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Antônio Andrade, vice-governador de MG, é preso pela Polícia Federal nesta sexta-feira (9/11)

Prisão é em decorrência de investigação sobre suposto esquema na Agricultura. Antônio Andrade foi preso em uma fazenda no município de Vazante-MG.
Por Triângulo Notícias – Com Ag. Brasil (Em Brasília-DF)

Vice Governador de Minas Gerais Antônio Andrade – MDB

A Polícia Federal desencadeou na manhã desta sexta-feira (09/11) a Operação Capitu, que é baseada na delação de Lucio Funaro, apontado como operador do MDB. O desdobramento da Lava Jato levou a prisão de Antônio Andrade (MDB), vice-governador de MG, dos executivos da JBS, Joesley Batista, Demilton de Castro e Ricardo Saud e do deputado João Magalhães (MDB-MG).

Segundo informações divulgadas pela TV Globo, a operação investiga suposto esquema de corrupção no Ministério da Agricultura durante o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Ainda segundo apurado pela emissora havia um esquema de arrecadação de propina dentro do Ministério da Agricultura para beneficiar políticos do MDB, que recebiam dinheiro da JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, em troca de medidas para beneficiar as empresas do grupo.

Em 2017, durante delação premiada à Procuradoria-Geral da República, o empresário Joesley Batista revelou que atuou com o ex-deputado Eduardo Cunha (MDB-RJ) e Lúcio Funaro em esquema de corrupção no Ministério da Agricultura para favorecer as empresas.

Mandado de busca e apreensão é cumprido no gabinete de Antônio Andrade. Até o momento o político não se pronunciou.

O político do MDB é natural de Patos de Minas e possui forte influência na região do Alto Paranaíba/Triângulo Mineiro. A reportagem do Triângulo Notícias segue entrando em contato com a assessoria do político.

Política: Empresário que se diz dono dos R$ 51 milhões acusa Geddel de golpe na Caixa Econômica Federal


Desde que a imagem de malas e caixas abarrotadas de dinheiro encontradas em um apartamento em Salvador foi divulgada pela Polícia Federal, que se questiona a origem dos valores. O dinheiro foi atribuído ao ex-ministro baiano Geddel Vieira Lima. A PF ainda investiga se o doleiro e operador do MDB Lúcio Funaro levou R$ 20 milhões como propina a Geddel. Contudo, eis que nesta semana um empresário baiano alega ser dono dos R$ 51 milhões encontrados no apartamento.

O BNews entrou em contato com o empresário que contou uma história um tanto desarranjada. Carmerino Conceição de Souza é presidente do holding Polocal. O site da empresa informa que o grupo foi fundado em 1992 e presta serviços nos setores de tecidos, alumínio, veículos, com sede na cidade de Camaçari. Há ainda uma filial em Brasília. Continue lendo Política: Empresário que se diz dono dos R$ 51 milhões acusa Geddel de golpe na Caixa Econômica Federal

Doleiro da Lava Jato fugiu do país em cruzeiro de luxo para a Europa, diz MPF

René Maurício Loeb é acusado de envolvimento na movimentação de R$ 1 bilhão no mercado negro do dólar. Defesa alega que ele viajou para se tratar de doença pulmonar e que não sabia da operação.

Deck do navio MSC Preziosa (Foto: Mariane Rossi/G1)

Foi da varanda da cabine 13045 do cruzeiro MSC Preziosa que René Maurício Loeb viu o Brasil pela última vez. Era 8 de abril, em Santos, no litoral de São Paulo. E o doleiro investigado pela Lava Jato, acusado de envolvimento na movimentação de cerca de R$ 1 bilhão no mercado negro do dólar, seguia para a Europa numa embarcação com escadas adornadas com cristais Swarovski e piscina com borda infinita.

Para os procuradores do Ministério Público Federal (MPF), começava aí a fuga que fez Loeb se transformar em mais um foragido da Operação “Câmbio, Desligo”, fase da Lava Jato do Rio que desarticulou o esquema criminoso comandado por outro doleiro, Dario Messer, considerado o “doleiro dos doleiros” – e que também é um fugitivo. Continue lendo Doleiro da Lava Jato fugiu do país em cruzeiro de luxo para a Europa, diz MPF

Geddel e Lúcio Vieira Lima viram réus pelo caso de ‘bunker’

Foto: Divulgação/PF

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira (8) a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal contra o deputado federal Lúcio Vieira Lima e o irmão dele, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, ambos do MDB, no caso dos R$ 51 milhões apreendidos em um apartamento em Salvador.

De acordo com o G1, com isso, Geddel e Lúcio se tornaram réus e passarão a responder a uma ação penal na Corte pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa. Ao analisar a denúncia, o STF também acolheu a acusação contra Marluce Vieira Lima, mãe de Geddel e de Lúcio; Job Ribeiro, ex-assessor de Lúcio Vieira Lima; e Luiz Fernando Costa Filho, sócio da empresa Cosbat.

Os ministros do Supremo rejeitaram, contudo, a denúncia contra Gustavo Ferraz, ex-diretor da Defesa Civil de Salvador. Pouco antes de os ministros acolherem a denúncia, a Segunda Turma decidiu manter o caso no Supremo.

Presidente da Câmara de Petrópolis/RJ é preso com R$ 155 mil em banheira de sua residência

Vereadores Dudu e Paulo Igor são alvos da Operação Caminho do Ouro em Petrópolis (Foto: Reprodução)

Foto: Reprodução/InterTV – Pres. da Câmara de Petropolis/RJ Paulo Igor Carelli (MDB)

O presidente da Câmara de Petrópolis, Paulo Igor Carelli (MDB), foi preso na operação contra crimes de fraude em licitação e peculato na quinta-feira (12). O vereador Luiz Eduardo Francisco da Silva, o Dudu (PEN), também é alvo de mandado de prisão, mas não foi encontrado. A Operação Caminho do Ouro é realizada pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Delegacia Fazendária (DELFAZ).

Na casa do presidente da Câmara foram apreendidos R$ 155 mil e 10.300 dólares. O dinheiro estava escondido na bomba da banheira de hidromassagem, em uma gaveta da mesa de cabeceira e dentro de um carro. De acordo com o G1, os valores estavam separados e com bilhetes com nomes e iniciais. A polícia vai investigar quem são as pessoas e se elas estariam envolvidas no esquema.

Paulo Igor foi preso em casa e levado para a Polinter, no Rio de Janeiro. Ele vai passar por exame de corpo de delito antes de ser encaminhado ao presídio. A equipe também esteve na casa do vereador Dudu, mas não havia ninguém no imóvel.

A operação, encerrada por volta das 11h, cumpriu ainda cinco mandados de busca e apreensão na Câmara, nas residências do presidente da Câmara, na casa de um empresário, onde apreendeu R$ 238 mil, e na empresa Elfe Soluções em Serviços Ltda.

BAHIA: PF PEDIU PRISÃO DE WAGNER, DAUSTER E DALTRO E TRF NEGOU

Do “Bahia Noticias”.

A Polícia Federal confirmou nesta segunda-feira (26) que requereu a prisão do ex-governador Jaques Wagner, do secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, e do empresário Carlos Daltro. O pedido, no entanto, foi negado pelo Tribunal Regional Federal da 1º Região (TRF-1). “Nós entendíamos que era necessária a condução.

Não havendo a possibilidade de condução, foi pedida a prisão temporária, que foi negada pelo Tribunal Regional Federal”, afirmou um dos delegados responsáveis pela Operação Cartão Vermelho, durante coletiva de imprensa.

Os três foram indiciados pela PF no âmbito da Operação Cartão Vermelho, que investiga o superfaturamento na parceria público-privada (PPP) com a Fonte Nova Participações (FNP), deflagrada nesta segunda e que teve como alvos de mandados de busca e apreensão o ex-governador, o secretário da Casa Civil e o empresário.

PF prende presidente da Fecomércio-RJ em mais um desdobramento da Lava Jato no Rio

A polícia Federal prendeu, na manhã desta sexta-feira (23), o presidente da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), Orlando Diniz. A ação faz parte de um desdobramento da Operação Lava Jato. Outras três pessoas são alvos de mandados de prisão. A ação é mais um desdobramento da operação Calicute, uma das fases da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Além de presidente Fecomércio-RJ, Diniz também é presidente afastado do Sesc-Rio. Ele foi afastado do comando do Sesc em dezembro pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por suspeita de irregularidades no comando dessa entidade. Ele é suspeito de desviar recursos e usar esquemas da organização criminosa do ex-governador Sérgio Cabral para lavar dinheiro.

Um desses esquemas envolvia concessionárias de carro. Também foram detectadas irregularidades em contratos da Fecomércio. Os principais alvos estão relacionados à federação.

Além dos quatro mandados de prisão, há mandados de busca e apreensão. Os envolvidos são acusados dos crimes de lavagem de dinheiro, de corrupção e pertencimento a organização criminosa.

PF apura elo entre bunker dos R$ 51 mi e desvios na Caixa

Geddel Vieira Lima deixa o IML em Brasília nesta sexta-feira, 8. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO

A Polícia Federal investiga, no âmbito da Operação Tesouro Perdido, o elo entre o bunker dos R$ 51 milhões atribuídos aos irmãos Lúcio e Geddel Vieira Lima e supostos esquemas de corrupção na Caixa Econômica Federal. Os investigadores apreenderam atas da instituição na casa da mãe do ex-ministro de acordo com relatório que o Estado teve acesso. O documento mostra que a Caixa liberou R$ 5,8 bilhões em créditos a empresas investigadas. Do total, R$ 4,4 bilhões foram destinados a empresas da holding J&F. A mãe do ex-ministro, Marluce Quadros Vieira Lima, também é uma das denunciadas na investigação. Continue lendo PF apura elo entre bunker dos R$ 51 mi e desvios na Caixa

Mãe de Geddel pede ao Supremo que rejeite pedido de prisão domiciliar feito contra ela pela PGR

Geddel Vieira Lima e a mãe dele, Marluce Vieira Lima | Foto: Reprodução/Varela Notícias

A mãe do ex-ministro Geddel Vieira Lima e do deputado Lúcio Vieira Lima, ambos do PMDB-BA, Marluce Vieira Lima, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que rejeite um pedido de prisão domiciliar apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra ela. De acordo com informações da TV Globo, caberá ao ministro Luiz Edson Fachin analisar o caso.

Não há prazo para a decisão. Em dezembro do ano passado, a PGR denunciou Geddel e Lúcio ao STF no caso em que foram encontrados R$ 51 milhões em um apartamento em Salvador (BA). O imóvel é atribuído pela Polícia Federal a Geddel. Na denúncia, a PGR pediu o recolhimento noturno de Lúcio Vieira Lima e a prisão domiciliar de Marluce.

No documento enviado ao STF, a defesa de Marluce Vieira Lima afirma que o pedido de prisão domiciliar foi uma “desagradável surpresa”, acrescentando que a acusação da PGR é baseada exclusivamente no depoimento de Job Ribeiro Brandão, ex-assessor da família. Brandão disse à polícia que havia dinheiro na casa de Marluce e que destruiu provas a mando de Geddel.

Ele afirmou também que secretários de Lúcio Vieira Lima, pagos com o dinheiro público, trabalham na casa de Marluce para a mãe do deputado. Os advogados de Marluce afirmam que a casa da cliente servia de escritório para reuniões de Lúcio Vieira Lima com o objetivo de economizar recursos públicos.

Remanso: Ex-prefeito e presidente da Câmara são presos por desvios de R$ 13 milhões

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Ex-Prefeito Celso Silva e Souza (PT) e o atual Presidente da Câmara, Cândido Francelino de Almeida (DEM).

Remanso, no norte baiano, Celso Silva e Souza, o irmão dele, ex-secretário de administração Arismar Silva e Souza, o atual presidente da Câmara, Cândido Francelino de Almeida, e mais cinco vereadores foram presos na manhã desta terça-feira (21).

Além deles, são alvos da ação ex-vereadores, servidores públicos e um empresário. Segundo o Ministério Público do Estado (MP-BA), todos eles são acusados de organização criminosa dentro da “Operação Carro Fantasma”. Conforme o MP, os acusados são suspeitos de fraude em contratos e licitações feitas no período de 2013 até o ano passado, período da administração de Celso Silva e Souza.

O rombo desviado pelo grupo gira em torno de R$ 13 milhões. Ainda conforme o MP, os contratos eram feitos através da empresa JMC Construtora, Comércio e Serviços Ltda, que tem como sócio-administrador o empresário José Mário da Conceição, o Mazinho, também alvo de prisão preventiva. Muitos veículos sublocados pela empresa, acrescenta a acusação, estavam em nome de “laranjas” e beneficiavam vereadores e outros políticos.

Os promotores de Justiça ainda afirmam que o dinheiro da prefeitura foi usado para gastos particulares, dívidas de campanha e compra de apoio político. Também foram apreendidos documentos, celulares, computadores e veículos de luxo. Ao todo, foram cumpridos 12 mandados de prisão preventiva, seis de condução coercitiva e 18 de busca e apreensão.

Fonte: Bahianoticias