Dia: 21 de novembro de 2020

Condeúba: Muitas tradições são mantidas, entre elas tombar terra com atração animal: (veja vídeo)

 

Cleyton Silveira na guia puxando os bois Bolero e Liçoso, no coice guiando o tombador e raiando com os bois Agenor Silveira

No município de Condeúba/BA., ainda são mantidas algumas tradições, entre elas a de tombar terra para o plantio através de animais, como parelha de boi ou animais cavalar. Na região do Olho d’Água é um bom exemplo disso, pois, o Sr. Agenor Henrique da Silveira tem algumas parelhas de bois e as usam nesse período de chuvas para tombar terra, ele cobra pela diária trabalhada R$ 200,00 com os bois Bolero e Liçoso.

No município de Condeúba essa tradição tem-se preservado através das amostras de tombamentos e carruagens organizadas pelos próprios moradores, como essa aqui hoje, realizada no Olho D’água que vem acontecendo de forma ininterrupta, ao longo dos anos.

Agenor assim como outros tantos moradores local, trabalham sempre domando parelhas de bezerros até virar bois, para uso no auxilio de pequenos transportes como pegar lenha, carregar sacarias, carregar colheitas de mantimentos das roças para as residencias, tombar terra, entre outros. Veja Vídeo:

Morte de Jotinha é noticiada pelo ‘New York Times’

Foto: Reprodução/New York Times

O jornal norte-americano “The New York Times” publicou na quinta-feira (19) o obituário do humorista baiano Jotinha, que morreu no início deste mês, aos 52 anos, após falência múltipla dos órgãos, em decorrência da Covid-19. Na publicação, o jornal traduziu o nome artístico do humorista para “Little J”. O obituário do jornal faz parte de uma série sobre pessoas que morreram por causa da pandemia do coronavírus e traz uma parte da história de Jotinha.

“Quando alguém em 2016 enviou uma mensagem para um grupo de WhatsApp brasileiro, provocando a baixa estatura e voz aguda de José Luiz da Silva, o senhor Silva viu e ofereceu a outra face – com um resultado surpreendente”, escreveu o jornal, explicando como começou a popularidade de Jotinha. “A mensagem continha uma foto adulterada de sua cabeça no topo do corpo de um pintinho, e perguntava se ele era popular com as mulheres.

O senhor Silva, conhecido como Jotinha, respondeu ao grupo com uma mensagem de áudio com sua distinta voz de criança: “Não, não entendi. Não entendi nada, ha ha ha ha”. Por alguma razão, sua resposta chamou atenção e as pessoas começaram a compartilhar em outros grupos do whatsapp, que é muito popular no Brasil. No fim do dia, ela tinha recebido 3.600 mensagens no aplicativo. Ele continuou a postar mensagens de áudios e elas continuaram a fazer sucesso.

Logo, ele estava recebendo mais de 10 mil mensagens por dia, fazendo com que a mídia brasileira o chamasse de “Rei do WhatsApp”, acrescentou a publicação. O ‘New York Times’ ainda descreveu sobre o time de coração do humorista, o Esporte Clube Bahia, o início do trabalho dele como locutor em Elísio Medrado, sua cidade natal e sobre a história da família de Jotinha. Abordou, ainda, a infecção por Covid-19 da mãe dele, Teresinha César, de 88 anos, que já está curada. A publicação ainda destacou que “políticos, jogadores de futebol e artistas populares que trabalharam com o senhor da Silva lamentaram sua morte”.

‘No Brasil não existe racismo’, afirma Mourão ao comentar assassinato de homem negro no Carrefour

‘No Brasil não existe racismo’, afirma Mourão ao comentar assassinato de homem negro no Carrefour

Manifestantes protestaram nesta sexta-feira em frente ao Carrefour, após o assassinato de João Alberto Silveira Freitas, morto na noite de quinta-feira (19) dentro do estabelecimento. Foto: Luiza Castro/Sul21

“Lamentável, né? Lamentável isso aí. Isso é lamentável. A princípio, é segurança totalmente despreparada para a atividade que ele tem que fazer […] Para mim, no Brasil não existe racismo. Isso é uma coisa que querem importar aqui para o Brasil. Isso não existe aqui.” A declaração é do vice-presidente da República, Hamilton Mourão, dada nesta sexta-feira (20), Dia da Consciência Negra, ao comentar o assassinato de João Alberto Silveira Freitas, um homem negro de 40 anos, morto por agressão no Carrefour localizado no bairro Passo D’Areia, em Porto Alegre.

“Não, eu digo para você com toda a tranquilidade: não tem racismo aqui”, repetiu Mourão para um grupo de jornalistas. Indagado novamente por um repórter, manteve e ampliou o raciocínio: “Eu digo para vocês o seguinte, porque eu morei nos EUA: racismo tem lá. Eu morei dois anos nos EUA, e na escola em que eu morei lá, o ‘pessoal de cor’ andava separado, [o] que eu nunca tinha visto isso aqui no Brasil. Saí do Brasil, fui morar lá, era adolescente e fiquei impressionado com isso aí. Isso no final da década 60”, explicou o vice-presidente.

Outro jornalista insistiu pela terceira vez e Mourão prosseguiu no seu pensamento de que não há racismo no Brasil. “Mais ainda, o ‘pessoal de cor’ sentava atrás do ônibus, não sentava na frente do ônibus. Isso é racismo, aqui não existe isso. Aqui você pode pegar e dizer é o seguinte: existe desigualdade. Isso é uma coisa que existe no nosso país”.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, também já declarou que o regime que comandou o Brasil entre 1964 e 1985 não foi uma ditadura.

‘Fiol vai trazer dinheiro que nunca vimos’, diz presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral

Foto – Wilker Porto 

Segundo dados da Agência Nacional de Mineração (ANM), a mineração baiana chegou ao mês de outubro com um crescimento de 63% desde janeiro. Além disso, há sinal de que ainda há muito o que crescer: estão previstos R$ 70 bilhões em novos investimentos no setor nos próximos três anos. De acordo com informações do Correio da Bahia, o presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM),

Antonio Carlos Tramm, explicou que para tornar todo o potencial do subsolo realidade falta apenas a infraestrutura para escoar a produção das áreas de lavras para os portos. “A Fiol vai trazer toda a produção mineral da Bahia, uma boa parte que só depende mesmo da ferrovia para começar acontecer, diretamente para o porto”, projeta.

Segundo Tramm, com a Fiol em operação, a geração de royalties da mineração (Cfem) pela produção de minério de ferro, que hoje é próxima de zero, pode chegar aos R$ 500 milhões por ano. “Com a nossa Fiol começando a funcionar razoavelmente, nem precisa funcionar 100%, a Bahia vai ter uma contribuição em torno de R$ 500 milhões. É um dinheiro que nós nunca vimos antes. Hoje é zero porque nós não temos logística. Não se transporta minério para exportação em kombis”, ressalta.