Categoria: Cultura

Condeúba: Mantida a tradição de acender as fogueiras de São João na cidade e na zona rural

Por Oclides da Silveira

Dia 23 de junho às 18:00 as pessoas acendem as fogueiras, fazem alguns agradecimento a Deus por mais um ano alcançado e oram pela família, parentes, amigos e todos os doentes, depois vão comemorar com alegria

Na cidade de Condeúba, foi grande a procura pelas tradicionais fogueiras para a celebração do São João. Mesmo com os eventos e shows musicais na Praça do Forródromo, e outros grandes eventos programados para os festejos em algumas cidades vizinhas, na cidade e zona rural, muitas famílias preferiram celebrar o santo forrozeiro em casa, à beira da fogueira, mantendo assim a tradição.

Com essa opção feita pelo povo,  cresceu as ofertas dos vendedores de fogueiras, que tiveram um aquecimento nas vendas desde o início da semana passada. Os chamados tiradores e vendedores de fogueiras receberam vários pedidos antecipados de fogueiras, que este ano foram comercializadas entre os valores de R$ 30,00 a R$ 50,00, dependendo do tamanho da fogueira. São vários os tiradores de fogueiras na cidade, os quais estiveram bem movimentados na véspera do São João.

A Bandeira do Brasil na pista dançante da Praça do Forródromo, um design feito pelo artista plástico condeubense Warley, popular “Veias”

A cidade de Condeúba, bem como todas as outras do nordeste brasileiro, tem a tradição de enfeitar as ruas, o que fica muito bonito, o clima festivo de São João transforma a cara da cidade, é um sinal para as pessoas se comunicarem melhor, principalmente com as outras que estão nos visitando, pois ali diante de tantos belos enfeites feitos por artistas de primeira grandeza, diga-se de passagem, são artistas da própria terra, nós oferecemos aos visitantes, cada detalhe daqueles enfeites como se fosse uma coisa particular nossa. Claro, os visitantes ficam todos enfeitiçados pela nossa recepção. Continue lendo

Condeúba: Foi lançado o livro “Mergulho no Passado” autoria de João Cordeiro, o qual retrata a história do Legislativo Condeubense

Por Oclides da Silveira

Final do lançamento do livro, parentes, amigos e admiradores pousaram para as fotos com João Cordeiro

 Nesta manhã de quinta-feira dia 21 de junho início do inverno deste ano de 2018, foi realizado no Salão Políbio Rodrigues de Carvalho na Câmara Municipal, o lançamento do livro “Mergulho no Passado” de autoria do Mineiro de Salinas radicado há 67 anos em Itabuna/BA., João Cordeiro de Andrade, um evento histórico que veio renovar e facilitar a vida do povo condeubense no sentido de dar maior conhecimento em torno do nosso Legislativo, bem como, facilitar a vida de quem precisar fazer pesquisas em torno daquela Casa de Leis.

João Cordeiro visitando o Arquivo Público, acompanhado da profª Joandina, foram recebidos pelo funcionário do Arquivo o jovem Silvano

Mergulhando no Passado  “um nicho de poder” na Vila de Santo Antonio da Barra (Condeúba), esse é o tema explorado com muita perspicácia pelo Historiador Professor João Cordeiro, que traz a primeira Câmara de vereadores eleita em 14 de maio de 1861, além das demais que aconteceram até essa atual que temos hoje com mandatos de 2017 a 2020.

João Cordeiro visitou o mural deixado pela “Coluna Prestes” no Antigo Prédio da Intendência

Recomendamos a todos a aquisição de pelo menos um exemplar deste importantíssimo livro “Mergulho no Passado” de Autoria do Historiador João Cordeiro, o qual poderá ser encontrado na Câmara Municipal no horário da manhã, a um custo de R$ 40,00

Prestigiaram o lançamento do livro do Historiador João Cordeiro as seguintes autoridades: Paulo Henrique Cordeiro que é Chefe de Gabinete do Prefeito e também fez o cerimonial do evento, os vereadores Silvano dos Santos – Presidente do Legislativo, Maurilio Guilherme, Arlindo Cruz, Antônio Terêncio, José Reis, Carlito José Pereira, Antônio Chaves e o ex-vereador Fabiano Ferreira, os Secretários Municipais da Administração Antônio Sousa que representou o Prefeito Silvan Baleeiro, Weder Spínola da Educação, os diretores de Cultura Ygor Roberto e Juari Nascimento das Escolas do Campo, além de outros escritores como Agnério, Edson Silveira, Jovino Coutinho e Joandina Maria de Carvalho entre outros. O evento contou com o apoio da Prefeitura e das Secretarias de Educação, Cultura e Câmara Municipal. Continue lendo

CONCEIÇÃO OLIVEIRA SANTOS – Mais um Condeubense se destacando no mundo da Poesia

A Editora Agilite Publicações e Interatividade, em parceria com o Movimento (ao Cultivismo) Café com Poemas têm a satisfação de anunciar o resultado do “II CONCURSO DE POESIA – PRÊMIO DE LITERATURA CAFÉ COM POEMAS”, realizado entre os dias 22 de março até 06 de junho de 2018.

O poema “Mãe de um Anjo”, de autoria da poeta Condeubense CONCEIÇÃO OLIVEIRA SANTOS, que atualmente Mora em Lauro de Freitas/BA foi o grande vencedor e receberá pela merecida colocação, uma Comenda “PRÊMIO DE LITERATURA CAFÉ COM POEMAS” da OFHM – que é um prêmio criado em 2015 e concedido a diversos nomes da literatura nacional e internacional, além de 02 exemplares da (Antologia Poética Café com Poemas – Volume 2.); os poetas classificados do em 2ª e 3 º lugar receberão “Menção Honrosa” da OFHM e mais dois livros; os demais classificados, obterão um exemplar da obra, além da participação na II Antologia Poética Café com Poemas, ainda sem previsão de lançamento.

Parabenizamos a todos os inscritos pela participação (e pela poesia), desejando-lhes uma vívida caminhada literária.

Equipe_CP

Confira o resultado completo em nossa página:
https://www.facebook.com/ cafecompoemas

A “síndrome do bom-crioulo”

O ativismo de pessoas negras não foi feito para agradar pessoas brancas. E é aí que entra a “síndrome do bom-crioulo”.

Por Juliana Borges

É provável que muitos militantes e ativistas negros se identifiquem com as palavras ditas aqui. Situações “clássicas”, nas quais somos usados de escudo e, quando não mais servimos a propósitos para demonstrar o quão desconstruído um branco é ou o quão esforçado é para sê-lo, somos pintados como histéricas, arrogantes, intolerantes, raivosos e a lista só cresce. Tenho chamado isso de “síndrome do bom-crioulo”. A história meio que se parece entre muitos e muitas de nós.

No processo de tornarmo-nos negros, muitas são as descobertas que fazemos. Estas descobertas, por sua vez, vão constituindo um olhar cada vez mais clínico e crítico diante e sobre o racismo. As análises, portanto, vão se sofisticando. As propostas de ação vão sendo integradas, se aprofundando numa relação dinâmica entre a teoria produzida pela intelectualidade negra e a ação decorrentes desta apreensão de novos conhecimentos. Este processo faz com que lidemos de modo cada vez mais astuto, que identifiquemos o racismo de modo cada vez mais ágil e que percebamos as sutilezas, como dizia Beatriz Nascimento, do racismo de modo cada vez mais aprimorado. Este aprimoramento na percepção do racismo em todas as relações sociais, culturais, nas instituições políticas, jurídicas, legislativas, etc., faz com que a denúncia e a ação de nosso ativismo seja cada vez mais incisiva, inclusive porque captura as profundezas da problemática racial e como esta estrutura nosso país. Nada de absurdo, já que um processo absolutamente comum em quaisquer ativismos. Continue lendo

O PEQUI VEM DE LONGE

Por Thiago Braga

A paisagem do semiárido ganha uma novidade no começo do ano: a chegada do pequi, colhido, distribuído e saboreado pela nossa gente. O pequizeiro é uma árvore troncuda, meio envergada para o lado, com folhas compridas e raízes bem “rasinhas”. Suporta longos períodos sem chuva.

Vale lembrar que o pequi não é arrancado no pé (planta), mas catado no chão. Esse fruto amarelo e gorduroso, possui alto teor nutritivo. Guarda no miolo, uma castanha branca, a chamada “bala”, muito parecida com o coco. Exige de nós, um certo “jeito” para se roer o caroço. O segredo é ter cuidado com os espinhos e aproveitar a raspa melosa do “fruto dos gerais”. O pequi tem cheiro forte, caldo suculento e rende bons pratos servidos em restaurantes da capital.

Antigamente, famílias inteiras acordavam de madrugada a fim de buscar o fruto maduro, trazido em cestas, sacos de pano e caixas. Sempre foi uma fonte de renda para a região. Hoje, em menor número, o fruto é vendido no comércio local. É possível tirar do pequi a essência para fabrico de óleo, remédio, licor e doces.

Condeúba: Lançamento do livro “Mergulho no passado” de autoria do Historiador João Cordeiro

                                                                                          C O N V I T E

A Secretaria Municipal de Cultura
O Conselho Municipal de Cultura
A Secretaria Municipal de Educação
O Conselho Municipal de Educação

Convidam Vossa (s) Senhoria (s) e respectivas famílias para o lançamento do livro: MERGULGO NO PASSADO: “o Nicho de Poder” na Villa de Santo Antônio da Barra, de autoria do professor-historiador João Cordeiro de Andrade, da UESC; a realizar-se no dia 21 de junho de 2018, (quinta-feira) às 9.00 horas da manhã, na Câmara Municipal de Condeúba.

Dia 13 de junho Feriado Municipal, com festa de Santo Antônio Padroeiro de Condeúba

Por Oclides da SilveiraHISTÓRIA DE SANTO ANTÔNIO

O nome original de Santo Antônio era Fernando de Bulhões. Ele nasceu em 1195, em Lisboa, numa família nobre e rica. Educado em Coimbra, tornou-se membro da Ordem de Santo Agostinho e foi ordenado sacerdote aos 25 anos. Nesse tempo, a fama de Francisco de Assis já percorria Portugal.


Em 1220, a chegada a Coimbra das relíquias de cinco mártires franciscanos mortos no Marrocos levou o jovem a entrar para a ordem dos franciscanos. Ele adotou o nome de Antônio e partiu para o Marrocos. Contudo, mal chegou ao país, ficou doente e teve que retornar a Europa.


Desejoso de conhecer Francisco de Assis foi à Itália. Depois do encontro, foi designado para lecionar teologia aos frades de Bolonha e com apenas vinte e seis anos de idade, foi eleito provincial dos franciscanos do norte da Itália. Antônio aceitou o cargo, mas nele não permaneceu, pois sua vontade era pregar pelas vilas e cidades, atendendo aos necessitados. Assim percorreu várias regiões da Itália e do sul da França.


Antônio morreu em 13 de junho de 1231, nos arredores de Pádua, na Itália, com apenas trinta e seis anos de idade. Ali foi sepultado numa basílica que se tornou lugar de peregrinação. Ele foi canonizado no ano seguinte pelo papa Gregório IX.


São milhares os relatos de milagres, como a pregação aos peixes, e graças alcançadas rogando seu nome. Padroeiro de Pádua e de Lisboa, ele é venerado por ajudar a arranjar casamentos e encontrar coisas perdidas. Na arte ele é representado como um jovem cândido, com o hábito franciscano, segurando um lírio e carregando o menino Jesus (um dos milagres que teriam ocorrido com Antônio).

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Cordeiros: Aconteceu o I Sarau Itinerante do Café com Poemas

Por Leandro Flores

“No último dia 07 de junho, o Movimento Café com Poemas de Cordeiros viveu uma noite marcante. O nosso Primeiro Sarau Itinerante em comunidades por mesmo nome do movimento “Sarau Itinerante Café com Poemas”.

É indescritível a alegria e o orgulho que sinto. Agradecer a Prefeitura Municipal pelo apoio e em especial o Departamento de Juventude e Cultura, na pessoa do Diretor Leonardo Luiz que não mediu esforços para que pudéssemos realizar esse evento de CULTIVISMO à poesia.

Como disse certa vez Manoel Bandeira: “Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples””. Ângela Dias (Coordenadora/cultivadora do Mov. Café com Poemas em Cordeiros).