Não percam, será hoje às 19h o lançamento do livro “QUEM SOMOS” no Colégio Estadual

Agência Brasil
O ator Wagner Moura – Foto: Reuters/Caroline Brehman
Apesar da enorme expectativa e de uma campanha internacional aclamada, o filme brasileiro O Agente Secreto encerrou sua participação na cerimônia do Oscar 2026, na noite deste domingo (15), sem estatuetas. 

O longa dirigido por Kleber Mendonça Filho concorria em quatro categorias: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator (Wagner Moura) e Melhor Direção de Elenco (categoria que estreou nesta edição).
Na categoria Melhor Filme Internacional, o representante brasileiro foi superado pelo norueguês Valor Sentimental (Sentimental Value), dirigido por Joachim Trier.
Na categoria de Melhor Ator, Wagner Moura, que foi ovacionado pela crítica por seu papel como professor Marcelo, viu a estatueta ir para as mãos de Michael B. Jordan, pelo terror gótico Pecadores (Sinners), de Ryan Coogler.
Já em Melhor Direção de Elenco, o troféu ficou com Uma Batalha Após a Outra, de Paul Thomas Anderson, que também levou o prêmio principal de Melhor Filme.
Antes da cerimônia do Oscar, O Agente Secreto já havia consolidado sua relevância internacional no Globo de Ouro. A produção brasileira venceu na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira, enquanto Wagner Moura conquistou o troféu de Melhor Ator em Filme de Drama.



No mural, o intelectual feiticeiro, como foi apelidado pelo amigo e escritor Jorge Amado, ambos militantes do Partido Comunista – referência que aparece na obra –, é retratado de terno branco, caminhando com semblante alegre, com seus livros, por Salvador, cidade onde nasceu e viveu.
Edison Carneiro também aparece representado como Exu, o Orixá e filósofo da comunicação, aquele que faz a ponte entre os mundos. Em volta da figura dele, há ainda vários elementos da cultura popular, como um boizinho de barro, capoeiristas e um livro sobre o samba, manifestação que o baiano também pesquisou e ajudou a difundir.
Carneiro é nome de referência nos estudos sobre relações étnico-raciais, folclore, cultura popular e religião afro-brasileira. Ele tornou-se percursor da defesa da liberdade religiosa, a partir da publicação de artigos em jornais e textos acadêmicos sobre as religiões de matriz africana, em uma época em que essas manifestações estampavam apenas páginas policiais. Também reconhecido por ter feito pontes entre terreiros de renome e pesquisadores nacionais e estrangeiros.
Celebrando essa trajetória, no muro do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, estão oferendas, galinhas, figuras mitológicas e uma mãe de santo, com suas ervas em punho, além de uma pequena imagem de Exu que o pesquisador mantinha na estante de em casa. Ali, também estão os livros A Carta do Samba (1962) e Quilombo dos Palmares (1947), duas obras de destaque publicadas.
No trabalho preparatório para a pintura, o projeto Negro Muro, de arte urbana, contou com apoio do Museu do Folclore, uma unidade do CNFCP, que foi dirigido pelo próprio Carneiro, entre 1960 e 1964, no Rio de Janeiro. O pesquisador Pedro Rajão, da equipe do projeto, conta que teve acesso a pesquisas sobre o folclorista e celebra a inauguração da obra, a 77ª do Negro Muro. Coincidentemente, 77 é o número de Exu, no candomblé.
“A gente trocou muito com pesquisadores do museu e conseguimos trazer esses elementos, nesta homenagem aqui, neste território, que também era um pouco a casa dele”, disse. Para a equipe do projeto, é fundamental que a obra tenha relação com o bairro onde está instalada.
Durante a inauguração, foi firmado um acordo para ampliação do Museu do Folclore, por meio de uma parceria entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). A nova unidade deve ser erguida nos jardins do Museu da República, no terreno ao lado do Museu do Folclore.

A dicotomia com que as pessoas conceituam sobre os fenômenos da natureza é tão esdrúxulo que parece até palavras infantis ecoadas nas bocas de pessoas adultas. E olha que estamos em pleno século XXI, era da informação e do conhecimento livre, era da livre interpretação, “da inteligência cognitiva”.
Essa cômica interpretação é mais óbvia nos períodos chuvosos, quando as cheias dos rios aumentam de volume e ameaçam ou invadem as cidades. A tradição dessa dicotomia não é um privilégio apenas das cidades consideradas pequenas, infelizmente isso vive impregnada desde os primórdios nas interpretações das civilizações humanas. A prova do que escrevo você ira encontrar ao sair nas ruas para ver o espetáculo das cheias. Aí, um diz: — O rio tá muito cheio, tá abafado e vai chover muito mais! Quando alguém da multidão logo protesta em tom de repreensão: — Só quem pode saber é Deus! É ele que é o dono do ouro e da prata! E assim a gente vai ouvindo outras interpretações: “pode chover, é Deus que tá mandando”; outra diz, “Deus é mais de tanta chuva!”; o outro se diverte com o quê está acontecendo, mesmo sabendo do sofrimento de muitos”; alguns vão dizendo que Deus é maravilhoso; algumas vão tentando explicar que tudo não passa de fenômenos da natureza, há até pessoas que são videntes ou especialistas na área; e há outras que responsabilizam, culpam alguém por tais fenômenos; e há até mesmo, aquelas que dizem ser tudo obra de magia.
Diante disso, como podemos analisar certas concepções já que o Deus dessas pessoas que ora é bom, maravilhoso; ora ruim, carrasco ou até justo e igualitário, porque pelo menos nesses momentos tornam os indivíduos todos iguais? Não pesar na mesma linha de pensamento, achismo e ignorância; mas com a luz da razão, do conhecimento, da pesquisa… Porque se Deus permite tudo isso, ações positivas e negativas, o homem, segundo alguns religiosos ou pessoas não religiosas, não seria a principal espécie do planeta, já que ela mesma se isenta das responsabilidades impostas contra o meio ambiente e seus habitantes.
Então culparíamos o gado pelo o ato natural da espécie de ruminar, após pastar por horas e liberar o gás metano por flatulação? As queimadas naturais, por queimar as florestas e liberar fumaças ou as industrias por liberar fumaças tóxicas ? Ou o sol, que por razões próprias, resolveu duplicar suas energias de radiações eletromagnéticas de propósito para que o efeito estufa saia de sua temperatura ambiente? Os combustíveis fósseis, sabendo da fama da Revolução dos Bichos, de George Orwel, resolveram também se rebelarem? Ou foram ações antrópicas (humanas), em excesso ao longo do tempo que contribuíram com tudo isso que está acontecendo, através de explorações egocêntricas e gananciosas culminando na intensificação do efeito estufa e aumentando as temperaturas na superfície do planeta?
Claro, que foi devido a este aumento da temperatura, que efetivamente temos o aquecimento global. Portanto, foram as atividades humanas capazes de aumentar a concentração dos gases dióxido de carbono, metano, óxido nitroso, clorofluorcarbonos, gases fluorados, ozônio na atmosfera que vivemos dias confusos no clima. Assim sendo, Deus vive no seu lugar ou em algum lugar dos que tem fé nele, não impondo ou desfazendo catástrofes , trovões, tempestades, chuvas, cheias… nem ele e nem eu, seria eu, se eu tivesse o mesmo comportamento da multidão, que segue como manada e ainda não se utilizou da massa encefálica que cada um de nós possuímos dentro do crânio.
Ora, ao invés de julgar seu irmão, viver os dias a falarem da vida alheia, por que não questionam os governos, sejam eles municipais, estaduais ou federal por não sanarem ou por não amenizarem os problemas vividos por você e pela população? Por que não questionam, organizados, sobre os recursos que todo município recebe quando em tempos do qual estamos vivendo? Porque a educação não foi feita para libertar. Porque o sistema político não permite. Porque o sistema financeiro, as elites, as corporações midiáticas e as multinacionais dominam tudo! Dominam sua hora de levantar, de comer, de chorar, de sorrir, de dormir e seu momento de pensar; sobretudo numa era em que não se usa mais a memória de longo prazo, não se vive mais as cores do próprio eu, onde o terreno da maturidade, da indignação, cedeu espaço para a planta toxica da infantilidade, que vestiu a futilidade da ostentação, da aparência, da podridão e do ódio.
Enfim, estamos destituídos do pensamento crítico e do discernimento até para entender que somos fragmentos vivos do planeta e do univers, que também estão vivos, e é por isso que devemos respeitar toda forma de vida, para a harmonia do todo. Se assim vivermos, talvez não viveremos no caos programado, ao desespero de uma sociedade cansada e sangrenta, repleta de tantas mazelas, faz de conta, indiferença, cinismo e medo, estratégica imposta por quem só aprendeu a escravizar, impondo tudo que sufoca a quem só aprendeu a servir, e à ignorância vive submisso às migalhas, que retornam após as catástrofes, trovões, raios, chuvas e enchentes. Como todo mundo sabe que o período conturbado passou, os governos novamente passam a serem bons, servindo aos umbigos de poucos que apoiam certas manobras, ou cestas básicas à massa, então políticos ruins são aplaudidos como heróis, pois quando as catástrofes voltarem, apesar das dores e das perdas, serão as pessoas puras, íntegras , honestas, que procuram serem justas ao questionarem certas atitudes, às vezes, apontadas como os bobos da história.
Rama Amaral é um cidadão brasileiro, trabalhador, poeta e um “puro sangue puxando carroça”.

Morreu neste sábado (28), no Rio de Janeiro, aos 78 anos de idade, o ator e diretor Dennis Carvalho. Natural de São Paulo, ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, Rio de Janeiro.

A causa da morte não foi revelada, a pedido dos familiares do artista. Ele deixa três filhos: Luíza, do casamento com a também atriz Deborah Evelyn; Leonardo, da união com Christiane Torloni, e Tainah, filha de Monique Alves.
Dennis Carvalho dirigiu novelas de grande audiência, como Vale Tudo e Fera Ferida. O início de sua trajetória foi marcado por participações em teleteatros e dublagens de atrações televisivas marcantes. Foi a voz, por exemplo, do capitão Kirk, de Star Trek (Jornada nas Estrelas).
Essas experiências no currículo abriram as portas para Dennis na TV Globo, com a qual manteve contrato até os dias de hoje. Dirigiu na emissora, além de novelas, minisséries, como Anos Rebeldes, e o programa de humor Sai de Baixo, exibido semanalmente, com grande Ibope.

Confira a programação das próximas escutas e participe desse importante momento de construção coletiva das políticas culturais do nosso município:
🗓 02/03/2026 – Segunda-feira
☀️ Manhã | 9h às 12h
📍 Distrito de José Gonçalves
Local: Praça da Matriz – José Gonçalves
🎶 Apresentação do Terno de Reis das Rosas na Carreta da Cultura
🌤 Tarde | 14h às 17h
📍 Guarani
Local: Anfiteatro da Praça da Juventude – Bairro Guarani
🗓 03/03/2026 – Terça-feira
☀️ Manhã | 9h às 12h
📍 Distrito de São Sebastião
Local: Rua do Cruzeiro – Praça do Poliesportivo
🎶Apresentações culturais na Carreta da Cultura
🌤 Tarde | 14h às 17h
📍 Lagoa das Flores
Local: Haras Caatiba – Rua Coronel Maneca Santos, 20
🗓 04/03/2026 – Quarta-feira
☀️ Manhã | 9h às 12h
📍 Distrito de Bate-Pé
Local: Praça Ramiro Silva (onde acontece a feira)
🎶Apresentações culturais na Carreta da Cultura
🌤 Tarde | 14h às 17h
📍 Distrito de Pradoso
Local: Colégio Estadual Polivalente

O sol se punha atrás das montanhas,
quando os olhos da menina lacrimejavam
sentimentos borrados de manchas pretas misturadas
à púrpura e a angústia do drama do ente dilacerado
no asfalto quente do caos.
Mais um dia nós trópicos. Mais uma “vida ao mar” de sangue!
Mais um tempo de luto nos “brasis” da impunidade!
Por essas terras até a libélula se comove sobre o fio
das vestes ensopadas ao liquido vermelho do terror!
Enquanto isso larvas e bactérias aguardam ansiosamente
por mais um cadáver no “Jardim da Saudade”.
Bala perdida, ainda ilude, é álibi que testifica a violência!
Legítima a morte! Lá se foi mais uma vida sem sorte!
Para o IML. Para o além…
“Meus Deus!” “Meu Deus!”
Onde estais que não intercede com tuas mãos
nessa guerra de zumbis?
Por que não cura essas feras perdidas,
que tanto fazem da vivência uma selva voraz?
Vivem como máquinas: vazios de sentimentos,
mas sempre em busca de aparências, de poder!
Até quando, Senhor, permitirá essa barbárie?
Até quando? Até quando seremos apenas
números de pesquisas? Até quando? Responde-me, Senhor!
Até quando? Como o “Poeta dos Escravos”,
“eu delírio ou” será “verdade” perante a conivência
dos que ainda vivem nessas terras? O que me diz, Senhor?
Pois o líquido que jorra aqui também prolifera no Oiapoque,
banha o Chuí, irriga o Serrado, molha o Sertão, se esconde
na parcialidade da justiça do patrão ou de quem
tem mais títulos nas mãos.
Os gemidos, Senhor, os gemidos que se ouve
no meu lugar, ecoam tristemente de Leste a Oeste, de Norte a Sul
desse imenso Campo de Batalha!
“Senhor meu Deus!” “Senhor meu Deus!”… Tende piedade de nós!
Tu sabes que não é nossa essa guerra!
Acaba, Senhor, por meio da tua luz toda essa escuridão!
Apaga desse país toda essa violência! Toda forma de corrupção!
Não deixe a diversidade das cores serem coberta
pelo sangue de inocentes!
Antes que o sol se esconda mais uma vez desse
povo alegre e descivilizado, sobrevivendo nos limites do medo
dessa pobre/rica e sangrenta nação!
Não nos vire as costas, Senhor!
Há um tempo de morte, de escravidão!
Não nos abandone diante de tantas injustiças!
“Ó Senhor Deus” dos ensanguentados!
Do livro, O Rio e a Criança.
De Rama Amaral.

A literatura baiana ganhou evidência nacional com o reconhecimento de dois nomes no Prêmio Destaque Literário – Melhores de 2025: a escritora Aline dos Santos Rodrigues, natural de Condeúba – BA, e o poeta e professor Paulo Henrique Cardoso Medrado, de Vitória da Conquista. Ambos foram destacados na premiação, consolidando trajetórias consistentes no cenário literário contemporâneo.
O Prêmio Destaque Literário – Melhores de 2025 foi realizado pela Editora Novos Sabores Publicações, com apoio da Academia de Letras do Sertão Cultivista, do Movimento Cultivista, da Revista Café com Poemas, da Agência Evidencie – marketing para escritores – e da página Destaques & Premiações, reunindo autores de diversas regiões do país em um concurso criterioso e amplamente disputado.
A premiação contemplou as categorias Melhor Autor ou Autora, Melhor Poeta ou Poetisa, Melhor Livro e Categoria Especial de Indicação de Fã, estruturadas em três etapas: inscrições com marcações válidas no Instagram, classificação dos mais votados e votação final por curtidas em post oficial.
Graduada em Letras, Aline dos Santos Rodrigues atua como escritora e professora. Sua produção é marcada por sensibilidade, reflexão e identidade, características presentes tanto na poesia quanto na prosa. É autora das obras Enxergando com os Olhos da Alma (2011), Sentimentos em Palavras (2020) e A Voz que Mora em Mim (2025), consolidando uma trajetória literária contínua e amadurecida.
A autora também integra diversas coletâneas nacionais, entre elas Antologia Poética Café com Poemas – Volume II, 300 Poemas de Amor (lançada na Bienal do Livro do Rio de Janeiro), Contos de Fadas Natalinos e DONNA: Vozes que Ecoam, reafirmando versatilidade e presença ativa no circuito editorial independente. Atualmente residente em Sorocaba (SP), mantém atuação no Movimento Cultivista de Condeúba e no núcleo cultivista paulista.
Também reconhecido na edição 2025, Paulo Henrique Cardoso Medrado, conhecido como Paulo Medrado, é poeta, professor e pesquisador. Formado em Filosofia pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL), professor da rede estadual e mestrando em Letras pela UESB, construiu trajetória marcada pelo diálogo entre literatura, pensamento crítico e formação cultural.
Autor de obras como Banquete de Palavras I e II, A Cabana de Jomapawi e Quintal do Mundo, Paulo Medrado também participou da edição Melhores de 2024 e do Prêmio Cultivista de Sorocaba, consolidando-se como nome recorrente em iniciativas literárias de alcance regional e nacional. É membro da Academia Barreirense de Letras e da Academia Conquistense de Letras.
O reconhecimento concedido aos dois escritores reforça a força da produção literária do interior da Bahia e evidencia o compromisso de ambos com a cultura, a educação e a valorização da palavra escrita.
Mais do que uma premiação pontual, o destaque em 2025 confirma a continuidade de trajetórias consistentes, que unem formação acadêmica, atuação cultural e produção autoral ativa no cenário literário brasileiro.
O Prêmio Destaque Literário – Melhores de 2025 chegou ao seu desfecho e confirmou o poeta Antônio Cazumbá como grande vencedor da edição, após a conclusão das três etapas previstas no regulamento do concurso.
Na etapa decisiva, Antônio Cazumbá destacou-se de forma expressiva, tornando-se o campeão do Prêmio Destaque Literário – Melhores de 2025, resultado que o colocou à frente dos demais finalistas na disputa final, marcada pelo engajamento do público e pela mobilização qualificada em torno das obras e trajetórias participantes.
Antônio Cazumbá é poeta sangonçalense, nascido no Dia Nacional da Poesia. Membro fundador da Academia Metropolitana de Letras e Artes de Feira de Santana (AMLA), atua de forma constante na cena literária e cultural, realizando palestras sobre sua caminhada literária e contribuindo para a difusão da poesia e da formação cultural em diferentes espaços.
Além do campeão, a terceira etapa também evidenciou o desempenho de Paulyne Kalil e Aline dos Santos, que se destacaram pelo engajamento expressivo e pela forte mobilização do público leitor, consolidando seus nomes entre os mais votados da fase final do concurso.
Na classificação geral por categoria, o resultado confirmou Josemir Lemos como o mais votado na categoria Melhor Autor ou Autora, Paulyne Kalil como destaque na categoria Melhor Poeta ou Poetisa e Antônio Cazumbá como vencedor da categoria Melhor Livro, desfecho que o conduziu ao título de campeão geral desta edição. Na Categoria Especial – Indicação de Fã, o destaque foi Eliane Corrêa, indicada pela vencedora da categoria Melhor Poeta, reforçando a proposta do prêmio de valorizar também o vínculo entre escritores e leitores.
A organização do concurso registrou ainda reconhecimento e admiração pelo desempenho de Rita Queiroz, Leandra Moreira, Naira Diniz, Shirley Ferro e Cris Vaccarezza, escritores consagrados cuja presença contribuiu para elevar o nível literário e cultural da premiação.
Na segunda etapa, o concurso apresentou ampla participação e consolidou os dez nomes mais bem votados em cada categoria. Em Melhor Autor ou Autora, figuraram entre os destaques Josemir Lemos, Rita Queiroz, Leandra Moreira, Cleberson Oliveira, Leni Calisto Barbosa Mauricio, Daniel Soares Filho, Lilian Guedes, Nicky Dew, Arthur Souto e Willian Penetra. Na categoria Melhor Poeta ou Poetisa, destacaram-se Paulyne Kalil, Naira Diniz, Aline dos Santos, Francisco Gavazza, Ricardo Oliveira, Paulo Medrado, Luiziane Miranda, Suely Fonseca, Simone Reis e Rossana Assef. Já na categoria Melhor Livro, os títulos mais votados foram A Essência Não Tem Deficiência, de Shirley Ferro; Inimputável, de Cris Vaccarezza; O Bilhete da Bel, de Antônio Cazumbá; Kendi, de Gisele Silva; Contando os Literatos e Notáveis da Terra dos Marechais Ontem e Hoje, de Matheus Cavalcanti; Contos de Pai & Filho – Laços que contam histórias, de Orlando Freire, em parceria com Davi Bezerra Freitas Freire; Borboleteando, de Luciana Soriano; O Preço da Liberdade – A Verdade Oculta, de Marco Gonçalves Meireles; Sistema de Morte, de Vicky Auricchio Saes; e Kairós, de Rodrigo Gallo.
Além de outros nomes classificados em diferentes categorias, a lista completa pode ser conferida em:
https://nspublicacoes.com/resultado-oficial-do-premio-destaque-literario-melhores-de-2025/
O Prêmio Destaque Literário – Melhores de 2025 foi estruturado em três etapas: inscrição e marcações válidas no Instagram, classificação dos mais votados por categoria e votação final por curtidas em post oficial.
A edição de 2025 deu sequência ao êxito alcançado em 2024, ano em que o concurso reuniu dezenas de escritores de todo o país e consolidou-se como uma iniciativa relevante de valorização da literatura independente.
Como parte do encerramento desta edição, a agência Evidencie – marketing para escritores anunciou que todos os finalistas receberão benefícios adicionais, incluindo consultoria, publicação na imprensa com texto e biografia, análise de obra e outras ações de fortalecimento de carreira. A divulgação oficial dos premiados seguirá para a página Destaques e Premiações, onde serão apresentados os cards dos escritores que conquistaram a premiação física. Um evento de premiação, previsto para breve, marcará o encerramento simbólico do concurso e celebrará os vencedores desta edição.
