Categoria: Cultura

‘Times Square de São Paulo’ pode começar a funcionar até setembro

‘Times Square de São Paulo’ pode começar a funcionar até setembro
Foto – Édson Lopes Jr / Prefeitura SP
O projeto que prevê a instalação de quatro painéis de LED na esquina entre as avenidas Ipiranga e São João, no centro de São Paulo, deve começar a funcionar entre o final de agosto e o início de setembro. 

Aprovado há pouco mais de um mês pela Comissão de Proteção à Paisagem Urbana do município, o Boulevard São João foi oficializado nesta quinta-feira (23) pelo prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e pelo grupo empresarial Fábrica de Bares, responsável por bares na região central de São Paulo.

Apelidada de “Times Square Paulistana”, a iniciativa instalará 2 mil metros quadrados de telas na esquina que ficou eternizada na canção Sampa, de Caetano Veloso. No local, fica o Bar Brahma, um dos que é administrado pelo grupo Fábrica de Bares.

Escuta on-line para construção do Plano Municipal de Cultura segue até hoje, 22

Maíza Leite, secretária executiva do Conselho Municipal de Cultura, afirma que a iniciativa representa uma oportunidade essencial para que toda a comunidade participe da construção dos rumos da cultura em Vitória da Conquista. “Cada opinião enviada tem grande valor, pois expressa os desejos, ideias, necessidades e anseios da população para fortalecer ações culturais mais inclusivas e efetivas. Por isso, a participação é fundamental para ajudar a construir uma cidade que valoriza a arte, a diversidade e o desenvolvimento cultural para todos.”

Além de contribuir com propostas, os participantes podem indicar prioridades, apontar desafios e sugerir ações que atendam às diferentes expressões culturais do município. As contribuições coletadas nesta etapa serão analisadas e incorporadas ao documento final, garantindo que o Plano Municipal de Cultura reflita a diversidade e as reais demandas da população conquistense.

Livros de Emiliano José e Joandina Maria de Carvalho são lançados no Legislativo

Presidente destacou que obras produzidas pelo selo ALBA Cultural trazem memórias da política e do jornalismo baiano

A presidente da ALBA, deputada Ivana Bastos discursando – Foto: AscomALBA/AgênciaALBA
Em uma cerimônia muito concorrida, a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) lançou, nesta quarta-feira (15), os livros “Um oposicionista na Política Baiana”, da professora Joandina Maria de Carvalho, e “Os comunistas estão chegando”, do jornalista, escritor e ex deputado, Emiliano José, obras que versam sobre a memória política e do jornalismo baiano produzidas pelo programa ALBA Cultural. No evento, realizado no saguão da ALBA e prestigiado por importantes profissionais do jornalismo baiano, o espaço de honra foi composto pela chefe do Legislativo, Ivana Bastos, a vice Fátima Nunes, o deputado Marcelino Galo, os ex-parlamentares Álvaro Gomes e Yulo Oiticica, e familiares de Paulo Jackson – sua viúva Suzana Nascimento, os filhos Daniel e André, e as irmãs Zenira, Zoráide, Zalvira e Idalina e o sobrinho Tiago.
Na cerimônia, a presidente da Casa ressaltou a importância da publicação das obras. Em relação a “Os Comunistas Estão Chegando”, de Emiliano José, ela disse que “uma narrativa de vários autores, de vários jornalistas, na época do comunismo, escrita por um ex-deputado, jornalista de excelência”. Já sobre o livro escrito por Joandina sobre a história de Paulo Jackson, a presidente afirmou que “merece toda a nossa referência”.
Ela lembrou que, no início da sua carreira política, as pessoas das comunidades que visitava já falavam de Paulo Jackson, seu conterrâneo. “Porque eu também sou filha de Caetité. Então, para mim é uma satisfação muito grande, na nossa gestão, poder editar esses dois livros”, disse.
ELOGIOS
Ivana elogiou a equipe do ALBA Cultural, capitaneado pelo jornalista Paulo Bina, “que tem brilhado com essa edição, que é o grande incentivador, quem nos convence, e a gente só agradece quando olha para o resultado final”, afirmou, manifestando o desejo de lançar mais grandes obras literárias e de expandir o projeto para o interior, levando as produções para bibliotecas dos municípios baianos.
Primeiro a falar no evento, Emiliano José ressaltou a importância do momento, em lembrança de Paulo Jackson, “desses homens que marcaram a existência por posições de muita coragem, de amor, de desassombro e posições de profunda dedicação ao nosso povo”, disse, solicitando um minuto de silêncio em sua memória. Também agradeceu à Ivana Bastos, por levar à frente o programa ALBA Cultural, “um projeto de fortalecimento da ideia de que o livro é absolutamente essencial à vida em civilização”.
Sobre seu livro, escrito a partir de textos publicados nas redes sociais, Emiliano ressaltou que o seu título, embora aparentemente provocativo, não tinha o objetivo de assustar. Em suas páginas, ele conta que, na época da ditadura, um agente secreto do SNI, infiltrado nos jornais Tribuna e Jornal da Bahia, que vigiava os passos dos jornalistas, sobretudo os comunistas, a exemplo de Tibério Canuto, Oldack Miranda e Antônio Jorge Moura. “E nós só estávamos fazendo jornalismo, não estávamos querendo derrubar o mundo, nem tomar os jornais como o agente do SNI dizia, a gente estava ali ganhando a vida”, garantiu.
Em “Os comunistas estão chegando”, seu autor conta a trajetória de 18 jornalistas baianos que conviveram com ele, a exemplo de Jadson Oliveira, Alex Ferraz, José Barreto de Jesus, José Carlos Menezes, Oldack Miranda, Mirtes Alcântara e José Sérgio Gabrielli. “Pouca gente sabe que ele (Gabrielli) foi jornalista perseguido brutalmente pelas forças de repressão, que teve que deixar a profissão para se tornar um grande acadêmico e depois se tornar presidente da Petrobras”, relatou.
PAULO JACKSON
Em sua terceira edição, o livro “Um oposicionista na Política Baiana” compila relatos e entrevistas que mostram a atuação política do ex-deputado Paulo Jackson, um dos pioneiros na fundação do PT baiano. Na publicação, depoimentos de familiares, sindicalistas, parlamentares e militantes viabilizam o entendimento do contexto da época e as lutas do engenheiro-sindicalista contra o carlismo, especialmente no ambiente partidário e nas disputas políticas dos anos 1990.
A obra, dividida em quatro capítulos — “A Bahia após o regime militar”, “Paulo Jackson – a morte e a construção da memória política”, “Família, memória e política” e “O parlamentar Paulo Jackson” – conta com o prefácio da presidente da ALBA, no qual ela salienta a atuação do ex-deputado petista como referência de compromisso, decência e competência na política estadual.
No ato de lançamento, Joandina Maria de Carvalho, destacou a responsabilidade de levar adiante as mensagens, as bandeiras, as lutas de Paulo Jackson. A escritora fez um paralelo entre o ex-deputado petista e o comunista Luiz Carlos Prestes, como engenheiros que entraram para a política e grandes conhecedores das regiões e do povo brasileiro. “A gente se sentia contemplado naquela luta de Paulo Jackson, um parlamentar excepcional que dava conta do trabalho aqui na Assembleia, nas comissões, que ocupava a tribuna, que mandava seu recado e que enfrentava as forças do carlismo. Então, isso hoje é motivo de recorrermos à memória para dizer que a luta continua e que Paulo Jackson vai ser sempre uma referência, um exemplo”, disse, agradecendo a Assembleia Legislativa pela publicação do livro e à família do protagonista do livro pelo acolhimento e apoio à iniciativa.
ALBA CULTURAL
Instituído no final do século passado, na presidência do então deputado Antônio Honorato, o programa ALBA Cultural teve significativa ampliação nas gestões que se seguiram, quando foram firmados convênios e parcerias com entidades relevantes da vida cultural do Estado, como a Academia de Letras da Bahia, o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, a Universidade Federal da Bahia e a Associação Comercial da Bahia. A qualidade das obras trazidas ao conhecimento das novas gerações, pela iniciativa do Legislativo, elevou o programa ALBA Cultural ao patamar de um instrumento de cultura, suplantando o seu escopo anterior, que era o de ferramenta de marketing cultural da Assembleia, além de aproximar, ainda mais, a Casa do Povo de instituições fundamentais para a cultura e memória da Bahia.
Reportagem:  Rita Tavares 
Edição:  Franciel Cruz

Fotos: AL-BA

Carreata de Carro de Bois da Comunida de Olho d’Água

Carreata de Carro de Bois da Comunidade de Olho d’Água realizada em 12/04/2026

Na manhã deste domingo, 12 de abril de 2026, a comunidade de Olho d’Água foi palco de mais uma bela demonstração de cultura e tradição: a realização da 10ª Carreata de Carros de Bois. O evento, que já faz parte do calendário cultural local, foi idealizado pelo senhor Agenor Henrique Silveira, que deu início à iniciativa ainda no ano de 2006.

Apesar de alguns anos sem realização, devido a imprevistos como o período da pandemia, a carreata segue firme, preservando um costume que atravessa gerações. Neste ano, cerca de 20 carros participaram do desfile, todos inscritos previamente mediante uma taxa simbólica de R$ 30, que deu direito a um café da manhã na saída e um churrasco ao final do percurso.

A concentração inicial dedu-se no bar e mercearia Silveira do amigo Lindauro no Riacho Seco, onde todos se reuniram e o professor Hélio proferiu um momento de reflexão, culminando com a oração do Pai Nosso com uma Ave Maria, em seguida os participantes saíram às 9h40min., e chegaram às 11h30min.,  percorreram por aproximadamente 5 quilômetros até o Bar do amigo Selerino, na região do Baixão, local escolhido para o encerramento e confraternização.

Mais do que um simples evento, a carreata representa a valorização das raízes do homem do campo. Os carros de bois, muitos deles ricamente ornamentados com palha de coqueiro, bexigas e até couro de boi, mostram a criatividade e o carinho dos participantes. Cada detalhe revela o orgulho em manter viva essa tradição.

Segundo o organizador, a participação é voluntária e o principal objetivo é manter acesa a cultura local, além de ensinar às novas gerações o cuidado e o respeito com os animais. A presença das crianças e jovens reforça esse papel educativo, garantindo que esse costume continue sendo passado adiante.

A Carreata de Carros de Bois de Olho d’Água é, sem dúvida, um símbolo de identidade cultural, reunindo famílias, fortalecendo laços comunitários e celebrando a simplicidade e a riqueza das tradições do interior.

Fotos: Oclides/JFC

Centenário da Passagem da Coluna Prestes por Condeúba (1926/2026)

Por Joandina 

Professora, Historiadora e escritora Joandina Maria de Carvalho, relembrando o centenario a passagem da Coluna Prestes por Condeúba

Em seu livro A Coluna Prestes, marchas e combates, Lourenço Moreira Lima informa que depois de terem visitado Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, chegaram à Bahia com perto de 1200 homens. O ano era 1926, no dia 26 de fevereiro.
“As primeiras chuvaradas do inverno desse ano enverdeceram aqueles sertões.” O autor descreve a vegetação do sertão da Bahia, destacando que a natureza desabrochara em flores para destacar a travessia da Coluna invicta.
A princípio, a marcha foi a pé, já que os animais eram destinados aos doentes e cargas. Dias depois, começaram a encontrar cavalos, o que facilitou o percurso.
Enquanto isso, escutavam-se histórias do Prestes menino, contadas por ele.

Antônio da Cruz Santana celebra mais um ano de vida e é homenageado por sua trajetória em Condeúba

 

SOCIAL

Professor, Escritor e Poeta Antônio da Cruz Santana

Neste dia 9 de abril, quem está em festa é o professor, poeta, escritor e colunista do jornal Folha de Candeúba, Antônio da Cruz Santana. A data marca não apenas mais um ano de vida, mas também a celebração de uma trajetória marcada por dedicação à cultura, à educação e à reflexão social.
Natural da cidade de Saubara, na Bahia, Santana escolheu Condeúba como sua terra de coração há muitos anos. Foi neste município que construiu sua vida, desenvolveu seu trabalho e conquistou o respeito e a admiração da comunidade local. Ao longo de sua caminhada, tem prestado relevantes serviços ao povo baiano, especialmente aos condeubenses, contribuindo de forma significativa para o fortalecimento da cultura e do pensamento crítico.
Dono de uma escrita marcante, Antônio da Cruz Santana se destaca por suas poesias, contos, críticas e romances contemporâneos. Em seus textos, ele não apenas demonstra talento literário, mas também sensibilidade e compromisso social, sempre abordando temas diversos e provocando reflexões importantes sobre a realidade que nos cerca. Sua capacidade de transformar palavras em reflexão o tornou uma referência no meio em que atua.
Reconhecendo sua importância e contribuição, a Câmara Municipal de Condeúba lhe concedeu o título de cidadão condeubense, uma honraria que simboliza o carinho e o respeito do povo por aquele que tanto fez e continua fazendo pela cidade.
Querido por familiares, amigos e admiradores, Santana recebe nesta data inúmeras homenagens, fruto do reconhecimento por sua história e por sua maneira cativante de ser. Seu bom humor, sua generosidade e sua paixão pelo que faz são características que marcam todos que têm o privilégio de conhecê-lo.
Condeúba se orgulha de ter como filho ilustre Antônio da Cruz Santana, um homem que, com suas palavras e atitudes, ajuda a construir uma sociedade mais consciente e humana.

Nós, do jornal Folha de Condeúba, parabenizamos o amigo, parceiro e colunista por esta data tão especial. Rogamos a Deus que sua vida seja longa, repleta de saúde, alegria e inspiração, e que este dia se repita por muitos e muitos anos, sempre com esse sorriso e esse entusiasmo que contagiam a todos ao seu redor.
Parabéns, Santana!

O centenário da passagem da Coluna Prestes por Condeúba: entrevista com a Profa. Joandina Maria de Carvalho

Joandina Maria de Carvalho é natural de Condeúba:- historiadora, professora e escritora

O ano de 2026, mais especificamente no décimo quinto dia do mês de abril, marca um desses momentos, que muito toca o município de Condeúba, na Bahia, e região. É o centenário da passagem da Coluna Prestes por esta terra, evento dos mais impactantes e simbólicos nela já ocorridos.

Há aqueles como a professora, escritora e mestre em História pela FGV (2007), Joandina Maria de Carvalho, que tomaram pra si a responsabilidade de fazer com que o tema e também sua efeméride não passem em branco. Nesse contexto, realizei, no final de fevereiro e início de março últimos, uma entrevista por meio virtual com a pesquisadora. Joandina respondeu a dez questionamentos cujo mote é justamente a associação da Coluna Prestes com o município de Condeúba.

Publicada agora, no alvorecer do quarto mês do ano, ajuda a demarcar a contagem regressiva para o aniversário de um momento marcante para todo o sudoeste baiano e além.

Sem mais delongas, a entrevista…

TEMA: A PASSAGEM DA COLUNA PRESTES POR CONDEÚBA

Pergunta 1: Como o tema está presente em sua trajetória acadêmica e intelectual?

Resposta 1: O tema da Coluna Prestes está presente na minha vida como tema que estudei na graduação e especialização em História do Brasil. Entretanto, em nenhum momento, eu estudei apenas a Coluna Prestes.

Pergunta 2: O que te levou a estudar e escrever sobre ele?

Resposta 2: A motivação inicial para estudar o tema veio da curiosidade que sempre tive para interpretar memórias contadas por minha avó paterna.

Pergunta 3: Considerando uma pessoa leiga no assunto, como descreveria, sucintamente, a Coluna Prestes e o contexto em que passou por Condeúba (BA)?

Resposta 3: Eu não falo apenas com uma pessoa leiga. Precisamos ter cuidado com isso. Como é um tema importante cujas memórias estão diluídas, a importância histórica do tema pode ser
diminuída por pessoas que dizem saber tudo. Isso é muito comum em Condeúba.

Sugiro que façamos reflexões e estudos durante esse ano do centenário para depois respondermos a essa pergunta importante. Não é possível uma resposta de maneira sucinta. Precisamos ler e reler Coluna Prestes em Condeúba e Coluna Prestes nos Gerais de Minas, para que em breve possamos produzir novos textos sobre o tema.

Pergunta 4: Qual foi o impacto, importância e as consequências da passagem da Coluna Prestes por Condeúba (BA)?

Resposta 4: A Coluna Prestes impactou tanto a vida das pessoas em Condeúba que muitos fatos passaram a ser delimitados pelo ano de 1926. Fátima, filha de dona Lizete, que faleceu recentemente conta que todos os anos, a mãe lembrava exatamente os dias, mês e ano em que a revolta passou pela cidade.

Quanto a consequências eu lamento profundamente que o tema não tenha sido estudado pelos profissionais de História, o que poderia ter elucidado fatos e ajudado as pessoas a compreenderem muitos aspectos da Bahia e do Brasil, no contexto histórico da década de 1920. O não investimento em História continua sendo um problema. A passagem da Coluna Prestes por Condeúba é um tema importante.

“A Coluna Prestes impactou tanto a vida das pessoas em Condeúba que muitos fatos passaram a ser delimitados pelo ano de 1926.”

Pergunta 5: Na sua opinião, por que é importante relembrar esse momento?

Resposta 5: Lembrar é um dever de memória. Se esse tema está na vida das pessoas como algo vivo é porque precisa ser lembrado. A história pode contribuir para transformações necessárias.

Pergunta 6: Nestes 100 anos, desde a passagem da Coluna por Condeúba (BA), como a memória sobre o evento permaneceu e como tem sido tratada?

Resposta 6: Infelizmente, o evento é considerado por muitas pessoas como um passado morto. Felizmente, iniciativas como o do seu blog, a publicação do livro Coluna Prestes em Condeúba e a
disposição de algumas pessoas em refletir sobre o tema são novidades importantes.

Pergunta 7: Houve (ou há) equívocos nessa memória, e também na história, sobre este evento?

Resposta 7: Existem muitos equívocos e problemas relacionados à questão da Coluna Prestes em Condeúba, problemas esses que merecem reflexões importantes.

Pergunta 8: Alguma coisa te impressiona e/ou surpreende no assunto?

Resposta 8: Sim. Muitas. O que mais me chama a atenção é o fato das pessoas se acomodarem e não pensarem a História como uma ciência que pode contribuir para transformações sociais necessárias.

“Lembrar é um dever de memória. Se esse tema está na vida das pessoas como algo vivo é porque precisa ser lembrado.”

Pergunta 9: Há algo que ainda não foi estudado sobre a passagem da Coluna Prestes em Condeúba (BA), isto é, qual o “estado da arte” deste tema?

Resposta 9: Um tema importante como a Coluna Prestes em Condeúba está sempre aberto para
novas reflexões e estudos. Entendo que uma nova pesquisa pode sistematizar melhor o que já foi
estudado, lembrando que existe uma bibliografia vasta sobre o tema.

Pergunta 10: Na sua opinião, como seria uma comemoração bem celebrada deste centenário?

Resposta 10: Entendo que Condeúba pode estar na vanguarda dessas comemorações. Juntos com o professor Levon Nascimento, de Taiobeiras, cidade do norte de Minas Gerais, podemos convidar as pessoas para reflexões sobre o tema e para ações tendo em vista possíveis transformações sociais.

Não se pode falar sobre a Coluna Prestes em Condeúba sem referência ao norte de Minas Gerais. Conforme Jorge Amado em O Cavaleiro da Esperança, “Prestes reingressa em território baiano pelo município de Condeúba, onde havia passado na descida”.
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Agradeço à professora Joandina Maria de Carvalho por ter me concedido a entrevista.

Correntina, Bahia, Brasil. 1.o
de abril de 2026.

G. S.
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PUBLICADO ORIGINALMENTE EM:

https://oblogpercurso.blogspot.com/2026/04/o-centenario-da-passagem-da-coluna.html

Observação: o blog “Percurso” faz parte de um projeto de cultura geral de Gabriel Soares. Tem por objetivo compartilhar fotografias, reflexões, pesquisas, entre outras coisas.

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