Arquivos diários: 9 de fevereiro de 2019

Mãe é criticada por amamentar filha até os 9 anos de idade e toma difícil decisão

Sharon Spink, 50 anos, acabou se envolvendo em uma grande polêmica após decidir amamentar a filha até os 9 anos de idade. Charlotte estava com nove anos e nove meses, mas ainda sentava no colo da mãe para ser amamentada. Mãe é criticada por amamentar filha até os 9 anos…

Para a norte-americana esta atitude era simples, não tinha nada de anormal, porém, as pessoas olhavam para ela de forma estranha e logo as críticas começaram a aparecer. A mulher já teve outros três filhos e sempre tentou a amamentação prolongada, porém, nunca que dava certo.

Quando Charlotte nasceu, a mãe decidiu amamentá-la enquanto fosse possível e assim foi até ela quase completar 10 anos de idade.

Sharon acha que é importante a própria criança decidir quando quer parar de mamar e que com Charlotte foi assim, gradualmente ela foi deixando de procurar o peito da mãe até que parou de vez.

Amamentou a filha escondida
A Organização Mundial da Saúde recomenda que a criança seja amamentada até os dois anos, sendo que nos seis primeiros meses deve ser exclusivamente o aleitamento materno.

mãe conta que quando a filha já tinha quatro anos e até dormia sozinha em seu quarto, de madrugada levantava e ia mamar. Aos cinco anos de idade, a menina mamava três vezes por dia e a mãe resolveu parar de amamentar a filha em locais públicos justamente por causa das críticas.

Diante de tantas críticas, a mãe tomou a difícil decisão de se esconder com a filha sempre que ia amamentá-la, mesmo achando isso um absurdo, porém, não queria mais ver as pessoas atacando seu gesto de alimentar a menina e tinha medo que ela pudesse ficar traumatizada com tudo aquilo.

Hoje Sharon tenta encorajar as mulheres para que amamentem seus filhos de forma prolongada, sem se preocuparem com crítica. “Temos que apoiar as mães sobre suas escolhas“, disse a americana

Consulta a lotes da malha fina do IR já podem ser realizadas

 

A Receita Federal abriu na manhã desta sexta-feira (8), a consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda (IR) Pessoa Física de fevereiro. Ao todo, serão desembolsados R$ 401 milhões para 142,6 mil contribuintes que estavam na malha fina das declarações de 2008 a 2018, mas regularizaram as pendências com o Fisco.

A relação com os nomes está disponível no site da Receite na internet. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. A Receita oferece ainda aplicativo para tablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições.

As restituições terão correção de 5,68%, para o lote de 2018, a 107,8% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a entrega da declaração até este mês.

 

Preço do feijão chega a R$ 8,50 em cidade próxima a Conquista

Fonte: A. Sudoeste

A dupla arroz e feijão é imbatível no cardápio dos brasileiros, mas para a população de Brumado o preço de um desses itens tem ficado salgado nos últimos dias.

O feijão está sendo vendido acima dos R$ 7 reais. De acordo com a reportagem do Agora Sudoeste, que realizou uma pesquisa em alguns estabelecimentos, revelou que o quilo do alimento chega a R$ 8,50.

Segundo os proprietários dos estabelecimentos comerciais, esses valores estão altos devido a Entressafra -intervalo entre uma safra e outra, entre um período de colheita e o próximo. Período em que determinado produto agropecuário deixa de ser produzido, o que provoca aumento do seu preço no mercado.

Médico comenta precariedade dos planos de saúde no Brasil

No Brasil, o Índice de Reclamações com os planos de saúde não param de aumentar. Em Vitória da Conquista, essa situação não tem sido diferente. Durante uma entrevista na manhã desta sexta-feira (08), ao programa de rádio “Resenha Geral”, veiculado na Brasil FM ( 107,7 FM), Dr. Onildo Oliveira explicou como está complicada essa situação dos planos de saúde.

” O sistema que está implantado no Brasil hoje é um sistema praticamente falido. A medicina começou a trabalhar em uma complexidade extremamente elevada “, relatou Dr Onildo Oliveira.

De acordo com o médico, essa situação se agravou ainda mais devido ao aumento da expectativa de vida das pessoas, que acabam por utilizar mais tempo o serviço que não estava preparado para a grande demanda. “Hoje, a pessoa vai para o hospital, vai para a UTI, e consegue prorrogar a vida por mais alguns anos, só que passa um tempo dentro do hospital com um custo extremamente elevado e isso elevou demais os preços dos planos, e a sua precarização”.

O médico afirmou que é necessária uma mudança urgente no sistema, para que o problema não aumente.” Vai ter que sentar toda sociedade, quem trabalha no serviço de saúde os planos de saúde, para se encontra uma medicina que seja possível no Brasil a nível de padrão de qualidade, acesso aos melhores equipamentos com aquilo que a população pode pagar e rediscuti todo esse sistema, para tentar viabilizar”

1ª semana de novos deputados federais gerou mais de 600 projetos

 

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Na primeira semana de trabalho da Câmara na nova legislatura, os 513 deputados eleitos e reeleitos em outubro apresentaram mais de 600 projetos, entre os quais uma nova versão do Escola Sem Partido, uma proposta que transforma a Bíblia em patrimônio imaterial e outra para implantar microchip em animais domésticos.

Também há projetos para mudar nomes de aeroportos, conceder títulos honoríficos a cidades, autorizar o funcionamento de cassinos no país e fixar o preço do botijão de gás de cozinha.

Segundo o G1, até as 20h de sexta-feira (7), o total de projetos apresentados na semana era de 608. O número inclui projetos de lei, projetos de lei complementar, projetos de decreto legislativo e projetos de resolução.

A posse dos deputados eleitos e reeleitos foi no dia 1º, mas a legislatura teve início oficialmente na segunda-feira (4). A tramitação dos projetos na Câmara varia conforme o tipo de proposição.

Os projetos de lei, por exemplo, geralmente são distribuídos de acordo com as comissões temáticas, passam pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e seguem diretamente para o Senado. Se houver recurso, precisam ser votados no plenário.

Também há a possibilidade de se criar uma comissão especial para aglutinar todas as propostas que tratam do mesmo tema, o que, em tese, agiliza a tramitação.