se aposentou.
Ainda nesta sexta-feira, pelas redes sociais, Eduardo Bolsonaro classificou o voto de Moraes como “caça às bruxas”.
“Moraes vota para me tornar réu. Outros candidatos anti-establishment, como o próprio Jair Bolsonaro, e favoritos ao Senado sofrerão a mesma perseguição. É o sistema se reinventando para sobreviver. Tudo que sei é via imprensa, já que jamais fui citado. Por que Moraes não usa os canais oficiais com os EUA?”, escreveu.
A defesa de Eduardo Bolsonaro foi feita pela Defensoria Pública da União (DPU). Durante a investigação, Moraes determinou a notificação do deputado, mas ele não constituiu advogado nem apresentou defesa.
No fim de outubro, a DPU pediu a rejeição da denúncia, argumentando que o deputado não é autor das sanções e que suas manifestações são “exercício legítimo da liberdade de expressão e do mandato parlamentar”.
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Máscaras de Chico Mendes e do cacique Raoni. Alegoria de boitatá. Carros de som alternando entre discursos políticos, ritmos de carimbó e brega. A Marcha Mundial pelo Clima ocupou neste sábado (15) as ruas de Belém com uma amostra expressiva da diversidade cultural e social do povo amazônico.

Segundo os organizadores, pelo menos 70 mil pessoas estiveram presentes na manifestação, que saiu do Mercado de São Brás, no centro histórico, até a Aldeia Cabana. Um trajeto de aproximadamente 4,5 km feito sob um sol forte de 35°C. Nada mais representativo para um ato que teme a falta de decisões efetivas de combate à emergência climática na 30° Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30).
A marcha foi organizada por integrantes da Cúpula dos Povos e da COP das Baixadas, e teve a participação de representantes de organizações de todos os continentes, de povos tradicionais e das comunidades paraenses.
“Estamos aqui com todos os povos do mundo e movimentos sociais para um grito de alerta sobre as ameaças e os ataques aos territórios, e contra defensores e defensoras dos direitos humanos e do meio ambiente. Precisamos que órgãos oficiais e a ONU reconheçam que, para ter transição justa, é preciso proteger quem protege a floresta”, disse Darcy Frigo, do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (CBDDH) e da comissão política da Cúpula dos Povos.
“Queremos expressar todas as demandas que têm surgido durante a Cúpula dos Povos. Queremos denunciar as falsas soluções para as mudanças climáticas, como fundos de financiamento para florestas. Pedimos para não explorarem petróleo na Amazônia e para não proliferar os combustíveis fósseis em todo o mundo”, disse Eduardo Giesen, coordenador na América Latina da Global Campaign to Demand Climate Justice.
“Depois de outras COPs, em que as manifestações sociais ocorriam apenas dentro de espaços oficiais da ONU, no Brasil, no Sul Global, em uma democracia consolidada, podemos ocupar as ruas. A COP30 permite o encontro das periferias, das águas, das cidades, dos campos, das florestas. Lugares que enfrentam as mudanças do clima. Em que pesem nossos desafios e contradições, temos que fazer um mapa do caminho para transição justa e encerrar a dependência dos combustíveis fósseis”, disse Marina.
Um dos exemplos das tradições locais de cultura e organização social presentes no ato em Belém foi o Arraial do Pavulagem, grupo que divulga a música popular paraense e amazônica, misturando elementos regionais. O coordenador do Pavulagem, Júnior Soares, entende que é impossível falar de tradições culturais urbanas, sem abordar os extremos climáticos.
“Nós temos 38 anos de construção desse grupo e das apresentações de rua na região de Belém. E as condições ambientais do lugar onde a gente vive sempre foram importantes para nós. Estamos na marcha com uma representação dos nossos brincantes, nos somando a essa luta para pedir um olhar especial do mundo pela Amazônia e para os povos que vivem aqui”, disse Soares.
Marciele Albuquerque, indígena Munduruku, ativista e cunhã-poranga do Boi Caprichoso, foi às ruas para defender a demarcação de terras dos povos tradicionais como política climática.
“A marcha é central para as nossas demandas, porque tem povos, vozes e línguas do mundo inteiro. Uma diversidade cultural muito grande para mostrar a nossa força tanto nas ruas como para o mundo. Nós estamos no centro de todas as discussões na COP30 aqui em Belém, defendendo as pessoas que vivenciam a Amazônia e que pagam pelas consequências climáticas das quais não são responsáveis”, disse Marciele.
Na marcha deste sábado, chamou a atenção uma cobra de 30 metros, com a frase: “Financiamento direto para quem cuida da floresta”. A escultura é resultado de um trabalho coletivo de 16 artistas de Santarém, criada em 15 dias de produção, e apoiada pelo movimento Amazônia de Pé. Construída em parceria com a Aliança dos Povos pelo Clima, a obra apoia a campanha “A gente cobra”, que exige o financiamento direto para as populações que vivem na floresta amazônica.
O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) trouxe a demanda social por moradia, relacionada aos problemas climáticos. Segundo Rud Rafael, coordenador nacional do MTST, a questão ambiental tem ganhado cada vez mais centralidade nas pautas do movimento.
“Não tem como pensar mais a questão da moradia, sem pensar a questão ambiental. A gente teve no Rio Grande do Sul, por exemplo, um evento climático extremo que impactou mais de 600 mil pessoas. Não tem como pensar mais a questão da moradia só pelo déficit habitacional, quando cada evento climático extremo gera milhares e, às vezes, milhões de impactados. A ideia é colocar a periferia no centro das soluções”, disse Rud.
O ato contou com manifestantes de diferentes organizações internacionais. Kwami Kpondzo, de Togo, na África, veio como representante da Global Forest Coalition, e defendeu a união de todos os movimentos populares como forma de lidar com os problemas ambientais globais.
“Estamos aqui para dar apoio às pessoas impactadas pelas mudanças climáticas, pela degradação florestal, pela mineração, pelo desmatamento. Queremos nos posicionar na marcha contra o capitalismo e o colonialismo. Estamos muito felizes porque as pessoas juntas têm poder e são capazes de mudar esse sistema que destrói o nosso planeta”, disse Kpondzo.


